Deus é Fiel

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domingo, 17 de maio de 2015

Subsídio para a E.B.D: Poder de Jesus sobre a Natureza e os demônios


Subsídio para a E.B.D: Poder de Jesus sobre a Natureza e os demônios
E disse-lhes: onde está a vossa fé? E eles, temendo, maravilharam-se, dizendo uns aos outros: quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem? (Lc 8.25).
No presente versículo as duas perguntas merecem total atenção. A primeira pergunta foi feita pelo Senhor Jesus: onde está a vossa fé? Havia um dilema real que era a existência de uma tempestade que poderia chegar até 6 metros, porém, o Mestre estava com os discípulos e os mesmos deveriam confiar no Senhor que é Poderoso e tem total poder sobre a natureza.
Já a segunda pergunta foi realizada da parte dos discípulos: quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedece? Esta pergunta permite aos servos conhecer ao Senhor, pois Ele está no controle de todas as coisas.
Para ALLEN, RADMACHER & HOUSE, os discípulos já tinham sentido que alguém maior do que um profeta estava presente. Lucas é honesto acerca de como os discípulos cresceram em seu entendimento a respeito de Jesus. Eles aprenderam sobre seu Mestre gradualmente (p.167).
Lucas 8.22-56 demonstra a autoridade se Jesus sobre a natureza, os demônios, as doenças e sobre a morte. Olha o que foi citado na semana passada neste blog:
Autoridade de Jesus. A autoridade do Messias se manifesta nas seguintes circunstâncias:
a) No perdoar pecados – autoridade de Deus.
b) No curar as pessoas – autoridade sobre as enfermidades.
c) No expulsar demônios – autoridade sobre o mundo espiritual.
d) No acalmar o vento – autoridade sobre a natureza.
e) Em possuir a chave do inferno e da morte – autoridade sobre a morte e o inferno.
Curas efetuadas por Jesus. Outro fato marcante do ministério de Jesus é que os milagres operados por Ele possuem quatro categorias.
1ª categoria é o de Curas. A narrativa dos evangelhos citam trinta e cinco milagres operados por Jesus, com o seguinte objetivo “creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus”.
2ª categoria é o de Libertação. Nesta categoria os evangelistas registraram que Jesus não só expulsava demônios, mas também perdoava os pecados.
3ª categoria é o de Autoridade sobre a natureza. Jesus acalmou o vento e transformou água em vinho.
4ª categoria é o de ressurreição. Jesus deu de volta a vida para pessoas que a tinha perdido, por isso a bíblia diz; que Jesus é a ressurreição e a vida.
I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS
1- Poder sobre a natureza.
2-Poder sobre os demônios.
Comentário:
Dois graves problemas. Em quatro versículos o evangelista Lucas narra o episódio em que Jesus apazigua a tempestade. Porém, ao examinar o texto com cautela dois problemas serão notórios: a tempestade e a água na embarcação.
Tempestade corresponde com desajuste ou com anormalidades. Há possibilidade de que as ondas tenham chegado a seis metros o que provocou insegurança e impossibilidade de reação por parte dos discípulos. A insegurança era tamanha que Pedro, João, André e Tiago pescadores estavam aflitos com a situação, pois eles sendo profissionais poderiam manter a calma e tranquilizar os demais companheiros.
As ondas ocasionaram o segundo problema que foi a presença da água na embarcação. Quando o problema é externo haverá possibilidade de conquista, mas quando o problema torna-se interno poderá haver ausência de atitude. Myer Pearlman assim aplica o texto “a vitória não depende de circunstâncias externas, mas de nossa atitude íntima”.
Na narrativa a circunstância externa era a tempestade e a interna a presença da água.
O sono de Jesus. Ao relatar que Jesus dormia o evangelista Lucas deixa claro a humanidade de Jesus e também a confiança que o Mestre tinha no Pai.
A humanidade do Messias é notória, pois como todo ser humano Ele nasceu, cresceu, teve sede, dormiu, chorou e se relacionou (Mt 1.25; Lc 2.52; Jo 19.28; Mc 4.38; Jo 11.35).
