Deus é Fiel

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

500 anos da Reforma Protestante, Lutero se levantou e eu?

500 anos da Reforma Protestante, Lutero se levantou e eu?
No dia 31 de outubro de 2017 comemorará 500 anos em que Martinho Lutero definitivamente demonstrou repúdio à venda de indulgência, ação realizada pela igreja que tinha como justificativa o perdão dos pecados. Atitude em que menosprezava a obra vicária de Jesus na cruz, assim como também outorgava à igreja poder que apenas pertence ao Senhor Jesus, salvar os perdidos e libertar os cativos.
O presente estudo tem como objetivo compreender biblicamente e sociologicamente a importância da reforma para cada cristão em particular. De certa forma analisar o decorrer histórico das igrejas da Ásia, assim como averiguar os pilares da Reforma, e compreender o chamado privativo de Deus para com os teus.
Panorama das Igrejas da Ásia
Para muitos estudiosos as setes Igrejas da Ásia podem ser definidas historicamente em períodos diferentes. Éfeso corresponde com a Igreja apostólica (30 a 100 d.C), Esmirna com a Igreja perseguida (100 a 313 d.C), Pérgamo com a Igreja mundana, estatal (313 a 590 d.C), Tiatira com a Igreja papal (590 a 1517 d.C), Sardes com a Igreja da Reforma, morta (1517 a 1730 d.C), Filadélfia com a Igreja missionária (1730 até o arrebatamento), e Laodicéia com a Igreja morna (1730 até a segunda fase da Segunda Vinda de Jesus).
Portanto, não pode esquecer-se da interpretação literária concernente às setes Igrejas no que corresponde ao período em que João recebeu a revelação apocalíptica. De fato, não se pode esquecer também da aplicabilidade de cada Igreja no decorrer histórico do cristianismo. Isto é, no período hodierno há características de cada Igreja da Ásia presente no cristianismo.
Os pilares e os princípios da Reforma
A verdadeira religião estar baseada nas Escrituras Sagradas – Religião Bíblica, nada substitui a autoridade da Bíblia. No período a leitura bíblica era proibida pela igreja, porém Deus por meio dos reformadores outorgou ao povo o direito da leitura da Bíblia, sendo que os reformadores afirmavam categoricamente que a Bíblia continha as regras de fé e prática.
A religião deve ser racional e inteligente – Religião Racional. Logo, toda superstição era rejeitada, sendo que a Bíblia é fonte de entendimento e o conhecimento da verdade proporciona libertação.
A religião é pessoal, cada um pode se aproximar do Senhor – Religião Pessoal. Não há necessidade de intermediário para adorar ao Senhor, o Senhor Jesus eliminou a separação que existia entre o homem e Deus, pois o véu do templo se rasgou de alto a baixo, permitindo a aproximação do indivíduo para com o Salvador.
A religião não pode e nem dever ser formalista, mas deverá ser espiritual – Religião Espiritual.
A religião nacional corresponde à ênfase outorgada pela igreja aos elementos culturais – Religião Nacional. O valor outorgado a linguagem local para o culto em adoração a Deus.
É válido definir e compreender os cinco princípios que se notabilizaram com a reforma protestante: soli Deo Gloria (glória somente a Deus), sola fide (somente a fé), sola Gratia (somente a graça), sola Chistus (somente Cristo), e sola scriptura (somente as Escrituras).
Compreendendo o chamado
Aos escolhidos Deus outorgou missões nobres para serem executadas. Noé teve como missão executar a tarefa de construir uma arca e apregoar a mensagem de arrependimento (Gn 6. 13-22). Jonas teve como missão executar a tarefa de pregar a mensagem de arrependimento em Nínive (Jn 1.2). Moisés teve como missão guiar, proteger, amar, em suma, liderar um povo numeroso no deserto (Êx 3.8). Davi teve como missão firmar o reino israelita (1 Sm 16. 12,13). Elias teve como missão dentre tantas, ungir a Eliseu como sucessor (1 Re 19.16). Os doze discípulos tiveram como missão pregar o evangelho primeiro às ovelhas perdidas da casa de Israel, a curar os enfermos, a limpar os leprosos, a ressuscitar os mortos e a expulsar os demônios (Mt 10. 6-8).
Os benefícios por servir a Cristo são para a vida presente e para a vida futura nos céus de glória (Mt 19. 29).
Um dos propósitos do chamado é poder exercer uma missão nobre que glorifique ao Senhor Jesus. E dentre outras pode citar que o chamado de Deus tem como propósitos:
O aperfeiçoamento dos santos (Ef 4.12).
E a edificação do corpo de Cristo (Ef 4.12).

