Deus é Fiel

Deus é Fiel

sábado, 28 de fevereiro de 2026

TEMPO DE TOCAR A BUZINA EM SIÃO E DE CLAMAR EM ALTA VOZ

TEMPO DE TOCAR A BUZINA EM SIÃO E DE CLAMAR EM ALTA VOZ

Tocai a buzina em Sião e clamai em alta voz no monte da minha santidade; perturbem-se todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, ele está perto (Jl 2.1).

Há uma incógnita no que corresponde ao período em que Joel exerceu o ministério, tendo como base os escritos é nítida a ausência referente a um personagem real, logo, subentende que o profeta viveu em um período em que não havia rei sobre nação eleita.

Primeira compreensão de alguns estudiosos poderia ser então o exercício ministerial de Joel nos dias do rei Joás, que assumiu o reinado com sete anos de idade, sendo monitorizado por Joiada, o sumo sacerdote, fato corroborado pelo destaque aos anciãos e os sacerdotes na profecia de Joel (século IX a.C). No entanto, há também para outros estudiosos a possibilidade desse ministério profético ter sido no período pós-exílio, tempo também corroborado pela ausência de reis sobre a nação (século IV a.C).

Portanto, o ministério de Joel (cujo nome significa o Senhor é Deus) teve três propósitos: juntar o povo diante do Senhor, lecionar o povo ao arrependimento e anunciar a palavra profética a respeito do derramamento do Espírito sobre toda a carne, assim alertar a respeito do dia do Senhor.


Motivos que conduz a necessidade de tocar a buzina e de clamar

O motivo é claro, a devastação sofrida pelos os israelitas, em que “O campo está assolado, e a terra triste; porque o trigo está destruído, o mosto se secou, o óleo falta” (Jl 1.10). Literalmente a catástrofe ocorrida com a invasão dos gafanhotos, porém espiritualmente o profeta notifica as grandes percas para com o povo, sendo estas: a Palavra não é compreendida, falta-se a alegria da salvação e não há unção.

1- A falta da Palavra. Ter em um culto a citação bíblica, mas, no entanto não usufruir dos três meios para explicar a Palavra, isto é, atender a um método, a exposição e a aplicação, não terá o devido efeito necessário.

Jesus utilizava de métodos claros para instruir os discípulos. Ele era expositivo em suas palavras e de forma metodológica, pois tinha como propósito obter resultados dos seus ouvintes, ou seja, a Palavra era aplicada.

 2- A falta da alegria. A ausência da alegria dificulta o progresso cristão, pois não há possibilidade do crente crescer se o mesmo não é motivado ao crescimento. Ausência de alegria corresponde com fragilidade espiritual. Válido relatar que a existência de perseguições não descreve ou dita à existência de tristeza, pois a alegria da salvação é proveniente da presença do Senhor no crente. O cristão enfrentará lutas, porém em meio as luta desfrutará da autêntica alegria proveniente do Senhor.

3- A falta da unção. Conforme o Antigo Testamento a falta da unção poderá ser aplicada com a ausência de salvação, o silêncio do Senhor e a não ocorrência de milagres.

Em suma, diante das catástrofes espirituais de não ter a Palavra, carecer da alegria da salvação e não usufruir da unção do Senhor requer que a Igreja clame ao Senhor.

Benefícios do clamor ao Senhor

Além de desfrutar da benevolência do Senhor como provedor, também haverá o desfrutar do agir consolador e operador de Deus, pois haverá o retorno do trigo, do mosto e do óleo. Espiritualmente fica nítido que o povo terá a Palavra, alegria e viverá conduzido pela a unção do Senhor.

1- Dia do Senhor. No dia do Senhor quem estiver diante de Deus não terá esse dia como de punição, mas como de regozijo. No Novo Testamento ficará nítido que o dia Senhor corresponde com a Grande Tribulação e o dia de Cristo com o arrebatamento da Igreja.

2- A promessa da efusão do Espírito. Clamar permite aos cristãos desfrutar da operação do Espírito Santo, o Bom Consolador que guia os crentes em toda a verdade.

A efusão do Espírito no ministério da Igreja tem como início o dia de Pentecostes, e corrobora e corroborará até o dia do arrebatamento da Igreja, logo é mais do que necessário que os salvos se voltem constantemente para o Senhor e permaneçam firmes em qualquer circunstância, pois o Senhor é Deus.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

ESPÍRITO SANTO – O REGENERADOR

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – ESPÍRITO SANTO – O REGENERADOR

Conforme a Verdade Prática da lição:

A regeneração é a transformação operada pelo Espírito Santo, pela qual o pecador se torna uma nova criatura.

