Deus é Fiel

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domingo, 24 de janeiro de 2021

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: Fruto do Espírito: o eu crucificado

 Fruto do Espírito: o eu crucificado

O texto áureo da presente lição tem como descrição:

O fruto do Espírito é um dos temas mais vibrantes da ética cristã, pois mostra para o mundo o que Espírito Santo colocou dentro de cada um de nós.

Sendo que o objetivo geral do estudo é Demonstrar que o Fruto do Espírito é um dos temas mais vibrantes da vida cristã. E como objetivos específicos: conceituar o fruto do Espírito; distinguir e relacionar fruto do Espírito e dons espirituais; e, conscientizar que o Espírito se opõe à carne.

Para Horton:

O fruto tem a ver com o crescimento e o caráter; o modo da vida é o teste fundamental da autenticidade. O fruto, em Gálatas 5.22,23, consiste nas “nove graça que perfazem o fruto do Espírito, o modo de vida dos que são revestidos pelo poder do Espírito que neles habita” (1996, p. 488).

I – O FRUTO DO ESPÍRITO NA VIDA DO CRENTE

Conforme Esequias:

[...] O fruto do Espírito é o resultado natural de um processo de amadurecimento e a consequência de um desenvolvimento natural de crescimento espiritual. Ele surge paulatinamente dentro de cada crente como resultado da regeneração do Espírito Santo de forma instantânea e também gradativa por meio do crescimento na graça de nosso Senhor Jesus Cristo, como acontece com a santificação (2020, p. 75).

Sendo que a vida de santidade proporciona comunhão com Deus. Um viver santo é saber distinguir entre o certo e o errado; praticar o que é correto e invalidar o incorreto. Ser santificado por Deus não indica que o cristão é santo, mas que o cristão é separado por Deus, para o uso de Deus e para Deus.

Separado por Deus indica que é Deus que o santifica. Para o uso de Deus, indica que Deus separa pessoas para serem seus instrumentos de bênção. E para Deus, corresponde que os cristãos pertencem a Deus.

Portanto, os cristãos são separados para serem usados por Deus e para terem comunhão com Deus. Para uma vida de comunhão com Deus é necessário o investimento de tempo em oração, jejum, frequência na Igreja e dentre outros, a leitura da Bíblia.

II – DIFERENÇA E RELAÇÃO ENTRE O FRUTO E OS DONS DO ESPÍRITO

A respeito da relação percebe-se que o fruto e os dons possuem na origem a mesma fonte: o Espírito Santo da Verdade; porém, se distingue na durabilidade. Pois, o fruto tendo como base, o amor, é eterno, enquanto os dons não serão necessários com a conclusão da missão da Igreja na terra.

Didaticamente o fruto do Espírito pode ser dividido em três grupos:

Primeiro grupo: virtudes interligadas ao relacionamento com Deus – amor, alegria e paz.

Segundo grupo: virtudes interligadas ao relacionamento com os outros – longanimidade, benignidade e bondade.

Terceiro grupo: virtudes interligadas ao relacionamento pessoal – fé, mansidão e temperança.

O fruto presente no testemunho cristão revela nove graças, a partir do amor: gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. É, na verdade, a ética do Espírito. Os dons espirituais e o fruto, embora distintos, se relacionam por terem a origem na mesma fonte e por ambos glorificarem a Cristo (SOARES, 2020, p. 77 e 78).

III – O ESPÍRITO SE OPÕE À CARNE

As obras da carne são demonstrações físicas e espirituais da degeneração humana. E didaticamente podem ser agrupadas em quatro grupos.

Primeiro grupo: pecados sexuais – adultério, fornicação, impureza e lascívia.

Segundo grupo: falsa religiosidade – idolatria e feitiçaria.

Terceiro grupo: atitudes impróprias para com o próximo – inimizade, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias e invejas.

Quarto grupo: assuntos relacionados com o domínio próprio – homicídio, bebedice e glutonaria.

Por fim:

E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências (Gl 5.24).

O versículo indica a vitória sobre a carne, logo os frutos do Espírito são desenvolvidos para esta finalidade, vencer os desejos exagerados da carne, sendo que os mesmos são identificadores da real transformação ocorrida na vida do cristão.

REFERÊNCIA

HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática uma perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

sábado, 23 de janeiro de 2021

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – Neemias: a oração de um construtor

Neemias: a oração de um construtor

Conforme a Síntese:

Com Neemias aprendemos duas valiosas lições: Que a oração é uma ferramenta indispensável para vencermos os maiores desafios e que precisamos eleger as prioridades certas em nossas vidas.

