Deus é Fiel

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domingo, 13 de outubro de 2024

AS PROMESSAS DE DEUS PARA IGREJA

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – AS PROMESSAS DE DEUS PARA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

As promessas de Deus para a Igreja são gloriosas: promessas de vida eterna, de poder e glorificação final do nosso corpo.

Da verdade prática compreende-se que:

A promessa de Deus para com a Igreja é gloriosa;

 Promessa de vida;

Promessa de poder;

E, promessa de glorificação final.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Apresentar as promessas de Deus para a Igreja de Cristo;

Pontuar o efeito das promessas divinas para a execução da Grande Comissão, missão da Igreja no mundo;

E, Conscientizar acerca das condições para vivenciar tais promessas.

A palavra-chave para a presente lição é Igreja. O termo Igreja pode ter como significado prático congregação, assembleia ou até mesmo convocação, do último vocábulo descrito percebe-se o grande significado da palavra, Igreja significa os que foram tirados para fora, tirados para fora do mundo para gozarem da presença e do governo de Cristo.

A palavra Igreja deriva se do vocábulo grego ekklesia, que tem por significado assembleia pública. O termo aparece no Novo Testamento, quando Jesus disse que edificaria a sua igreja.

A doutrina que estuda a igreja é conhecida como eclesiologia, sendo, que essa doutrina expõe diferença entre igreja local (visível) e igreja universal (invisível). A igreja invisível se caracteriza por todos que receberam a Jesus como único Salvador, já a visível trata se do grupo local de irmãos que se reúnem para adorarem a pessoa do Senhor Jesus.

I – A NATUREZA DA PROMESSA DE DEUS PARA A IGREJA

A natureza da promessa de Deus para com a Igreja se caracteriza com a missão real da Igreja, isto é, com a capacidade outorgada a Igreja no nome de Jesus presenciará os milagres do Senhor, mas para que ocorram os sinais é necessário o cumprimento da promessa do revestimento de poder.

A Igreja é a concretização do poder de Deus, assim como escreveu o evangelista João:

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deus o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

Poder transformador, que transforma o mais indigno dos homens em um príncipe que tenha o direito a vida eterna.

Poder direcionador, que orienta o mais imprudente dos condutores a palmilhar mediante a vontade divina.

Poder que capacita, isto é, outorgando meios e instruções para que o homem realize ações conforme o beneplácito do Senhor.

II – AS PROMESSAS DE DEUS PARA A IGREJA

Três promessas são visíveis no presente tópico, são elas:

Os crentes não são eternos, porém Deus outorga a oportunidade de viverem a eternidade com Ele, promessa de vida eterna.

Já em pentecoste cumpriu a promessa de ser revestido de poder.

Por fim, os cristãos tem a promessa de ter o corpo glorificado como do Senhor Jesus.

Silva ratifica que a vida eterna será marcada pela ausência do pecado ao afirmar que:

Se o mundo atual que está afetado pelo pecado possui maravilhas, o que será dito quando o cristão passar a ter o seu corpo glorificado e a viver na nova cidade em que nela não haverá maldição (Ap 22.3), pois, não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas (Ap 21.4).

E Deus limpará de seus olhos toda lágrima (Ap 21.4). As lágrimas enxugadas pelo Senhor indicam o fim da dor. Porque já as primeiras coisas são passadas, isto é, toda tristeza será substituída pela alegria eterna. A alegria eterna será identificada pelos seguintes indicadores: a glorificação do crente e a habitação do tabernáculo divino com os vencedores.

A glorificação do crente indica que o cristão será: salvo de um mundo de pecado, liberto da presença do pecado, habilitado a desfrutar da graça que se estenderá por toda a eternidade e, por fim, ocorrerá quando o cristão chegar ao céu (Silva, Ano 15, Edição 49, p. 35 e 36).

III – CONDIÇÕES PARA VIVER AS PROMESSAS DE DEUS

O presente tópico apresenta três condições que são: crer, fidelidade e obediência.

Sobre a fidelidade compreende-se que no grego πιστιϛ (pistis) significa fé, confiança, compromisso, fidelidade, confiabilidade, lealdade e comprometimento.

[...] frequentemente significa a confiança expressa numa vida de fé. Nesse contexto, significa fidelidade. A fidelidade reflete a natureza do nosso Pai celeste. Ele é fidedigno. Sua paciência para conosco nunca se esgota, por mais vezes que o tenhamos decepcionado. Ele tem um compromisso conosco, à altura do seu grande plano de redenção! Devemos refletir diante dos outros as características divinas (Horton, 1996, p. 491).

