Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O GRANDE MANDAMENTO
Conforme a Verdade Prática da lição:
O amor a Deus expressa-se em
obediência sincera, ensino no lar, prática constante da sua Palavra e do amor
ao próximo.
Da verdade prática compreende-se que:
O amor a Deus expressa-se em
obediência;
O amor a Deus expressa-se
pelo o ensino no lar;
O amor a Deus expressa-se
pela prática constante da Palavra;
O amor a Deus expressa-se
pela prática do amor ao próximo.
É válido lembrar que os objetivos da presente
lição são:
Apresentar o amor a Deus
como fundamento dos mandamentos;
Enfatizar a importância da
Palavra na formação espiritual;
E, Expressar o amor a Deus e
ao próximo por meio da prática.
Amor é a palavra-chave para a compreensão da
presente lição.
I – O AMOR QUE
SUSTENTA OS MANDAMENTOS
O amor sustenta os
mandamentos. No entanto, Moisés inicia o capítulo 6 relacionando a tríade da
Lei, sendo estes: os mandamentos, os estatutos e os juízos. Os mandamentos
estão relacionados com a ordem expressa por alguém que tem o poder em
direcionar. Já os estatutos tratam dos que decretos expressados por alguém que
exerce soberania. E os juízos são os reguladores da justiça.
Os israelitas deveriam manter
exclusividade ao Senhor na exposição do amor. Assim como deveriam apresentar
uma vida zelosa demonstrada em um espírito piedoso e devoto ao Senhor. Válido afirmar
que a fidelidade ao Senhor distanciaria o judeu de qualquer forma de idolatria,
proporcionando aos fiéis prosperidade condicionada à obediência (Gomes, 2026).
Ao dar prosseguimento Moisés
conclama aos israelitas a atentarem para o Senhor ao escrever: “Ouve, pois, ó
Israel”. O termo ouve corrobora com fundamentos essenciais aos servos do
Senhor, sendo então estes princípios: Deus é único; Deus é Deus de aliança; e, o
povo deve obedecer ao Senhor.
Ouvir ao Senhor corresponde em
a amar a Deus de todo o coração, trata-se de obter a recompensa por ser
obediente e reforça a importância dos mandamentos.
II – O AMOR DESPERTADO PELA PALAVRA
A Palavra é a base de todo e autêntico
avivamento. Avivamento significa trazer de volta à vida. Porém, o
avivamento só é possível aos vivos, pois um pecador não pode ser avivado.
Quando alguém é avivado isto indica que ele está vivo, está despertado, é um
ser animado e é um indivíduo estimulado.
Portanto, avivamento corresponde com o ato da
conversão e com o ato da santificação. A conversão é o momento em que o homem é
tirado do mundo, enquanto que a santificação é a retirada do mundo do coração
do homem.
Avivamento é o retorno à vida, portanto, para
cada momento homens de Deus definiram ou compararam o avivamento de maneira
diferente, porém com o mesmo sentido original o retorno à vida. Tais diferenças
estão relacionadas à circunstância e ao local.
Para
Charles Crabtree o avivamento não começa com o inconsciente ou com o
espiritualmente morto. Começa com os vigias espirituais. Charles ainda definiu
o avivamento a plena restauração e desenvolvimento da vida espiritual e
enfatizou que definir avivamento pentecostal é mais importante, pois avivamento
pentecostal é o acrescentar a dimensão do sobrenatural à vida espiritual.
Já para David Womack avivamento é um estado
espiritual no qual os crentes se chegam mais perto de Deus, arrependem-se e
purificam-se de acordo com os padrões bíblicos de santidade, são cheios com o
Espírito Santo, esperam e experimentam manifestações sobrenaturais e cooperam
juntos para glorificar a Deus, edificam-se uns aos outros e evangelizam os
perdidos para Jesus Cristo.
Já o pastor Shedd descreve o momento em que o
avivamento é necessário. Para o pastor Shedd o avivamento é necessário: “quando
escutamos a palavra e não sentimos nada, quando a oração não passa de reza,
quando ganhar dinheiro empolga mais que ganhar almas, quando o entretenimento
empolga mais que a palavra, quando pecado consumado não cria nenhuma
preocupação na consciência e quando há divisão”.
Segundo Billy Graham avivamento não é descer a
rua com um grande tambor; é subir ao Calvário em grande choro.
Portanto, a igreja é essencial na propagação do
ensino da Palavra, porém as famílias não devem omitirem a participação no
processo educativos de seus filhos, em proporcionarem a esses o entendimento e
compreensão necessária da Palavra.
Moisés utiliza em Deuteronômio 6.7 o verbo
falar que [...] indica constante, natural, cotidiano.
É preciso falar diariamente a Palavra do Senhor para que a fé torne-se
sustentável, estável (Gomes, 2026, p. 68).
III – COMO VIVER O
AMOR DE DEUS NA PRÁTICA
Viver o amor na prática torna-se possível e
visível ao direcionar ações para com o próximo, pois:
Todo verdadeiro crente que
manifesta amor no seu viver diário, prático, há de exibir ações grandiosas pelo
fato de o seu coração ter absorvido a Palavra, que o leva a conhecer a Deus de
verdade, de maneira que o seu coração será um campo em que esse amor crescerá
cada vez mais (Gomes, 2026, p. 71).
Por fim, quem ama a Deus cumprirá a Palavra,
sendo obediente a amando ao próximo conforme a vontade do Senhor.
Referência:
GOMES, Osiel. O Deus da aliança: advertências, promessas e bênçãos no livro de
Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.





