Deus é Fiel

Deus é Fiel

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Jó e sua esposa: das percas a restituição


Jó e sua esposa: das percas a restituição
Jó é um bom exemplo de pessoa que compreendeu a alegria do Senhor. Ele perdeu tudo o que tinha, mas não a sua integridade com Deus, pois a alegria do Senhor o sustentava. Jó era o homem mais rico do Oriente (Jó 1.3), mas por provação de Deus teve como dissabor perder tudo que possuía. Em sua soberania, Deus permitiu que o patriarca fosse provado, para mostrar a Satanás que o homem que confia no Senhor pode perder tudo o que possui, mas nunca deixará de confiar em Deus.
I – O DIA DA ANGÚSTIA.
O profeta Naum escreveu “O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele” (Na 1.7). Já o monarca e sábio Salomão assim expressou sobre o dia da angústia: “Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena” (Pv 24.10).
1- Mensageiro de más notícias. O dia angústia é desenrolado por notícias indesejáveis. Assim ocorreu com o patriarca Jó, pois naquele dia só chegaram a ele pessoas para lhe informar sobre as percas.
Por fim, o dia da angústia é também o dia de más notícias.
2- As quatro percas de Jó. A provação do patriarca se resume na palavra perca e elas foram:
A primeira perca foi a dos bens matérias: em questão de segundos o patriarca perdeu toda riqueza.
Quinhentas juntas de bois e as quinhentas jumentas foram tomadas pelos sabeus (notáveis por suas riquezas e por suas mercadorias).
Sete mil ovelhas foram queimadas por fogo que desceu do céu.
Três mil camelos foram tomados pelos caldeus.
Segunda perca foi a morte de seus filhos: antes que o terceiro mensageiro terminasse a mensagem, o quarto já aproximava e transmitia a mais dolorosa de todas as más notícias daquele dia: “a morte dos filhos”.
A terceira foi a perca da saúde: Jó foi ferido com uma chaga maligna da cabeça aos pés.
A quarta perca foi a do incentivo da esposa: as palavras da esposa de Jó foram: amaldiçoa a Deus e morre (Jó 2.9).
Em suma, o dia da angústia é o dia de percas.
II – A PERCA DA ESPERANÇA.
“Amaldiçoa a Deus e morre”. Estas palavras da esposa de Jó indica que ela não tinha mais esperança, ou seja, ela não acreditava na mudança da situação. Para ela o certo era que seu esposo morreria. Ele não resistiria à situação, pois estava se agravando.
Mas, o patriarca Jó pensava diferente “sei que meu Redentor vive” (Jó 19.25). Para que o milagre ocorra é necessário que haja confiança nas promessas de Deus.
A esperança de Jó era tão notável que ele permaneceu íntegro ao Senhor mesmo com tantas percas. Pessoas que não são firmes nas promessas em meio as tribulações se afastam do Senhor. Isto ocorre porque tais indivíduos não estão firmados na Rocha que é Jesus.
III – A RESTITUIÇÃO.
Deus abençoou a Jó de maneira que ele recebeu tudo em dobro. Porém, isto ocorreu após a oração de Jó por seus amigos. Um empecilho grave que impede os cristãos de serem abençoados é a negligência a oração. E outro empecilho é a oração limitada também conhecida como a oração para o eu: eu quero, eu preciso. Entretanto com o patriarca Jó a lição é diferente, pois é necessário orar e orar por amigos que nos abandonaram em momentos difíceis ou foram acusadores e não apoiadores.
Portanto, da vivência de Jó fazendo aplicação à nossa vida deveremos entender que tudo ocorre para o nosso bem (Rm 8.28).

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Subsídio da lição de EBD: Os Dez Mandamentos do SENHOR.


Subsídio da lição de EBD: Os Dez Mandamentos do SENHOR.
O relacionamento entre Deus e Israel teve seu auge no momento em que Deus outorgou o decálogo a Moisés (Êx 20.1-17), ensinado aos israelitas que na vida há deveres e direitos.
Segundo os versículos um ao sete é dever de todo o povo israelita adorar e respeitar o nome de Deus. Já nos versículos seguinte encontramos os direitos que são; direito ao descanso (v.7), direito ao respeito na própria casa (v.12), direito a vida (v.13), direito a fidelidade conjugal (v.14), direito a segurança (v.15) e direito ao respeito na sociedade (vv.16,17).
I – PROPÓSITO DA LEI.
1- O Decálogo (Êx 20.3-17).
2- Objetivos do Concerto divino.
