Deus é Fiel

Deus é Fiel

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Subsídio da lição de EBD: As aflições da viuvez – Leitura em Classe Lc 2.35-38, Tg 1.27.


A palavra-chave para a 5ª lição deste 3º trimestre é “viuvez”. Viuvez é o estado de viúvo ou viúva. Relatar sobre a viuvez é descrever a atuação direta da morte. Para interação entre aluno, professor e demais lições do trimestre relembre com os alunos os tipos de morte e as consequências da morte para os membros da família que perdem o ente querido.
A viuvez produz problemas sociais nas seguintes áreas da vida:
Ø  Espiritual: há inúmeros casos em que a perca do cônjuge proporciona ao consorte fragilidade espiritual, onde que o mesmo não consegue permanecer fiel a Deus e com isto afasta-se da presença do Senhor.
Ø  Psicológica: a perca do consorte elimina a proteção emocional que a mesma possuía graça ao convívio e dependência natural do ente amado.
Ø  Financeira: mesmo tendo o beneficio para a manutenção da vida, há consortes que após a perca de alguém não consegue se estruturar financeiramente. E por outro lado há aqueles que não conseguem os benefícios por irregularidades na papelada necessária.
I – O conceito de viuvez
1. Definição.
2.Exemplos nas Escrituras.
Comentário: A solidão é de fato o principal problema causado pela perca de um ente querido. No subsídio da 3ª lição citamos um caso vivenciado por nós e iremos mais uma vez fazer menção deste fato:
“Não me esqueço do mês de dezembro do ano de 2000, quando estava andando pelas ruas da cidade com um irmão da Igreja Batista, isto por volta das 23 horas e 40 minutos, logo após um culto de formatura de uma turma em magistério. E no percurso encontramos com o pastor da Igreja Batista que nos informou da morte de uma irmã que fazia parte do rol de membros daquela igreja, logo que chegamos presenciamos o corpo no quarto sobre a cama e a frente o esposo em lágrimas que dizia: agora entendo o salmista quando disse o Senhor é meu pastor e nada me faltará. Em meio ao sofrimento da perca da sua esposa aquele irmão que tinha vivenciado a maior parte da sua vida ao lado dela entendia o valor da esperança em Cristo Jesus”.
De fato a perca dá origem a solidão, porém não podemos entrar em desespero, pois o Senhor Deus cuida dos seus.
Exemplos de superação: A profetiza Ana superou a dor da perca ao buscar o Senhor. E quem busca o Senhor terá os seus benefícios garantidos e o principal beneficio para toda a trajetória da vida de Ana em fidelidade ao Senhor foi a de ver a salvação dos homens.
Já a viúva de sarepta serviu ao Senhor sem olhar para as circunstancia da vida. E assim é o desejo de Deus para nós.
II – O aspecto social da viuvez
1. O desamparo na viuvez.
2. O amparo da igreja.
Comentário: mesmo que a solidão seja enorme e que a dor pareça que não terá fim o viúvo ou a viúva tem que permanecer fiel ao Senhor. Se as circunstancias da vida torne-se difícil o mesmo deverá confiar no Senhor e também esperar no Senhor.
Para finalizar a lição desejamos como conselho um debate sobre o seguinte tema: “o que a igreja precisa fazer para outorgar amparo aos que sofrem as aflições da viuvez?”.
E em seguida pergunte aos alunos o que nós como igreja estamos fazendo? E saliente que cabe a igreja os cuidados necessários para com as verdadeiras viúvas. E a este tipo cuido é cabível a todos não só da liderança da igreja. Deverá de fato nascer da parte da liderança, mas cabe a todos.
Boa aula.
Classe de Crianças: Tia Cássia. (Subsídio da próxima semana termos mais fotos da nossa EBD)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Subsídio da lição de EBD: Superando Traumas da violência social – Leitura em Classe Gn 6. 5-12.

