Deus é Fiel

Deus é Fiel

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Subsídio para a aula da EBD – A Vinda de Jesus em Glória


A Vinda de Jesus em Glória
Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; e todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem, vindo sobre as nuvens (Mt 24.30).
A segunda vinda de Jesus se divide em duas fases:
A primeira fase: será nos ares com o objetivo arrebatar a igreja (1 Ts 4.16,17). Não será visível a todos.
A segunda fase: juntamente com os santos Jesus virá a terra para reinar por mil anos. Esta vinda será visível a todos (Mt 24.26,27).
Mateus 24.29 registra o que ocorrerá depois da aflição daqueles dias, isto é, após os sete anos da tribulação o Filho do Homem aparecerá no céu e todos verão a Jesus. Logo, aqui estar registrado a segunda fase da segunda Vinda de Jesus.
I – JESUS VOLTARÁ E TODOS O VERÃO
Jesus voltará com poder e glória tendo como objetivo implantar o Reino Milenar. Portanto, isto indica que Jesus dará fim a Grande Tribulação com a prisão e lançamento da besta e do falso profeta no ardente lago de fogo e de enxofre (Ap 19.21).
João assim escreveu:
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco, o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça... E seguiam-no os exércitos que há no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro (Ap 19. 11,14).
Logo, os exércitos que há no céu não correspondem com legiões de anjos, mas com aqueles que estão com Jesus e participaram da segunda Vinda do Messias e o termo cavalos brancos é um símbolo comum de vitória, seriam apropriados para aqueles que já são vitoriosos sobre a besta (RADMACHER; ALLEN;HOUSE, p. 794).
Portanto, após o período da Grande Tribulação, na terra, e as Bodas do Cordeiro, no Céu, Jesus voltará com os santos, para dar fim às catástrofes mundiais, acabar com a Grande Tribulação, livrar Israel do Anticristo e seus aliados e implantar o seu Reino Milanial. A vinda de Jesus em glória é o que alguns estudiosos chamam de revelação, ou parousia. Com a vinda em glória, Ele preparará o mundo para o Milênio. Antes deste, diversos eventos serão vistos na Terra, protagonizados pelo Senhor Jesus Cristo (LIMA, p. 99).
II – JESUS VOLTARÁ PARA DAR A DEVIDA RECOMPENSA AOS ÍMPIOS E PARA LIVRAR ISRAEL DO EXTERMÍNIO
A segunda vinda do Senhor Jesus em sua segunda fase tem como objetivo: a implantação do Reino Milenial.
Porém, anterior à implantação do Reino Milenial, se destaca os seguintes objetivos da segunda vinda:
O castigo para os ímpios. Haverá o julgamento para todos os que se levantaram contra Israel (Zc 12.3).
Livramento de Israel. Israel estará cercado pelos exércitos do Anticristo aí Jesus descerá do céu e destruirá as nações (Zc 12. 8,9), na batalha do Armagedom ou colina de Megido.
Sobre a batalha do Armagedom é necessário saber:
Terá a duração de um dia.
Definirá a derrota do Anticristo e do falso profeta.
Satanás será preso.
E no final da batalha as nações serão julgadas e logo após haverá a instalação do Milênio.
III – PREPARAÇÃO PARA O MILÊNIO
Em três versículos há a demonstração de como Satanás será preso. E três pontos são fundamentais para compreender a prisão de Satanás.
Preso por um anjo. Para Silva o arcanjo Miguel deve está em foco nesta passagem (p. 253). O que se conclui é que o anjo terá em suas mãos a chave do abismo e a autoridade para prender a Satanás.
Abismo é equivalente à palavra hades e sheol. Que quer dizer, lugar escondido, e em determinados textos da Escritura Sagrada o termo é traduzido pela palavra tártaro, que do grego significa escuridão.
Preso por mil anos. A duração da prisão de Satanás durará mil anos (v.2,3). Haverá um selo na prisão, isto é, Satanás será impedido de agir de forma maléfica. Selo no texto indica sela fechada.
Preso para não enganar durante mil anos. A única filiação de Satanás narrada na Bíblia é a mentira (Jo 8.44). Portanto, durante o longo histórico da humanidade Satanás se ocupou em enganar as nações, porém, esta ação não será desenvolvida no período do Milênio.
Referência:
LIMA, Elinaldo Renovato de. O Final de todas as coisas esperança e glória para os salvos. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
SILVA, Severino Pedro. Apocalipse, versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Carta aos Romanos – A Ira de Deus


A Ira de Deus
Texto: Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. (Rm 1.18).