Em seu ministério Jesus demonstrou dependência e obediência ao Pai. Sendo Jesus ungido pelo Espírito Santo foi obediente ao Pai em toda obra.
A autoridade de Jesus. O presente texto demonstra a autoridade Jesus sobre a natureza. Logo sendo o Senhor Jesus Deus, Ele tem controle sobre o vento e sobre o mar.
Nos dias hodiernos cabe à igreja clamar com fé, pois a promessa é que as orações serão respondidas se forem feitas no nome de Jesus (Jo 14.14).
II – JESUS E A REALIDADE DOS DEMÔNIOS
1- Uma realidade bíblica.
2- Uma realidade experimental.
Comentário:
A existência dos demônios é uma realidade bíblica e uma realidade experimental.
É uma realidade bíblica porque na Escritura Sagrada há diversas citações a respeito dos demônios, como por exemplo:
Jesus reconheceu a existência dos mesmos (Mt 12.27,28).
Os discípulos enviados em número de setenta também reconheceram (Lc 10.17).
O apóstolo Paulo e Tiago também em seus escritos citaram a existência dos demônios (1Co 10.20,21; Tg 2.19).
É uma realidade experimental, pois pessoas tanto na narrativa bíblica como em todo longo da história foram vítimas da atuação opressante dos demônios. Olha o que o Evangelista Marcos registra sobre a ação de Jesus em libertar em uma Sinagoga (Mc 1.21-28).
Entre os presentes na sinagoga havia um homem cativo por espírito imundo. O ensino produzido por Jesus provocou a manifestação demoníaca de forma que o espírito imundo “exclamou, dizendo Ah! Que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus” (Mc 1.24).
O presente texto (Mc 1.24-26) deixa bem nítida algumas verdades:
A primeira verdade estar relacionada com a quantidade de demônios. Marcos escreve primeiramente “espírito imundo”, porém, dando continuidade ele narra a fala do espírito no plural “temos... destruir-nos”, logo se conclui que havia demônios e não um demônio.
Já a segunda verdade é o repúdio a Cristo por parte dos demônios.
Terceira verdade estar relacionada com o reconhecimento da santidade de Jesus por parte do espírito imundo. O ser humano que quer viver em santificação desperta o ódio e o desespero aos espíritos imundos.
Já a última verdade se resume com a autoridade de Jesus sobre os espíritos imundos. A igreja tem que saber que o nome de Jesus é poderoso para libertar todos aqueles que necessitam de milagre.
IV – JESUS E A OBRA DOS DEMÔNIOS
1- Jesus e a oposição dos demônios.
2- Jesus e a libertação de endemoniado.
Comentário:
Os demônios são degenerados em seu caráter (Mt 8.28) e são baixos em sua conduta (Lc 9.39). Portanto, ações são desenvolvidas pelos mesmos como, aposar dos corpos dos seres humanos (Mc 5.8,11-13), produzir aflição (Mc 5.4,5) e produzir impureza moral (Mt 10.1). Porém, Jesus tem poder sobre os demônios e outorgou este poder à igreja.
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
BANCROFT, Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Quem ama a sua Família, ama-se a si mesmo


Quem ama a sua Família, ama-se a si mesmo
Texto: Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo.
Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes, a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;
Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e serão dois numa carne.
Assim também vós, cada um em particular ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.
Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. (Efésios 5.28,29,31,33;6.1).
Para os especialistas, a humanidade que tem alcançado tantos avanços, está passando por uma crise que abrange a todos os âmbitos da vida humana.
Os jornais notificam constantemente as crises no campo financeiro, nos aspectos da conjectura política, no sistema escolar, porém, com todos os sensores reveladores da crise percebe-se que a mesma se alojou na família.
Portanto, torna-se necessário à sociedade hodierna conhecer e agir em prol de uma família restabelecida e de volta ao altar da graça divina. Para isto é fundamental conhecer a instituição família e a virtude do amor no seu teor divino.