A palavra-chave para a 4ª lição deste 3º trimestre é “violência”. Violência é a ação de empregar força física ou intimidação moral contra um indivíduo. Para melhor interação com os alunos é fundamental expor os tipos de violência.
Ø  Violência Física: é efetuada por ações como; estupro e o assassinato.
Ø  Violência Psicológica: é efetuada por tratamentos desumanos como; indiferença, discriminação, rejeição e desrespeito. As marcas não serão físicas, mas consequências poderão ser.
Ø  Violência Cultural: é a substituição de uma cultura por um conjunto de valores forçados.
Ø  Violência Verbal: é a utilização da palavra para menosprezar os outros, como exemplo o assédio moral.
Ø  Violência Contra a Mulher: na maioria das vezes o agressor é o marido.
Ø  Violência Infantil: dentre tantos fenômenos sociais em que a criança é agredida o bullying e a pedofilia são os campeões.
A violência tem como origem o campo espiritual e para chegar a uma solução a atuação deverá ser correspondente ao campo espiritual. A verdade prática identifica a igreja em sua atuação em proporcionar a paz através da hospitalidade e do amor para com os indivíduos que, são vítimas da violência para que os mesmo não sejam os propagadores da mesma amanhã.
I – A violência impera sobre a terra.
1.    A origem da violência.
2.    A multiplicação da violência.
3.    A violência na sociedade atual.
Comentário: no primeiro sub-ponto deixo como dica trabalhar os seguintes temas; O que é o pecado? Quais os tipos de pecado? De qual maneira pecamos? Como resposta a primeira pergunta, o pecado é toda transgressão a lei de Deus ou toda falta de conformidade à vontade de Deus (conformidade com Deus quer dizer; ser justo, ser reto e conhecer a Deus), segunda resposta, o pecado é dividido hoje em pecado original que teve origem na desobediência de Adão e em pecado atual praticado por cada individuo, e a resposta da terceira pergunta teremos como resposta, pecamos por atos, por palavras e por pensamentos.
Sobre a multiplicação da violência dividiremos o histórico da mesma em violência antes o dilúvio e a violência pós o dilúvio.  Antes do dilúvio a violência é visível no assassinato de Abel por seu irmão Caim, pelas práticas pecaminosas dos descendentes de Caim e também como um dos motivos que levou ao dilúvio (Gn 4.23, 6.13). E no pós-dilúvio, a criação da lei indica que a natureza humana é direcionada a praticar o mal através de atos violentos.
A violência de certo modo tem sido produzida por programas de TV, por músicas e por fim, tem sido praticada por quem de fato deveria manter a harmonia e a segurança na sociedade. Cabe a igreja não conformar com este mundo e ser o sal e a luz. O sal só é importante na ação, pois o sal age fazendo, enquanto a luz age por si mesma, pois ela é a luz e age sendo a luz.
II – Violência um problema de todos.
1.    Quando o crente é perseguido.
2.    A ação do bom samaritano.
3.    A igreja deve denunciar a violência através de ações.
 Comentário: por sermos cristãos muitas das vezes sofremos assédio moral, discriminação, e somos tratados de maneira indiferente. Tais ações são consideradas como práticas de violência.
Conte a parábola do bom (samaritano) cristão.
Ø  O bom samaritano viu a vítima.
Ø  O bom samaritano socorreu a vítima.
Ø  O bom samaritano cuidou da vítima.
A igreja não pode omitir a sua identidade. A origem da igreja está relacionada ao maior ato de amor expressado no mundo. A igreja não pode ficar limitada às quatro paredes, pois se assim ficar, a mesma será impossibilitada ao vê e ao ouvir os gemidos das vítimas do peado.
E através da oração peçamos a Deus que outorgue a paz e a segurança para nossa cidade, e para com as vítimas usemos o mais sincero amor.
Que Deus abençoe a sua aula.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Período interbíblico.