A ira de Deus no presente texto da carta aos Romanos corresponde com o juízo de Deus sobre aqueles que rejeitaram o conhecimento a respeito do Senhor. O termo do céu se manifesta, indica ação presente, isto é, a ira de Deus se manifesta contra o pecado e a rejeição da verdade (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p.362).
Para entender os parágrafos que estão inseridos em Rm 1. 18-32 é necessário desenvolver as seguintes divisões: o que de Deus se pode conhecer, o juízo de Deus é um fato, a rejeição do conhecimento de Deus é a causa do julgamento e, o resultado da rejeição é o aumento da iniquidade.
O que de Deus se pode conhecer
O que se pode conhecer de Deus se inicia com o conhecimento dos nomes que descrevem os atributos da personalidade de Deus.
O nome Deus quando usado e citado indica poder. Logo, o nome Deus indica que Ele (Deus) é Todo Poderoso e tem poder absoluto. Já o nome Senhor quando citado outorga ênfase ao amor de Deus.
1- O Poder pertence a Deus
1.1- O Poder sobre tudo. Todas as coisas foram criadas por Deus, tal frase afirma que Deus controla todas as coisas, e as controlam em plena ordem. A criação foi monitorada pela ordem. A ordem é tão enfática ao poderio de Deus que se torna notável na própria rotação da Terra, o que possibilita o dia ter 24 horas. A ordem natural da vida, o nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer. Em suma, a ordem indica que Deus é quem está no controle de todas as coisas, porque todas as coisas foram criadas por Ele.
1.2- Poder sobre todos. Davi era rei, porém o título não outorgava ao rei Davi poderes para se apresentar como deus. O monarca era e continua sendo um modelo de discípulo, pois o mesmo cita: Uma coisa disse Deus, duas vezes a ouvi (Sl 62.11), isto é, Davi deu crédito à mensagem de Deus. Deus tem poder sobre os reis da Terra. E perante Ele se dobrará todos os joelhos (Rm 14.11), logo, Deus tem poder sobre todos.
2- A Misericórdia pertence ao Senhor. Misericórdia do substantivo – hesed (transliteração do hebraico) - corresponde à benignidade, amor firme, graça, misericórdia, fidelidade, bondade e devoção.
Já o substantivo – eleos – presume necessidade por parte de quem a recebe, e recursos adequados para satisfazer a necessidade daquele que a mostra.
Deus age com misericórdia para com a vida daqueles que o busca. As misericórdias do Senhor proporciona ao cristão a possibilidade de sonhar e lutar para que o melhor de Deus se concretize.
O Juízo de Deus é um fato
Dentre tantos tipos de juízos tratados na Bíblia, cinco merecem atenção: o julgamento dos pecados dos crentes na cruz de Cristo (Jo 13.31); o julgamento das obras dos crentes diante do Tribunal de Cristo (Rm 14.10); o julgamento das nações vivas, na parousia de Cristo (Mt 25.32); o julgamento de Israel, na volta de Cristo (Ez 20.33, Mt 19.28); e, o julgamento do Grande Trono Branco (Ap 20.11-15).
Porém, na carta aos Romanos o apóstolo Paulo disserta a respeito da ação presente da ira de Deus que se a manifestado sobre toda impiedade e injustiça dos homens.
Logo, Deus os entregou às concupiscências do seu coração (Rm 1.24), isto é, Deus os deixou a mercê de seus pecados.
Também no que corresponde aos atos sexuais antinaturais Deus os abandonou (Rm 1.26), ou seja, Deus por outorgar o livre arbítrio aos homens não força os indivíduos a deixarem os atos vergonhosos. Porém, isto não define ser um abandono final de Deus para com humanidade, porque Deus sempre dá oportunidade aos seres humanos para que estes venham a enxergar toda maldade do pecado (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p.363).
E pela terceira vez o apóstolo Paulo fala do abandono de Deus ao homem perverso, agora no que corresponde ao entregar aos sentimentos perversos (Rm 1.28), que anteriormente o apóstolo chama de loucura (Rm 1.22). Sentimento perverso indica uma mente totalmente destruída de sensibilidade moral.
Rejeição do conhecimento de Deus
A rejeição do conhecimento de Deus é a causa do juízo. As consequências para os que rejeitam o conhecimento de Deus são graves. Na Antiga Aliança o profeta Oséias lista as seguintes percas como consequências da rejeição do conhecimento de Deus: povo destruído, povo rejeitado, ministério rejeitado e o abandono de Deus para com os filhos daqueles que rejeitaram o conhecimento (Os 4.6).