Conhecendo a instituição Família
As ciências humanas caracterizam a família com termos diferentes, mas com mesma descrição sociológica. Por exemplo, a teologia conceitua a família como um grupo de pessoas com o mesmo tipo de sangue, enquanto a antropologia explica que a família é um conjunto de pessoas com a mesma descendência, e a ciência biológica indica que a família é um conjunto de pessoas com a mesma definição genética.
1- Tipos de Família. Sociologicamente a instituição família vem sendo definida em alguns tipos e, com exemplos bíblicos percebem-se alguns destes no cenário histórico narrado pela Escritura Sagrada.
1.1- Família Nuclear. Também conhecida como família elementar é a configuração constituída pelo pai, mãe e filhos. O grande exemplo deste tipo de família é a de Jacó, pois quem ama a sua família nuclear ama-se a si mesmo (Gn 29.18;37.3).
1.2- Família Extensiva. Trata-se da família abrangente à nuclear que amplia a sua constituição com a presença do sogro, da sogra, dos avôs, dos tios e assim por diante. O grande exemplo deste tipo de família é a de José, pois quem ama a sua família extensiva ama-se a si mesmo (Gn 50.20).
1.3- Família Abrangente. Trata - se da família que inclui membros por afinidade, ou seja, por laços afetivos. O grande exemplo deste tipo de família é a igreja primitiva, pois quem ama a sua família abrangente ama-se a si mesmo (At 2.46).
1.4- Família Monoparental. Trata-se, da família que os irmãos possuem uma mesma mãe e não um mesmo pai. Ou seja, mesma mãe e pai diferente ou mesmo pai e mãe diferente. O grande exemplo deste tipo de família é a de Jefté, pois quem ama a sua família monoparental ama-se a si mesmo (Jz 11.1-8).
1.5- Família Recomposta. Trata-se do desfeito do núcleo marital, ou seja, separação do casal ou a morte de um dos membros deste núcleo e o outro se casa novamente. O grande exemplo deste tipo de família é a de Rute, pois quem ama a sua família recomposta ama-se a si mesmo (Rt 4.13-17).
1.6- Família Adotiva. Trata-se, da adoção. Quando uma criança é adota a mesma passa a ter um lar, ou seja, passa a ter uma família. O grande exemplo deste tipo de família é a de Ester, pois quem ama a sua família adotiva ama-se a si mesmo (Et 2.7).
2- Tipos de relações pessoais na família. As relações pessoais se concretizam com os processos sociais, principalmente a socialização e a comunicação. A socialização se resume na palavra educação, enquanto a comunicação se dá pela interação entre as pessoas.
2.1- Relação pessoal por aliança. Corresponde com a relação desenvolvida por um pacto. Esta é a relação matrimonial que se dá pelos consortes, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e serão dois numa carne (Ef 5.31).
2.2- Relação pessoal por filiação. Corresponde com a relação desenvolvida entre pais e filhos (1 Rs 2.1-4).
2.3- Relação pessoal consanguínea. Corresponde com a relação desenvolvida entre irmãos.
Conhecendo a virtude do Amor
Em Gálatas 5.22, o termo utilizado indica o tipo de amor que é divino (ágape), amor imutável, sacrificial e espontâneo. Por amou Jesus foi entregue para salvar a humanidade (Jo 3.16). Quando este amor é operante na vida do indivíduo o mesmo passa a amar até mesmo os inimigos (Mt 5.44).
Este amor não corresponde com sentimentos e nem com ações que esperam recompensas, porém trata-se de um dom divino.
Logo, quem desenvolve este sentimento no seio da família faz o melhor, não pensando em si mesmo, mas pensando nos benefícios para o conjunto familiar. Também, sabe fazer as escolhas certas para a harmonia familiar.
Quando há ausência do amor autêntico o individualismo prevalece no relacionamento e cada um busca o seu próprio interesse esquecendo o compromisso firmado diante de Deus e perante a comunidade. Portanto, quem ama a sua família ama-se a si mesmo.
Passos para uma família vitoriosa
Dentre tantos passos essenciais para a benção na família, quatro merecem total atenção da sociedade.