Comentário:
O decálogo é um resumo da lei moral de Deus. Dez mandamentos em duas tábuas. Do primeiro ao quarto mandamento na primeira tábua. Do quinto ao décimo na segunda tábua. Na primeira tábua encontrava os mandamentos que estavam diretamente relacionados com a vida do indivíduo para com Deus com direção vertical. Já a segunda tábua com sentido horizontal trata dos mandamentos que outorgam ligação entre o indivíduo e o seu próximo. O decálogo corresponde com a ética cristã: amar a Deus acima de todas as coisas (sentido vertical) e amar o próximo como a si mesmo (sentido horizontal).
Os motivos do decálogo são tríplices:
Prover um padrão de justiça, pois os dez mandamentos proporcionam a formação do caráter e da conduta do ser humano. O caráter corresponde com o modo de ser de cada indivíduo. E a conduta corresponde com o modo de agir. Ambas se definem no Ser e no Fazer.
Identificar e expor a malignidade do pecado, pois os dez mandamentos expõe os seguintes tipos de pecado: idolatria, desrespeito, desonra, assassinato, traição, roubo, concupiscência...
Pecado é tudo aquilo que separa o servo do seu Senhor. Logo, os dez mandamentos tem como propósito identificar o pecado, por isso, Paulo escreveu “pela lei vem o conhecimento do pecado” (Rm 5.20).

Revelar a santidade de Deus, Deus é Santo e isto se torna evidente com os dez mandamentos. Pois, se a lei revela o pecado e requer que aquele que aproxima de Deus não peque, logo se conclui que Deus é Santo.
Algo a mais
A TUTORIA DA LEI.
A Lei revela a justiça de Deus. Logo que a lei revela a justiça divina também demonstra a injustiça por parte dos homens. “Estávamos sobre a custódia da lei” isto indica que a lei aprisionava os homens por serem os mesmos injustos.
A injustiça humana era notável até mesmo na vida de personagens que viviam em conformidade com Deus. Por exemplo: Noé após o dilúvio ao se embriagar (Gn 9.21), Abraão ao mentir (Gn 12.11-13; 20.2), Davi ao transgredir cinco dos dez mandamentos (2 Sm 11.4,14,24,27), Uzias ao agir como sacerdote (2 Cr 26.16), dentre outros casos.
Em suma, a lei indicava que os homens eram injustos em suas obras e incapazes de se salvarem, sendo que a justiça de Deus se manifesta na pessoa e na obra de Jesus Cristo.
A lei é responsável pelo ensino até a manifestação de Cristo. Anterior ao ministério do Senhor Jesus a lei definia a educação dos judeus o que Calvino vai considerar com a infância.
Calvino ainda dizia que a lei era o gramático da teologia que ao conduzir a criança até certo ponto os entregavam a fé que completava a graduação das pessoas. Para ele o apóstolo “Paulo associou os judeus a crianças por viverem conforme os ensinos da lei, e nós os da graça com a fase adulta”.
II – OS DEZ MANDAMENTOS (Êx 20. 1-17).
1- O primeiro mandamento.
2- O segundo mandamento.
3- O terceiro mandamento.
4- O quarto mandamento.
Comentário:
O primeiro mandamento indica que Deus é único. O segundo mandamento indica que não há por parte humana um meio para descrever em fórmula a pessoa de Deus. O terceiro mandamento indica que o nome de Deus representa Ele mesmo, por isso, é necessário respeito ao usar o nome do Senhor.
Já o quarto mandamento guardar sábado é o único não citado no Novo Testamento. Isto por que este mandamento era um sinal para os israelitas. A lição que se pode tirar deste mandamento para os dias atuais está no significado da palavra sábado que quer dizer cessar ou interromper, isto é, o ser humano não poderá ser escravo do trabalho.
Porém, no que corresponde ao guardar o sábado como meio de salvação há um equivoco, pois a salvação só é possível pelo sacrifício de Cristo na cruz. Na Nova Aliança o guardar o sábado não é uma obrigação.
III – A CONTINUAÇÃO DOS MANDAMENTOS DIVINOS.
1- O quinto mandamento.
2- O sexto mandamento.
3- O sétimo mandamento.
4- O oitavo mandamento.
5- O nono mandamento.
6- O décimo mandamento.
Comentário:
A perfeita relação entre pais e filhos está inserida nos dez mandamentos. A ética cristã está associada a duas dimensões: divina e humana. A ética na sua dimensão humana inicia-se com o relacionamento entre filhos e pais.
Sexto mandamento corresponde com o direito à vida. Por isso, assumimos um compromisso em favor da vida e totalmente contra o aborto e a eutanásia.
Sétimo mandamento corresponde com o direito à fidelidade do cônjuge. Porém, torna se fundamental entender que às traições ocorrem mais por dois motivos básicos: concupiscência e carência.