Pois, [...] Neemias: um homem que, em constante oração, se permitiu ser usado por Deus para abençoar vidas, construir uma verdadeira fortaleza, restaurar a identidade de um povo e produzir frutos em abundância (TEDESCO, 2020, p. 55).

A presente lição tem como objetivos:

Mostrar a tristeza de Neemias diante da miséria do seu povo.

Demonstrar a importância do jejum e da oração.

Enfatizar os resultados da oração de Neemias.

I – A TRISTEZA DE NEEMIAS DIANTE DA MISÉRIA DO SEU POVO

Hanani contou a Neemias a situação em que se encontrava a cidade de Jerusalém: Os restantes, que ficaram do cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo; e o muro de Jerusalém fendido e as suas portas queimadas a fogo (Ne 1.3).

A vida era difícil para o povo em Jerusalém, em grande parte, devido às condições do muro da cidade. No antigo Oriente Médio, o muro de uma cidade fornecia proteção aos habitantes e, conforme criam, era sinal da proteção do deus (ou deuses) cultuado(s) por aquele povo. Logo, o estado arruinado do muro de Jerusalém envergonhava o nome de Deus (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 746).

Com a má notícia recebida, Neemias se angustiou, jejuou e orou. Deus atentou à oração em despertar o rei a atender ao pedido de Neemias. Fato que corrobora com o que está escrito em Mateus 21.22: E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis.

A atitude de Neemias é acrescentada por duas virtudes extremamente preciosas que são, a sensibilidade e a empatia, sobre as quais comenta Tedesco:

Foram essas duas qualidades [...] que fizeram que Neemias tomar uma importante decisão: pedir ao rei a permissão para deixar o conforto, a solidez e a opulência da corte para ir até Jerusalém viver uma nova história entre as ruínas que sobraram e as pessoas que sofriam e clamavam por misericórdia (2022, p. 58).

II – NEENIAS ORA E JEJUA EM FAVOR DO SEU POVO

Com base na vida de Neemias aprende-se que uma pessoa de atitude se revela por manter intimidade com o Senhor (uma vida de oração), logo, ao manter a atitude de uma vida fervorosa em oração percebe-se que as lágrimas tornam-se cotidianas no processo do desenvolvimento espiritual.

O choro ocupou um período necessário na narrativa de Neemias, porém logo uma nova etapa teve início: o tempo de jejum e oração (TEDESCO, 2002, p. 61).

Sendo que o jejum significa abster – se de alimento por determinado tempo. A abstinência poderá ser total ou parcial. O jejum tem como objetivo aprimorar o exercício da oração e da meditação e como alvo primordial aproximar o cristão de Deus.

Tipos de Jejum. O jejum poderá ser parcial quando compreende apenas a abstinência de determinados alimentos. Também poderá ser total quando o indivíduo abstém de todo tipo de alimento com exceção de água. E por fim um terceiro tipo de jejum é o absoluto quando a abstinência compreende a todo tipo de alimento e também com a ausência do consumo de água.

Jejum no Antigo Testamento. A pratica do jejum no Antigo Testamento é descrita com as seguintes razões: como expressão de arrependimento (1 Sm 7.6), como desejo de vida (2 Sm 12.16), como precedente a uma ação (Et 4.16), como meio a benevolência e proteção Divina (Ed 8. 21-23) e como fortalecimento do espírito em meio aos desejos egoístas da alma (Sl 69.10).

Jejum no Novo Testamento. A prática do jejum no Novo Testamento é descrita com as seguintes razões: como forma de submissão e adoração ao Senhor (At 12.2), como forma de escolher e enviar missionários (At 12.3) e como consagração ao Senhor tanto no orar por pessoas (Mt 17.21), assim como no implantar igrejas (At 14.23).

O ensino de Jesus sobre o jejum. Jesus reprovou a atitude dos fariseus que tinham como objetivo a aprovação e admiração dos homens. Nos ensinos de Cristo o jejum é fruto da alegria (Mt 6.16), o jejum requer dedicação, pois é feito para glória de Deus (Mt 6.17) e não é ato de penitência (Mt 6.18).