1- Viva em propósito para a família. A carreira profissional muitas das vezes é um autêntico empecilho à harmonia familiar, pois as pessoas dizem que trabalham para a família, porém a cada dia se distancia da mesma.  
2- Fale bem da família. São notórios os comentários desenvolvidos por um dos membros da família ao seu consorte. Sendo que estes comentários são caracterizados por difamações. Portanto, cabe aos indivíduos falarem bem dos seus, pois se isto não ocorre à família está em um colapso sem volta.
3- Trabalhe em prol da família. Tanto a atividade remunerada como todas as atividades desenvolvidas diariamente devem ser voltadas para a família.
4- Não seja extremista, seja justo para com a família. O extremo é uma linha divisória na harmonia familiar. As pessoas extremistas são caracterizadas pela visão individualista em que tudo deverá ser conforme o seu querer, portanto quando o assunto é a família que haja a aplicação do que outorgará resultado benéfico.
Por fim, não basta ter um conhecimento teórico a respeito da família sem vivenciá-lo conforme o querer de Deus. Portanto, quem ama a sua família ama-se a si mesmo.

sábado, 9 de maio de 2015

Subsídio para a E.B.D: Poder sobre as Doenças e Morte


Subsídio para a E.B.D: Poder sobre as Doenças e Morte
E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo (Lc 7.16).
Para ALLEN, RADMACHER & HOUSE, a multidão reconheceu o paralelo entre o restabelecimento da vida do filho da viúva realizado por Jesus e a obra dos grandes profetas Elias (1 Rs 17.17-24) e Eliseu (2 Rs 4.8-37).
No pacto das obras Adão representante da humanidade falhou, por isso, todos pecaram e distanciaram do Senhor (Rm 5.12), logo Adão recebeu a promessa, vida eterna; tinha uma condição, obediência; e, uma pena, a morte. Pela desobediência Adão sofreu a morte e deixou para a humanidade as seguintes heranças: culpa, corrupção e a morte.
As enfermidades possuem como origem o pecado original. Então as enfermidades são consequências da desobediência.
Portanto para viver bem fisicamente é necessário depender de Deus, pois o milagre é ação divina para abençoar os teus, e zelar por bons hábitos que proporcione vida longa.
I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA
1- Culpa, perdão e cura.
2- A ação de satanás.
Comentário:
Os escribas acertaram que só Deus pode perdoar pecados, porém erraram em não saber que Jesus é Deus.
Duas explicações são fundamentais para entender porque Jesus primeiramente perdoava os pecados para depois ministrar o milagre físico. Como primeira explicação, por ser o pecado um empecilho à vontade de Deus. E como segunda explicação, sendo a pessoa curada espiritualmente se abria a porta para a cura física.
A entrega de Jesus na cruz foi para que a humanidade viesse à presença de Deus. Com o pecado original a incapacidade e a depravação tornaram em elementos presentes na vida humana. Em suma, o ser humano é incapaz de salvar-se a si mesmo, isto é, incapacidade total. E toda natureza humana foi atingida pelo pecado e, isto é, depravação total. Os resultados do pecado original foram: a culpa, a corrupção e a morte.
O pecado leva o indivíduo à condição de separado da presença de Deus. Por isso, Jesus curou o paralítico para que ele se aproximasse da presença de Deus.
II – RAZÕES PARA CURAR
1- A compaixão.
2- Manifestação messiânica.
Comentário:
Compaixão é o despertar pela dor de outrem. Jesus sentiu compaixão pela multidão que há três dias estava ouvido as suas palavras e não tinha o que comer. Conforme os escritos de Mateus o mestre Jesus teve compaixão da situação espiritual de uma multidão que andava desgarrada e errante (Mt 9.36), já na primeira multiplicação dos pães o evangelista cita que Jesus teve compaixão e curou os enfermos, ou seja, o Mestre despertou para com a dor física da multidão (Mt 14.14) e o evangelista Marcos registra que Jesus movido de grande compaixão estendeu a mão a um leproso e o curou (Mc 1.41,42).
A igreja nos dias hodiernos deve ser cheia do Espírito Santo e com compaixão olhar para o próximo e estender a mão para que o milagre de Deus ocorra na vida daqueles que necessitam.