E por fim, os que são chamados Deus outorga poder espiritual. Este poder não é para que o cristão venha a ser superior aos outros e a se vangloriar, mas o poder é outorgado para que vidas venham a ser abençoadas e libertas em Cristo Jesus (Mc 16.16-18).

Subsídio da E.B.D: Salvação - o amor e a misericórdia de Deus

Salvação - o amor e a misericórdia de Deus
O objetivo geral da presente lição é mostrar que a salvação é resultado do amor misericordioso de Deus; e como objetivos específicos: apresentar o maravilhoso amor de Deus; explicar a misericórdia de Deus no plano da salvação; e, analisar o amor, a bondade e a compaixão na vida do salvo.
Deus por meio do amor e da misericórdia tem outorgado perdão, proporcionando aos que crerem a salvação. A presente lição tem como pontos centrais para contato: o amor de Deus; Deus é misericordioso; e, o amor, bondade e compaixão na vida dos salvos.
O maravilhoso amor de Deus
Primeiramente é necessário saber que Deus é amor. Logo, percebe-se que Deus ama aqueles que o reconhece, assim também como ama aqueles que o rejeita. A história de Oséias relata o amor do marido à esposa situação que corresponde diretamente com a demonstração de amor de Deus para com Israel. Amor incondicional. O único que ama de maneira incondicional é Deus, explicação categoricamente definida na Sua pessoa e no Seu nome, pois Deus é amor “Ele nunca deixará de ser quem Ele é. Eis aí algo, que parece que Deus não pode fazer: Ele não pode escolher não amar, pois isso fere sua essência” (POMERENING, 2017, p. 42,43).
Pomerening diferencia a manifestação do amor de Deus da manifestação do amor dos homens, da seguinte maneira:
O amor de Deus manifesta-se terno e compassivo, muito acima do amor humano, que é apenas responsivo (2017, p. 43).
O amor demonstrado pelo ser humano é responsivo por indicar a condicionalidade.  Porém, o amor de Deus tem como objetivo a salvação dos pecadores mediante a propagação do Evangelho do Senhor Jesus, por isso, o amor de Deus é terno e compassivo.
O evangelista João escreve o versículo chave da Bíblia que relata a respeito do amor de Deus (Jo 3.16), texto que mostra o amor divino sendo terno e compassivo. Talvez não exista outro versículo na Bíblia que tenha sido tão completamente explicado como este; quiçá não exista outro versículo que possa ser tão pouco esclarecido. A maioria dos jovens pregadores faz sermões tendo por base esse versículo; mas os pregadores de mais idade aprendem que o seu sentido deve ser sentido e refletido, e não falado (ELLICOTT, apud CHAMPLIN, 2002, p. 311).
Champlin assim acrescenta a respeito do amor de Deus:
Deus, sendo um ser inteligente, tem consciência da existência deste mundo e ama a todos os homens que nele habitam. De alguma maneira, posto que indefinida, exceto conforme entendemos as pessoas, Deus possui qualidades emocionais. O seu amor é a mais alta forma de amor, a mais pura, ao ponto de ser chamado de amor, conforme lemos no trecho de I João 4:8. Esse princípio de amor, que faz com que Deus tenha o destino perfeito do homem, a sua felicidade e a sua utilidade perfeita e cumprimento da existência, sempre perante os seus olhos, e que é a força central motivadora de todas as suas ações para com os homens, também é compartilhado pelo homem, para ser exercido em direção aos seus semelhantes (2002, p. 311).
Deus é misericordioso
A palavra misericórdia do grego eleos permite compreender a compaixão de Deus para com aqueles que sofrem por necessidades específicas, que se encontram em estado de angústia e endividados sem soluções favoráveis de suas dívidas (POMERENING, 2017, p. 45). Percebe-se que a misericórdia de Deus corresponde com o favor imerecido para com os homens, pois estes seriam condenados, mas no prover do amor divino encarnado na misericórdia permite que estes sejam justificados e santificados em Cristo.
A misericórdia divina é demonstrada na ação de Deus em justificar os ninivitas e não em os condenar como queria o profeta Jonas (Jn 4.2).
Jonas tinha que entender que: quanto à pessoa de DEUS, Ele é um Pai bondoso, misericordioso, paciente e grande em benignidade. Ele tanto castiga como manifesta o seu grande amor, quando há verdadeiro arrependimento.
(...)
A lição que Deus ensina para Jonas por meio desse ato é que se ele não fosse nada para a sua existência, e declarava uma raiva por causa da sua perda, justificando assim a sua ira, como é que Deus não poderia manifestar compaixão para com o povo da cidade de Nínive?
Deus tem paciência com os pecadores, é isso que aprendemos nesse acontecimento envolvendo Jonas (GOMES, 2016, p.73).
Amor, bondade e compaixão na vida do salvo
Há três dimensões para compreender a ação do amor.
Dimensão vertical, amor a Deus. O amor a Deus por parte do homem deve ser exclusivo (Mt 6.24), alicerçado na gratidão (Lc 7.42), obediente (Jo 14.15) e comunicativo (BARCLAY, 2010, p. 74).
Dimensão horizontal, amor ao próximo. O amor ao próximo é definitivamente fruto do Espírito.
Dimensão interior, amor a si mesmo. O indivíduo só poderá amar a Deus se amar a si mesmo. Da mesma forma o indivíduo só amará o próximo se a amar a si mesmo.
Porém, o amor é o antídoto contra o pecado, pois quem ama não peca contra Deus e nem peca em denegrir a imagem de Deus, isto é, o seu próximo. O amor conduz os cristãos à obediência, pois quem ama a Deus obedece a Palavra de Deus. Sempre lembrando que Deus é amor.
Referência:
BARCLAY, W. As Obras da Carne e o Fruto do Espírito. São Paulo: Vida Nova, 2010.
CHAMPLIN. R.N. O Novo Testamento, interpretado versículo por versículo. Volume 2. São Paulo: Hagnos, 2002.