III – OS RESULTADOS DA ORAÇÃODE NEEMIAS

Analisando os dias de Neemias em Jerusalém percebe-se que os inimigos atacaram a comunidade judaica com a utilização das seguintes armas:

Desprezo (que fazem estes fracos judeus? – Ne 4.2),

Escárnio (vivificarão dos montões de pó as pedras que foram queimadas? – Ne 4.2),

Mentira (Ne 6.8),

Astúcia (Ne 6.3)

E ameaça (Ne 4.9).

Porém, tendo como foco a pessoa do líder Neemias, conforme bem define Renovato conclui-se que:

1) Ele não perdeu o foco de sua missão. Estou fazendo uma grande obra...

2) Não desceu ao nível dos adversários [...] Neemias se encontrava em posição mais elevada não só geograficamente, mas acima de tudo, espiritualmente. Fazer acordo com inimigos da obra é descer ao nível deles [...]

3) Não quis perder tempo [...] Os inimigos não se conformaram com a resposta de Neemias. Tentaram vencer sua resistência à exaustão. “E da mesma maneira enviaram a mim quatro vezes; e da mesma maneira lhes respondi.” (2020, p. 68,69).

Em suma, a ida de Neemias à Jerusalém foi fruto da oração. As conquista desfrutadas por Israel no decorrer histórico em análise também foi fruto da oração. Logo, é direito e dever do cristão orar sem cessar (1 Ts 5.17). Lembrando que o termo oração é definido pela palavra diálogo, ou seja, oração significa conversa que se dá entre o cristão e a pessoa de Deus. A oração na prática não é um sacrifício, mas ao contrário é um privilégio outorgado aos que descobriram o seu valor.

REFERÊNCIA

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

RENOVATO. Elinaldo. Livro de Neemias: Integridade e Coragem em Tempos de Crise. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

TEDESCO, Marcos. Ensina-nos a orar: exemplos de pessoas e orações que marcaram as escrituras. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: A atualidade dos dons espirituais

 A atualidade dos dons espirituais

O texto áureo da presente lição tem como descrição:

Ser pentecostal significa crer na atualidade das manifestações do Espírito Santo, e isso envolve o batismo no Espírito e os dons espirituais.

Sendo que o objetivo geral do estudo é Apresentar a atualidade dos dons espirituais. E como objetivos específicos: apontar a necessidade dos dons espirituais hoje; situar a função dos dons espirituais; e, reconhecer que os dons revelam a unidade na diversidade.

A palavra dom tem como significado dádiva, ou seja, são presentes oferecidos pelo Espírito Santo aos crentes para os encorajarem a irem além no executar da missão.  De maneira mais prática dom quer dizer “ministério em ação”. Em suma, os dons são dádivas do Espírito Santo aos santos para a execução da evangelização e também são para a edificação da igreja.

Logo, o batismo no Espírito Santo poderá ser definido como o:

Os dons espirituais são necessários porque a igreja não avança nenhum passo sem eles. A igreja está numa batalha contra o reino das trevas. O conflito está fora da esfera física, ela é espiritual. O nosso inimigo é invisível aos olhos físicos, detectamos os efeitos maléficos da ação deles. É uma luta que ninguém poder vencer sem ajuda de Deus. Jesus disse: “Porque sem mim vocês não podem fazer nada” (Jo 15.5) o mesmo pode ser dito do Espírito Santo, o outro consolador (Jo 14.16). E os dons espirituais são capacitações especiais e sobrenaturais concedidas pelo Espírito de Deus ao crente para serviço especial na execução dos propósitos divinos por meio da Igreja. São meios pelos quais o Espírito equipa os membros do corpo de Cristo para realizar o que não seria possível por meio dos recursos humanos. Além disso, é por meio deles que confessamos o nome de Jesus e somos edificados (SOARES, 2020, p. 57).

I – A NECESSIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS HOJE

Os dons são importantes para a execução do ministério no qual o cristão foi vocacionado. Portanto, os dons espirituais não caracterizam se o cristão que possui algum dom é superior ao cristão que não possui o determinado dom. Há uma diversidade de dons e estes existem para suprir as necessidades da igreja.

Sobre diversidade compreende-se que os dons proporcionam o suprimento das necessidades do ser humano. Há uma variedade, sendo esta variedade soluções que edificam e solucionam problemas desde o corpo a alma.