Portanto, a fidelidade é uma virtude desenvolvida pela ação do Espírito Santo, quando mais o cristão se consagra a Deus, por meio da leitura das Sagradas Escrituras, da presença na Igreja tendo como objetivo adorar a Deus, e por meio da oração e jejum, o cristão desenvolverá as virtudes do Espírito.

Deus é fiel. A fidelidade de Deus corresponde a um atributo moral, que expressa a majestade da natureza divina. A fidelidade de Deus é constatada no cumprimento das promessas.

Fidelidade é uma palavra importante, pois [...] descreve o homem em cujo serviço fiel podemos confiar e cuja palavra podemos aceitar sem reservas. Descreve o homem com a fidelidade inflexível de Jesus Cristo e a total fidedignidade de Deus (Barclay, 2010, p. 105).

Referências:

BARCLAY, W. As Obras da Carne e o Fruto do Espírito. São Paulo: Vida Nova, 2010.

HORTON, S.M. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Romanos. Revista Manancial, Ano 15, Edição 49.

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

AS PROMESSAS DE DEUS PARA ISRAEL

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – AS PROMESSAS DE DEUS PARA ISRAEL

Conforme a Verdade Prática:

Ainda que queda espiritual tenha ocorrido com Israel, há uma gloriosa promessa ao remanescente fiel.

Da verdade prática compreende-se que:

Israel desobedeceu a Deus, e caiu espiritualmente;

Deus tem uma promessa gloriosa para com o Israel fiel;

Deus sempre conta com o remanescente fiel.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Detalhar a promessa divina a Abrão acerca de tornar a sua descendência uma nação sacerdotal que testemunharia os feitos de Deus entre as nações;

Elencar as promessas de Deus a respeito de Israel para o seu desenvolvimento como nação;

E, Destacar a posição de Israel no tocante à salvação e a promessa quanto ao seu futuro espiritual.

A palavra-chave para a presente lição é descendência.

I – ISRAEL: A PROMESSA DA CRIAÇÃO DE UMA GRANDE NAÇÃO

O presente Tópico realiza uma análise a respeito de Gênesis 12.2-4, sendo que do texto pode-se compreender que:

[...] Conforme os três primeiros versículos do capítulo doze, a chamada de Abrão (pai da altura) tinha uma ordem sair da terra que lhe pertencia, sair do meio da sua parentela e também sair da casa do seu pai, uma ordem em três dimensões.

a) Sai- te da tua terra. Ao chamar o homem Deus o consagra. A chamada de Abrão não é diferente, pois uma condição é imposta sair. Na primeira dimensão desta ordem Deus ordena Abrão a sair da sua terra o que corresponde a afastar de uma cultura corrupta e cheia de práticas contrárias a vontade do Criador.

b) Sai da tua parentela. Se o sair da terra correspondia a uma cultura corrupta, o sair da parentela correspondia ao afastamento de uma subcultura, ou seja, a parentela de Abrão estava submersa aos princípios culturais da mesopotâmia (Js 24. 2).

c) Sai da casa de seu pai. Em nossa vida o primeiro lugar deverá pertencer a Deus, o segundo a nossa família, todavia nunca os planos da família poderão omitir os planos de Deus para a nossa vida. O sair da casa de seu pai cabia a Abrão demonstrar o seu amor para com Deus.

Portanto, o chamado de Abrão possuía uma promessa com três palavras-chave: abençoar, bênção e benditas. Deus promete abençoar a Abrão e fazer dele uma bênção e por ele tornar bendita as famílias da terra (Gn 12.3).

2- De Abrão ao povo israelita. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã (Sl 30.5). Para o personagem Abrão a noite não durou apenas uma média de doze horas, mas uma abrangência de 25 anos. Ao sair das terras de sua origem Abrão tinha 75 anos (Gn 12.4), e ao ver o cumprimento da promessa possuía 100 anos de idade (Gn 21.5) isto indica que quem tem promessa de Deus não morrerá sem que elas se cumpram. Assim de Abraão veio Isaque e deste os doze patriarcas que entram no Egito em um número de 75 pessoas (At 7.14).