Já o apóstolo Paulo na Nova Aliança lista as seguintes situações: Deus os entregou às concupiscências, Deus os abandonou às paixões infames e Deus os entregou a um sentimento perverso (Rm 1. 24,26,28).
A rejeição humana para com o conhecimento de Deus proporciona o aumento da iniquidade
Há três divisões na explicação do aumento do pecado.
A primeira explicação vem após a seguinte frase: Deus os entregou às concupiscências do coração, e o pecado a ser citado é a idolatria. Que conforme a passagem é a tentativa da mudança da verdade de Deus em mentira e, o honrar e servir mais a criatura do que o Criador (Rm 1. 24,25).
Já a segunda, vem após a frase: Deus os abandonou às paixões infames, e o pecado a ser citado é a prática homossexual. Portanto, nem o AT, nem o NT, reconhecem a homossexualidade como estilo de vida alternativo (RICHARDS, p.291).
Por fim, Deus os entregou a um sentimento perverso (Rm 1. 29-32), estes tais são dignos de morte, pois conhecem a justiça de Deus, mas praticam o que desagrada a Deus.
Em suma, o juízo de Deus sobrevirá no presente século e no século futuro para aqueles que rejeitam e rejeitaram o conhecimento de Deus, portanto cabe aos cristãos conhecer e prosseguir em conhecer o Senhor (Os 6.3).
Referência:
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Subsídio para a aula da EBD – A Grande Tribulação


A Grande Tribulação
Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra (Ap 3.10).
A hora da tentação é um termo técnico que descreve a Grande Tribulação, evento que ocorrerá na terra no instante em que a Igreja for arrebatada. A Grande Tribulação corresponde com o governo a ser desenvolvido em um período de sete anos que terá como líderes o trio do pecado: o falso profeta, o anticristo e o diabo.
Sobre a interpretação de quando ocorrerá a Tribulação é necessário compreender os seguintes termos teológicos:
Pós-milenismo: afirma que Jesus só aparecerá depois do milênio. E o reino de Cristo será de forma indireta.
Pós-tribulacionismo: afirma que a igreja será arrebatada somente após a tribulação, ou seja, esta ótica corrobora a participação da igreja na Grande Tribulação.
Pré-milenismo: afirma que o arrebatamento da igreja precederá a Grande Tribulação e o Milênio.
Midi-tribulacionista: corrente teológica que afirma a participação da igreja no primeiro período da Grande Tribulação.
I - A GRANDE TRIBULAÇÃO
O apóstolo Paulo à igreja em Tessalônica escreve: E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura (1 Ts 1.10).
O termo ira futura corresponde com o juízo divino que será derramado no período da Tribulação, sendo que a primeira fase da segunda vinda de Jesus precederá à ira futura.
Para corroborar o que escreveu no primeiro capítulo o apóstolo Paulo reafirma: porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo (1 Ts 5.10). Portanto, a vinda do Senhor Jesus é consolo para os salvos, por isso, é necessário consolar uns aos outros com estas palavras (1 Ts 4.18).
A Grande Tribulação será dividida em dois momentos: no primeiro momento haverá uma paz aparente com duração de três anos e meio, já no segundo momento a paz será retirada, logo a nação escolhida perceberá que o governo é uma armação maligna contra os israelitas.
Os primeiros três anos e meio serão marcados por avanços e pela falsa descrição do anticristo, pois o mesmo aparentará ser bom homem e bom líder, com as características necessárias para a realidade inicial do período da tribulação. Porém, na metade da semana, o anticristo fará cessar o sacrifício, ou seja, o mesmo será conhecido, pois abolirá com a falsa paz (Dn 9.27).
A Grande Tribulação de forma didática é compreendida em sete verdades:
A primeira verdade é que a Grande Tribulação será abrangente, pois será de âmbito mundial.
Já a segunda verdade indica que a Grande Tribulação será o pior tempo de aflição e angústia sobre a Terra.
A terceira verdade é que a Grande Tribulação tem uma relação direta com Israel.
A quarta verdade é que o trio da maldade governará sobe a Terra por sete anos.
Já quinta verdade corresponde com a salvação no período da Grande Tribulação (Ap 7.9-17).
A sexta verdade corresponde com o sofrimento e perseguição para com os que não aceitarem a marca da besta (Ap 12.17;13.15).