GOMES, Osiel. As obras da carne e o fruto do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Subsídio da E.B.D: A Salvação e o Advento do Salvador

A Salvação e o Advento do Salvador
O objetivo geral da presente lição é mostrar que o nascimento de Jesus Cristo se deu dentro do plano divino para salvar a humanidade; e como objetivos específicos: apresentar como se deu o anúncio do nascimento do Salvador; explicar a respeito da concepção do Salvador; e, mostrar que o verbo se fez carne e habitou entre nós.
Dois pontos da presente lição serão analisados neste subsídio: o anúncio do nascimento do Salvador e o Verbo se fez carne.
O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DO SALVADOR
As profecias a respeito de Jesus na Antiga Aliança pode de maneira didática ser dividia em: vida do Messias presente nas profecias e o ministério do Messias.
Vida do Messias presente nas profecias do AT
A vida terrena de Jesus abrangeu 33 anos. O ministério público e particular teve em média uma duração de 3 anos e 6 meses. Porém, a vida terrena do Messias expõe em destaque os seguintes fatos: nascimento, morte e principalmente a respeito da natureza do Messias.
1- Nascimento. Sobre o nascimento de Jesus duas profecias se destacam: a da descendência da mulher (Gn 3.15) e do nascimento do Messias em Belém (Mq 5.2).
A profecia a respeito da descendência da mulher: porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar (Gn 3.15), esclarece que o homem não teria participação no nascimento do Messias, fato que é confirmado em Mateus 1.20; porque o que nela está gerado é do Espírito Santo.
Já o profeta Miqueias profetiza o local em que o Messias nasceria: mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos (Mq 5.2).
2- Morte. Perfuraram minhas mãos e meus pés (Sl 22.16). O Salmo 22 foi escrito 600 anos antes da invenção do modelo de extermínio por meio da crucificação. Sendo que Davi escreveu o Salmo cerca de mil anos antes o nascimento do Messias. O Salmo 22 apresenta vinte e três detalhes proféticos, dentre eles destaque para cinco:
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Sl 22.1; Mt 27.46).
Todos os que me veem zombam de mim (Sl 22.7; Mt 27.41-43).
Transpassaram-me as mãos e os pés (Sl 22.16; Jo 20.25).
Poderia contar todos os meus ossos (Sl 22.17).
Repartem entre si as minhas vestes e lançaram sortes sobre a minha túnica (Sl 22.18; Jo 19.23,24).
3- Natureza do Messias.  O Messias teve duas naturezas: a humana e a divina. Na natureza humana Ele tinha suas limitações. Já na natureza divina percebe-se por meio do profeta Isaias a seguinte verdade: Jesus é Deus.
Por isso o Senhor mesmo lhes dará um sinal: a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamará Emanuel (Is 7.14).
O termo Emanuel tem como significado Deus conosco.
Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz (Is 9.6).
Os termos descritivos de como o Messias seria chamado indica nomes e atributos pertencentes apenas a Deus. Portanto, Jesus é Deus.
Ministério do Messias
Messias (Hebraico) ou Cristo (Grego) significa ungido. Apenas os reis, sacerdotes e profetas que eram ungidos na Antiga Aliança. Fato que descreve o ministério real, sacerdotal e profético de Jesus Cristo.
1- Ministério Real. Quanto a você, sua dinastia e seu reino permanecerão para sempre diante de mim; o seu trono será estabelecido para sempre (2 Sm 7.16). Jesus o filho de Davi. Jesus o cumprimento da profecia a Davi. No ministério real o Messias exerce poder sobre as enfermidades, a natureza e sobre as hostes da maldade nos lugares celestiais.
2- Ministério Sacerdotal.  Alguém que se tornou sacerdote, não por regras relativas à linhagem, mas segundo o poder de uma vida indestrutível. Pois sobre ele é afirmado: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.16,17). O sacerdócio de Jesus foi superior ao sacerdócio dos levitas por ser o sacerdócio de Cristo perfeito e por exercer Jesus seu ministério no céu. Portanto, o sacerdócio de Jesus é perfeito e superior ao sacerdócio dos outros. A superioridade do ministério sacerdotal de Jesus estar associado ao oferecimento do sacrifício. O sacrifício de Jesus era superior porque não foi oferecido no templo terrestre, e sim, no céu (Hb 9.24).