Da verdade prática compreende-se que:

A regeneração é uma ação desenvolvida pelo o Espírito Santo;

Por meio da regeneração o Espírito Santo transforma o pecador em uma nova criatura.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Explicar que a regeneração é uma obra trinitária, planejada pelo Pai, realizada pelo Filho e aplicada pelo Espírito Santo;

Mostrar que a regeneração é uma transformação espiritual interior e indispensável à salvação;

Apontar os sinais práticos do Novo Nascimento: justificação, santificação e o fruto do Espírito.

Regeneração é a palavra-chave da presente lição.

I – REGENERAÇÃO: UMA OBRA TRINITÁRIA

A Trindade coopera para com a salvação dos homens, pois a regeneração é uma obra desenvolvida pelo o Espírito Santo, no que tange o nascer de novo trata-se em passar por uma ação purificadora pela terceira Pessoa da Trindade. Portanto, nascer da água corresponde na ação purificadora do Espírito Santo.

Em segundo a Palavra de Deus é o meio eficaz de Deus trabalhar a regeneração na vida do ser humano, pois a Palavra proporciona transformação, purificação e santificação. O próprio Jesus expressou “santifica-os na Verdade, pois a tua Palavra é a verdade”.

Por fim, Deus tem como propósito a salvação da humanidade. Para que isso ocorresse Jesus se encarnou, o Verbo se fez carne e habitou entre os homens para que por meio da morte de cruz transmitisse a salvação para com todos os homens.

O novo nascimento é definido pela palavra regeneração, que significa gerar novamente. Termo grego para regeneração é παλιγγενεσία e significa novo nascimento, regeneração, reprodução, sendo que no sentido moral corresponde com mudança pela graça, sendo a mudança da natureza carnal para uma nova vida, ou mudança de uma vida pecaminosa para uma vida santificada. Subentende ainda que regeneração pode ser definida pelas seguintes palavras: retorno, renovação, restauração e restituição.

II – A NATUREZA ESPIRITUAL DA REGENERAÇÃO

A regeneração por ser uma obra de cuja natureza é espiritual permite compreender que proporciona ao indivíduo a transformação interior, isto é, a natureza é modificada pela ação do Espírito Santo.

A operação do Espírito Santo em regenerar retira do indivíduo o sentimento de que o mesmo é merecedor e autossuficiente em agir para com a própria salvação. O ser humano é limitado e por si não possui condição de alcançar a salvação. Também é perceptível que a limitação humana está em alterar o interior, pois apenas Deus é quem modifica e transforma por completo o interior do ser humano.

Havendo a transformação, a nova criatura terá nova conduta, isto é, terá nos próprios atos a serem desenvolvidos atitudes que enfatizam a transformação alcançada em Cristo Jesus. Assim como agirá mediante princípios que glorifique a Deus. Não agindo por vanglória e nem por autoconfiança.

III – SINAIS DO NOVO NASCIMENTO

Presente tópico trabalha três sinais que identifica que houve a aplicabilidade do novo nascimento, sendo eles: justificação, santificação e praticidade das virtudes do fruto do Espírito.

A justificação é o elo da salvação que retira a penalidade do pecado. A justificação pode ser entendida em ser: salvação dos pecados praticados no passado. Libertação da penalidade ou da culpa do pecado. Um ato da graça. Momentânea. E ocorre enquanto o indivíduo estiver no mundo.

Entretanto, sem a ressurreição de Jesus não haveria a justificação.

Já sobre a santificação, primeiramente há uma necessidade da santidade por que, por meio do pecado original todos pecaram e distanciaram de Deus. Quando Deus escolheu Israel, a nação deveria vivenciar uma vida santa em toda a maneira de viver, porém este querer divino não se concretizou. Logo, nos dias atuais o novo Israel de Deus, a Igreja, deverá se santificar e vivenciar a maneira de vida que agrada ao Senhor.

Como segunda necessidade da santidade é necessário santificar para servir ao Senhor. Deus é Santo, logo quem serve ao Senhor tem que se santificar a cada dia.

Já por terceira necessidade percebe-se que sem santificação ninguém verá a Deus.

Para Horton compreender que:

O fruto tem a ver com o crescimento e o caráter; o modo da vida é o teste fundamental da autenticidade. O fruto, em Gálatas 5.22,23, consiste nas “nove graça que perfazem o fruto do Espírito, o modo de vida dos que são revestidos pelo poder do Espírito que neles habita” (1996, p. 488).