Texto: Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. Mt 15. 23.
O período interbíblico corresponde aos 400 anos em que Deus não enviou mensagem profética aos israelitas. Inicia – se com o fim do ministério profético de Malaquias e vai até o nascimento de Cristo Jesus.
Interbíblico quer dizer entre a Bíblia, ou seja, é o período que vai do último mensageiro do Antigo Testamento até o anuncio profético de João Batista, a voz que clama no deserto (Is 40.3, Mt 3.3). Corresponde a um período de silêncio da parte de Deus, onde não houve revelação e nem inspiração para a escrita de livros sagrados. Por outro lado este momento histórico foi marcado pelo domínio das grandes civilizações do mundo antigo.
Com o aparecimento de João Batista o silêncio profético foi quebrado, pois a sua mensagem tratava-se do advento do Messias ao mundo, e com isto inicia – se o Novo Testamento.
I – O silêncio de Deus.
Houve um silêncio profético. Nenhum livro considerado inspirado por Deus foi escrito neste período. Ao escriba e sacerdote Esdras coube à responsabilidade de revisar e editar as Sagradas Escrituras, depois que voltou do cativeiro, segundo os mais sábios dos judeus “se a Lei não tivesse sido dada por Moisés, Esdras mereceria a honra de ser o legislador dos hebreus”. Portanto, Esdras era um escriba versado na lei (Ed 7.6).
No silêncio Deus fala sem palavras e a palavra fala em silêncio. O silêncio de Deus em não levantar profetas e nem inspirar os homens a escrever obras canônicas não quer dizer que Deus estava distante dos judeus, pois no silêncio de Deus manifesta em nós o maior milagre. O milagre que ocorre no período interbíblico para com os judeus é a dedicação sincera deste povo ao Senhor, exemplo claro desta conversão é a origem da festa da dedicação. A festa da Dedicação era anual e iniciava no dia 25 de dezembro e durava oito dias, era comemorado a dedicação da purificação do templo, que tinha sido profanado por Antíoco Epifanes, que também forçou a helenização dos judeus com a proibição do culto judaico, a observação do sábado, questões alimentares e a circuncisão foi proibida. Antíoco pretendia instalar a estátua de Zeus no templo em Jerusalém. E o pior de tudo foi quando Antíoco predispôs a sacrificar um porco sobre o altar, três anos após tal profanação iniciou-se a festa da dedicação.
A festa da dedicação encontra-se nos relatos do Novo Testamento. Em João 10.22 a festa da dedicação é o acontecimento do capítulo. O assunto do capítulo é Jesus e a sua morte. Enquanto que o nome de Jesus é o Bom Pastor. Logo, só com a morte de Jesus é possível ter a nossa vida dedicada ao Senhor.
Com base no contexto histórico que deu origem a festa da dedicação, concluímos que às vezes é no silêncio que nos chegamos mais a Deus.  Em meio às lutas se não ouvirmos a voz de Deus deveremos entender que desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti (do nosso) que trabalha para aquele que nele espera (Is 64.4).
II – Acontecimentos do período Interbíblico.
1. A interpretação do sonho de Nabucodonosor. No livro de Daniel é narrado o sonho do rei Nabucodonosor que por Deus é revelado (Dn 2.28), pois o próprio monarca tinha esquecido o sonho que tinha sonhado (Dn 2.8). O sonho e a interpretação foram descritos da seguinte maneira:
a) uma grande estátua, cujo esplendor era excelente (v.31).
b) cabeça de ouro (v. 32), que corresponde ao império babilônico (v. 37,38).
c) peito e braços de prata (v. 32), que corresponde ao império medo-persa que foi fundado por Ciro.
d) ventre e coxas de cobre (v. 32), que corresponde ao império grego.
e) pernas de ferro (v. 33), que corresponde ao império romano.
f) pés em parte de ferro e em parte de barro (v. 33), que corresponde aos estados nacionais pós-império romano que diretamente se relaciona ao período do anticristo.
2. Impérios do período interbíblico que interferiram na cultura judaica.
a) a supremacia Greco-macedônica (333-323 a.C), império liderado por Alexandre o Grande que tratou com tolerância os judeus.
b) a dominação egípcia (323-198 a.C), neste período foi feita a tradução do Antigo Testamento para o grego, mundialmente conhecida como Septuaginta.
c) dominação sírio (198-166 a.C), que corresponde as ações profanas de Antíoco.
d) libertação pelos macabeus (166-63 a.C), houve prosperidade e liberdade política neste momento histórico e além de tudo houve a purificação do templo e a restauração do culto  a Deus.
e) domínio romano (63 a.C), período histórico em que Herodes o Grande reconstruiu o templo (Jo 2.20).
III – João Batista e sua mensagem.
1. O profeta João Batista. O fim da narrativa do Antigo Testamento para o Novo Testamento possui 400 anos de intervalo. Há um silêncio a respeito do ministério profético assim como das narrativas sagradas. Porém, com o nascimento de João Batista o silêncio chega ao fim. João filho de Zacarias e de Isabel (Lc 1.5). O nascimento de João Batista foi um milagre de Deus, pois Isabel sua mãe era estéril (Lc 1.7) e ambos eram avançados em idade (Lc 1.7). Foi cheio do Espírito Santo, viveu no deserto (Lc 1.80). E não tinha o estilo de vida que chamava a atenção da elite judaica era simples no próprio modo (Mt 3.4).
2. A fragilidade do profeta João. João Batista queria que Jesus executasse o julgamento sobre os israelitas. Em certo momento o profeta respondeu ao ser indagado a respeito de ser ele o messias: “ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Mt 3.11). O batismo com fogo tem como definição o julgamento sobre as nações. Por isso, que ao ser preso João Batista manda os seus discípulos ir até Jesus para perguntar se Ele era mesmo o messias (Mt 11.2,3).
Após 400 anos Deus levantou um profeta que foi pelo próprio Cristo elogiado, João Batista (Mt 11.11). No silêncio de Deus não quer dizer que Ele não está vendo o seu povo, pois tudo está ao alcance da sua ótica (II Cr 16.9) contemplando as obras dos bons e dos maus (Pv 15.3), e não há criatura alguma encoberta diante dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar (Hb 4.13). O silêncio do período interbíblico indicava que aos olhos dos judeus o Antigo Testamento estava completo, portanto hoje o silêncio de Deus indica que Ele tem um milagre para nós.