Muitas coisas melhoraram para a Igreja dos dias de hoje. As construções dos templos são melhores e maiores, existem rádios, coros e bandas à disposição dos pastores. Eles possuem automóvel, literatura à vontade, etc. Porém, nenhuma dessas coisas boas e úteis pode jamais substituir os dons do Espírito (BERGSTÉN, 2019, p. 108).

Sendo que os dons espirituais são recursos espirituais que outorgam maior harmonia e interação entre Deus e os cristãos, assim como entre os cristãos e o próximo.

II – A FUNÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS

Didaticamente o apóstolo Paulo ao escrever para a Igreja em Coríntios descreve nove dons espirituais que para compreensão eficiente os estudiosos os dividem em três grupos.

Primeiro grupo o de revelação: sabedoria, palavra da ciência e discernimento dos espíritos.

O dom da palavra da sabedoria corresponde “a uma capacitação divina sobrenatural para tomada de decisões sábias e em circunstâncias extremas e difíceis”.

O dom da Palavra da Ciência corresponde com o resultado da iluminação do Espírito Santo proporcionando ao cristão o conhecimento a respeito das profundezas da Escritura Sagrada e também o conhecimento de fatos e circunstâncias atuais que estão ocultos.

E o dom de discernimento de espíritos permite que a igreja de Deus não seja enganada.

Segundo grupo o de poder: dom da fé, dons de curar e dons de operações de maravilhas.

Para que haja uma ação extraordinária por parte da igreja, a fé como dom é a capacidade outorgada pelo Espírito Santo ao cristão para que coisas sobrenaturais ocorram. A fé como dom sobrenatural ultrapassa a esfera natural das coisas.

Os dons de cura são importantes para a igreja nos dias de hoje pelos seguintes motivos: a cura proporciona evangelização, a cura proporciona glorificação; e, a cura proporciona vitória.

O dom de operações de maravilhas altera a ordem natural das coisas consideradas impossíveis e impensáveis. Como exemplo, a ressurreição e o acalmar o vento e a tempestade.

E o terceiro e último grupo os de elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas.

O dom de profecia corresponde com a mensagem verbal inspirada pelo Espírito Santo na língua conhecida pelo mensageiro e pelo destinatário. Sendo que a mensagem é divina.

O dom de interpretação corresponde com a identificação da mensagem divina e não com a tradução de uma língua.

III – OS DONS REVELAM A UNIDADE NA DIVERSIDADE

Indiretamente o apóstolo Paulo trata-se da Trindade no capítulo em apreço de 1 Coríntios 12 ao citar:

Diversidade de dons, associando ao Espírito Santo;

Diversidade de ministérios, associando a pessoa de Jesus Cristo;

E, ao citar diversidade de operações, relatando sobre a ação do Pai.

Porém, o grande objetivo do apóstolo é enfatizar que em meio à diversidade há uma unidade operante (v.11). Pois:

[...] os vv. 12 e 13 formam o elo entre os dons e os membros do corpo de Cristo, que o apóstolo usa uma linguagem metafórica nessa ilustração. A ilustração do corpo humano com a Igreja nos versículos seguintes, além de mostrar a unidade na diversidade, nos ensina também que precisamos uns dos outros (1 Co 12.21), diferimos uns dos outros (1 Co 12.18) e precisamos cuidar uns dos outros (1 Co 12.25). Isso é Igreja (SOARES, 2020, p. 71).

REFERÊNCIA

BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2019.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – Moisés: Um líder de oração

 

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – Moisés: Um líder de oração

Conforme a Síntese:

Moisés foi um líder que se destacou pela forma como se relacionava com Deus.

Pois, Desde sua formação inicial em solo egípcio, passando pelas experiências durante os anos de solidão como um pastor do deserto e as magníficas histórias protagonizadas à frente do povo israelita no êxodo, a vida de Moisés foi marcada por uma condicionante decisiva: um relacionamento de grande intimidade com Deus (TEDESCO, 2020, p. 32).

A presente lição tem como objetivos:

Identificar o efeito da oração na vida de um líder.

Descrever a íntima relação entre Deus e Moisés.

Enfatizar a importância em definir prioridades.

I – MOISÉS FALA COM DEUS

Moisés significa o que foi tirado, nome outorgado pela filha de faraó que o chamou de Moisés e disse: Por que das águas o tenho tirado (Ex 2.10). Moisés viveu 120 anos e nestes a sua vida foi dividida em três etapas, porém duas delas abrangem o período de Israel no Egito (Moisés no palácio e Moisés no deserto) e a última corresponde ao período de Israel no deserto (Moisés no deserto guiando o povo em direção à terra prometida).