3- Ministério Profético. Levantarei do meio dos seus irmãos um profeta como você; porei minhas palavras na sua boca, e ele lhes dirá tudo o que eu lhe ordenar (Dt 18.18). O ministério profético de Jesus foi firmado em dois aspectos: proclamar a mensagem do Pai e revelar o Pai.
Percebe-se que Jesus no seu ministério profético não apenas proclamou a mensagem de Deus, mas também revelou a Pessoa do Pai. E nos dias atuais Jesus continua a exercer o seu ministério profético por intermédio da Sua Palavra, da Igreja e do Espírito Santo.
O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS
A passagem do Evangelho de João 1.1-14 poderá ser dividida em duas partes explicativas a respeito de Jesus: primeira, a identidade de Jesus e a segunda as obras desenvolvidas por Jesus. Conforme João 1.1, Jesus é Eterno, no princípio era o Verbo; Jesus é distinto de Deus (Pai), e o Verbo estava com Deus; e Jesus é Deus, e o Verbo era Deus. Enquanto, os versículos 3, 9, 12, 18, apresentam as obras do Verbo (Jesus) criar, iluminar, regenerar e revelar.
Conforme João 1.1, três são as frases que descrevem a identidade de Jesus: Ele é eterno (definição que permite afirmar que Jesus possui atributos que são pertencentes apenas a Deus, logo, Jesus é Deus); Ele é distinto do Pai (caracteriza que Jesus possui forma e função diferente do Pai); Ele é Deus.
Jesus é Deus porque Ele tem os nomes de Deus, os atributos de Deus e faz as obras de Deus.
Jesus é identificado pelos nomes de Deus:
Deus. Mas, acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre, e: cetro de equidade é o cetro do teu reino (Hb 1.8).
Filho de Deus (Mt 16.16,17), Santo (At 3.14), Senhor (At 9.17).
Jesus possui os atributos divinos:
Eterno. No princípio era o Verbo (Jo 1.1).
Onipotência (Mt 28.18), onipresença (Mt 18.20), onisciência (Jo 1.47,48).
Jesus é identificado como agente das obras desenvolvidas por Deus:
Criador. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez (Jo 1.3).
Preservador de tudo (Hb 1.3), perdoador de pecados (Mc 2.5,10,11), doador da vida (Fp 3.21). Ofícios e funções que pertencem distintamente a Deus, são atribuídos a Jesus Cristo (BANCROF, 2006, p. 123).
Porém, conforme João 1.14, o Verbo se fez carne, verdade que se trata da encarnação do Verbo, ou seja, Jesus se fez carne. A necessidade da encarnação do Verbo tendo como foco a morte de Jesus na cruz que pode ser definida em:
1- A Santidade de Deus tornou-a necessária (Hc 1.13).
2- O amor de Deus tornou-a necessária (1 Jo 4.10).
3- O pecado do homem tornou-a necessária ( 1 Pe 2.25).
4- O cumprimento das Escrituras tornou-a necessária (Lc 24.25-27).
5- O propósito de Deus tornou-a necessária (At 2.23). (BANCROF, 2006, p. 143-145).
Ao relatar a respeito de Jesus como homem é necessário entender que Jesus em sua natureza humana teve mãe e não teve pai. Jesus em sua natureza divina tem Pai e não tem mãe.
A expressão: a virgem conceberá e dará à luz um filho, outorga a ratificação das duas naturezas do Messias. A virgem, sem atuação do homem, indica que esta concebeu por intermédio do Espírito Santo (Mt 1.20), logo, a presente afirmativa ratifica a natureza divina de Jesus. A virgem, referência à mulher, indica a natureza humana de Jesus.
Assim como todo ser humano, Jesus também passou pelo desenvolvimento físico, teve a sua infância, cresceu no meio de pessoas que faziam parte do seu dia a dia, foi ensinado conforme os princípios dos judeus. Portanto, como homem Jesus teve um físico limitado, tanto pelo tempo como pelo espaço. Pelo tempo, pois conforme a condição do físico humano, Jesus como qualquer homem teria um período de vida limitado. Pelo espaço, pois conforme a condição do físico humano, Jesus como qualquer homem teria um limite no desenvolvimento corporal.
Jesus cuidou do seu corpo, pois quando estava cansado, Ele descansou, e por descansar se pode afirmar que Jesus apresentou em sua encarnação a humanidade do Filho Unigênito de Deus.
Referência:

BRANCROFT. Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Subsídio da E.B.D: A Salvação na Páscoa Judaica

A Salvação na Páscoa Judaica
O objetivo geral da presente lição é saber que a libertação dos israelitas vislumbrava um plano divino maior: libertar e salvar a humanidade; e como objetivos específicos: mostrar como se deu a instituição da Páscoa; explicar a importância e o significado do cordeiro da Páscoa; e, tratar a respeito da relevância e do significado do sangue do cordeiro na Páscoa.
A verdade prática ratifica que a libertação do povo israelita vislumbrava um plano divino maior: libertar e salvar a humanidade.  Percebem-se três motivos que explicam o porquê Deus escolheu povo de Israel: primeiro motivo, Israel foi escolhido para mostrar a glória de Deus ao mundo; em segundo, Deus escolheu a nação israelita para outorgar ao mundo as Escrituras Sagradas, e por terceiro, Deus escolheu a nação de Israel para entregar o Salvador ao mundo. Sendo que na páscoa judaica a salvação em Cristo é apresentada de maneira figurada.
Três são os pontos de contato entre o professor e o aluno: a páscoa, o cordeiro e o sangue.
A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA
 No Egito os israelitas foram conduzidos às regiões férteis, logo os anos de dor não correspondem aos 430 anos. Para compreender esta veracidade percebe-se que de Gênesis 50. 26 a Êxodo 1.8 há uma abrangência de mais ou menos, 300 anos. “Depois, levantou –se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José, o qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito e mais poderoso do que nós” Êx. 1.8,9.
Ao passar os 300 anos, e com uma nova liderança sobre as terras egípcias os israelitas foram submetidos a trabalhos pesados, porém quanto mais os israelitas eram afligidos tanto mais se multiplicavam (Êx 1.11,12). 
Logo, foi tomada uma segunda medida contra os israelitas, sendo a ordem do rei do Egito às parteiras das hebreias para matar os meninos para que o número de homens dos israelitas não aumentasse. Assim Sifrá e Puá desobedeceram à voz do rei por temerem a Deus (Êx 1. 15-17).
As perseguições aos israelitas despertaram os mesmos para clamarem ao Senhor e o clamou subiu a Deus. E os resultados foram (Êx 2. 24,25):
a) “e lembrou – se Deus do seu concerto com...” o termo lembrou – se, utilizado no texto não quer dizer que Deus tinha esquecido-se da promessa feita ao patriarca Abraão, mas que os israelitas tinham esquecido da promessa recebida de Deus e por isso enveredaram por caminhos que desagradava a Deus, como por exemplo: a idolatria egípcia.
b) “e atentou Deus para os filhos de Israel” quando o texto utiliza a termologia que atentou, refere que a ação de Deus em atentar para os israelitas correspondia a reparar, observar, prestar atenção, refletir e até mesmo ficar atento nas consequências do clamor dos israelitas, isto é, se os mesmo tinham se arrependido dos seus pecados e se de fato teriam voltado para o Senhor.
c) “e conheceu – os Deus” ao atentar para os filhos de Israel Deus os conheceu e visualizou no povo o arrependimento e o sofrimento.
O atender de Deus para com as orações dos israelitas se concretizou na saída dos filhos da eleição do Egito para a Terra Prometida, fenômeno espiritual e social que se notabilizou historicamente por ser conhecido de páscoa.
Champlin comenta sobre a dupla significação da páscoa:
A redenção dos judeus da servidão do Egito, como uma questão histórica, que envolve, naturalmente, muitas implicações e símbolos morais e religiosos... Festa da natureza. A páscoa incluía uma festa agrícola que envolvia as primícias (ver Lev 23.10) oferecidas ao templo, em Jerusalém, em tempos posteriores (2014, p. 100).
Então se compreende que a páscoa foi o último juízo de Deus sobe o Egito e a libertação dos israelitas da escravidão egípcia por meio sacrifício pascal.
A palavra portuguesa páscoa vem do termo hebraico pesach, cujo sentido é passar por sobre, uma referência à páscoa original, relatada no livro de Êxodo, quando o anjo da morte passou por sobre os filhos de Israel, mas destruiu todos os primogênitos do Egito (CHAMPLIN, 2014, p.102).
O CORDEIRO DA PÁSCOA
O cordeiro que seria sacrificado deveria ser sinônimo de perfeição, logo não deveria ter manchas, ser imaculado, ser saudável e limpo. O termo cordeiro identifica outro fator determinante, o animal deveria ser virgem o que não corresponde com o carneiro, animal reprodutor.
Já na Nova Aliança o profeta João ao olhar para Jesus expressou a seguinte frase: és o cordeiro de Deus que tira o pecado da humanidade (Jo 1.29). Jesus foi o sacrifício perfeito, entregue pela humanidade uma única vez, pois na morte de um justo a salvação veio ao mundo.
Quando a descrição a respeito de Jesus é definida como cordeiro de Deus permite compreender que o Messias não teve relações sexuais, a descrição permite compreender que Jesus foi imaculado também no que corresponde ao uso do corpo.
O SANGUE DO CORDEIRO
O sangue tem como significado na Bíblia, vida. O sacrifício de animais na Antiga Aliança correspondia com o restabelecimento da paz entre Deus e os homens, sendo esta ratificada mediante o derramamento de sangue. Já na Nova Aliança o sangue de Jesus outorga como direito aqueles que se entregam a Deus o trono da graça.
A morte de Jesus na cruz permite compreender o ministério sacerdotal do Messias, assim como entender, ser Jesus o próprio sacrifício. Portanto, com base nos escritos da Carta aos Hebreus nota-se a superioridade do sacerdócio de Cristo pelos seguintes pontos:
a) Os sacerdotes da Antiga Aliança entravam no tabernáculo terreno, sombra do tabernáculo celestial, enquanto Jesus entrou nos céus, no verdadeiro Santo dos Santos (Hb 4.14).
b) Os sacerdotes da Antiga Aliança ofereciam um sacrifício que se repetia a cada ano, isto é, sacrifício que não era eficaz. Já Jesus ofereceu a si mesmo como sacrifício, sendo este verdadeiro e eficaz (Hb 7.27; 9.23,28).
c) Logo, o sacrifício de Jesus tornou-se o melhor de todos, por finalizar os sacrifícios (Hb 9.13-10.18). Por fim, Jesus torna mediador de um pacto novo e maior que o antigo (Hb 8.6).
Referência:

CHAMPLIN. R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Volume 5. São Paulo: Hagnos, 2014.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Subsídio da E.B.D: Uma Promessa de Salvação

Uma Promessa de Salvação
O objetivo geral da presente lição é mostrar que a promessa da salvação foi a resposta amorosa de Deus para reconciliar consigo o ser humano; e como objetivos específicos: apresentar o conceito bíblico de salvação, mostrar a importância da doutrina da salvação e saber que a salvação foi prometida ainda no Éden.
Gênesis 3.15 expõe uma das grandezas de Deus, o Senhor por Seu imenso amor para com a humanidade faz promessa de salvação, e descreve que da semente da mulher um feriria a cabeça da serpente, percebe-se que o da semente da mulher indica conforme os rabinos, mestres da Lei, que este (descendente da mulher), não nasceria pela participação de um homem, logo se entende que seria gerado pelo poder do Espírito Santo.
Gênesis 3.15 é chamado por alguns teólogos de proto evangelho, porque neste texto, mesmo de forma indireta, Deus promete o vindouro Salvador, o nosso Senhor Jesus Cristo, que destituiria Satanás de seu poder e desfaria sua má obra, assim como um homem ao esmagar a cabeça de uma serpente debaixo de seus pés. O Senhor estava mostrando misericórdia mesmo quando Ele julgava (Gn 4.15) – (ALLEN; RADMACHER; HOUSE, p. 18).
A presente lição tem como ponto central compreender que a promessa da salvação é a resposta amorosa de Deus para salvar a humanidade pecadora.
CONCEITO DE SALVAÇÃO
A Palavra salvação deriva do grego, soteria, tendo por significado, liberdade ou ser livre de um perigo iminente. O termo salvação no Novo Testamento insere como compreensão o propósito de Deus, que é a salvação da humanidade.
Nos livros do Antigo Testamento percebe-se que a palavra salvação diz respeito à libertação da escravidão e também se associa com a preservação da vida, pois o termo hebraico, yasha, que é traduzido por salvar tem como significados: ajudar, libertar, livrar e salvar. Corresponde com livramento de grandes perigos e de risco de morte.
O conceito de salvação no Novo Testamento inclui a maioria dos elementos e aspectos aludidos no Antigo Testamento, acrescentando-lhe dimensões espirituais. O termo grego soteria compreende tanto a salvação nacional como a pessoal (ALLEN; RADMACHER; HOUSE, p. 18).
No Antigo Testamento a salvação é apresentada de maneira figurada e é prometida.
Salvação Figurada. Quando o homem pecou, logo percebeu que estava nu, em seguida fez para se e para a sua esposa aventais de folhas de figueira (Gn 3.7); Deus não aprovou as vestes feitas pelo primeiro Casal, segundo o texto de Gênesis 3.21, Deus fez túnicas de peles e os vestiu. O animal imolado pelo próprio Deus torna-se uma figura de Cristo, pois só pela morte de Jesus que há salvação para a humanidade.
Salvação Prometida. A primeira promessa a respeito de um salvador na bíblia encontra-se em Gênesis 3.15. Porém, analisando ainda o Antigo Testamento são inúmeras as profecias a respeito de Jesus, vejamos algumas delas:
Profeta semelhante a Moisés (Dt 18.15)
É crucificado (Sl 22)
È Deus e terá um reino eterno (Is 9.)
É ungido e morto depois de 483 anos (Dn 9. 24-27)
É eterno e nascerá em Belém (Mq 5.2)
OS ELOS DA SALVAÇÃO
Os elos da salvação são: fé, arrependimento, conversão, santificação e glorificação.
Fé. Que é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem (Hb11.1). Em suma, quando se trata da fé, podemos citar três dimensões que se relacionam com o elo da fé, são elas:
a) Fé Natural - todas as pessoas dizem possuir uma fé e é claro que possuem, porém a nomeamos de fé natural ou comum.
b) Fé Salvífica - É a fé da entrega, quem possui esta fé não consegue viver sem Jesus.
c) Fé Sobrenatural – é a fé que remove montanhas.