Oitavo mandamento corresponde com o direito de possui o que lhe pertence e não ser obstruído por outros.
Nono mandamento com o direito a não difamação.
Décimo mandamento com o respeito ético a tudo que pertence ao próximo.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

AÇÕES DE JESUS NA SINAGOGA.


AÇÕES DE JESUS NA SINAGOGA.
Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava.
E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.
E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou, Dizendo:
Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.
E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele.
Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele.
E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!
E logo correu a sua fama por toda a província da Galiléia. (Mc 1.21-28).
Segundo dados históricos as sinagogas que significa assembleia ou congregação, teve origem no período em que os judeus estavam exilados na Babilônia.  Os judeus para serem edificados espiritualmente conforme as suas práticas acharam por bem construir locais para reuniões espirituais e também para discutirem questões sociais e, entre elas o futuro de seus filhos, pois a sinagoga era um lugar especifico para a educação das crianças.  Jesus em seu ministério público, isto é, o período que Jesus outorgou tempo para propagar as boas novas de Justiça a todos os homens viu as sinagogas com dois objetivos básicos: ensinar e curar. (Lc 6.6-11).
SINAGOGA CASA DE REUNIÃO
Jesus sendo o Mestre dos mestres poderia muito bem não comparecer nas Sinagogas, porém o Mestre Jesus não estava em busca de aplausos e nem mesmo atrás de novidades correlacionadas com a informação. A pretensão de Jesus era outorgar conhecimento sobre o Reino de Deus e outorgar paz para as almas aflitas (Mc 1.21; Mt 11.28).
1- Sinagoga versus o Templo. Na narrativa bíblica percebe-se que as sinagogas eram bem distintas do templo. No templo ocorriam os sacrifícios e rituais conforme a Lei. Já nas sinagogas as orações e pregações eram realizadas constantemente.
O templo era único, enquanto as sinagogas estavam espalhadas por toda região onde houvesse judeus. Logo, o templo se restringia a poucos, já a sinagoga era o lugar certo para a compreensão de Deus e da sua vontade. No templo se reunia a elite judaica, porém na sinagoga estavam pessoas com prontidão para aprenderem a Lei.
No templo havia três portas conhecidas pelos seguintes nomes: Caminho, Verdade e Vida. A porta conhecida como caminho conduzia o bom judeu ao sacrifício e a purificação. Já porta conhecida como Verdade conduzia o judeu a uma vida de oração e de satisfação. Por fim, a porta conhecida como Vida indicava a presença de Deus. No lugar Santo do Santo apenas o sumo sacerdote poderia chegar e apenas uma vez por ano tendo uma corda marrada ao seu corpo caso estivesse em pecado fosse tirado puxado pelos sacerdotes.
As mulheres não podiam de maneira alguma tomar frente dos trabalhos nas sinagogas. Para elas cabia ouvir e aprender sem manifestação alguma. Caso houvesse quinhentas mulheres presentes e menos de dez homens a realização da atividade do dia não poderia ser iniciado.
PRIMEIRA AÇÃO DE JESUS NA SINAGOGA – ENSINO.
Paulo escreveu: “se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7). Ninguém ensinou e nem falou como Jesus, assim concluíram os oficiais que foram até Ele para prendê-lo (Jo 7.46). Conforme Mc 1.22, Jesus ensinava como tendo autoridade e o seu ensino era diferente dos ensinos dos escribas.
Os escribas do período de Jesus não tinham autoridade no ensino por três motivos: não dedicavam ao ensino, não eram humildes e não conheciam de fato o motivo pelo qual foram chamados. Como escribas eles deveriam saber a real motivação que levou a ser escrito o livro de Jonas. O livro de Jonas foi escrito para servir de estímulo a qualquer mestre ou professor a melhorar seus métodos de ensino, pois tal livro é didático e os escribas deveriam conhecer o propósito pelo qual foram vocacionados, porém Jesus é o Mestre dos mestres.
Em seu ministério Jesus ministrou os ensinos bíblicos com quatro propósitos definidos. O primeiro propósito foi ensinar sobre o Reino de Deus. O segundo propósito dos ensinos do Mestre foi discipular pessoas para que estas viessem a serem alicerçadas com e pelo autêntico ensino do Evangelho. Terceiro propósito do ensino de Jesus era preparativo, isto é, Jesus ensinava para enviar seus discípulos. E por fim, o quarto propósito era ensinar sobre os assuntos escatológicos.
Em suma, os ensinos de Jesus despertava a admiração por parte do público.
SEGUNDA AÇÃO DE JESUS NA SINAGOGA – LIBERTAR.