E conforme Esequias:

[...] O fruto do Espírito é o resultado natural de um processo de amadurecimento e a consequência de um desenvolvimento natural de crescimento espiritual. Ele surge paulatinamente dentro de cada crente como resultado da regeneração do Espírito Santo de forma instantânea e também gradativa por meio do crescimento na graça de nosso Senhor Jesus Cristo, como acontece com a santificação (2020, p. 75).

Referências:

HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática, uma perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O DEUS ESPÍRITO SANTO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O DEUS ESPÍRITO SANTO

Conforme a Verdade Prática da lição:

O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Trindade, plenamente divino, atuando como Consolador, Ensinador e Santificador da Igreja.

Da verdade prática compreende-se que:

O Espírito Santo é Deus, porém é distinto do Pai e do Filho, sendo, portanto a Terceira Pessoa da Trindade;

O Espírito Santo atua como Consolador;

O Espírito Santo atua como Mestre;

O Espírito santifica a Igreja.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Mostrar que o Espírito Santo é uma Pessoa, distinta, mas coigual ao Pai e ao Filho;

Evidenciar a plena divindade do Espírito Santo e seus atributos;

Ressaltar as principais obras do Espírito Santo: encarnação, ressurreição e santificação.

Espírito Santo é a palavra-chave da presente lição. A doutrina do Espírito Santo, paracletologia ou pneumatologia, permite aos cristãos o conhecimento da Terceira Pessoa da Trindade no que se trata: o Espírito Santo é Deus e o Espírito Santo é uma pessoa. Sendo que o nome Consolador se refere à relação do Espírito Santo com os homens. Consolador significa advogado, ou seja, aquele que foi chamado para o outro lado, ou em defesa de. 

I – A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO

Há três razões determinantes em afirmar que o Espírito Santo é uma pessoa.

A primeira afirmação indica que Ele age como uma pessoa, pois o Espírito Santo ensina (Jo 14.26), testifica de Cristo (Jo 15.26), fala com os salvos (At 8.29) e chama os obreiros (At 15.26). Somente uma pessoa pode ensinar a outros, testificar de outro, falar com outros e chamar a outros.

Já a segunda afirmação em ser o Espírito Santo uma pessoa está diretamente associada às características de uma pessoa. Pois, o Espírito Santo possui conhecimento (1 Co 2.1), possui vontade (1 Co 12.11) e ama (Rm 15.30). Apenas uma pessoa se caracteriza pelo conhecimento, pela vontade e pelo amor, e estas características definem que o Espírito Santo é Deus.

E a terceira característica em ser o Espírito Santo uma pessoa é porque na Bíblia Ele é tratado como uma pessoa. Dois exemplos corroboram esta afirmativa, o primeiro em Efésios 4.30, quando Paulo aconselha a não entristecer o Espírito Santo e o segundo quando Jesus ensinou a respeitou da blasfêmia contra a Terceira Pessoa da Trindade (Mt 12.31).

O Espírito Santo é Deus. Assim como há três razões que caracteriza ser o Espírito Santo uma pessoa, percebe-se que também há três razões que define ser o Espírito Santo Deus, são eles: o Espírito Santo tem os atributos de Deus, o Espírito Santo tem os nomes de Deus e o Espírito Santo desenvolve as obras que atribuídas unicamente a Deus.

No que tange o Espírito Santo como o Consolador entende-se que:

[...] Os campos semânticos do vocábulo permite a tradução com “Consolador” – que ampara, encoraja e traz conforto em meio à dor (2 Co 1.3-4); “Ajudador” – que assiste, presta auxílio ativo e prático nas necessidades (Rm 8.26-27); e “Advogado” – defensor legal ou intercessor que pleiteia a causa de outro diante de um juiz (1 Jo 2.1). Em João, a expressão parákletos aparece cinco vezes, referindo-se ao Espírito Santo e também a Cristo (Baptista, 2025, p. 92).

II – A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO

A descrição Filioque corresponde em afirmar que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho. Não descreve que o Espírito Santo é inferior, o que corresponde é em afirmar que o Espírito Santo é dado pelo o Pai e pelo o Filho.

O Espírito Santo é eterno (Hb 9.14), logo, Ele não é limitado pelo tempo, pois Ele existe deste toda a eternidade. Bancroft afirma: assim como a eternidade é atributo ou característica da natureza de Deus, semelhantemente a eternidade pode ser e é atribuída ao Espírito Santo como uma das distinções pessoais no Ser de Deus (2006, p.188).