E a sétima verdade é que no final dos sete anos Jesus vencerá o anticristo.
II - A MANIFESTAÇÃO DA TRINDADE SATÂNICA NA GRANDE TRIBUALAÇÃO
O anticristo só manifestará quando a igreja for arrebatada. É evidente que o diabo por não saber a hora em que a igreja será arrebatada tem sempre pessoas em seu plano como possíveis gestores da Grande Tribulação, porém, no longo da história muitos homens se passaram por Cristo, entretanto, o verdadeiro Cristo já se manifestou neste mundo com toda a sua glória e em um dia futuro virá e arrebatará sua igreja.
Já o anticristo é conhecido como o homem do pecado e como filho da perdição (2 Ts 2.3), será o agente gestor de satanás na Terra, fará uma aliança com Israel, tornará se governador mundial, mediante o poder satânico operará grandes sinais, maravilhas e milagres com a seguinte finalidade: a propagação do engano (2 Ts 2.9).
Porém, no final da aliança preestabelecida entre o anticristo e Israel, as nações congregaram no lugar chamado Armagedom (Ap 16.16). Lugar em que Napoleão assim afirmou: eu faria deste lugar um campo de batalha para os exércitos de todo o mundo. Será neste lugar a derrota do anticristo e quando isto ocorrer Jesus voltará e todo o olho o verá e assim terá início o milênio.
III - O JUÍZO DE DEUS SOBRE O MUNDO
O livro selado de Apocalipses 5.1, corresponde com o programa divino que se concluirá em Apocalipses 8.5. Período em que a dispensação da graça se completará, é necessário entender que na Grande Tribulação haverá pessoas que receberão a Jesus como único Salvador.
Primeiro selo: Cavalo branco corresponde com a falsa paz.
Segundo selo: Cavalo vermelho           corresponde com a retirada da paz da terra, e ocorrerá um elevado número de morte por assassinato.
Terceiro selo: Cavalo preto corresponde com a fome que sobrevirá a terra.
Quarto selo: Cavalo amarelo corresponde com ações mortíferas. Isto é, com a morte de 25% dos habitantes da terra.
Quinto selo: Visão dos mártires da grande tribulação que não aceitaram a marca da besta.
Sexto selo: Grande tremor de terra, acompanhado por eclipse total do sol, a lua fica vermelha e dentre outros os meteoros cairão no espaço terrestre ocasionando a morte de muitos homens.
Sétimo selo: Na abertura do sétimo selo, sete anjos tocarão sete trombetas que serão a descrição de sete acontecimentos:
Terça parte da terra e da vegetação será queimada.
Terça parte das criaturas do mar será queimada.
Queda de um grande meteoro sobre a terra.
A terça parte dos astros é atingida e a terra será afetada por falta de luminosidade.
Libertação de demônios para atormentar os que não têm o sinal de Deus.
Libertação de quatro anjos que estavam presos junto ao Eufrates que mataram a terça parte dos homens.
O Reino de Deus será estabelecido. O toque da última trombeta passa a ser a confirmação das profecias correspondentes à instalação do Reino de Deus.
Para perorar é necessário entender que a tribulação é analisada pela ótica dos dias. O dia de Cristo e o dia do Senhor (1 Ts 5.2). O dia de Cristo corresponde com o arrebatamento da igreja (2 Ts 2.2), enquanto o dia do Senhor corresponde com implantação da tribulação na Terra.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Carta aos Romanos – Popularmente o Evangelho de Paulo


Carta aos Romanos – Popularmente o Evangelho de Paulo
Texto: Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. (Rm 1.16).
A carta aos Romanos é tipicamente conhecida como o evangelho de Paulo. Nesta epístola o apóstolo Paulo torna-se notável como grande teólogo. Sendo que duas palavras são tidas como chave para a compreensão da mensagem da epístola. Estas palavras são: doutrina e exortação.
A primeira parte corresponde com as doutrinas Bíblicas. Iniciando com a teontologia, porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou (Rm 1.19), texto que em seu contexto descreve a respeito da santidade divina. A harmatiologia também está presente nas citações doutrinárias de Paulo, pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo (Rm 5.12b). E em destaque percebe-se a soteriologia, isto é, a doutrina da salvação. Os elos da salvação estão presentes na epístola: fé, justificação (Rm 5.1), e santificação (Rm 8.1). Portanto, a cristologia e a paracletologia também estão presentes (Rm 8.1-30).