Entre os presentes na sinagoga havia um homem cativo por espírito imundo. O ensino produzido por Jesus provocou a manifestação demoníaca de forma que o espírito imundo “exclamou, dizendo Ah! Que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus” (Mc 1.24).
O presente texto (Mc 1.24-26) deixa bem nítida algumas verdades:
A primeira verdade estar relacionada com a quantidade de demônios. Marcos escreve primeiramente “espírito imundo”, porém, dando continuidade ele narra a fala do espírito no plural “temos... destruir-nos”, logo se conclui que havia demônios e não um demônio.
Já a segunda verdade é o repúdio a Cristo por parte dos demônios.
Terceira verdade estar relacionada com o reconhecimento da santidade de Jesus por parte do espírito imundo. O ser humano que quer viver em santificação desperta o ódio e o desespero aos espíritos imundos.
Já a última verdade se resume com a autoridade de Jesus sobre os espíritos imundos. A igreja tem que saber que o nome de Jesus é poderoso para libertar todos aqueles que necessitam de milagre.
Portanto, assim como Jesus ensinou e libertou na sinagoga nos dias atuais a igreja precisa compreender que a missão continua sendo a mesma. Quando o evangelho é ensinado pelos obreiros da igreja moderna Jesus estar trabalhando e agindo para o bem daqueles que nEle espera, por isso, é necessário que a igreja continue firme e constante, sempre abundante na obra do Senhor (1 Co 15.58).

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Subsídio da lição de EBD: A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai.


Subsídio da lição de EBD: A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai.
Para início de contato a seguinte indagação torna-se fundamental: Por que estudar o Antigo Testamento? Os argumentos serão: quantidade, autoridade, unidade e utilidade.
O primeiro argumento quantidade torna-se notório pelos três quartos (3/4) que o Antigo Testamento representa da Bíblia.
Já sobre a autoridade percebe-se pela narrativa dos evangelistas em que Jesus e os apóstolos outorgam valor à mensagem do Antigo Testamento (Mt 5.17,18).
Uma terceira razão é a unidade, pois há nos dois Testamentos uma interação em mensagem e em propósito (Hb 1.1,2). O Antigo Testamento não é anulado pelo Novo e assim vice versa.
E por última razão está a utilidade da mensagem, por exemplo, Deus conduziu os israelitas no deserto, logo se conclui que Deus conduzirá a sua Igreja. Da mesma forma que Deus levantou pessoas certas para estarem na liderança dos israelitas nos dias hodiernos também haverá pessoas de Deus para auxiliarem a condução do novo Israel pelos caminhos da vida.
I – ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO.
1- Israel chega a Mara (Êx 15.23).
2- Rumo ao Sinai (Êx 16.1).
Comentário:
Mara do hebraico quer dizer amargoso, o surgimento do termo está associado com o poço de água salobra no deserto de Sur. O deserto de Sur ficava entre o Egito e a Palestina e conforme o termo original quer dizer muralha. Para os israelitas a certeza da presença de Deus era notória, pois o que eles presenciaram no Mar Vermelho foi à mão de Deus. Porém, agora estava em um deserto conhecido como muralha e seriam provados por meio de um poço de água salobra. Sempre após uma conquista haverá um teste final. Os israelitas em sua maioria murmuraram, ou seja, foram reprovados.
 O maná não foi um fenômeno natural... Foi uma provisão. Sobre providência cabe entender que é um dos decretos de Deus. Decreto este em que Deus governa o mundo e de fato governa suprindo as necessidades dos seus.
Foram quarenta anos no deserto e em média foram três milhões de pessoas que saíram do Egito. E agora? Comer o que? Viver de qual maneira? O que Israel deveriam fazer era confiar no Senhor. Pois, o maná que tem como significado o que é isto? Passou a ser o mantimento diário dos israelitas no deserto. Assim como os israelitas necessitavam do maná diariamente, também a igreja necessita da presença de Jesus diariamente.
II – ISRAEL NO MONTE SINAI.
1- O monte Sinai (Êx 19.2).
2- A peregrinação no Sinai.
Comentário:
Os anos dos israelitas no deserto ensinam cinco limites humanos que são:
1-  Limite em confiar. Logo após a travessia do mar vermelho que foi precedido pelo cântico de Moisés e pela dança de Miriam com as mulheres israelitas é revelado o primeiro limite de uma pessoa que estar no deserto o de confiar. Pela primeira vez é citado o que tornou presente na palmilhação dos israelitas no deserto (Ex 15.24), a murmuração, que neste caso foi com a seguinte pergunta: o que havemos de beber? Demonstração direta que o povo não confiava em Deus que os tirou do Egito.