Ao relatar a respeito da vida de Moisés percebe-se que ele pode ser considerado um homem experimentado, pois a etapa que corresponde ao palácio mostra a chegada de um menino descendente dos hebreus que se torna príncipe. Já no segundo momento a experiência do líder se dá por intermédio dele não aceitar a violência aos descendentes de Abraão. Em resumo, Moisés em todos os seus anos alcançou experiências o que o torna um homem experimentado no labor da liderança.

Porém, na última etapa percebe-se a construção da experiência no que se refere à formação do grande líder Moisés. E o grande desafio era liderar um povo que inicialmente se apresenta por característica em ser obstinado. Característica que não fez com que Moisés os negligenciasse, mas permitiu que:

Movido por um amor só encontrado naqueles que verdadeiramente servem a Deus, Moisés queria algo mais do que apenas a sobrevivência física do povo hebreu. Ele queria o perdão e a restauração do povo almejava a presença do Pai celeste à frente de um povo arrependido e confiante em marcha triunfante (TEDESCO, 2020, p. 34).

II – DEUS FALA COM MOISÉS FACE A FACE

O presente tópico tem como olhar específico para o texto de Êxodo 33. 11: E falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo; depois tornava-se ao arraial; mas o seu servidor, o jovem Josué, filho de Num, nunca se apartava do meio da tenda (Êx 33.11).

No que tange “e falava o Senhor” pode compreender que:

O diálogo aqui estudado (Êx 33.11-23) nos mostra um impressionante padrão no relacionamento existente entre Moisés e Deus. As orações desse grande homem assumiam uma dimensão de profunda intimidade, algo que evidencia um amadurecimento espiritual do ser humano dirigido a Deus em uma verdadeira oração de fé (TEDESCO, 2020, p. 36).

A maioria dos cristãos não se despertaram para escutar a voz de Deus enquanto estão em oração, pois a oração corresponde a um diálogo, ou seja, ambos falam e ambos escutam.

Moisés escutava a voz de Deus. Moisés falava com Deus. Logo, Moisés possuía intimidade com o Senhor. A intimidade com o Senhor se constrói por intermédio de uma vida de oração.

III – MOISÉS ROGA A DEUS A SUA PRESENÇA

O diferencial de um grande líder está no Ps (palavra e presença).

Todo líder deverá ser fiel em suas palavras e sempre se apresentar nos momentos em que seus liderados necessitarem de sua presença.

Aplicando à liderança cristã percebe-se que é necessário entender que a Palavra de Deus condiciona a eficiência e a eficácia no desenvolvimento das funções do líder. Fato que também é corroborado pela presença do Senhor. Sabendo desta realidade Moisés roga a presença do Senhor.

A aprendizagem que se tem da oração do personagem em apreço é que Moisés tinha como prioridade a presença de Deus.

Sendo assim:

Devemos, assim como Moisés, buscar com intensidade a presença de Deus em nossas vidas. Que possamos sentir Cristo em nós, promovendo uma sede crescente pela glória, graça e bondade do Pai. E, para tanto, a oração torna-se um caminho vital em direção a um constante amadurecimento do relacionamento entre a criatura e o Criador (TEDESCO, 2020, p. 41).

 REFERÊNCIA

TEDESCO, Marcos. Ensina-nos a orar: exemplos de pessoas e orações que marcaram as escrituras. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: O Batismo no Espírito Santo

 O Batismo no Espírito Santo

O texto áureo da presente lição tem como descrição:

Ser batizado no Espírito Santo é uma experiência espiritual perfeitamente distinta da nossa conversão, e para nós, essa é uma verdade apresentada nas Escrituras.

O objetivo geral do estudo é Conscientizar a respeito do Batismo no Espírito Santo como uma verdade revelado nas Escrituras. E os objetivos específicos: conceituar o Batismo no Espírito Santo; mostrar o propósito do Batismo no Espírito Santo; e, destacar o recebimento e a evidência do Batismo no Espírito Santo.

Logo, o batismo no Espírito Santo poderá ser definido como o:

Revestimento de poder que segundo os evangelhos e os Atos dos Apóstolos, segue-se à verdadeira conversão a Cristo Jesus. Tornando-se realidade no cenáculo, na casa de Cornélio e entre os doze de Éfeso, a experiência do batismo no Espírito Santo fez-se padrão na vida dos seguidores do Nazareno (ANDRADE, 1997, p. 48).