Exortação com a apresentação dos cristãos para com Deus (Rm 12.1-8). Em seguida exorta aos cristãos ao verdadeiro amor (Rm 12.9-21). Por terceiro, trás a seguinte exortação: submissão às autoridades por Deus constituídas. Por fim, Paulo exorta a tolerar os mais fracos (Rm 14. 1-12).
Conhecendo o Autor
1- Um olhar para conhecer o apóstolo Paulo. De Saulo a Paulo, enquanto o nome Saulo indica o sentimento de desejo, o nome Paulo passa a indicar o sentido de pequeno, pois em meio ao conhecimento de Paulo o evangelho seria propagado mediante a graça transformadora de Cristo (Fp 3.8, 2 Co 12.9). Como bom judeu o apóstolo no período anterior a sua conversão queria ser útil a Deus, por isso, Paulo tornou-se um perseguidor da fé cristã, pois via na mesma uma ameaça aos princípios do judaísmo.
Antes de sua conversão, Paulo já se destacava por sua entrega e veemência a uma missão (At 9.2). Logo, após a conversão o apóstolo Paulo não perdeu o desejo de ser útil a Deus, sendo assim se dedicou com toda veemência à propagação do evangelho chegando a realizar três viagens missionárias (At 13.2,3).
2- Credenciais citadas na apresentação. As cartas no período antigo começavam com o nome e a credencial do autor, e era seguida com uma saudação ao destinatário.  No prefácio da carta escrita aos romanos o apóstolo Paulo se apresenta com as seguintes credenciais: servo e apóstolo (Rm 1.1).
Servo (grego, doulos), corresponde a escravo ou serviçal de uma casa. Porém, o apóstolo Paulo ao se identificar como servo, o mesmo queria descrever sua relação com Jesus Cristo. Relação pactual em que Jesus controla e comanda o seu povo.
Já o termo apóstolo trata-se basicamente da defesa de Paulo ao seu chamado ministerial. O real motivo de se apresentar como apóstolo à igreja em Roma está diretamente ligado à ação de Satanás em tentar diminuir a autoridade apostólica de Paulo perante a comunidade cristã.
Conhecendo a Igreja em Roma
Roma no primeiro século tornou-se admirável e ao mesmo tempo moralmente degradável e cheia de conflitos.
Nero (governou Roma desde 13 de outubro de 54 a 9 de junho de 68) torna-se o grande exemplo da desmoralização política de Roma. Dentre as atitudes deste imperador romano está o extermínio de sua mãe e a forte perseguição aos cristãos.
Dessa maneira aclamando-se publicamente como o principal inimigo de Deus, Nero foi conduzido em sua fúria a assassinar os apóstolos. Relata-se, portanto, que Paulo foi decapitado em Roma e que Pedro foi crucificado sob seu governo (CESARÉIRA, p. 76).
1- Igreja notável pela fé (Rm 1.8). O segundo parágrafo da Epístola é uma ação de graça (vv. 8-15). Em que Paulo inicia o parágrafo enfatizando a fé dos irmãos em Roma. A fé notável pode estar diretamente associada com a permanência dos cristãos em Cristo em meio a tantas perseguições e tribulações (Rm 5.3-5).
2- Igreja perseguida (Rm 1.11). Para Paulo os dons espirituais outorgam consolo da parte de Deus. Os dons espirituais são nove e são divididos em três grupos (1 Co 12.8-10).
2.1- Primeiro grupo, o de revelação: sabedoria, palavra da ciência e discernimento dos espíritos. O consolo presente nestes dons corresponde com a Direção de Deus em outorgar soluções necessárias em meio às circunstâncias difíceis.
2.2- Segundo grupo, o de poder: dom da fé, dons de curar e dons de operações de maravilhas. O consolo presente nestes dons corresponde com a Ação de Deus em outorgar soluções necessárias em meio às circunstâncias difíceis.  
2.3- Terceiro grupo, os de elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas. O consolo presente nestes dons corresponde com a Voz de Deus em outorgar soluções necessárias em meio às circunstâncias difíceis.
Conhecendo o propósito e o tema da Carta
O propósito da Epístola é notório na introdução (Rm 1.1-17), pedindo sempre em minhas orações que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco (v. 10). Logo, o propósito de Paulo ao escrever a Epístola era de ir a Roma. Porém, na escrita o apóstolo registra sua mensagem que já era pregada a mais ou menos, vinte cinco anos. Também na carta Paulo corrige alguns problemas da Igreja causados por atitudes erradas dos judeus para com os gentios (Rm 2.1-29; 3.1,9; 11.11-32).