A escolha de Israel como nação em relação ao chamado de Abrão corresponde a abençoar a todas as famílias da terra. (Silva, Ano 9, Edição 28, p. 13, 14).

II – OUTRAS PROMESSAS A ISRAEL

Para Abraão o Senhor fez a promessa de um filho. Já para Isaque a promessa se confirma. Enquanto a Jacó a promessa é ratificada por meio da renovação.

Porém, o que mais marca é a promessa do Reino do Messias que em todo o Antigo Testamento é visualizada como a preparação para com o estabelecimento do Reino Messiânico.

Associando a promessa estudada no tópico anterior com as promessas presentes no tópico em apreço compreende-se que:

A promessa a Abraão abrange três posteridades: a de Ismael, a de Israel e a da Igreja. A de Ismael é puramente carnal, a de Israel é carnal e espiritual, e a da Igreja é puramente espiritual (Gn 17.20; Rm 4.11; Gl 3.14). Portanto, a aliança de Deus para com Abraão é abrangente e graciosa, tornando-se eficiente e eficaz pela obra redentora de Jesus (Silva, Ano 15, Edição 49, p. 56).

III – A PROMESSA DE SALVAÇÃO PARA ISRAEL

Ao escrever a Igreja em Roma o apóstolo Paulo nos capítulos 9, 10 e 11 trata-se do tema salvação pela fé. No entanto no decorrer da escrita o apóstolo apresenta sua tristeza pela incredulidade dos israelitas.

Sendo que o apóstolo Paulo demonstra sua tristeza pela incredulidade dos seus irmãos na carne, assim como o seu amor, desejando que estes viessem a ter um relacionamento com Cristo. O amor do apóstolo aos israelitas é tão grande ao ponto de desejar separar de Cristo para que os filhos da promessa alcançasse a salvação.

Paulo lista oito grandes privilégios outorgados por Deus ao povo da promessa: adoção de filhos, glória, concerto, lei, o culto, a promessa, os pais e o maior privilégio, Cristo (Silva, Ano 15, Edição 49, p. 54).

Por fim, Paulo apresenta que a rejeição dos judeus para com a promessa tornou-se benéfica, pois:

Da queda de Israel veio à salvação para com os gentios (Rm 11.11).

Na queda de Israel estar à riqueza do mundo (Rm 11.12).

A rejeição de Israel proporcionou a reconciliação do mundo (Rm 11.15).

Por fim, todos os acontecimentos escatológicos tem como propósito básico a salvação de Israel.

Referências:

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Cronologia Bíblica. Revista Manancial, Ano 9, Edição 28.

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Romanos. Revista Manancial, Ano 15, Edição 49.

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

ESTER, A PORTADORA DAS BOAS - NOVAS

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – ESTER, A PORTADORA DAS BOAS - NOVAS

Conforme a Verdade Prática:

O Senhor é poderoso para transformar trevas em luz, tristeza em alegria, angústia em júbilo, humilhação em honra.

Da verdade prática compreende-se que:

O Senhor é poderoso para mudar situações;

O Senhor transforma trevas em luz;

O Senhor modifica tristeza para alegria;

O Senhor altera angústia em júbilo;

E, o Senhor altera o estado de humilhação para o estado de honra.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Explicar o pedido de direito de defesa do povo judeu e a concessão do rei;

Discutir as boas notícias da rainha Ester para o seu povo;

Conscientizar a respeito do papel da mulher cristã para ser relevante no mundo.

As palavras-chave para a presente lição são: boas-novas.

I – O PEDIDO DE DEFESA AOS JUDEUS E A CONCESSÃO DO REI

O presente Tópico apresenta um pedido, um problema e uma solução.

O pedido foi realizado por parte da rainha que era a revogação do decreto que requeria a morte dos judeus. No dia 13 do mês adar os inimigos dos judeus tinha a carta branca para eliminá-los. Assuero no início dos banquetes afirmou que daria até metade do reino para Ester, porém diante do pedido da revogação aparece um problema.

O problema corresponde com a não revogação de um decreto. No período em estudo o monarca exercia tanto o poder executivo, assim como legislativo, e no presente fato até o de judiciário, pois o mesmo apresenta que não teria como revogar o decreto, mas encaminha para uma solução.

A solução corresponde com o surgimento de um novo decreto em que o povo poderia se defender de seus inimigos. O livramento contava com a poderosa ação divina, mas também incluía uma ativa participação dos judeus. Confiar em Deus não nos isenta de fazer nossa parte (Js 1.3-9) (Queiroz, 2024, p.143).