Arrependimento. É um ato de contrição profunda do coração, pela culpa de uma ação cometida com desejo de deixar o erro e praticar o bem.
Conversão. É a entrega total a Jesus e como resultado a mudança completa; espírito, alma e corpo transformados para a ação do Espírito de Deus.
Santificação. É a ação em que se abandona o pecado e passa a ter uma vida pura em toda maneira de viver.
a. Santificação pretérita – estar relacionada ao momento da conversão.
b. Santificação presente – santificamos mediante a palavra de Deus, a oração e a dedicação na casa do Senhor.
c. Santificação futura ou total – quando deixarmos este corpo corruptível e tomar posse de um corpo incorruptível.
Glorificação. É a razão da nossa vida espiritual, quando termos o nosso corpo transformado conforme a imagem celestial (ICor 15.49).
Referência:

ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico AntigoTestamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Subsídio da E.B.D: Sobre a Família e a sua Natureza

Sobre a Família e a sua Natureza
O objetivo geral da presente lição é apresentar o ensinamento bíblico sobre a origem e o propósito da família; e como objetivos específicos: mostrar a formação do ser humano, explicar a origem da família e o papel da mulher na sociedade israelita, explicar os princípios básicos da família, e conscientizar os crentes acerca do desafio da Igreja hoje.
Os principais pontos a serem compreendidos na presente lição são: o ser humano a imagem de Deus, a família e o casamento.
O homem e a mulher conforme a imagem de Deus
Quanto ao tempo histórico da existência do ser humano é necessário que o conhecimento da raça humana seja definido no que corresponde aos fatos anteriores e posteriores ao pecado que é considerado um fenômeno espiritual.
No que corresponde aos fatos anteriores ao pecado, a Bíblia narra a criação do homem, fato que ocorreu no sexto dia da criação da humanidade, também a complementação do homem com a criação da mulher e por fim a responsabilidade que o primeiro casal possuía. A narrativa bíblica relata o relacionamento que o homem possuía com Deus. Deus falava abertamente com o primeiro casal. O homem foi criado à imagem e a semelhança de Deus, isto não significa que há semelhança física entre ambos, mas que tanto Deus como o homem possui personalidade e o homem possuía semelhança intelectual e moral para com Deus.
Porém, o capítulo três de Gênesis explica como ocorreu à queda do homem. Com a queda a vida do homem passa a ser definida em períodos conturbados em que a violência, a prostituição, a corrupção e tudo de mal se tornam elementos diários na vida dos seres humanos.
Portanto, segundo a narrativa bíblica o homem não foi criado com o pecado, mas o pecado entrou no mundo pela desobediência do homem ao quebrar a aliança que tinha feito com Deus. Nesta aliança entre Deus e Adão existia uma promessa, a vida; uma condição, a obediência e uma pena, a morte. Com a desobediência o homem sofreu a morte. No caso de Adão sofreu a morte moral, espiritual e posteriormente com 930 anos a morte física.
As consequências não limitaram ao primeiro casal. Pelo pecado de um só homem todos pecaram e assim as consequências passaram a todos os homens. Ao desobedecerem tanto Adão como Eva perceberam que estavam nus (Gn 3.7), tiveram medo de Deus e se esconderam (Gn 3.8-10), e por fim foram expulsos do jardim (Gn 3.23,24).
Conhecendo a instituição Família
As ciências humanas caracterizam a família com termos diferentes, mas com mesma descrição sociológica. Por exemplo, a teologia conceitua a família como um grupo de pessoas com o mesmo tipo de sangue, enquanto a antropologia explica que a família é um conjunto de pessoas com a mesma descendência, e a ciência biológica indica que a família é um conjunto de pessoas com a mesma definição genética.