O tema da epístola é encontrado nos seguintes versículos: Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé (Rm 1.16,17).
Em suma, a Epístola aos Romanos em seu tema central, define a doutrina da salvação associada diretamente com o elo da salvação em especial a fé.
A frase de fé em fé (Rm 1.17), significa fé do começo ao fim. Portanto, através da escrita da carta Paulo queria consolar os cristãos a permanecerem firmes na fé em meio às perseguições contra o Evangelho, sabendo que o cristão autêntico não envergonha do Evangelho porque este é poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Subsídio para a aula da EBD – As Bodas do Cordeiro


 As Bodas do Cordeiro
E disse-me, escreve: bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus (Ap 19.9).
Há três destaques especiais em Ap 19.9, a bem-aventurança, os que são chamados e as bodas do Cordeiro. O termo bodas tem como definição celebração de aniversário de casamento. Porém, será naquele dia a ceia das bodas do Cordeiro. Em Apocalipse há sete bem-aventuranças (1.3; 14.13; 16.15; 20.5; 22.7,14), sendo Apocalipse 19.9 a quarta destas bem-aventuranças. O termo, chamados, tem como significado básico aqueles que são vocacionados para fazerem parte da noiva do Cordeiro, ou seja, chamados para a salvação em Jesus Cristo. E por fim, as bodas do Cordeiro, dia especial para todos os que foram e serão fieis até o dia da Vinda de Jesus.
Essa festa aqui é um tempo de alegre banquete para ser aproveitado pela Igreja e, principalmente, pelos vencedores que reinarão com Cristo. A chave para poder participar do banquete das bodas é a fidelidade a Deus (RADMACHER; ALLEN;HOUSE, p. 793).
AS BODAS DO CORDEIRO
As bodas do Cordeiro será o encontro glorioso da Igreja com o Cordeiro nos céus, de fato, será a união entre a Igreja e Cristo.
Todos os salvos de todos os tempos estarão presentes na lista dos chamados. Desde aqueles que morreram esperando e olhando para as profecias messiânicas, assim como aqueles que viveram nos dias em que as profecias se cumpriram, ou seja, as bodas do Cordeiro serão para todos os salvos.
Porém, ficaram de fora:
1- Os cães. Possivelmente corresponde com os maus obreiros que exploram as ovelhas. Logo, o obreiro é chamado para servir, porém, muitos por serem maus aproveitam das ovelhas.
2- Os feiticeiros. A ação do pecado de feitiçaria corresponde à atitude do indivíduo em controlar eventos, pessoas e até mesmo o futuro. Logo, por isso, Samuel expressa para Saul que a rebelião é como o pecado de feitiçaria, isto porque o indivíduo quer controlar coisas e pessoas (1 Sm 15.23).
3- Os que prostituem. Ou seja, todos os pecados diretamente relacionados com o ato sexual. Os atos pecaminosos no que corresponde à intimidade sexual são: prostituição, adultério e a fornicação.
4- Os homicidas. Isto é, todos os que praticam o extermínio de vidas humanas. Ação que abrange também os que se suicidam.
5- Os idólatras. Corresponde com todos os que não adoram ao Senhor, mas fazem da criatura e das demais obras o seu próprio deus.
6- E qualquer que ama e comete mentira. João descreve que os mentirosos terá como parte o lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte (Ap 21.8). Também, fala que na Nova Jerusalém não entrará quem cometa mentira (Ap 21.27). Portanto, por uma mentira a humanidade veio a sofrer a queda.
A REJEIÇÃO AO CONVITE DO CORDEIRO
Os oficiais de Deus têm anunciado desde o princípio os planos do Senhor para a humanidade. Assim como Jesus foi rejeitado pelos judeus em sua primeira vinda, na segunda vinda, em sua primeira fase, muitos não participarão do arrebatamento por não aceitarem a Jesus como Salvador. A rejeição a Cristo tem proporcionado ruina à vida da comunidade Israelita em todo o longo da história, porém, a maior tragédia será a grande tribulação.
Portanto, no longo histórico muitos judeus tem recebido o Senhor Jesus como Salvador. Por isso, o apóstolo Paulo enfatiza que o mesmo Senhor descerá do céu com voz de arcanjo. Voz de arcanjo indica a voz que convida por meio da transformação do corpo corruptível em corpo incorruptível os judeus que serão arrebatados por terem recebido a Jesus como Salvador.
A NOIVA DO CORDEIRO
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos (Ap 3.5)
Na quinta descrição a respeito dos vencedores, duas promessas são notórias, a da permaneça do nome no livro da vida e a do testificar o nome diante do Pai e diante dos anjos (Mt 10.32).