II – A RAINHA ESTER ESCREVE BOAS NOTÍCIAS PARA O SEU POVO

Já o segundo tópico dois pontos são importantes a serem analisados: Deus exalta o povo e Deus exalta a Mardoqueu.

O Senhor trabalha em prol da bênção em ser essa contínua para com o povo, porém o Senhor faz com que a bênção se manifeste na vida de todos aqueles que são fieis aos decretos divinos.

O dia 13 seria de morte, no entanto o Senhor outorgou a vida para com os judeus, daí a rainha Ester escreve um novo decreto, sendo esse último de júbilo, isto é, para celebrar a vida outorgada pelo o Senhor.

Já Mardoqueu também foi exaltado pelo o Senhor, sendo exaltado ao pondo de se tornar o segundo homem do reino. Pois, o Senhor é poderoso para transformar trevas em luz, tristeza em alegria, angústia em júbilo, humilhação em honra.

III – A MULHER É CHAMADA POR DEUS PARA SER RELEVANTE NO MUNDO

No trimestre que termina duas mulheres foram estudadas para que houvesse uma compreensão do plano de Deus na vida das mulheres, e como essas estavam direcionadas por Deus para serem bênçãos para com os judeus. O plano de Deus para com os judeus é mais amplo do que se imagina. Todos os acontecimentos definidos no contexto histórico tem como objetividade o cuidado de Deus para com Israel.

No que tange a participação das mulheres como marco no plano de Deus, entende-se que há uma abrangência de participações, desde Eva até as servas do Senhor da contemporaneidade, todas estão debaixo do plano do Senhor.

Referências:

QUEIROZ, Silas. O Deus que governa o mundo e cuida da família. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

O BANQUETE DE ESTER: DENÚNCIA E LIVRAMENTO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O BANQUETE DE ESTER: DENÚNCIA E LIVRAMENTO

Conforme a Verdade Prática:

Devemos reconhecer as autoridades humanas, mas não podemos atribuir-lhes um poder acima do que elas têm. Há um Deus no céu.

Da verdade prática compreende-se que:

As autoridades devem ser reconhecidas;

O reconhecimento para com as autoridades não deve ser superior ao que é apresentado no contexto Bíblico;

Quem outorga autoridade aos líderes seculares  é o próprio Deus, logo, as autoridades devem obedecer aos propósitos do Senhor.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Descrever o banquete preparado por Ester e a denúncia proferida por ela;

Remontar o contexto que desdobra a fúria do rei contra a injustiça;

Refletir a respeito do grande livramento providenciado por Deus.

As palavras-chave para a presente lição são: denúncia e livramento.

I – O BANQUETE E A DENÚNCIA

O presente tópico enfatiza a estratégia de Ester e o mal dia de Hamã. No segundo banquete Ester após a degustação dos alimentos desenvolvidos pelos os convidados e o consumo do vinho, a rainha revelou o que pretendia com a petição. Se para Hamã o dia parecia que terminaria melhor do que tinha iniciado, a situação piorou ainda mais, pois depois da petição de Ester o rei encheu-se de fúria.

A revelação do pedido de Ester desenvolveu-se com as seguintes palavras:

Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição, e o meu povo como meu desejo. Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e aniquilarem de vez; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia; ainda que o opressor não poderia ter compensado a perda do rei (Et 7.3,4).

Já para Hamã as últimas palavras que tinha escutado de sua esposa foram as seguintes:

Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás diante dele (Et 6.13). A fala da esposa de Hamã corrobora com a ação de Deus em proteger o seu povo.

II – A FÚRIA DO REI CONTRA A INJUSTIÇA

A infelicidade de Hamã foi a de levantar contra o povo da rainha Ester, passa a ser a visão de quem ler a passagem Bíblica, porém a infelicidade de Hamã foi levantar contra o povo de Deus.

Ao ser revelado Hamã quis o perdão de Ester, assim como rogou misericórdia. Fato que o fez prostrar no divã da rainha, o que não foi visto por bons olhos pelo o rei, que imaginou o desejo de Hamã em desonrar a rainha.

[...] O rei ficou com raiva e ficou ainda com mais raiva quando achou que Hamã a estava molestando. Ele ordenou que Hamã fosse executado na forca que este construíra para Mardoqueu (Cantale et al, 2013, p. 199).