2- Limite em participar. Já nos capítulos dezenove e vinte de Êxodo o povo israelita tem a oportunidade de ouvir a voz de Deus, porém os mesmos disseram a Moisés: Fala tu conosco, e ouviremos; e não fale Deus conosco, para que não morramos (Ex 20.19). O povo não conseguiu se relacionar com Deus que os tinha tirado do Egito. Logo o que impede o indivíduo relacionar com Deus é o pecado.
3- Limite em conquistar. De doze homens que foram enviados para espiar a terra de Canaã apenas dois continuaram crendo que a conquista seria real, pois quem tinha prometido era o criador dos céus e da terra. Mas os outros tiveram medo dos habitantes da terra que eram poderosos e gigantes, e cujas cidades eram fortes e grandes (Nm 13.28,33). O terceiro limite do povo israelita no deserto é o medo. Se Deus é por nós o que temeremos?
4- Limite em socializar. Corá, Datã e Abirão são exemplos de pessoas que não possuí habilidades para o relacionamento. Estes levantaram contra a liderança de Moisés, porém ao mesmo tempo estava levantado contra a direção de Deus (Nm 16.1-3). Pois, quem tinha escolhido e enviado a pessoa de Moisés para guiar o povo no deserto foi o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.
5- Limite em Ouvir. Os israelitas poderiam ouvir as palavras de Calebe “Subamos animosamente e possuamo-la em herança; porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (Nm 13.30). Deste episódio suje a seguinte pergunta: a quem estamos escutando? Os que creem na promessa? Ou os que têm medo dos gigantes?
III – A IDOLATRIA DOS ISRAELITAS.
1- O bezerro de ouro (Êx 32.2-6).
2- Cuidado com a idolatria.
3- A idolatria no coração.
Comentário:
A idolatria surge no Período do Dilúvio a Abraão. A narrativa histórica expõe que a construção da torre de babel se formalizaria em culto idólatra. Portanto, aqui suje a idolatria no contexto histórico da humanidade.
Imagine quantas consequências à humanidade já sofreu por causa do pecado de idolatria adorando aquele que não nada pode fazer (Sl 115. 4-8).
Todavia, um ídolo é tudo aquilo que ocupa o lugar de Deus na vida humana – Antônio Gilberto.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Subsídio da lição de EBD: A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO


Subsídio da lição de EBD: A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO
Deus atenta para os filhos de Israel (Êx 2. 25) e levanta um libertador o qual foi guardado por um ato milagroso e no seu devido tempo chamado para agir conforme a sua vontade.
Da mesma maneira nos dias atuais, Deus continua agindo em prol do seu povo. As promessas de bênção ao serem prometidas são categoricamente cumpridas, pois Ele é o mesmo e não mudou e nem mudará (Hb 13.8). A entrada dos israelitas no Egito foi um ato de Deus em proteger o seu povo, sendo assim também a saída deste povo seria um ato de Deus em cumprir as suas promessas e proteger o seu povo.
I – A TRAVESSIA DO MAR.
1- A saída do Egito (Êx 12.11,37).
2- A perseguição de Faraó (Êx 14.5-9).
3- A ruína de Faraó e seu exército (Êx 14.26-31).
Comentário:
Deus confirma milagre no retorno para Canaã
Conforme o profeta Oséias no capítulo 11 e versículos 1,2 e 3; Deus amou a Israel e o tirou do Egito, tomando a Efraim pelos seus braços e mesmo assim não conheceram que Deus os curava.
A travessia do mar vermelho e do rio Jordão são verdadeiros atos de Deus para livrar o seu povo, sem citar vários momentos de conflitos bélicos vivenciados por Israel em que tudo parecia não ter mais jeito, mesmo assim o livramento se manifestava pelo poder de Deus.
A travessia do Mar Vermelho
No livro de Êxodo há explicações da saída dos israelitas do Egito para a região que mana leite e mana mel, sob a liderança de Moisés, autor do Pentateuco. Segundo esta narrativa a travessia ocorreu da seguinte maneira: primeiro, não foram pelo caminho da terra dos filisteus (Êx 13.17); segundo, fez caminhar o povo pelo caminho do deserto perto do mar vermelho (Êx 13.18); terceiro, partiram de Sucote e acamparam em Etã (Êx 13.20); quarto, acamparam diante de Pi – Hairote (Êx 14.2); quinto, região de Pi – Hairote, próxima do mar (Êx 14.9) e sexto acontece o milagre do mar (Êx 14.21).
