Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A SUFICIÊNCIA DA GRAÇA NA CIDADE DE CORINTO
Conforme a Verdade Prática da lição:
A graça de Deus é suficiente
para sustentar o crente em meio às adversidades.
Da verdade prática compreende-se que:
A graça de Deus é
suficiente;
A graça de Deus sustenta o
crente;
A graça de Deus sustenta o
crente na adversidade.
É válido lembrar que os objetivos da presente
lição são:
Conduzir o aluno a
compreender Corinto e os desafios do Evangelho;
Verificar com o aluno a missão
de Paulo e a suficiência da graça;
E, Conscientizar sobre a
graça de Deus diante dos desafios da vida cristã.
Suficiência é a palavra-chave para a
compreensão da presente lição.
I – PAULO CHEGA A
CORINTO (Ar 18.1-6)
Paulo chegou em Corinto após
ter sido:
Perseguido em Filipos (At
16.19-24);
Expulso de Tessalônica (At
17.5-10);
Hostilizado e Bereia (At
17.5-10);
E após ser ridicularizado em
Atenas (At 17.32).
Em meio a toda situação
anterior vivenciada pelo o apóstolo, o mesmo escolhe não utilizar de
sublimidade de palavra, mas anunciar a Jesus crucificado (1 Co 2.1-5).
O Evangelho foi anunciado na
sinagoga, local em que Paulo sofreu forte rejeição, no entanto o apóstolo
obteve êxito, pois, [...] Crispo, o principal da sinagoga,
converteu-se, e muitos coríntios creram e foram batizados (At 18.8). Quanto
maior a oposição, mais Deus mostra a sua graça; onde a resistência é maior,
mais gloriosa é a intervenção divina (Gaby, 2026, p. 63).
II – A CONTINUIDADE DA MISSÃO E O ENCORAJAMENTO DIVINO (At 18.7-11)
O evangelista Lucas registra que Paulo iniciou
pregando e ensinando na sinagoga (At 18. 1-6) e continuou o trabalho
missionário na casa de Tito Justo, casa vizinha a sinagoga (At 18.7-11). Deus
proporcionou ao apóstolo colheita bem-sucedida, o que se concretizou em um ano
e seis meses de temporada ensinando a palavra de Deus entre os coríntios (At
18.11).
Ao chegar em Corinto o apóstolo estava
despontado com o insucesso das missões anteriores. Insucesso correlacionado ao
próprio ato do ser humano não conformar com as adversidades apresentadas pela
vida. No entanto, Deus faz promessa ao apóstolo, palavras essas que o encoraja,
pois:
[...] Essa promessa não
apenas encorajou Paulo, como também revelou o quanto a graça divina é
suficiente para sustentar o obreiro mesmo nos contextos mais hostis. Depois desse
encorajamento, Paulo ficou ali um ano e seis meses ensaiando entre eles a
palavra de Deus, tempo incomum para alguém tão perseguido (At 18.11) (Gaby,
2026, p. 64).
III – PAULO DIANTE
DE GÁLIO: A GRAÇA QUE SUSTENTA EM MEIO À OPOSIÇÃO (At 18.12-17)
Um dos grandes opositores do cristianismo
corresponde com as práticas regimentais da política humana, corroborada por
corrupção. Os judeus tentaram conduzir Gálio a se opor ao apóstolo Paulo, no
entanto, Gálio compreende que correspondia com intrigas correlacionas com a fé
judaica.
Gálio fica impaciente com os
judeus. A sua ação vigorosa e pronta contra eles é indicada pelo “expulsou”
(apelauno). Ele manda os soldados expulsarem os judeus do tribunal (Gaby, 2026, p. 66).
Há momentos que os opositores tentarão os meios
legais para tornar a pregação do Evangelho uma prática ilegal, por isso, é
necessário que o cristão tenha concepção política e entendimento necessário
para desenvolver as ações civis.
Portanto, compreende com a presente lição que a
graça de Deus é:
Favor imerecido;
Produção da reconciliação com Deus;
Outorga da salvação;
E a suficiência da graça se manifesta de forma
que:
As fraquezas são vencidas;
O cristão é capacitado ao serviço;
Ocorre a aprendizagem de como viver em
santidade;
Tudo isso, porque [...]
Onde a força humana falha, o poder de Deus aperfeiçoa-se. Que essa verdade
conduza Igreja a viver não na autossuficiência, mas na total dependência da
graça que basta! (Gaby, 2026,
p. 68).
Referência:
Gaby, Wagner. A Igreja dos gentios: do chamado missionário à consolidação do
evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.