Portanto, a Igreja presente nas Bodas do Cordeiro terá como características:
1- A fidelidade. A Igreja conseguirá em meio a todos os obstáculos e pelo o aumento do pecado se manter fiel a Deus.
2- A santidade. Segunda característica marcante da Igreja é a sua santidade. Isto é, o viver separado de tudo aquilo que desagrada a Deus para ser instrumento de Deus.
3- A perseverança. Isto é, a Igreja não perderá a esperança, no que corresponde o retorno de Cristo no momento do arrebatamento.
4- A perfeição. Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível (Ef 5.27).
Em suma, haverá uma grande ceia nos céus, com a participação de todos os salvos de todos os tempos (Mt 8.11). Onde o próprio Senhor Jesus irá servir (Lc 12.37).
Diante de tamanha revelação acerca do futuro glorioso da Igreja, podemos afirmar que vale a pena ser fiel a Deus; vale a pena renunciar ao mundo e seguir a Cristo; vale a pena buscar a santificação para poder participar dessa maravilhosa festa celestial. Nas Bodas do Cordeiro, só haverá alegria, festa celestial, com a presença de bilhões de crentes salvos, de todo o mundo, de todos os tempos, rodeados de anjos, do arcanjo, de querubins, serafins, dos quatro seres viventes e dos vinte e quatro anciãos (LIMA, p. 81,82).
Referência:
LIMA, Elinaldo Renovato de. O Final de todas as coisas esperança e glória para os salvos. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Bom despenseiro da multiforme graça de Deus


Bom despenseiro da multiforme graça de Deus
Texto: Cada um administre aos outros o dom como recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus (1 Pe 4.10).
O apóstolo Pedro no parágrafo em que se encontra o versículo desta reflexão Bíblica comenta a respeito: da aproximação do fim de todas as coisas (v.7); da importância do amor (v.8); e, da necessidade dos dons, principalmente o de servir (vv. 9-11).
Entretanto, o despenseiro é o responsável pelo fornecimento dos gêneros alimentícios de uma casa ou até mesmo de uma comunidade. O cargo do despenseiro é a dispensa, lugar onde se encontra os alimentos. Pejorativamente o despenseiro é caridoso e generoso para com o próximo.
Sou despenseiro e o meu papel é servir
Despenseiros são mordomos ou administradores de uma casa. Como despenseiros de Deus o cristão é o administrador da igreja que tem como missão edificar os outros, e desenvolver um ministério sóbrio, vigilante, hospitaleiro e fiel.
A ética cristã possui duas dimensões: vertical e horizontal. A primeira dimensão se resume no amor ágape, isto é, no amor de Deus para com o homem e assim vice versa, pois “nós o amamos, por que Ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19). Já a segunda dimensão corresponde com o amor ao próximo.
É de responsabilidade do líder cristão, amar a todos os que estão a sua volta e todos os que estão ao alcance da sua administração.
A parábola do bom samaritano apresenta ações do verdadeiro despenseiro:
Primeira ação, entender o necessitado.
Segunda ação, cuidar do necessitado.
Terceira ação, hospedar o necessitado.
E por último, como quarta ação, suprir a necessidade do necessitado.
Em suma, a ação do bom samaritano se resume no serviço do cristão em abençoar a todos os que necessitam da multiforme graça de Deus (Lc 10.25-37).
Servindo conforme o dom conquistado
A palavra dom tem como significado dádiva, presente oferecido pelo Espírito Santo aos crentes para os encorajarem a irem além no executar da missão.  De maneira mais prática dom quer dizer “ministério em ação”.
Em suma, os dons são dádivas do Espírito Santo aos cristãos para a execução da evangelização e edificação da igreja.
Na Nova Aliança a Igreja tem recebido dádivas ministeriais para proporcionar bênçãos na vida de muitos. Deus levantou apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres para a edificação e união do corpo Cristo.
Porém, os dons de maneira didática no Novo Testamento são apresentados em três categorias: dons de serviço, dons espirituais e dons ministeriais.
1- Os dons de Serviço. Os dons de serviço correspondem com o ofício diaconal, exortação, repartir, presidir e exercer misericórdia. Portanto, os dons de serviço correspondem com atos em benefício ao próximo (Rm 12.8).
2- Os dons Espirituais. Já os dons espirituais são nove e são divididos em três grupos (1 Co 12.8-10).