Ele é eterno, sempre foi, é e será. Não tem princípio nem fim. O Espírito Santo não apareceu repentina e abruptamente quando foi enviado à terra para dar poder aos crentes, depois da ascensão de Cristo. Fiel, constante e amoroso – Ele é e sempre será o mesmo e, o eterno Espírito Santo, jamais deixará você cair. Ele é o mesmo, ontem, hoje e sempre (Hinn, p. 53).

O Espírito Santo também é onisciente, pois o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus (1 Co 2.10).

O Espírito Santo também é onipresente (Sl 139.7-10) e onipotente (Gn 1.2), para Hinn a onipotência do Espírito Santo é demonstrada em três atos poderosos: criação, trazer o universo do nada; animação, dar vida ao que estava sem vida; e ressurreição, trazer vida da morte (p.51).

Já os símbolos proporciona conhecimento no que se trata a pessoa e obra do Espírito Santo. Logo, cada símbolo é rico, pois ensinam muita coisa a respeito do Espírito do Santo.  Por isso, Horton, assim escreveu: símbolos do Espírito Santo são chaves para o entendimento de sua obra em nosso favor (2003, p. 389).

1- Vento. O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai: assim é todo que é nascido do Espírito (Jo 3.8). O vento se identifica com a seguinte verdade: o poder do Espírito Santo é invisível.

Os efeitos do vento são nítidos, porém o próprio vento não é visto. Assim também, ocorre com os efeitos do Espírito Santo no ser humano.

2- Água. Símbolo que representa o poder e refrigério sustentador da vida. Este símbolo representa o Espírito Santo como bênção transbordante de Deus. Bênção que refrigera, sustenta, reveste e outorga vida.

3- Fogo. Não extingais o Espírito Santo (1Ts 5.19). Símbolo que representa o poder purificador do Espírito Santo. A segunda verdade sobre o fogo como símbolo é que este corresponde com o batismo com o Espírito Santo.

4- Óleo. Símbolo que descreve a ação do Espírito Santo em consagrar o cristão para o serviço. Na Antiga Aliança três eram os oficiais ungidos, sacerdotes, reis e profetas. Quando o cristão é vocacionado a desenvolver ações no Reino de Deus, percebe-se que o mesmo, foi consagrado, ou seja, foi separado e santificado para servir no Reino.

5- Pomba. Símbolo que representa o Espírito Santo na sua mansidão e na sua atuação pacífica. Para Horton: a pompa é um arquétipo da mansidão e da paz. O Espírito Santo habita em nós. Ele não toma posse de nós, mas nos liga a si mesmo com amor, em contraste às correntes dos hábitos pecaminosos. Ele é manso e, nas tempestades da vida, produz paz (2003, p. 389).

III – AS OBRAS DO ESPÍRITO SANTO

Três são as obras divinas nítidas na pessoa do Espírito Santo: criação, predição e regeneração (Gn 1.2, Jo 3.1-7).

O agir do Espírito na regeneração permite compreender a ação do Espírito Santo no ato da encarnação do Verbo outorgando a jovem Maria a possibilidade de conceber a pessoa de Jesus, isto é, por meio do Espírito Santo foi introduzida a natureza humana do Filho na história.

No mesmo aspecto compreende que a obra da regeneração efetuada pelo o Espírito Santo a ressurreição de Jesus, assim como santifica a Igreja perante Deus.

Referências:

BANCROFT, Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.

BAPTISTA, Douglas. A santíssima Trindade: o Deus único revelado em três Pessoas eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

HINN, Benny. Bem-vindo, Espírito Santo: como experimentar a dinâmica obra do Espírito Santo em sua vida. São Paulo: Bom Pastor, 2005.

HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática, uma perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A OBRA DO FILHO

 

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A OBRA DO FILHO

 Conforme a Verdade Prática da lição:

A humilhação voluntária de Cristo, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa revelam que somente Ele é digno de toda adoração e obediência.

Da verdade prática compreende-se que:

Jesus Cristo humilhou-se de forma voluntária;

Jesus agiu de forma redentora;

Jesus foi exaltado fator que revela que Ele é digno de adoração e obediência.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:


Explicar a humilhação voluntária de Cristo e sua obediência;

Mostrar que a obra redentora do Filho é única, suficiente e vicária;

E, Ressaltar a exaltação gloriosa de Cristo e sua soberania universal.