O milagre do mar vermelho não é limitado no episódio da travessia, mas também na derrota do exército inimigo. O povo de Israel estava armado (Êx 13.18), mas não preparado, ou seja, estava vazio espiritualmente, então o milagre aconteceu para que o povo se alimentasse e entendesse o querer do Todo Poderoso.
II – O CÂNTICO DE MOISÉS.
1- Moisés celebra a Deus pela vitória (Êx 15.1-19).
2- Miriã juntamente com as mulheres louvam a Deus (Êx 15.20,21).
3- Celebrando a Deus.
Comentário:
Características da verdadeira adoração
A verdadeira adoração é realizada em espírito e em verdade (Jo 4.23). O termo em espírito indica o nível em que a adoração é realizada. Enquanto, o termo em verdade corresponde à sinceridade exercida no momento da adoração, pois a verdade é a característica de Deus encarnada na pessoa de Jesus.  A adoração não poderá ser realizada carnalmente, deverá ser em espírito, pois corresponde ao momento em que apresentamos o nosso corpo morto para o pecado e como templo do Espírito Santo. O nosso corpo deverá ser apresentado em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12.1).
Características do verdadeiro adorador
Deus procura por verdadeiros adoradores, portanto os autênticos adoradores deverão possuir as seguintes características:
a) o verdadeiro adorador tem uma vida de oração. A oração é o diálogo realizado entre o cristão e Deus, e de fato na oração também exercemos a gratidão a Deus pelos seus feitos na nossa vida.
b) o verdadeiro adorador tem uma vida de testemunho. É reconhecido pelos outros pelo temor ao Senhor e como homem ou mulher de Deus.
c) o verdadeiro adorador é conhecedor da Palavra de Deus. A Bíblia é a palavra de Deus e a adoração é um ato de gratidão a Deus, portanto o verdadeiro adorador deverá conhecer a Palavra de Deus.
d) o verdadeiro adorador busca a excelência na adoração.  Em tudo que o cristão realiza busca agradar a Deus e assim fazendo está buscando a excelência na adoração.
e) o verdadeiro adorador abandona o pecado. Viver em pecado é viver longe da presença de Deus e não ter a adoração reconhecida por Deus, pois o pecado nos afasta da presença do Senhor.
f) o verdadeiro adorador não escolhe o lugar para adorar a Deus. O verdadeiro adorador sabe que a adoração não está relacionada ao lugar, mas está relacionada ao nível e a característica da adoração.
III – A PROTEÇÃO E O CUIDADO DE DEUS COM SEU POVO.
1- Uma coluna de nuvem guiava o povo de Deus (Êx 13.21,22;40.36,37).
2- Deus cuida do seu povo (Êx 16.4; Dt 29.5).
Comentário:
Durante os primeiros 14 meses e 20 dias o povo palmilhou no deserto com os seguintes propósitos da parte de Deus: primeiro, Deus queria libertar o povo do espírito da escravidão; segundo, levar o povo  a dependência de Deus e terceiro, Deus queria trenar o povo para ser uma nação.
Conforme Êxodo capítulo treze versículo dezoito Deus guiou o povo de Israel pelo caminho do deserto para fazer desta uma grande e extraordinária nação. Com tantos milagres surge a grande interrogação por que os israelitas continuavam a murmurar? Outra pergunta é o porquê Deus escolheu a Israel? Sobre esta última pergunta, teremos como resposta. 
Deus escolheu a Israel para mostrar a sua glória ao mundo. O Egito era a grande potência da época enquanto Israel era um povo escravo. Segundo, Deus escolheu a Israel para outorgar ao mundo as Escrituras Sagradas. E por terceiro, Deus escolheu Israel para entregar o Salvador ao mundo.
Por fim, o deserto é o lugar estratégico para educar os filhos de Deus. E é também o local certo para proporcionar conhecimento sobre os limites humanos.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Em ti serão benditas todas as famílias da terra


Em ti serão benditas todas as famílias da terra
Abraão é um dos maiores vultos da história. Dele descendem os judeus e os árabes. Estes últimos por parte de Ismael. De Abrão, pai da altura, passou a ser chamado pelo nome de Abraão, que tem por significado pai de uma multidão de nações (Gn 17.5).
Foi chamado aos 75 anos (Gn 12.4), teve o nome mudado aos 99 (Gn 17.1) e teve o filho da promessa com a idade de 100 anos (Gn 21.5).
Dentre as características de Abraão três nos chama atenção: a primeira característica foi ele chamado de amigo de Deus (Is 41.8); já como segunda característica, ele foi chamado de o fiel Abraão (Gl 3.9) e por fim, como terceira característica, ele é considerado o pai de todos nós (Rm 4.16).
I – EM TI.