III – AUTORIDADE PARA CURAR
1- Autoridade recebida.
2- Autoridade delegada.
Comentário:
Autoridade de Jesus. A autoridade do Messias se manifesta nas seguintes circunstâncias:
a) No perdoar pecados – autoridade de Deus.
b) No curar as pessoas – autoridade sobre as enfermidades.
c) No expulsar demônios – autoridade sobre o mundo espiritual.
d) No acalmar o vento – autoridade sobre a natureza.
e) Em possuir a chave do inferno e da morte – autoridade sobre a morte e o inferno.
Curas efetuadas por Jesus. Outro fato marcante do ministério de Jesus é que os milagres operados por Ele possuem quatro categorias.
1ª categoria é o de Curas. A narrativa dos evangelhos citam trinta e cinco milagres operados por Jesus, com o seguinte objetivo “creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus”.
2ª categoria é o de Libertação. Nesta categoria os evangelistas registraram que Jesus não só expulsava demônios, mas também perdoava os pecados.
3ª categoria é o de Autoridade sobre a natureza. Jesus acalmou o vento e transformou água em vinho.
4ª categoria é o de ressurreição. Jesus deu de volta a vida para pessoas que a tinha perdido, por isso a bíblia diz; que Jesus é a ressurreição e a vida.
IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO
1- O reino presente.
2- O reino futuro.
Comentário:
Para compreensão do reino futuro, reescrevemos algo que foi trabalhado neste blog ao falarmos da doutrina das últimas coisas, segue-se abaixo:
As características da nova Jerusalém
Os detalhes inseridos no texto sagrado da nova Jerusalém indica que ela é uma cidade real. Cidade cujo construtor também é real (Hb 11.10). Se o mundo atual afetado pelo pecado possui as suas maravilhas o que será dito da nova cidade em que nela não haverá maldição (Ap 22.3), não haverá necessidade dos governos naturais que governam os dias e as noites - sol, lua e estrelas – (Ap 22.5), não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas (Ap 21.4).
Perfeição e eternidade da nova Jerusalém
Para um mundo perfeito é necessário que exista uma composição com elementos essenciais como a de um governo capaz somada com habitante consciente, que desfrute de conhecimentos, comunhão e vivam em amor. Por muitos anos esta tem sido à busca de homens para uma sociedade melhor, porém, estas teorias ao serem executadas pelo o homem eliminou o essencial que é a presença de Deus. Ou seja, não haverá uma sociedade justa com a ausência de Deus. Na nova Jerusalém a perfeição será real porque o próprio Deus a governará com isto os habitantes serão os salvos de todas as épocas que possuirão conhecimento perfeito e desfrutarão da perfeita comunhão e do perfeito amor.
Na Nova Jerusalém o amor de fato será sincero, generoso e longânimo. A perfeição do amor de Deus na nova Jerusalém se manifestará no amor que galardoa os salvos (Tg 1.12).
O primeiro livro da Bíblia é o de Gênesis, o livro do princípio, enquanto o último livro é o de Apocalipse que corresponde a revelações. Todavia, o primeiro como o último livro da Bíblia possui relações diretas no que trata a ordem da história da humanidade, se em Gênesis encontra-se as origens das coisas, em Apocalipse o conhecimento do desfecho de todas as coisas torna-se notável. Mas, os últimos capítulos de Apocalipse são conhecidos como o gênesis do apocalipse, portanto as origens de uma nova época encontram se nos capítulos finais de Apocalipse.
No demais, irmãos, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder (Ef 6.10) porque a nova cidade está nos céus, donde também se espera o Salvador, o Senhor Jesus Cristo (Fp 3.20).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

terça-feira, 5 de maio de 2015

A Doutrina das últimas Coisas – Em Cristo, Somos mais que Vencedores


A Doutrina das últimas Coisas – Em Cristo, Somos mais que Vencedores
Texto: Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amor. (Romanos 8.37).