Doutrina do 17/07/12.
Igreja Cruzada Cristã Pentecostal - Alto do Cruzeiro.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Subsídio da lição de EBD: A morte para o verdadeiro cristão – Leitura em Classe 1 Co 15. 51-57.

A palavra-chave para a 3ª lição deste 3º trimestre é “morte”. Morte é a interrupção definitiva da vida na terra. Para melhor interação com os alunos é fundamental expor os tipos de morte presente na Bíblia. Portanto, morte em sentido claro significa separação.
Morte espiritual é a separação para com Deus.
Morte moral é a separação do ser humano para com a sociedade, ou seja, o indivíduo estar em total descrédito.
Segunda morte, que é a separação eterna para com Deus,
Portanto, a presente lição trata sobre um quarto tipo de morte, a morte física que é de fato o término das atividades vitais do indivíduo, e sendo ainda de fato consequência direta do pecado (Rm 6.23, Gn 3.).
I – O que é a morte.
1.    Conceito.
2.    O que as Escrituras dizem?
3.    É a separação da alma do corpo.
Comentário: A morte física é de fato a separação da alma do corpo. Segundo a narrativa bíblica a morte não é o aniquilamento da pessoa, mas sim a separação. Como consequência do pecado original cometido por Adão o nosso representante no pacto das obras a morte passou a todos os homens e por isso todos pecaram (Rm 5.12).
O homem não foi criado para provar a morte. Assim Deus, disse a Adão: mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, não comerás, porque no dia que dela comer certamente morrerás (Gn 2.17). Com a desobediência de Adão os efeitos do pecado foram imediatos, logo a morte espiritual passou a ser presente na humanidade e a morte física passou a ser experiência terminal da vida, que é a parte considerada mais amarga da vida a perca de um ente querido.
II – A vida após a morte.
1.    O que diz o Antigo Testamento.
2.    O que diz o Novo Testamento.
Comentário: Conforme os ensinos do Antigo Testamento a raça uma humana ficou sujeita a morte. A mortalidade que é a condição temporária na existência humana não tirava dos que tinha conformidade com Deus à esperança na ação do Senhor no pós-morte. Isto logo define que neste período pela aliança que os nossos pais tinham com o Senhor e pelo conhecimento do mesmo possuíam entendimento que a morte não é um fim, mas sim uma separação da alma para com o corpo (Gn 35.18).
Já no Novo Testamento a existência de vida após a morte está fundamentada na pessoa de Jesus e nos ensinos de Paulo. Jesus se apresenta no capítulo 11 do evangelho de João como Ressurreição e Vida, sendo que o acontecimento do capítulo é a ressurreição de Lázaro. Segundo a cultura judaica o espírito do individuo fica vagando na terra por três dias, por isso Jesus ressuscitou a Lázaro no quarto dia, pois o poder de tirar e dá a vida está nas mãos do Senhor e não nas supertições (Dt 32.39, Jo 11.25).
III – Morte, o início da vida eterna.
1.    Esperança, apesar do luto.
2.    A morte de Cristo e a certeza da vida eterna.
3.    A morte: o desfrutar da vida eterna.
Comentário: a experiência da morte não é boa, pois ela causa dor, angústia, tristeza e saudade. Não me esqueço do mês de dezembro do ano de 2000, quando estava andando pelas ruas da cidade com um irmão da Igreja Batista, isto por volta das 23 horas e 40 minutos, logo após um culto de formatura de uma turma em magistério. E no percurso encontramos com o pastor da Igreja Batista que nos informou da morte de uma irmã que fazia parte do rol de membros daquela igreja, logo que chegamos presenciamos o corpo no quarto sobre a cama e a frente o esposo em lágrimas que dizia: agora entendo o salmista quando disse o Senhor é meu pastor e nada me faltará.  Em meio ao sofrimento da perca da sua esposa aquele irmão que tinha vivenciado a maior parte da sua vida ao lado dela entendia o valor da esperança em Cristo Jesus.
Como escreveu Paulo o viver do crente é Cristo e o morrer é lucro e Norman Geisler; “todos os que nascem duas vezes (física e espiritualmente) morrerão somente uma vez (fisicamente). Jesus disse: Todo que vive e crê em mim nunca morrerá”.