Obra é a palavra-chave da presente lição. Obra corresponde com a ação desenvolvida, no contexto em análise, trata-se da obra vicária de Cristo Jesus para outorgar salvação para todos aqueles que chegarem a Ele.

I – A HUMILHAÇÃO VOLUNTÁRIA DO FILHO

Tendo como base os versículos 5 e 6  da Carta aos Filipenses percebe-se que duas palavras merecem atenção e análise em especial. As duas palavras são sentimento e forma.

Em grego “phroneo” corresponde a sentimento no que representa pensamento. O pensamento de Cristo não outorgava valores ao sentimento individualista, mas há demonstração de amor ao próximo. Já a segunda palavra é a palavra forma que corresponde a semelhança de Deus, ou seja, sendo Ele Deus.

Portanto, Cristo, ao fazer-se homem, esvaziou-se não de sua divindade, mas de sua glória. A presente frase é explicativa e identifica que Jesus continuou sendo Deus, porém, sem a glória divina, pois o mesmo tornou se limitado no que corresponde ao tempo e o espaço.

Três palavras são destaque no tempo em que Jesus viveu neste mundo como verdadeiro homem, são elas: esvaziar, humilhação e obediência. Jesus esvaziou se de sua glória e de seus atributos como Deus, porém continuou sendo Deus, porque Ele não esvaziou se da sua essência divina.

A humilhação de Jesus teve como objetivo primordial o tríplice ministério do Messias: profético, sacerdotal e o de rei. Como profeta foi Ele o porta voz entre Deus e os homens, pois o profeta fazia a ponte entre Deus e os homens. Como sacerdote foi Ele o representante entre os homens e Deus, pois o sacerdote fazia a ligação entre os homens a Deus. E como rei Jesus desenvolveu o ministério de cura.

Por fim, Jesus foi obediente até a morte e morte de cruz.

II – A OBRA REDENTORA DO FILHO

A morte de Jesus foi uma expiação pelos pecados da humanidade. Expiar o pecado é cobri-lo, apaga-lo e perdoar o transgressor.

A morte de Jesus também foi uma propiciação, isto é, foi o aplacar da ira de Deus.

Em terceiro a morte de Jesus foi uma substituição (Rm 5.6).

Por fim, a morte de Jesus na cruz foi redenção e reconciliação para todos aqueles que se aproximarem da mensagem do evangelho.

Logo, o sacrifício de Jesus tornou-se o melhor de todos, por finalizar os sacrifícios (Hb 9.13-10.18). Por fim, Jesus torna mediador de um pacto novo e maior que a aliança antiga (Hb 8.6). Novo concerto também pode ser chamado de concerto do Espírito Santo (2 Co 3.1-6) por ter a condução do Espírito Santo na vida dos santos (Silva, Ano 15, Edição 52, p. 32).

III – A EXALTAÇÃO GLORIOSA DO FILHO

Paulo em Filipenses 2.9-11 apresenta a exaltação de Cristo, definido como a conquista final, pois:

Jesus foi exaltado pelo o Pai soberanamente;

O Pai deu um nome que é sobre todo nome;

Diante de Jesus se dobrará todo o joelho;

E toda língua confessará que Jesus é Senhor.

Referências:

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Hebreus: Jesus, a revelação plena de Deus. Revista Manancial, Ano 15, Edição 52.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

O FILHO COMO O VERBO DE DEUS

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O FILHO COMO O VERBO DE DEUS

Conforme a Verdade Prática da lição:

Jesus Cristo, o Verbo eterno é a revelação plena e visível de Deus ao mundo, manifestando graça, verdade e a glória do Pai.

Da verdade prática compreende-se que:

Jesus Cristo é o Verbo eterno;

Jesus é a revelação plena e visível de Deus;

Jesus manifesta graça, verdade e glória.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Explicar a preexistência e a divindade do Verbo;

Mostrar a atuação do Verbo na criação e como fonte de vida e luz;

E, Ressaltar que o Verbo encarnado é a plena revelação do Pai.

Verbo é a palavra-chave da presente lição.

I – O VERBO COMO DEUS ETERNO

Tendo como base o capítulo 1 e o versículo 1 do evangelho escrito pelo o evangelista João “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” compreende-se que o versículo apresenta plena riqueza do Evangelho. Primeiro, no princípio era o Verbo, frase que indica que o Verbo é eterno. Segundo, e o Verbo estava com Deus, frase que apresenta distinção entre o Verbo e o Pai, logo são duas pessoas distintas. E, em terceiro, e o Verbo era Deus, frase que corresponde em dizer que Jesus é Deus.