I – QUE SIGNIFICA BATISMO NO ESPÍRITO SANTO?

O batismo no Espírito Santo é revestimento e derramamento de poder do Alto, com a evidência física inicial o falar línguas estranhas, conforme o consentimento do Espírito Santo.

Porém, o batismo no Espírito Santo não é salvação, pois para alcançar a salvação o meio de apropriação é a fé em Cristo. Também é necessário compreender que o batismo no Espírito Santo não é santificação, pois a santificação ocorre de maneira progressiva.

Soares corrobora com a descrição acima ao relatar que há dois pontos fundamentais sobre o conceito do pentecostalismo clássico referente ao batismo no Espírito Santo:

[...] a) trata-se de uma experiência espiritual do crente com o Espírito de Deus separada da conversão, na qual ele “entra em uma nova fase em relação ao Espírito”; b) tem o falar em línguas, glossolalia, como evidência física inicial do batismo (2020, p. 41).

II - O PROPÓSITO DO BATISMO NO ESPÍRITO

O Batismo no Espírito Santo tem como propósitos:

A edificação espiritual do crente, pois mediante o falar das línguas o cristão é edificado (1 Co 14.4).

A obtenção de maior dinamismo espiritual, ocasionando maior disposição e maior coragem na prática da vida cristã.

Sendo que o batismo no Espírito Santo é o meio pelo qual Deus outorga os dons espirituais, que são:

Dons que manifestam o saber de Deus: a palavra da sabedoria, a palavra da ciência e dom de discernimento; Dons que manifestam o poder de Deus: fé, dons de cura e operação de maravilhas; e, dons que manifestam a mensagem de Deus: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas (1 Co 12.7-10).

O evangelista Jones corrobora ao relatar que:

A vida do cristão começa no Calvário, mas o trabalho eficiente no Pentecostes (apud ANDRADE, 1997, p. 49).

III – O RECEBIMENTO E A EVIDÊNCIA DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

Com base nas seguintes palavras: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar” (At 2.39). Compreende que há abrangência da promessa do batismo no Espírito Santo, que é para “todos quantos Deus nosso Senhor chamar”.

No Novo Testamento tanto os judeus como os gentios foram cheios do Espírito Santo, isto sem ocorrência de acepção de pessoas conforme a profecia de Joel.

Assim, como Deus usou o profeta Joel para profetizar o dia de pentecoste com a descida do Espírito Santo, em Atos capítulo dois, Deus usa o apóstolo Pedro para confortar e esclarecer aos crentes a respeito do batismo no Espírito Santo.

Portanto, para receber o Batismo no Espírito Santo é necessário convicção da promessa, pois o próprio Jesus descreve o batismo como promessa do Pai (Lc 24.49) e viver uma vida de oração, consagração, obediência e por fim, cuidando da espiritualidade. Em suma, o dia de pentecoste é bíblico e o batismo no Espírito Santo também é para os dias de hoje.

REFERÊNCIA

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – Abraão, a vida de oração de um homem de fé

 Abraão, a vida de oração de um homem de fé

Conforme a Síntese:

A vida de Abraão nos traz grandes ensinamentos sobre a oração como um estilo de vida.

Pois, Abraão é conhecido por todos nós como o pai da fé e tornou-se uma referência a todos os que creem (Rm 4.11). Através da vida desse patriarca, Deus nos ensina grandes lições a respeito da fé, da confiança, da submissão e da disponibilidade de se deixar conduzir pela direção divina nos mais variados momentos (TEDESCO, 2020, p. 19).

A presente lição tem como objetivos:

Compreender o conceito bíblico de paciência e longanimidade.

Mostrar que Abraão foi um intercessor em favor de Sodoma e Gomorra.

Saber que a oração nos protege de nos enganar a respeito da vontade de Deus.

I – A ORAÇÃO NOS TORNA PACIENTES, LONGÂNIMES

A palavra paciência no grego μακροθυμέω e significa longanimidade, perseverança e firmeza.

Longanimidade define o indivíduo que tem como qualidade grandeza de ânimo, indivíduo corajoso em meio às adversidades e que age em favor de alguém, termo também relacionado com o ato de ser bondoso ou generoso. Perseverança define o indivíduo persistente que tem constância nas suas ações e não desiste diante das dificuldades. Firmeza é o termo apropriado para caracterizar o indivíduo que não duvida dos princípios aprendidos e os colocam em prática.