Para conclusão desta temática, a doutrina das últimas coisas, neste estudo será analisada sete passagens encontradas em Apocalipse, em que a frase, “ao que vencer” é citada. O termo vencedor deriva do grego, nikon, ou seja, aquele que permanece em constante vitória. Na Bíblia de Estudo Pentecostal a explanação a respeito da palavra Nikon se define da seguinte maneira:
É aquele que, mediante a graça de Deus recebida através da fé em Cristo, experimentou o novo nascimento e permanece constante na vitória sobre o pecado, o mundo e satanás (p.1985).
Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida que está no meio do paraíso de Deus (Ap 2.7)
O comer da árvore da vida expressa a participação dos vencedores na vida eterna. Em Gênesis existia a árvore da vida e a árvore da ciência do bem e do mal, já para os vencedores não terá que escolher entre as árvores, porque estes já são vencedores, pois em todo o tempo escolheram ser fieis a Cristo.
O que vencer não receberá o dano da segunda morte (Ap 2.11)
A segunda morte corresponde com a separação eterna para com Deus.  Os que sofreram a segunda morte serão aqueles que não terão a oportunidade de viverem ao lado do Senhor Jesus por toda a eternidade.
Portanto, a segunda morte será destina aos vencidos, mas nenhum poder terá sobre os vencedores (SILVA, p.37).
Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe (Ap 2.17)
Na terceira vez em que aparece a descrição ao que vencer, percebem-se também três promessas:
Primeira promessa, comer o maná escondido. O maná corresponde a um tipo de Cristo e no céu o Senhor Jesus outorgará aos vencedores o verdadeiro pão do céu.
Já a segunda promessa, dar-lhe-ei uma pedra. Há segundo o pastor Silva cinco descrições históricas correspondentes à pedra branca: alguém que passou por um processo e foi absolvido, escravo alforriado, vencedor de corridas, repartida por dois amigos e eram conferidas a um guerreiro quando voltava da guerra (p.42,43).
E a terceira promessa, um novo nome. Um novo nome indica que a obra da criação está perfeita.
Ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações (Ap 2.26)
Está quarta promessa corresponde com o período em que a igreja governará com Cristo no milênio.
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos (Ap 3.5)
Na quinta descrição a respeito dos vencedores duas promessas são notórias, a da permaneça do nome no livro da vida e a do testificar o nome diante do Pai e diante dos anjos (Mt 10.32).
Ao que vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome (Ap 3.12)
 A promessa no que tange a coluna indica força e durabilidade. E por segundo o nome de Deus estará presente no nome do vencedor, ou seja, os cristão que vencerem terão o direito de chamarem a Deus de nosso Pai e nosso Deus (SILVA, p.58).
Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho (Ap 21.7)
Na Antiga aliança aqueles que eram próximos de Deus em seus cargos eram chamados de filhos, logo no fim de todas as coisas, Deus outorgará a todos os vencedores o direito de filhos e de co-herdeiros de Cristo (Rm 8.18), isto indica que os vencedores herdaram todas as coisas.
Para vencer é necessário ir até o fim (Dn 12.13). Em meio às lutas e dificuldades não cabe ao cristão optar pela paralisação. Mas, o caminhar deve prosseguir em direção ao alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Pelo que todos quantos já somos perfeitos sintamos isto mesmo; e se sentis alguma coisa doutra maneira, também Deus vo-lo revelará (Fl 3.14,15).
Referência:
BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL. Edição Revista e Corrigida. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
SILVA, Severino Pedro. Apocalipse, versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Subsídio para a E.B.D: Mulheres que ajudaram Jesus


Subsídio para a E.B.D: Mulheres que ajudaram Jesus
E também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças: Maria, chamada Madalena, de quem haviam saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas mulheres ajudavam a sustenta-los com os seus bens (Lc 8.2,3).
A obra missionária é desenvolvida de três maneiras:
Indo até aqueles que necessitam ouvir a palavra do Senhor.
Orando por aqueles que foram.
E contribuindo financeiramente com aqueles que foram.
Algumas mulheres que foram abençoadas pelo ministério terreno do Senhor Jesus, passaram a contribuir com suas fazendas, ou seja, com suas riquezas o ministério de Cristo.