terça-feira, 10 de julho de 2012


Período do cativeiro e restauração.
Texto: E sucedeu que, no nono ano do reinado de Zedequias, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acamparam contra ela, e levaram contra ela tranqueiras em redor... E queimou a Casa do Senhor e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém; todas as casa dos grandes igualmente queimou. E todo exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda derribou os muros em redor de Jerusalém. E o mais do povo que deixaram ficar na cidade, e os rebeldes que se renderam ao rei de Babilônia, e o mais da multidão, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou presos. Porém dos mais pobres da terra deixou o capitão da guarda ficar alguns para vinheiros e para lavradores. II Re 25. 1,9-12.
O oitavo período da época de Israel é conhecido como o período do cativeiro e restauração. Período que durou 70 anos de cativeiro e um pouco mais de 100 anos o momento da restauração. O principal marco deste período é a conclusão do Velho Testamento.
 I – O cativeiro
1. O motivo do cativeiro. Nos dias do rei Josias o povo de Israel vivenciou um profundo avivamento. Avivamento significa trazer a vida, ou seja, alguém que perdeu os sentidos e por ação espiritual passa a ter de volta os sentidos recobrados. Entretanto, em vinte e dois anos o Reino do Sul foi destruído, isto, porque após a morte do rei Josias o povo degenerou-se espiritualmente e moralmente. No governo de Josias o avivamento foi motivado pela descoberta do livro da lei (2 Re 22.8) e também pelo apoio dos profetas Jeremias (Jr 1-12), Sofonias (Sf 1.1) e Habacuque (Hb 1.2-4) com o objetivo levar o povo a presença de Deus. Todavia a perca do temor ao Senhor e o abandono da palavra de Deus levou o povo a destruição.
2. Etapas do cativeiro. Em 606 a.C, Nabucodonosor invadiu o território dos judeus. Iniciando nesta data o cativeiro de Judá. Para melhor compreensão histórica notemos que o cativeiro dos judeus foi ocorrido em três etapas.
a) a primeira etapa; no ano de 606 a.C, onde que os tesouros do templo foram levados (2 Cr 36.7) e também a elite de Judá: o rei Joaquim, os oficiais da corte e entre eles Daniel e seus três amigos (Dn 1.1-7).
b) segunda etapa; no ano de 597 a.C, Jerusalém foi pela segunda vez invadida pelos babilônicos e desta vez foram conduzidos 10.000 homens para Babilônia entre eles Ezequiel (2 Re 24.14).
c) terceira etapa; no ano 586 a.C, pela terceira vez Jerusalém é invadida e desta vez o templo e a cidade são destruídos ficando na cidade apenas os pobres (2 Re 25.12).
3. Duração do cativeiro. O cativeiro babilônico durou 70 anos, sendo profetizado por Jeremias (Jr 25.12). Em setenta anos os judeus andaram errantes em meio a um povo idólatra.
4. Profetas do período do cativeiro. Os profetas posteriores são classificados mediante o acontecimento do exílio. Ficando assim definidos: profetas pré-exílicos, profetas exílicos e profetas pós-exílicos. Os profetas do período do exílio são: Jeremias, Obadias, Ezequiel, Ageu e Zacarias. Portanto, os capítulos 40 a 66 do livro de Isaías possuem características para o período em análise.
Jeremias ficou em Jerusalém enquanto o povo foi levado cativo, deste acontecimento originou a obra Lamentações de Jeremias, em que o profeta enfatiza as misericórdias do Senhor como causa da existência dos judeus (Lm 3.22). Enquanto no meio dos príncipes Deus usava Daniel no meio da multidão Deus usava o profeta Ezequiel.
5. As sinagogas. Segundo dados históricos as sinagogas que significa assembleia ou congregação, teve origem no período em que os judeus estavam exilados na Babilônia. Os judeus para se edificarem espiritualmente  conforme as suas práticas diárias acharam por bem construírem locais para reuniões espirituais e também para discutirem questões sociais entre elas o futuro de seus filhos, pois as sinagogas também eram lugar de educar os seus filhos. Jesus ensinou e curou nas sinagogas (Lc 6.6-11).
II – Restauração.
1.  O cumprimento profético. Conforme Jeremias o cativeiro duraria 70 anos e segundo a mensagem de Isaías 44.28, 45.1 Deus levantaria Ciro, o qual é chamado de pastor e de ungido. Nenhuma palavra do Senhor volta vazia, sem cumprimento (Is 55.11), pois Jeremias profetizou um pouco mais de 70 anos antes o cativeiro, e o profeta Isaias profetizou cerca de 150 anos antes o nascimento de Ciro. E conforme os fatos posteriores Ciro outorgou autorização aos judeus para voltarem para Jerusalém e reedificarem a cidade e também o templo (Ed 1.1,2).
2. Personagens e obras memoráveis.
a) O templo. No período pós-exílio as mensagens proféticas estavam voltadas para a construção do templo. O sucesso da construção do templo de Zorobabel teve como personagens importantes os profetas Ageu e Zacarias. O profeta Ageu tanto no exercício do seu ministério como na sua obra enfatizou a construção do templo. O livro de Ageu se divide em quatro partes: primeira (capítulo 1), exortação a reconstruir o templo; segunda (Ag 2.1-9), profecias acerca do novo templo; terceira (Ag 2.10-19), admoestação dirigida aos sacerdotes a respeito da impureza do povo e das ofertas e quarta (Ag 2. 20-23) profecia a respeito da escolha de Zorobabel. No pós-exílio a mensagem principal no período da restauração fica voltada para a reconstrução do templo.
b) Neemias e o muro. Após 100 anos em Jerusalém o povo não teve condição de erguer os muros da cidade. O único avanço do povo foi a reconstrução do templo e isto por causa dos povos inimigos que estava em redor dos judeus. Sendo assim Neemias copeiro do rei persa (Ne 2.1) sacrificou a sua vida para servir o povo judeu em reconstruir as muralhas e fortificar a cidade de Jerusalém. A perseguição era tão acirrada que os judeus trabalhavam de prontidão para a guerra (Ne 4.17), mas para Neemias uma coisa era certa que o Deus dos céus o faria prosperar (Ne 2.20).
c) Esdras e o avivamento. A missão de Esdras frente aos judeus foi de conduzi-los a presença do Senhor. As duas funções de Esdras era a de sacerdote e escriba. Tais funções possibilitou a Esdras o conhecimento sadio e benéfico da palavra do Senhor (Es 7.10). E pelo ensino da palavra do Senhor (Ne 8.1-12) o povo chorou e consagrou aquele dia ao Senhor, e isto só foi possível pelo ensino da Palavra de Deus.
O período em análise foi marcado por avivamentos e também pela perca do avivamento. Vivemos em dias difíceis (1 Tm 4.1) mas para estarmos firmes devemos buscar ao Senhor em oração, consagração e na dedicação da leitura da Sagrada Escritura. E que a nossa geração seja marcada pelo autêntico avivamento.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Período do reino dividido.