A primeira parte do tema “em ti” provoca a seguinte interrogação: Quem são os escolhidos para serem veículos de bênção para as demais pessoas? Como resposta tornará se notório que os escolhidos são obedientes, humildes e possuem como principal virtude a fé no Senhor.
1- Obediência. Fazer o que certo. Fazer o que é conforme a Palavra do Senhor. Não ir além de uma ordenança bíblica. Ambas as frases definem a palavra obediência, porém, em Abraão torna se verídico que Deus prova aos seus se serão obedientes ou não. Abraão segue mais ou menos 1000 km segundo a Palavra do Senhor, isto foi à obediência de Abraão a ordenança divina.
Logo se conclui que para ser bênção na vida dos outros é fundamental que o servo de Deus seja obediente.
2- Humildade. Não se comportar como superior aos demais mesmo que tenha habilidades superiores. Saber ouvir e também saber falar. Tais descrições indicam a existência da humildade.
Segundo Claudionor de Andrade “no campo teológico, a humildade é mais que essencial para se apropriar do conhecimento divino”. Logo, a humildade é o meio para a obtenção das bênçãos provenientes de Deus.
Abraão tornou-se referência no mundo graças à vida de humildade, pois o patriarca soube fazer juízo acerca de sua pequenez e além de tudo em sua maneira de viver foi dependente de Deus.
3- Fé. “Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé, habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” (Hb 11. 8,9). A fé permitiu que Abraão desfrutasse do cumprimento da promessa. A promessa de Deus é acompanhada por dois elementos: condição e pena. A promessa é aquilo que Deus nos promete. A condição é aquilo que Deus requer que façamos. E por fim, a pena é o resultado do não cumprimento da condição. Abraão pela fé viu com seus olhos o cumprimento da promessa de Deus.
II – SERÃO BENDITAS TODAS AS FAMÍLIAS.
1- Conceito de bem-aventurança. Bem-sucedido e felicidade são algumas das palavras que definem a bem-aventurança. Deus fala ao patriarca Abraão que nele benditas seriam todas as famílias da terra, ou seja, felizes e bem sucedidas seriam as famílias da terra.
2- Abrangência da promessa. A promessa é abrangente; de Abraão a toda família da terra.  Porém, esta promessa para ser cumprida seguiu e segue a seguinte linha: Abraão, Israel, Igreja e a Família. Um indivíduo e três instituições. Abraão foi escolhido para ser pai de uma multidão de nações.
Israel é a primeira nação em que Abraão é conhecido por pai. A nação israelita teve como missão levar todas as demais nações a presença de Deus, porém, esta missão era centrípeta, ou seja, as nações deveriam ir até Israel. Entretanto, Israel falhou na sua missão.
Com a Igreja que possui a missão centrífuga, isto é, missão em que a Igreja vai até ademais nações, Deus tem abençoado as famílias.
3- Condições para a família ser uma bênção. Duas são as condições básicas para a notoriedade da bênção divina no seio da família. A primeira é a presença de Deus, que é possível graças à manifestação de Jesus proporcionando salvação a todos que o invocarem e o aceitarem como Salvador. E a segunda semelhante à primeira no valor tem como designação a liderança do Espírito Santo na vida dos membros da instituição família. E o Espírito Santo guia o cristão pela consciência e pela Escritura Sagrada.
Por fim, o chamado de Deus na vida de Abraão teve um preço a ser pago. A renúncia da terra, da parentela e da casa são demonstrações do preço elevado pago por Abraão (Gn 12. 1). Abraão renunciou a terra natal, o conforto do lar, os amigos, o tradicional estilo de vida, o direito de habitar entre os teus, o direito de ter uma velhice tranquila e o direito de dirigir a sua própria vida. Será que você esta pronto para pagar tal preço?
Renunciar é abrir mão de bens pessoais para servir a outros conforme a vontade de Deus. E diante das renúncias Deus proporcionará bênçãos para a família.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Subsídio da lição de EBD: A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PASCOA


Subsídio da lição de EBD: A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PASCOA
A quarta lição deste 1º trimestre de 2014 tem como objetivo outorgar aos alunos conhecimento sobre o real sentido da páscoa, compreender os elementos presentes na realização da mesma, e por fim, conscientizar que Jesus é a páscoa da igreja.
Páscoa (hebraico, pesah) passagem. Para os israelitas a páscoa era uma importante festa em que havia comemoração, pois a mesma permitia que as lembranças da saída do Egito fossem nítidas.
I – A PÁSCOA.
1- Para os egípcios.
2- Para Israel.
3- Para nós.
Comentário:
Para os egípcios a páscoa passou a ter como significado juízo. Porém, o juízo só se tornou real pela desobediência de faraó.