1- Tipos de Família. Sociologicamente a instituição família vem sendo definida em alguns tipos e, com exemplos bíblicos percebem-se alguns destes no cenário histórico narrado pela Escritura Sagrada.
1.1- Família Nuclear. Também conhecida como família elementar é a configuração constituída pelo pai, mãe e filhos.
1.2- Família Extensiva. Trata-se da família abrangente à nuclear que amplia a sua constituição com a presença do sogro, da sogra, dos avôs, dos tios e assim por diante.
1.3- Família Abrangente. Trata - se da família que inclui membros por afinidade, ou seja, por laços afetivos.
1.4- Família Monoparental. Trata-se, da família que os irmãos possuem uma mesma mãe e não um mesmo pai. Ou seja, mesma mãe e pai diferente ou mesmo pai e mãe diferente.
1.5- Família Recomposta. Trata-se do desfeito do núcleo marital, ou seja, separação do casal ou a morte de um dos membros deste núcleo e o outro se casa novamente.
1.6- Família Adotiva. Trata-se, da adoção. Quando uma criança é adota a mesma passa a ter um lar, ou seja, passa a ter uma família.
2- Tipos de relações pessoais na família. As relações pessoais se concretizam com os processos sociais, principalmente a socialização e a comunicação. A socialização se resume na palavra educação, enquanto a comunicação se dá pela interação entre as pessoas.
2.1- Relação pessoal por aliança. Corresponde com a relação desenvolvida por um pacto. Esta é a relação matrimonial que se dá pelos consortes, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e serão dois numa carne (Ef 5.31).
2.2- Relação pessoal por filiação. Corresponde com a relação desenvolvida entre pais e filhos (1 Rs 2.1-4).
2.3- Relação pessoal consanguínea. Corresponde com a relação desenvolvida entre irmãos.
Casamento
Casamento é a união legítima entre um homem e uma mulher. Na criação concernente a formação da humanidade Deus realizou duas grandes obras:
Primeira grande obra: Deus fez o homem e a mulher conforme a sua imagem.
Segunda grande obra: Deus uniu o homem e a mulher formando assim a família.
Aspectos importantes para a compreensão do casamento
1- Aspecto bíblico. O casamento bem-sucedido tem o seu lado espiritual em crescimento. Logo o casamento infeliz estar com o seu lado espiritual em declínio. As obras da carne são prioridades em um lar infeliz.
O casamento infeliz é movido pela energia produzida pelas obras da carne. Porém, o casamento que tem como alicerce a doutrina Bíblica será um relacionamento equilibrado, sadio e fervoroso. 
2- Aspecto afetivo. O casamento não poderá entrar na rotina, pois o mesmo se esfriará. O amor deverá ser cultivado. A cultivação do amor se concretiza pela comunicação, pela fidelidade, pela demonstração, pela renúncia e pelo companheirismo.
3- Aspecto social. A família é considerada a célula da sociedade.
No aspecto social o casamento é a união de duas pessoas para viverem juntas conforme aos padrões culturais e para constituírem a propagação da família, ou seja, terem filhos, e dos filhos netos e assim por diante.
No aspecto social vale refutar sobre as diferenças naturais de um casal. São pessoas diferentes que foram criadas em meios sociais totalmente diferentes e por isso, formaram um novo meio cultural, isto é uma família nuclear.
4- Aspecto físico. Aspecto que está diretamente relacionado com a atividade sexual do casal. O sexo em si não é pecado se o mesmo for realizado no casamento. Porém, antes ou fora do casamento o sexo deixa de ser uma bênção e passa a ser uma maldição.
Como bênção o sexo proporciona maior harmonia entre os cônjuges e é o meio pelo qual Deus em sua bondade outorga a possibilidade da vida se perpetuar, ou seja, por meio do sexo há a procriação, porém o sexo tem finalidades além da procriação.
Já como maldição o sexo é realizado fora, ou antes, do casamento. De tal ação se percebe o aumento das DST que dentre tantos é mais um problema social. Logo, o sexo passa a ser um meio de dor e angústia social.

Bom estudo!