Texto: E teve o rei Roboão conselho com os anciãos que estavam na presença da Salomão, seu pai, quando este ainda vivia, dizendo: como aconselhais vós que se responda a este povo? E eles lhe falaram, dizendo: se hoje fores servo deste povo, e o servires, e, respondendo-lhe, lhe falares boas palavras, todos os dias serão teus servos. Porém ele deixou o conselho que os anciãos lhe tinham aconselhado e teve conselho com os jovens que haviam crescido com ele, que estavam diante dele. E disse-lhe: que aconselhais vós que respondamos a este povo, que teu pai nos impôs? E os jovens que haviam crescido com ele lhe falaram, dizendo: assim falarás a este povo que te falou, dizendo: teu pai fez pesadíssimo o nosso jugo, mas tu o alivias de sobre nós; assim lhe falarás: meu dedo mínimo é mais grosso do que os lombos de meu pai. Assim que, se meu pai vos carregou de um jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões. I Re 12. 6-11.
O sétimo período da época de Israel é conhecido como o período do reino dividido. Este período vai de 975 a.C até 606 a.C. Durou cerca de 350 anos. Os escritos Bíblicos deste momento histórico encontram se nos livros de 1º Reis a 2º Crônicas.
A palavra de Deus não volta vazia (Is 55.11) para cumprimento profético o reino de Israel se dividiu, pois assim Deus usou o profeta Aías (1 Re 12.15). Todavia, há atitudes vivenciadas no contexto histórico que ocasionou tal discrepância nacional. Este período nos apresenta maneiras práticas para vivermos unidos e soluções plenas para mantermos em unidade.
I - Roboão, o rei da divisão do reino.
O nome Roboão significa ele faz o povo aumentar, porém com atitude egoísta ocorreu o contrário no longo da sua administração, Israel se dividiu. Roboão é descendente direto de Davi com isto o mesmo é cumprimento da promessa de Deus a Davi. A aliança de Deus com Davi é incondicional e assegura três coisas a nação israelita: um trono, um reino e um rei (2 Sm 7. 8-17).
1- As causas da divisão do reino. Salomão em meio a sua sabedoria foi conduzido por desejos carnais. Nos livros de Provérbios e de Eclesiastes o rei Salomão expõe regras básicas para uma vida bem sucedida, portanto na prática o próprio Salomão buscou ser bem sucedido nos prazeres da carne e também na busca de poder. Tais atitudes proporcionou ao rei Salomão alianças iníquas com nações pagãs (1 Re 11.1,2).   No decorrer das alianças realizadas por Salomão o seu coração foi pervertido e conduzido ao pecado da idolatria (1 Re 11.8). O que ocasionou a indignação do Senhor a Salomão, e por isso o reino seria rasgado da mão do filho de Salomão (1 Re 11.9-13). Se a primeira causa da divisão do reino de Israel foi o pecado de Salomão a segunda causa era propósito de Deus para manter um remanescente fiel através de Judá (1 Re 11.13).
2- Cumprimento profético nos dias de Roboão. O erro de Roboão foi o de não saber escolher o conselho ideal para a solução do problema vigente. Dois são os tipos de conselhos proferidos: o conselho que nos dará êxito (1 Re 12.7) e o conselho que nos levará ao insucesso. O primeiro não é de início o que queremos ouvir, porém é o que necessitamos ouvir. Já o segundo é o tipo de conselho que desejamos, todavia não é o tipo de conselho que dará fruto em nossa vida. Que tipo de conselho define as suas escolhas?
II – Situação pós-divisão do reino de Israel.
1- Reino do sul. Também conhecido como o reino de Judá, formado pelas tribos; Judá e Benjamim. No total o reino do sul teve 20 reis em uma única dinastia. Com duração aproximada de 350 anos. E teve como capital política e religiosa a cidade de Jerusalém.
Dentre os 20 reis do reino do sul poucos fizeram o que era reto aos olhos do Senhor, dentre eles Ezequias e Josias (2 Re 18,3;22.2).   Ao contrário da retidão destes líderes os demais seguiram os maus caminhos do reino do norte e em destaque o rei Manassés. Pelos pecados cometidos pelos reis e pelo povo do sul, Deus proferiu através de Isaias o cativeiro de Judá (Is 6.11,12;39.6) e por meio de Jeremias a duração do cativeiro (Jr 25.11,12).
2- Reino do norte. Também conhecido como reino de Israel formado por dez tribos e teve como primeiro rei Jeroboão. Em todo período histórico do reino do norte 19 foram o número dos monarcas, porém não de uma mesma dinastia, mas de 9 dinastias diferentes.
Jeroboão por medo de perder a sua liderança fundou um falso sistema religioso, fazendo dois bezerros de ouro e pondo os em Betel e em Dã (1 Re 12. 26-30). Portanto, com Onri foi fundada a cidade de Samaria que mais tarde seria a capital política do reino do norte.
Portanto, no ano de 722 a.C o reino do norte tornou se cativo da Assíria (1 Re 17. 6,7).
III – Lições práticas para a unidade.
1- Elementos que levam a divisão. O conselho dos anciãos teve como início as seguintes palavras: “se hoje fores servo deste povo” (1 Re 12.7), logo o desejo de ser sobre todos e de ser servido por todos fará com que as pessoas a nossa volta se separe de nós. Com base no texto que trata dos conselhos a Roboão o orgulho é o primeiro elemento que proporciona a divisão.
Além da ausência de submissão outro fator que provoca a divisão de um grupo é a presença do pecado.
2- Elementos que fortalece a unidade. No capítulo 13 do evangelho de João o Senhor Jesus sendo apresentado como Senhor e Mestre pratica uma função de servo a de lavar os pés dos discípulos e isto com o seguinte objetivo de seus discípulos fazerem o mesmo, ou seja, de servir e não ser servido (Jo 13.13,14). Quando somos submissos conforme a vontade de Deus haverá unidade. Na oração sacerdotal perceberemos a preocupação de Jesus no que se trata a unidade dos seus discípulos (Jo 17.22,23). Logo, a oração também é um elemento importante para mantermos a unidade no lar, na igreja e em qualquer lugar.
A divisão do reino de Israel teve inicio na prática pecaminosa do rei Salomão. Há uma grande advertência para os cristãos nesta narrativa Bíblica, pois, sendo Salomão um homem sábio, que recebeu dons caiu em tentação cabe ao que está em pé zelar para que não caia (1 Co 10.12).
Portanto, a divisão do reino teve como objetivo a manutenção de um remanescente fiel a Deus. Porém, nos dias atuais deveremos buscar a união com todos que são membros do reino de Deus. O que você tem feito para manter unido com os membros do reino de Deus? Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! (Sl 133.1).  
Andreson Côrte.
Doutrina 03/07/2012.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Subsídio da lição de EBD: A enfermidade na vida do crente – Leitura em Classe Isaías 38. 1-8.