Primeiro grupo o de revelação: sabedoria, palavra da ciência e discernimento dos espíritos.
Segundo grupo o de poder: dom da fé, dons de curar e dons de operações de maravilhas.
E o terceiro e último grupo os de elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas.
3- Os dons Ministeriais. Apóstolo, profeta, evangelista, pastor e doutor são os títulos que representam os dons ministeriais (Ef 4.11).
Os apóstolos são aqueles diretamente chamados por Deus para exercerem um ministério que agrega outras funções como: a de profeta, a de pastor, a de evangelista e a de doutor. Logo, ser apóstolo é possuir um dom especial e agregar os demais ofícios.
O ministério profético corresponde ao ato de apresentar Deus aos homens. Ser profeta é ter o dom que possibilita o revelar e o anunciar as maravilhas do Senhor.
Evangelista é o ministro externo que sempre está preocupado com as almas perdidas. Ser evangelista é ir ao encontro dos perdidos.
Já os pastores são servos com a missão de pastorear o rebanho. Logo, ser pastor é administrar os recursos de Deus aqui na terra.
E o doutor corresponde com os sábios que foram levantados por Deus para instruir o rebanho do Senhor. Portanto, o doutor tem a função voltada para a solução de problemas relacionados com a interpretação Bíblica.
Palavra Final
Ser despenseiro é poder servir a Cristo e proporcionar bênçãos de Deus para todos os que necessitam da graça do Senhor. Portanto, Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Bom despenseiro da multiforme graça de Deus.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

10º Encontro da Família


10º Encontro da Família
Nove dias de louvor e adoração a Deus pelos benefícios outorgados para com a família. Sobre o tema:
Celebrando ao Senhor por todos os benefícios outorgados para com a minha família (Baseado em Salmos 116.12).
No primeiro dia, festividade dos senhores, o preletor da noite foi o pastor Maurício da Igreja Batista Livre Renovada em Santa Maria da Vitória - Ba, que relatou sobre o forte investimento do inimigo contra a família, mas o mesmo estar derrotado, pois quem garante a vitória da família do cristão é o Senhor Jesus.

No segundo dia do décimo encontro da família, o preletor da noite foi o pastor Valdivino que enfatizou sobre o sucesso na família e para que o sucesso seja real é necessário a presença de Deus.
Já no terceiro dia do décimo encontro da família, o preletor da noite foi o pastor Amarildo da Igreja Assembleia de Deus de Brasília, o pastor falou sobre a importância do culto doméstico para que os pais não venham a perder os filhos, e é dever dos pais ensinarem os filhos a trabalharem, mas antes de tudo o necessário é outorgar Jesus aos filhos.
No quarto dia, o preletor da noite foi o evangelista Andreson Côrte, dirigente local, que descreveu a importância da compreensão para o sucesso da família, relatando também dos livramentos de Deus outorgados para com a família cristã, entre eles: livramento da morte, da dor e da queda espiritual.
Já no quinto dia, o preletor da noite foi o diácono Edmilson, obreiro local, que falou da proteção de Deus para com a família e da importância do crente ter o lar edificado em Jesus Cristo que é a rocha. O pregador também homenageou sua esposa pelos dez anos de casamento.
No sexto dia, o preletor foi o diácono Cosme, obreiro local, que relatou sobre o amor, por ser este o maior investimento para o sucesso da família. Pois, sem amor não há sucesso no lar cristão.
No sétimo dia, o diácono Natã, obreiro local, relatou sobre a vida de Raabe e o amor da mesma para com a sua família. Raabe morava no morro, lugar que descrevia o seu isolamento para com os membros da família, porém, quando ela teve a benevolência de Deus, ela lembrou dos seus familiares. O pregador finalizou dizendo que a família é presente de Deus.
No oitavo dia o preletor da noite foi o evangelista Edson Carlos da Igreja Cruzada Cristã Pentecostal, sede de Santa Maria da Vitória – Ba, que falou que muitos são bem-sucedidos economicamente e profissionalmente, porém perdem e fracassam em suas casas, assim foi com Davi. Houve na mensagem do pregador a ilustração da águia, pois assim como a águia o cristão não pode desistir da família e interrogou aos presentes a respeito do que os mesmo têm feito para com a família.
E no último dia o preletor da noite foi o evangelista Laureni, obreiro local, que ratificou ser a família o maior patrimônio do cristão. Relatou a história do primeiro casal e deu ênfase ao direito do cristão de celebrar ao Senhor por todos os benefícios outorgados para com a família.