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pe 3.9).

Deus não deixou de cumprir nenhuma das suas promessas. Na verdade, o ritmo pausado que Ele adotou é motivado pela paciência. Deus está esperando para estender a oportunidade aos seres humanos, para que se arrependam (RICHARDES, 2008, p. 528).

A paciência deverá ser uma das virtudes que caracteriza o cristão em meio às tribulações da vida, pois em Cristo deverá ser lançada toda ansiedade, Ele tem cuidado da sua Igreja (1 Pe 5.7).

II – ABRAÃO INTERCEDE EM FAVOR DOS MORADORES DE SODOMA E GOMORRA (Gn 18.23-33)

O presente tópico introduz com a descrição que não há dificuldade para o cristão orar por pessoas justas, porém tem como objetivo apresentar a ação de Abraão que intercede por pessoas perversas, isto é, uma lição para os cristãos da modernidade que devem agir em oração em prol de todos os homens, sendo estes justos ou injustos.

Lembrando que Sodoma e Gomorra são cidades que tem como descrição o pecado, como bem relata Tedesco:

Muitos eram os pecados cometidos pelos habitantes dessas cidades. A Bíblia menciona alguma dessas graves ofensas à santidade divina: violência e imoralidade sexual (Jd 7), o orgulho acerca de seus pecados (Is 3.9) e a insensibilidade para com os que sofrem e o desprezo pelos necessitados (Ez 16.49-50).

Abraão preocupava-se com Ló e sua família. Os laços de parentesco e o passado em comum falavam alto. Abraão, ao saber do iminente juízo que cairia sobre as cidades, intercedeu a Deus para que a destruição não acontecesse. O coração de Abraão sofria por conta de seu sobrinho e, nesse sentido, intercedeu com fé. Deus, de uma forma diferente da pensada pelo patriarca, poupou a vida de Ló e suas filhas. O Pai salvou os justos, mas não poupou os ímpios. O juízo divino, no tempo certo, sempre se cumpre (TEDESCO, 2020, p. 24, 25).

Em suma, a oração intercessora é identificada e notabilizada como fruto do amor em que Deus desperta no coração do cristão (TEDESCO, 2020).

III – A ORAÇÃO NOS PROTEGE DE NOS ENGANAR A RESPEITO DA VONTADE DE DEUS

Conforme o apóstolo Paulo a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável (Rm 12. 2). Porém, para alcançar esta bem-aventurança é necessário que o crente tenha intimidade com Deus em oração, pois por meio da oração o cristão compreenderá a vontade do Senhor.

Lembrando que: em qualquer circunstancia a vontade do Senhor sempre será boa.

No que tange em ser a vontade do Senhor agradável compreende-se que ela gera bem-estar.

Por fim, a vontade do Senhor é perfeita, ou seja, a vontade de Deus para com os homens não apresenta erros.

Sobre Romanos 12.2 e 3 Gonçalves faz a seguinte narrativa que agrega valores importantes para a compreensão do tópico em apreço:

[...] Há uma natureza adâmica que guerreia conta a nova vida. Essa natureza é estimulada pela cultura mundana que também está afastada de Deus. O crente, portanto, vive em um mundo que lhe é hostil. Seus inimigos são o Diabo, a carne e o mundo. O que fazer então para não se deixar subjugar diante dessa cultura caída? [...]

Uma mente transformada e renovada está pronta para a adoração verdadeira. Não há dúvida de que a pobreza de nossa adoração é um reflexo das mentes velhas que participam do culto. Somente uma mente renovada experimenta a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (2016, p. 107).

REFERÊNCIA

GONÇALVES, José. Maravilhosa Graça: o evangelho de Jesus Cristo revelado na Carta aos Romanos. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

TEDESCO, Marcos. Ensina-nos a orar: exemplos de pessoas e orações que marcaram as escrituras. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: A Atuação do Espírito Santo no Plano da Redenção

A Atuação do Espírito Santo no Plano da Redenção

O ponto central da presente lição tem como descrição: A atuação do Espírito é contínua e dinâmica na igreja, na vida dos crentes e os conduz desde a conversão até ao final da jornada cristã.