Que pratica injustiça não reconhece que sofrerá pelos os próprios atos. A justiça proporciona honra e bênçãos, enquanto a injustiça corrobora para com queda, humilhação e fracasso. Acendeu a fúria de Assuero contra a injusta ação de Hamã para com os judeus, povo da rainha.

Quem sofre a injustiça deverá saber três coisas básicas: quando agir, contra quem agir e de qual maneira agir. E o essencial é esperar o direcionamento de Deus.

III – O GRANDE LIVRAMENTO

O grande livramento ocorreu para com os judeus e uma nova festa foi estabelecida, Festa de Purim.

A Festa do Purim foi instituída para lembrar esse exemplo de libertação (9.18-32).

O próprio Mardoqueu seria lembrado como um judeu serviu a autoridades seculares, mas que, por intermédio disso, trabalhara para “o bem do seu povo” (10.3) (Cantale et al, 2013, p. 199).

Referências:

CANTALE, Tony et al. Guia Cristão de Leitura da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.


quinta-feira, 12 de setembro de 2024

A HUMILHAÇÃO DE HAMÃ E A HONRA DE MARDOQUEU

Subsídio – EBD – A HUMILHAÇÃO DE HAMÃ E A HONRA DE MARDOQUEU

Conforme a Verdade Prática:

Deus abate e exalta a quem Ele quer. Se humilhados, devemos glorificá-lo. Se exaltados, a glória continua sendo toda dEele.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Deus está no comando de todas as coisas;

Ø    Deus abate e exalta quem Ele quer;

Ø    Quando o crente é humilhado, mesmo assim deverá glorificar ao Senhor.

Ø    Quando o crente é exaltado, toda a glória deverá ser direcionada ao Senhor.

A presente lição tem como objetivos:

Identificar a ação de Deus no fato de o rei lembrar da boa ação de Mardoqueu;

Descrever como Hamã foi chamado para honrar Mardoqueu;

E, Traçar o perfil da síndrome de imperador.

I – O REI SE LEMBRA DA BOA AÇÃO DE MARDOQUEU

O presente tópico corrobora para com a compreensão da bondade do Senhor em cuidar dos que estão diante de sua presença. Três personagens são citados em uma única situação, Mardoqueu o personagem central, Hamã o personagem que requeria o mal para com Mardoqueu, e o rei, Assuero, que planejou honrar aquele que não foi honrado.

[...] Queiramos ou não, o que outras pessoas pensam e fazem pode produzir consequências em nossa vida (Queiroz, 2024, p. 125).

Cinco anos tinham se passado, em que Mardoqueu notificou a respeito do plano contra a vida do rei Assuero, no entanto, nada tinha sido desenvolvido em honrar a Mardoqueu pela boa ação.

Hamã planejava o pior para com Mardoqueu, enquanto Assuero perdeu o sono. A atitude do monarca foi a de ler a respeito das crônicas do reino. O livro que foi escolhido foi direcionado por Deus, pois se tratava da ação de Mardoqueu para com o rei. A indagação após a leitura foi a seguinte: Que honra e galardão se deu por isso a Mardoqueu? Resposta: Coisa nenhuma se lhe fez.

[...] A providência divina fez com que fosse lido exatamente o trecho que falava do feito de Mardoqueu, que pôs fim à conspiração contra o rei [...] Em vez da forca, uma grande honra estava à espera de Mardoqueu (Queiroz, 2024, p. 126).

Cinco anos tinham se passado e nada tinha sido feito para com Mardoqueu, isso porque Deus tinha o momento certo para exaltar o seu servo.

II – HAMÃ É CHAMADO PARA HONRAR MARDOQUEU

Já no presente tópico percebe-se que Hamã foi o instrumento divino para honrar a Mardoqueu. Ao escolher a forma em que a pessoa a quem agradava o rei deveria ser honrada, Hamã foi instrumento divino para proporcionar a honraria a aquele que ele odiava.

Na noite anterior Hamã planejou planos para eliminar a Mardoqueu, no dia seguinte, Hamã honrou a Mardoqueu

[...] Honra não se exige; recebe-se com humildade, cuidando para não se ensoberbecer [...] Um momento de fama pode entorpecer. Uma honra efêmera pode levar-nos a esquecer nosso verdadeiro lugar e deixar-nos ao vento (Queiroz, 2024, p. 128).