Já para os israelitas a páscoa passou ater como significado passagem para a liberdade, pois os israelitas deixaram depois de 430 anos de morada no Egito para irem para sua própria terra. Lembrando que os 300 anos últimos no Egito foram de tribulações e de longos dissabores. Dissabores demonstrados na morte de crianças do sexo masculino por decreto de faraó. Em suma, para os israelitas a páscoa tornou-se boas lembranças. Boas lembranças possíveis pela obediência dos filhos de Deus.
E para os cristãos a páscoa tem como significado a passagem da morte para a vida. Isto é, quando não tínhamos Jesus como Salvador, estávamos mortos para as coisas celestiais, porém pós a convenção morremos para o mundo para vivermos para Cristo.
E viver para Cristo indica que:
Ocorreu regeneração. Regeneração é o ato em que Deus outorga uma nova vida a pessoa que aceitou Jesus como Salvador. De fato a regeneração é o nascimento espiritual em que uma pessoa recebe o Espírito Santo, pois a efetuação do novo nascimento é realizada pelo Espírito Santo.
Jesus (Jo 3.3-5) afirma que ninguém pode entrar no céu sem a regeneração.
A regeneração é inseparável do arrependimento, pois o arrependimento é um ato de contrição profunda do coração, pela culpa de uma ação cometida com desejo de deixar o erro e praticar o bem.
Viver para Deus indica que houve a transformação do ser humano e a palavra chave para resumir tal verdade bíblica é “salvação”.
E a relação entre regeneração, santificação e glorificação no que corresponde a salvação é definida da seguinte maneira: “regeneração é a salvação do espírito; santificação é a salvação da alma, e glorificação é a salvação do corpo”.
Houve justificação. O salário do pecado é a morte (Rm 6.23), sendo assim Deus não poderia justificar o ímpio comprometendo a lei, por isso, o ser humano é justificado por causa dos méritos de Jesus e não pelas obras da lei (Gl 2.16).
Para Paulo a doutrina da justificação pela fé foi motivo para a escrita de duas epístolas, Romanos e Gálatas, pois havia membros da igreja que defendia a justificação pelas obras da lei (Gl 2.16). Já para Martinho Lutero a justificação pela fé era artigo importante para a igreja se conservar em pé ou chegar a cair.
Portanto, todos os que confiam em Jesus são declarados justificados, ou seja, justos. Porém, o método da justificação é divino, porque a justificação realizada pelos seres humanos só pode justificar um (o inocente) e condenar o outro (culpado), já a justificação divina justifica o culpado e não é baseada nos méritos e sim na misericórdia.
II – OS ELEMENTOS DA PÁSCOA.
1- O pão.
2- As ervas amargas.
3- O cordeiro.
Comentário:
O fermento na Escritura Sagrada tem como significado pecado ou transgressão. O pão sem fermento passou a ter como significado a ausência do pecado. Logo, os israelitas estavam saindo do Egito e deveriam se apartar de uma vez por toda de toda semelhança do pecado.
As ervas amargas indicavam que o fim do sofrimento, ou seja, do julgo do Egito sobre os israelitas estava chegando ao fim. 
O cordeiro deveria ter um ano e não poderia ter mancha alguma. A carne seria consumida e o sangue deveria ser posto sobre os umbrais das portas. A importância do cordeiro na páscoa dos israelitas se define em: suprimento e proteção. O suprimento para a longa viagem e proteção de toda sorte de males. No contexto hodierno o suprimento é espiritual e a viagem tem como referência almejada o lindo céu.
III – CRISTO, NOSSA PÁSCOA.
1- Jesus, o pão da vida.
2- O sangue de Cristo.
3- A santa Ceia.
Comentário:
Com base em 1ª Coríntios capítulo 11, a Santa Ceia outorga esperança e instrui os membros do corpo de Cristo no que corresponde:
Lembranças do calvário: logo a Santa Ceia é um memorial da morte de Jesus Cristo a nossa páscoa (24).
Efetuação da evangelização: anunciai a morte, isto é, a Santa Ceia confirma a missão evangelizadora da igreja (v.26).
Arrebatamento da Igreja: pois a morte de Jesus deverá ser anunciada até que Ele venha (v.27).
Autoanalise: cada um deverá examinar a si mesmo (v.28). Na Santa Ceia o cristão aprende que só Jesus é que pode condenar e julgar. Por isso, cada um examina a si mesmo e se achando digo participa da ceia do Senhor.
Então concluímos:
Como Participar da Santa Ceia?
A= de maneira digna (1 Co 11.27).
B= sem julgamentos (1 Co 11. 31).
C= e em ordem (1 Co 11. 33).