O objetivo geral do estudo A Atuação do Espírito Santo no plano da redenção é ensinar que o Espírito Santo atua no plano de redenção. E os objetivos específicos: desenvolver o ensino sobre o Espírito Santo como promessa nas Escrituras; destacar o Espírito Santo com “Consolador” e “Ensinador”; e, asseverar que o Espírito Santo tanto reprova como convence o mundo.

[...] O Espírito Santo dá prosseguimento ao plano de salvação idealizado pelo Deus Pai e executado pelo Deus Filho. As três Pessoa estão presentes, agindo cada uma na sua esfera de atuação, em perfeita harmonia e perfeita unidade (SOARES, 2020, p. 28).

I – O ESPÍRITO SANTO COMO PROMESSA

A respeito da salvação da humanidade pode afirmar que o Pai planejou, segundo a Sua presciência; o Filho executou, conforme a obra vicária na cruz; e, o Espírito Santo aplica o plano da salvação mediante a santificação. Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas (1 Pe 1.2).

No que refere à manifestação do Espírito Santo na Antiga Aliança e na Nova Aliança percebe-se que há diferenças específicas, verdade corroborada nos escritos de Soares:

O Espírito Santo habita em todos os crentes, somos moradas dele (1 Co 3.17,; 6.19). Quem não tem o Espírito Santo não é cristão (Rm 8.9). Mas isso não funcionava assim nos tempos do Antigo Testamento, a atuação dele era restrita às pessoas vocacionadas e escolhidas por Deus para uma obra específica como Gideão, Sansão, Davi (Jz 6.34; 14.6; 1 Sm 16.13). Mas, na dispensação da graça, o Espírito Santo está em todos os crentes, e isso foi prometido por Deus por meio dos profetas do Antigo Testamento (Is 44.3; Jl 2.28-30) (2020, p. 29).

II – O ESPÍRITO SANTO CONSOLA E ENSINA

Ao afirmar que o Espírito Santo consola pode descrever que:

Essa palavra consolador, é uma palavra interessante. Também é traduzida por palavras como “conselheiro” ou “auxiliador”. “É um termo legal, mas com um sentido mais amplo do que ‘conselho de defesa’... Referia-se a qualquer pessoa que auxiliava alguém com problemas com a lei.” Assim, o Espírito Santo habita em nós, aconselhando, auxiliando, confortando, dedicando-se à nossa causa quando precisamos de Sua ajuda (HINN, 2005, p. 172).

Logo, ao associar o Espírito Santo em sua função como Consolador conclui-se que Ele está ao lado dos chamados para ajudar, defender, advogar, interceder e auxiliar.

No que tange a descrição em ser o Espírito Santo o Ensinador percebe-se que Ele outorga aos cristãos conhecimentos necessários das Escrituras Sagradas para que a evangelização se concretize. As quais também falamos, não com palavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais (1 Co 2.13).

Por fim, em relatar a respeito de o Espírito Santo ser Ajudador compreende com o apóstolo Paulo que Ele (Espírito Santo) ajuda em nossa fraqueza. E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8.26).

III – O ESPÍRITO SANTO REPROVA E CONVENCE O MUNDO

O Espírito Santo convence o homem do pecado, isto é, Ele convence o ser humano dos erros e aplica segundo o livre arbítrio a santificação, consagrando e separando o indivíduo para o uso de Deus. Persuadir está associado ao ato de ensinar. O Espírito Santo ao persuadir o indivíduo do pecado ensina este a compreender o que é o pecado e quais são as falhas deste perante Deus, assim como, quais são as consequências do pecado.

Sendo que a justiça pode ser definida em ser:

Atributo moral e básico de Deus, manifestado pela fidelidade com que o Supremo Ser trata seus propósitos e decretos.

É ainda a fidelidade de Deus para com a própria natureza.

A justiça de Deus entra em ação todas as vezes que a sua santidade é agredida.

A justiça e a santidade divinas acham-se intimamente associadas (ANDRADE, 1997, p. 165).

Por meio da justiça de Cristo o Espírito Santo convence o ser humano do pecado. Enquanto a justiça aplica a santificação, o juízo aplica a condenação definitiva. O Espírito Santo convence o mundo do juízo, isto é:

Esse “juízo” é uma referência tanto ao julgamento de nossos pecados na cruz do Calvário e como ao julgamento de Satanás, que já foi vencido por Jesus na sua morte e ressurreição (SOARES, 2020, p. 37).

 

REFERÊNCIA

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

HINN, Benny. Bem-vindo, Espírito Santo. São Paulo: Bom Pastor, 2015.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.