III – A SÍNDROME DE IMPERADOR

O grande destaque do presente tópico é a síndrome do imperador em que Hamã queria as roupas do rei, a coroa do rei e o meio de transporte do rei. A síndrome do imperador se caracteriza em que o indivíduo se acha como o centro de todas as coisas e que todas as coisas acontecem para o seu beneplácito.

Em aspecto de tristeza Hamã escuta as seguintes palavra de Zeres: Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da semente dos judeus, não prevalecerás contra ele; antes certamente cairás perante ele (Et 6.13). Quem cuida e guarda os judeus é o próprio Deus

Referência

QUEIROZ, Silas. O Deus que governa o mundo e cuida da família. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

O PLANO DE LIVRAMENTO E O PAPEL DE ESTER

Subsídio – EBD – O PLANO DE LIVRAMENTO E O PAPEL DE ESTER

Conforme a Verdade Prática:

É nos momentos dramáticos da vida que mais aprendemos a confiar em Deus e a depender dEle realmente.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Momentos difíceis ensinam o crente a confiar no Senhor;

Ø    Momentos difíceis ensinam o crente a depender de Deus;

A presente lição tem como objetivos:

Relatar o plano de Mardoqueu e o temor de Ester;

Considerar o processo de convencimento de Ester por Mardoqueu;

E, Demonstrar o plano de Ester diante do rei Assuero.

I – O PERIGOSO PLANO E O TEMOR DE ESTER

O presente tópico transmite o lamento de Mardoqueu motivado pelo plano perigoso desenvolvido por Hamã. Do lamento ao choro, atitudes que moveram a rainha a buscar saber o que estava ocorrendo com o primo, assim como o que se tratava de fato a causa da angústia.

No presente tópico a ação de Ester em saber agir com diligência permite compreender a respeito das virtudes do fruto do Espírito, principalmente a mansidão.

O fruto conhecido com mansidão dá sabedoria à pessoa que passa a agir com autoridade e também sabe submeter de forma humilde. Mansidão é a prática correta da humildade.

II – MARDOQUEU CONVENCE ESTER

Já no presente tópico percebe-se que o personagem Mardoqueu demonstra uma confiança, o que subentende confiança em Deus, ao dizer para Ester as seguintes palavras:

Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento doutra parte virá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (Et 4.14).

No silêncio de Ester pela posição a qual Deus tinha a exaltado teria uma consequência para ela e toda a família, no entanto conforme a visão de Mardoqueu a exaltação de Ester tinha um propósito específico. Mas, caso não houvesse livramento e a rainha mantivesse silêncio, Mardoqueu apresenta a seguinte confiança, socorro e livramento de outra parte virá.

[...] A lição que tiramos desse exemplo de Mardoqueu é que pessoas em posição de influência são importantes se agirem como instrumentos de Deus (Queiroz, 2024, p. 115).

III – O PLANO: ESTER ENTRA À PRESENÇA DO REI E PROPÕE UM BANQUETE

O grande destaque do presente tópico é a sabedoria de Ester, que em contato inicial a rainha convida Assuero e Hamã para um banquete

As três maiores realizações da mulher virtuosa são: ser esposa, ser mãe e ser dona de casa. No ensino da Bíblia não há proibição ao fato da mulher trabalhar fora da sua casa, porém, mesmo que ela seja executiva de uma grande empresa a mesma se sentirá realizada por ter um lar.

O testemunho da mulher virtuosa é manifestado por suas obras. O testemunho que alcança valor é concedido por terceiros e não pela própria pessoa. A mulher virtuosa não fala de si, porém, as suas obras dão testemunho do seu real valor.

Referência

QUEIROZ, Silas. O Deus que governa o mundo e cuida da família. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

domingo, 1 de setembro de 2024

OS IMPÉRIOS MUNDIAIS E A SUPREMACIA DO FILHO DO HOMEM

 Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – OS IMPÉRIOS MUNDIAIS E A SUPREMACIA DO FILHO DO HOMEM

Conforme o resume da lição:

Os reinos deste mundo vêm e vão, mas a soberania de Deus é para sempre.

Compreende-se por meio do resumo que:

Os reinos deste mundo são transitórios;

O Reino de Deus é superior a todos os reinos do mundo;

A soberania de Deus prevalece para sempre.