[...] Em vista disso, João apresenta o Logos como: Eterno (Jo 1.1ª); Distinto do Pai (Jo 1.1b); e Consubstancial com o Pai (Jo 1.1c). Essa tríplice formulação expressa de modo conciso as verdades fundamentais da doutrina da Trindade: unidade de essência, distinção de pessoas e igualdade de divindade (Baptista, 2025, p. 70).

É importante ressaltar que existem inúmeros versículos que faz referência a divindade de Jesus Cristo:

Em Isaías 7.14 – Emanuel, Deus Conosco, isto é, Jesus é chamado de Emanuel.

Em Isaías 9.6 – Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, isto é, Jesus é chamado de Deus Forte, nome que revela um dos atributos pertencente unicamente a Deus.

Silva agrega a seguinte informação a respeito do evangelho de João:

Na introdução Jesus é apresentado como o Verbo de Deus. Dois pontos são fundamentais para conhecer o verbo. Primeiro, a identidade do verbo. É necessário conhecer de fato quem é o verbo. E como resposta a tais perguntas o evangelista João no primeiro versículo do livro escreve: “No princípio era o verbo (o verbo é eterno), e o verbo estava com Deus (o verbo é distinto de Deus não em essência, mas em pessoa) e o verbo era Deus” (o verbo é Deus) [...] (Silva, 2015, p. 116).

II – O VERBO COMO DEUS CRIADOR

A introdução do evangelho de João que corresponde ao capítulo 1 e os versículos de 1 a 18 tratam-se de apresentar dois pontos essências sobre Jesus, o Verbo encarnado, sendo elas: a identidade do Verbo, ponto explicado no tópico anterior; e, as obras do Verbo, o que vai ser compreendido no presente tópico.

[...] Segundo, na introdução o evangelista cita as obras do verbo, que são: criar (todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. v.3), iluminar (ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo. v. 9), regenerar (os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas da vontade de Deus. v.13) e revelar (Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer. v. 18 (Silva, 2015, p. 116).

Sobre criar o evangelista João relata que “todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez”, há duas descrições presentes no versículo, sendo uma expressão positiva, todas as coisas foram feitas por Ele, e uma expressão negativa, sem Ele nada do que foi feito se fez, ambas descrevem a presença do Verbo como Criador e não como criatura.

Já ao citar que Nele estava a vida e a vida era luz dos homens, o evangelista trata-se de relatar o Senhor Jesus como o Verbo eterno, pois Ele não tem origem e nem fim. Ser eterno não é apenas não possuir um fim, mas trata-se de não ter uma origem. Jesus é a fonte da vida.

III – O VERBO COMO REVELAÇÃO DO PAI

Jesus, o Verbo eterno, tornou-se carne e habitou entre os homens, revelando o Pai, transmitindo a graça e a verdade.

Ao ler que Jesus tornou-se carne compreende-se que Jesus assumiu tornou-se homem, verdade compreendida ao relatar que Jesus é 100% Deus e aqui na Terra tomou a forma humana.

A Lei foi outorga a Israel por intermédio do ministério administrativo do legislador Moisés, no entanto a graça e a verdade vieram por intermédio do Senhor Jesus, logo, Jesus não apenas fala a verdade, Ele é a Verdade, assim como Jesus não apenas possui a graça, Ele é a graça revelada aos homens.

Por fim, “o Verbo eterno torna o invisível, visível; o transcendente, imanente; e o insondável, revelado” (Baptista, 2025, p. 76).

Referências:

BAPTISTA, Douglas. A santíssima Trindade: o Deus único revelado em três Pessoas eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Introdução ao Novo Testamento. In: SILVA, Roberto Santos da. Seteblir. Goiânia: Mundial Gráfica, 2015.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O DEUS FILHO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O DEUS FILHO

Conforme a Verdade Prática da lição:

Jesus Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens.

Da verdade prática compreende-se que:

Jesus Cristo é Deus;

Jesus é a revelação plena do Pai;

Jesus é o único mediador entre Deus e os homens.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Explicar a concepção virginal e a deidade absoluta de Jesus;

Mostrar a centralidade de Cristo como cumprimento da Lei e dos profetas;

E, Enfatizar a exclusividade de Cristo como único mediador e salvador.

Cristo é a palavra-chave da presente lição. Do grego Cristo tem como significado ungido, mesmo termo correspondente na língua hebraica a Messias.