A palavra-chave para a 2ª lição deste 3º trimestre é “enfermidade”.
Existem inúmeras indagações a respeito da origem das enfermidades assim também como o porquê de muitos alcançarem o milagre e outros não. Uma coisa é certa enquanto estivermos neste mundo, seremos sujeitos às enfermidades. As enfermidades proporcionam dores, sofrimentos e inúmeras percas. Ao contrário da enfermidade o milagre proporciona libertação da dor, alegria, paz e dentre tantos definiremos três com mais clareza: primeiro o milagre proporciona evangelização; notemos que na realização de milagres as portas para a evangelização se abrem, com isto entendemos que os milagres proporcionam para a pessoa curada um motivo a mais para ouvir a palavra de Deus; segundo, o milagre proporciona glorificação, o milagre é nosso e a glória é de Deus. Esta verdade é clara na cura dos dez leprosos citados pelo evangelista Lucas no capítulo 17 e versículos 11 – 19, onde dez homens foram curados, porém somente um voltou para agradecer. Foi o único que entendeu: o milagre é nosso e a glória é de Deus e em terceiro o milagre proporciona vitória, imaginemos uma mulher que há doze anos padecia de um fluxo de sangue, ao chegar por detrás de Jesus, tocou a orla da veste com uma determinação; se eu tão somente tocar a sua veste, ficarei sã. (Mt 9.21).
I – A origem das enfermidades.
1.    A queda e as enfermidades.
2.    Provados pelas enfermidades.
3.    Enfermidades de origem maligna.