A lição em apreço inicia-se com a segunda parte do livro de Daniel que se trata das questões apocalíptica. Visões e profecias são perceptíveis a partir do capítulo sete e temas escatológicos como anticristo e tribulação passam a ganharem espaço na narrativa escrita do livro.

A presente lição tem como objetivos:

Saber a ocasião e as características da visão de Daniel dos quatro animais;

Aprender sobre a interpretação profética do sonho;

E, Compreender se dará o cumprimento profético nos últimos tempos, com o julgamento divino.

I – A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS

Para início de conversa é válido observar o escrito de Nascimento que expressa a respeito dos animais as seguintes características:

[...] A notável característica desses animais é que cada um deles é diferente do outro, o que indica que representam reinos ou impérios distintos, cada um com suas próprias características, poderes e importância na história (2024, p. 108).

A visão do Leão com asas de águia tem como interpretação que o leão como predador destrói para conquistar, usando a violência e a força bruta com rapidez e voracidade contra as vítimas. Corresponde com o império da Babilônia.

Já o império Medo-Persas é representado pelo o urso que moralmente é reino que desenvolveu destruição com o uso da força própria de suas patas.

O leopardo com quatro asas representa a Grécia que agiria com ataques inesperados, logo o reino representado por tal animal seria um reino de ataque súbito e inesperado.

Por último o animal terrível e espantoso. Que corresponde com o império Romano, sendo que o animal terrível indica que toda ação desenvolvida pelos reinos representeados pelos animais anteriores seriam definidos e somados na ação do quarto e terrível animal.

É necessário entender e sintetizar que Humanidade sem divindade transforma-se em bestialidade (Liebi, 2019 apud Nascimento, 2024, p. 109), verdade que ocorreu no desenrolar dos reinos: babilônico, persa, grego e romano.

II – A INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS

O presente tópico tem como descrição importante a compreensão a respeito do anticristo. Personagem que só manifestará quando a igreja for arrebatada. É evidente que o diabo por não saber a hora em que a igreja será arrebatada tem sempre pessoas em seu plano como possíveis gestores da Grande Tribulação, porém, no longo da história muitos homens se passaram por Cristo, entretanto, o verdadeiro Cristo já se manifestou neste mundo com toda a sua glória e em um dia futuro virá e arrebatará sua igreja.

Já o anticristo é conhecido como o homem do pecado e como filho da perdição (2 Ts 2.3), será o agente gestor de satanás na terra, fará uma aliança com Israel, tornará se governador mundial, mediante o poder satânico operará grandes sinais, maravilhas e milagres com a seguinte finalidade: a propagação do engano (2 Ts 2.9).

III – O REINO DE DEUS E O SEU JULGAMENTO

A respeito do Reino de Deus e o julgamento compreende como descrição chave da revelação a ocorrência da Grande Tribulação.

Sobre a Grande Tribulação nota-se que ela será dividida em dois momentos: no primeiro momento haverá uma paz aparente com duração de três anos e meio, já no segundo momento a paz será retirada, logo a nação escolhida perceberá que o governo é uma armação maligna contra os israelitas.

Os primeiros três anos e meio serão marcados por avanços e pela falsa descrição do anticristo, pois o mesmo aparentará ser bom homem e bom líder, com as características necessárias para a realidade inicial do período da tribulação. Porém, na metade da semana, o anticristo fará cessar o sacrifício, ou seja, o mesmo será conhecido, pois abolirá com a falsa paz (Dn 9.27).

A Grande Tribulação de forma didática é compreendida em sete verdades:

A primeira verdade é que a Grande Tribulação será abrangente, pois será de âmbito mundial.

Já a segunda verdade indica que a Grande Tribulação será o pior tempo de aflição e angústia sobre a Terra.

A terceira verdade é que a Grande Tribulação tem uma relação direta com Israel.

A quarta verdade é que o trio da maldade governará sobe a Terra por sete anos.

Já quinta verdade corresponde com a salvação no período da Grande Tribulação (Ap 7.9-17).

A sexta verdade corresponde com o sofrimento e perseguição para com os que não aceitarem a marca da besta (Ap 12.17;13.15).

E a sétima verdade é que no final dos sete anos Jesus vencerá o anticristo.

Referências:

NASCIMENTO, Valmir. Na cova dos leões: o exemplo de fé e coragem de Daniel para o testemunho cristão em nossos dias. Rio de Janeiro: CPAD, 2024