I – A DIVINDADE DO FILHO

A divindade do Filho é compreendida em sua priori na concepção virginal de Jesus. Claramente fica nítido que Jesus em sua natureza divina tem um Pai, porém não tem mãe; enquanto que em sua natureza humana Jesus tinha uma mãe, no entanto não possuía um pai. O nascimento do Messias era esperado pelos os judeus que conforme Gênesis 3.15 não teria a participação de um homem, mas trataria de uma concepção virginal.

O evangelista João assim escreveu: No princípio era o Verbo, o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus (Jo 1.1).

Três aprendizagens são obtidas do presente texto, são elas: o Verbo é eterno, No princípio era o Verbo; o Verbo é distinto de Deus, isto é, o Jesus é diferente do Pai, o Verbo estava com Deus; e, que o Verbo é Deus, o Verbo era Deus. O evangelista João explica claramente a divindade de Jesus, válido ressaltar que o apóstolo também transmite um atributo divino presente no Verbo, no princípio, isto é, o Verbo é eterno.

 Além de ser apresentado pelo atributo da eternidade, Jesus também é citado por ser Onipotente (Ap 1.8), Onipresente (Mt 18.20), Onisciente (Jo 21.7) e dentre outros Ele é Imutável (Hb 1.12).

II – A CENTRALIDADE DO DEUS FILHO

Na transfiguração o Senhor Jesus apresenta a sua glória divina de forma temporária aos seus discípulos. Dois personagens se apresentam ao Senhor Jesus, sendo eles: Moisés e Elias. Personagens que figuradamente representam a Lei e os Profetas.

Jesus cumpriu toda a Lei, assim como em Jesus se cumpriu as profecias proferidas sobre a vinda do Messias.

Válido ressaltar a superioridade de Jesus a Moisés, pois Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar (Hb 3.5). Porém, quando o escritor da epístola fala sobre Jesus o apresenta como Filho, isto é, o próprio Deus.

Portanto, há duas coisas a se observar:

Primeira, a diferença entre Jesus e Moisés. Moisés é apresentado como servo fiel, enquanto Jesus é apresentado como Filho. Logo, se percebe a superioridade de Jesus a Moisés.

Segunda, Jesus e Moisés foram introduzidos sobre casas diferentes. A casa na qual Moisés representa corresponde com o concerto de Deus com o povo de Israel. Enquanto, a casa na qual Jesus representa corresponde com a Igreja. O que indica abrangência do ministério de Jesus ser superior ao de Moisés (Silva, Ano 15, Edição 52, p. 56).

III – A MISSÃO REDENTORA DO DEUS FILHO

Jesus é o cumprimento de todas as profecias direcionadas ao Messias, logo, Ele é cumprimento das promessas de restabelecimento da nação israelita. No entanto, os seus não receberam, isto é, os israelitas não aceitaram a mensagem e nem compreenderam a divindade de Cristo, permitindo que todos os que recebessem fossem chamados de filhos de Deus (Jo 1.12).

Cristo é o único, o exclusivo para a redenção da humanidade. Não há salvação fora da Pessoa de Cristo. Portanto, a transfiguração de Jesus ensina a respeito:

Da ressurreição do Messias;

Vitória de Jesus sobre a morte;

E, o domínio de Jesus sobre todas as coisas.

[...] A galeria dos heróis da fé não se encerra no Antigo Testamento. O maior de todos os heróis, nosso máximo modelo e o técnico da nossa corrida é o Senhor Jesus. Ele venceu a corrida. Desceu do céu, esvaziou-se, humilhou-se até a morte, e morte de cruz. Ele enfrentou a oposição dos pecadores, a vergonha e o sofrimento da cruz, pela alegria de nos salvar (Lopes, 2018, p. 261).

Referências:

LOPES, Hernandes Dias. Hebreus: a superioridade de Cristo. São Paulo: Hagnos, 2018.

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Hebreus: Jesus, a revelação plena de Deus. Revista Manancial, Ano 15, Edição 52.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A PATERNIDADE DIVINA

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A PATERNIDADE DIVINA

Conforme a Verdade Prática da lição:

A paternidade de Deus é revelada no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e aperfeiçoando-nos no amor.

Da verdade prática compreende-se que:

A paternidade divina se revela no envio do Filho, Jesus;

Assim como se confirma na concessão do Espírito Santo;

A paternidade revelada e confirmada corrobora com a filiação e o aperfeiçoamento dos cristãos no amor.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Compreender que a paternidade de Deus é eterna e inseparável de sua natureza;

Reconhecer que confessar a Cristo como Filho é evidência de filiação divina;

Aplicar os princípios do amor do Pai como base para a vida cristã.