Comentário: as enfermidades são consequências do pecado de Adão, assim também como a morte. Anterior ao pecado não havia presença de enfermidades, todavia, com a queda todas as pessoas tornam sujeitas às enfermidades. Para contato do professor e aluno deixo como diga no primeiro sub-ponto a seguinte pergunta: Qual personagem da Bíblia que sendo uma pessoa de exemplo foi sujeito à enfermidade? Dentre tantos temos o apóstolo Paulo e Timóteo. Logo esta situação define que mesmo o crente fiel sofrerá com enfermidades.

A enfermidade de Ezequias serviu para despertá-lo. Deus mandou o mesmo por a casa em ordem porque morreria. Qual foi o erro de Ezequias? Por que colocar a casa em ordem? Simplesmente o rei não tinha ainda sucessor ao trono. Com a enfermidade Ezequias ora a Deus pedindo por misericórdia e ganha mais 15 anos e nestes anos nasce o seu filho. Há enfermidades que são de fato uma prova para aprovar o crente fiel.

Existem enfermidades físicas e espirituais. Todavia, o maligno não tem liberdade de agir sem a permissão de Deus.

II – As doenças da vida moderna.
1.    Depressão.
2.    Síndrome do pânico.
3.    As doenças psicossomáticas.
Comentário: causas da depressão; medicamentos, doenças físicas, período pós-parto, fracasso profissional, separação dos pais, abuso sexual, traição conjugal, frustração religiosa, dentre vários. E apresenta como sintomas; rebaixamento do humor, redução da energia, diminuição das atividades, alterações da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, fadiga, insônia, perca de apetite, dentre outros. Exemplos de personagens da Bíblia que tiveram depressão: Jó (Jó 7.3-11), Moisés (Nm 11.14,15), Davi (Sl 42.4,5), Elias (I Re 19.4) e Jonas (Jn 4.3). Se você estiver com sintomas da depressão não se constranja, busque a Deus e não deixe de procurar ajuda especializada.
A doença síndrome do pânico é de foro psicológico. E tem como sintomas dentre vários: arrepios e calores seguidos de ansiedade, falta de ar e apertos na garganta e no peito, falta de conexão com o que se passa à sua volta e preocupações obsessivas.
Para vencer tais doenças o indivíduo deverá buscar a ajuda de especialistas e não se esquecer de buscar a Deus, e também meditar na palavra do Senhor.
III – O que fazer diante da dor e sofrimento.
1.    Não culpar ou questionar a Deus.
2.    Confiar em meio à dor.
3.    A espera de um milagre.
Comentário: Deus cuida dos seus. Naum 1.7 “O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia e conhece os que nEle confiam”. Três verdades; Deus é bom, Deus é uma fortaleza e Deus nos conhece.
Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, isto indica que tudo que acontece ao cristão será importante, será útil e terá benefício.
A enfermidade assim como todos os tipos de perca não poderá retirar do cristão a esperança e a fé no Senhor Jesus. Conforme o Salmo 23.4, no vale da sombra da morte Deus estará presente. Daniel foi livre na cova dos leões, não da cova dos leões. Provavelmente, você já passou por tal situação assim como um de seus alunos, então esta é uma boa hora para a troca de experiências.
A cura poderá ser conquistada por meio de um milagre, por meio de tratamento ou por meio dos recursos naturais. Todavia, não poderemos deixar de confiar em Deus. E nem deixarmos de cuidar da nossa saúde, com boa alimentação e principalmente cuidando do nosso terreiro para não sermos vítimas da dengue. Dentre tantos cuidados cuidemos da nossa vida espiritual que fará diferença em qualquer situação. Boa Aula. Deixe o seu comentário. Abraços em Cristo.