I – JESUS, OP JUDAÍSMO E AS MULHERES
1- A presença feminina no ministério de Jesus.
2- Jesus valorizou as mulheres.
Comentário:
O livro de Lucas enfatiza o amor de Jesus por todos os tipos de pessoas, inclusive os que não eram muito estimados na época (como as mulheres, os publicanos, os leprosos, paralíticos, cegos, coxos; os párias) (ALLEN; RADMACHER;HOUSE, p.174).
No evangelho de Lucas percebe-se que o Mestre Jesus outorgou atenção para com as mulheres, pois as mesmas foram contempladas com ações do Deus de Israel, e podem ser citadas: Isabel (Lc . 1.5-25), Maria (Lc 1.26-56), Ana (Lc 2.36-38), A viúva de Naim (Lc 7.11-15), dentre outras.
A valorização outorgada por Jesus para com as mulheres desperta à sociedade dos dias hodiernos a sensibilizar para com as atividades desenvolvidas pelas mulheres em pleno século XIX e as valorizá-las. Não pode agir como no sistema cultural israelita onde as mulheres não eram valorizadas.
II – MULHERES COM DISPOSIÇÃO
1- Maria, a mãe do Salvador.
2- Isabel, a mãe do precursor.
Comentário:
Tanto Maria como Isabel passaram a serem destaques no Novo Testamento por serem obedientes ao chamado de Deus na vida delas.
Maria escolhida para ser a mãe do Salvador.
Isabel escolhida para ser a mãe do precursor do Salvador.
Logo, se percebe que as famílias destas duas mulheres eram dedicadas, e como resultado elas foram agraciadas por uma tão grande ação divina. Maria pelo poder do Espírito Santo se engravidou e Isabel pelas impossibilidades da vida até o exato momento não era mãe. Pela obediência, ambas foram agraciadas.
Quem obedece nunca desce, sempre cresce. Porém, quem desobedece nunca cresce, sempre desce.
III – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA SERVIR
1- Mulheres servas.
2- Mulheres abnegadas.
Comentário:
O grande fato acerca da leitourgia é que tem um plano de fundo duplo, descreve o serviço voluntário, assumido espontaneamente. Descreve aquele serviço que o estado impõe compulsoriamente aos seus cidadãos. O cristão é um homem que trabalha para Deus e para os homens, em primeiro lugar, porque assim deseja fazer de todo o coração, e em segundo lugar, porque é obrigado a fazer assim, devido ao amor de Cristo que o constrange (BRACLAY, p.126).
IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OFERTAR
1- O trabalho rabínico.
2- Apoio feminino.
Comentário:
Sendo obedientes nos dízimos e nas ofertas o cristão colherá de Deus o melhor para a sua vida, em todas as áreas, sejam elas; física, emocional, profissional, ministerial e principalmente espiritual.
Se o primeiro meio para alcançar a prosperidade é ser fiel, o segundo é ser dedicado ao labor diário, ou seja, é trabalhar. Ninguém alcançará a verdadeira prosperidade sem trabalho, lembrando que o trabalho dignifica o ser humano.
Em terceiro, a prosperidade está relacionada aos cuidados com a obra missionária. Quando o servo de Deus se entrega a obra missionária, logo este colherá todos os frutos provindos da dedicação e entrega a proclamação do Reino de Deus.
Em quarto os cuidados com os líderes, Paulo assim escreveu aos tessalonicenses: e rogamos-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoesta; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós (2 Ts 5. 12,13).
O objetivo de Deus prosperar a igreja e a cada um individualmente está associado à manutenção própria de cada pessoa e também o compromisso da igreja como organização, em segundo para que a obra evangelizadora seja exercida, cada cristão deverá ser um verdadeiro evangelista, e esta atividade é desenvolvida pela contribuição, pela oração e pela entrega ao serviço de evangelização, e por fim, Deus prospera para que haja auxílio aos necessitados. 
E as mulheres perceberam a importância de contribuir com o ministério do Mestre.
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
BARCLAY, William. Palavras Chaves do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2010.