Paternidade é a palavra-chave da presente lição. A paternidade de Deus ensina que o Senhor é a fonte de toda a vida.

I – A REVELAÇÃO DA PATERNIDADE DO PAI

A paternidade na doutrina bíblica ensina que a primeira Pessoa da Trindade, o Pai é Soberano e Supremo. Ensinamento esse que possibilita a compreensão do domínio do Senhor sobre toda a criação, pois Ele é Soberano, assim como identifica que Ele está no controle de todas as coisas, Ele é Supremo. Portanto, o presente ensino permite aos cristãos serem consolados em momentos de dificuldade.

A paternidade divina no contexto trinitário não representa que a Segunda Pessoa da Trindade, o Filho, é inferior ao Pai, da mesma forma compreende que a Terceira Pessoa da Trindade não é também inferior. Porém, o que primeiramente é compreendido do ensino é que o Pai é o princípio da divindade, distinguindo as pessoas da Trindade e não identificando inferioridade em uma delas.

No que corresponde a descrição bíblica que o Filho foi gerado, isso não indica que Jesus tem uma origem, como uma criatura, mas, define a distinção entre o Pai e o Filho como pessoas. No entanto, a essência é a mesma, o Pai é eterno, o Filho também é eterno; o Pai é o criador de todas as coisas, assim também o Filho é o criador de todas as coisas.

A concessão do Espírito Santo após a ascensão de Cristo também não representa a inferioridade do Espírito Santo diante do Pai e do Filho, mas reforça a distinção das pessoas da Trindade e outorga a compreensão da unidade em essência.

II – RECONHECENDO A PATERNIDADE DO PAI

Confessar a Jesus como o Cristo é aceitar a paternidade divina. É declarar a Jesus como Salvador e o Pai como a fonte da salvação. O presente tópico permite entender a doutrina da salvação mediante a operação da Trindade. Válido lembrar que:

No arrependimento o indivíduo tem a mudança na consciência;

Na conversão o cristão tem uma nova atitude;

Na regeneração o indivíduo tem uma nova vida em Cristo;

E na justificação o cristão tem uma nova posição, a justo diante de Deus.

Logo, os elos da salvação: arrependimento, conversão, regeneração e justificação descrevem a autenticidade do amor divino, pois:

[...] O amor do Pai é a fonte da nova vida; a salvação brota da abundância do seu amor (Ef 2.4-5). A redenção é fruto desse amor que busca, alcança, regenera, sela e sustenta até o fim (Baptista, 2025, p. 49).

Dentre os benefícios da paternidade divina para os crentes está na palavra de Paulo aos Romanos o Viver no Espírito que descrever a afirmativa que o crente é filho de Deus, o que insere a seguinte afirmação: pois recebestes o espírito de adoção (v.15). Richards associa a este versículo a seguinte explicação:

A carne considera a Torá como obrigação e tem medo, pois o homem sincero sabe que não conseguirá cumpri-la. O espírito considera a Torá como uma promessa e exclama Abba (papai!), exatamente como um filho cujo pai, ao retornar de uma viagem, lhe trouxe um presente muito especial (2008, p. 306).

Por último, Paulo fala sobre o direito da herança. Todos os filhos de Deus têm uma herança baseada na sua relação com Deus, herança de natureza incorruptível, imaculada, reservada no céu (1 Pe 1.4). A herança dos filhos de Deus inclui uma expectativa de vida eterna (Tt 3.4-7). Como herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, os filhos de Deus compartilham, agora, dos sofrimentos de Jesus (Fl 3.10) e, no futuro, compartilharão também da Sua glória Fl 3.11-14 (Radmacher; Allen; House, 2013, p.384).

III – A EXPERIÊNCIA DO AMOR DO PAI

Por meio do amor divino o crente tem sua vida aperfeiçoada, pois pela manifestação do grande amor de Deus para com os homens, esses tornam obedientes os princípios espirituais corroborados com o compromisso para com Deus e a sua obra.

O cristão é fruto do amor de Deus e torna-se referência do amor divino. Logo, Deus é amor por meio de sua obra na cruz, em que Cristo morreu em lugar dos pecadores os creem são alcançados. O ser humano por ser alcançado pelo  o amor divino na vida, esse torna o reflexo da transformação e testemunho ocular para a propagação do Evangelho.

Em síntese entende-se que a experiência do amor se resume em saber que Deus nos amou primeiro.

Referências:

BAPTISTA, Douglas. A santíssima Trindade: o Deus único revelado em três Pessoas eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.