Deus é Fiel

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quinta-feira, 16 de novembro de 2023

FÉ PARA CRER QUE DEUS NÃO CRIOU O MAL

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – FÉ PARA CRER QUE DEUS NÃO CRIOU O MAL

Conforme o Resumo da Lição:

O pecado de desobediência de Adão e Eva trouxe toda a sorte de males para a humanidade e a criação.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O pecado original deixou como herança desagradável para com a humanidade o mal e os seus efeitos.

Ø    O pecado de Adão está relacionado com o ato da desobediência.

A presente lição tem como objetivos:

Explicar o mal moral e físico;

Destacar o ensino a respeito de Deus e do mal;

E, Despontar a respeito do sofrimento do cristão.

I – O MAL MORAL E FÍSICO

Biblicamente Deus criou todas as coisas boas e em perfeição. Porém, com o ato desobediente do homem toda a humanidade tornou-se pecadora e o mal tomou conta de todos no que tange a desobediência, assim como a causa de doenças que transmitem a ideia inicial da existência do pecado.

Para Agostinho o mal apresenta em três níveis, sendo eles: metafísico-ontológico, moral e físico.

O mal metafísico-ontológico corresponde com a imperfeição humana e a finitude. O moral corresponde com a conexão com a liberdade e com a responsabilidade. Enquanto que o mal físico trata-se da dor e do sofrimento (Ales, 2023).

II – DEUS E O MAL

Um dos textos que mais deixa confuso a pessoa no que corresponde a existência do mal se encontra em Isaías 45.7 que assim está escrito:

Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.

E crio o mal. O criar no presente texto não corresponde com a origem do mal físico, mas trata-se do ato de agir com punição, logo, o mal do presente texto transmite a ideia de punição.

A existência do mal está diretamente associada com o pecado original de Adão. Por causa de Adão todos os homens pecaram e distanciaram de Deus. Assim sendo, o pecado causou:

A origem do mal físico em que a própria natureza clama por socorro.

A origem do mal moral em que todo o ser humano dependem de Deus para permanecerem em liberdade com responsabilidade.

III –      O CRISTÃO E O SOFRIMENTO

Por meio do sofrimento o cristão aprende e cresce na presença do Senhor. Versículos bases para esta afirmação foram escritos por Paulo à Igreja em Roma.

E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5.3-5).

A palavra tribulação pode ser compreendida pelos seguintes termos: frustração, sofrimento, pressão, perseguição, abandono etc...

Jesus não morreu para nos tornar materialmente ricos, para garantir saúde física, ou nos imunizar contra as tribulações durante nossa vida terrena. Jesus morreu para nos dar bênçãos muito mais ricas do que estas! (...)

O sofrimento ajudará a nos proteger do erro de fixar nossas esperanças naquilo que podemos ganhar aqui, amanhã, e não em Deus (...).

Deus pode usar a pobreza e o sofrimento, para manter nossos olhos fixados na riqueza espiritual que já possuímos, e nossas esperanças fixadas nele (RICHARDS, 2008, p. 297).

 

O gloriar nas tribulações segundo Paulo se relaciona diretamente aos resultados desta na vida para com o cristão: A tribulação produz paciência, e a paciência, a experiência, e a experiência, a esperança (Rm 5. 3,4).

Através da tribulação Deus desenvolve no cristão a perseverança e o caráter. Pois, caráter é o complexo de características mentais e éticas que marcam e, geralmente, individualizam uma pessoa, grupo ou nação (MUNROE, 2015, p. 34).

Referências:         

ALVES, Eduardo Leandro. A prova da vossa fé: vencendo a incredulidade para uma vida bem-sucedida. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

MUNROE, Myles. O Poder do caráter na liderança como os valores, a moral, a ética e os princípios afetam os líderes. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel Ltda, 2015.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

terça-feira, 14 de novembro de 2023

MISSIONÁRIOS FAZEDORES DE TENDAS

Subsídio – EBD – MISSIONÁRIOS FAZEDORES DE TENDAS

Conforme a Verdade Prática:

É possível servir a Deus aos outros por meio de sua profissão aonde quer que você vá.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    É possível ser missionário e ao mesmo tempo desempenhar uma profissão.

Ø    É possível por meio de uma profissão ter maior acesso a lugares distantes para desenvolver o trabalho missionário.

A presente lição tem como objetivos:

Relacionar a vida profissional de Paulo com a ministerial;

Explicar a expressão “Missionários fazedores de tendas”;

E, Discutir vocação, profissão e missões.

I – VIDA PROFISSIONAL DE PAULO

Paulo foi chamado por Deus para desenvolver um exemplar ministério na pregação da Palavra, assim como no ensino do Evangelho. No entanto, compreende-se que Paulo não recebeu auxílio de igrejas em todo o desenvolvimento ministerial. Houve momentos em que o apóstolo teve que praticar uma atividade específica para a própria manutenção e esta foi a de fazedor de tendas.

O fazedor de tendas era a pessoa que trabalhava especificamente com couro de cabras. Paulo afirma que trabalhava no ofício de construir tendas (At 18.3) e exercia a atividade de dia e de noite para não pesar a comunidade dos tessalonicenses (1 Ts 2.9).

O apóstolo aprendeu a profissão, pois esta era a tradição dos rabinos em que aprender uma profissão era necessário para o próprio sustento (Gaby, 2023). Porém, o apóstolo Paulo compreendia que era cabível que os obreiros fossem sustentados pelas igrejas para melhor exercer o ministério da pregação e ensino da Palavra (2 Co 12.13; Gl 6.6).

II – MISSIONÁRIOS FAZEDORES DE TENDAS

No contexto do Novo Testamento os fazedores de tendas, exemplo: Paulo, Áquila e Priscila; de fato, exercia a prática diária de construir tendas com pele de cabra para a própria manutenção em suprir as necessidades. Na atualidade, na ótica das missões, o fazedor de tendas poderá ser o médico, o professor, o engenheiro, o jornalista, o radialista, e assim por diante, são aqueles que por meio de suas habilidades naturais suprem as necessidades físicas e se deixam se gastar em fazer a obra do Senhor.

Logo, se são profissionais que possuem conhecimentos específicos com as áreas de atuação, devem esses terem a preparação necessária para o exercício ministerial. O preparo do missionário deverá ser:

Espiritual, pois é necessário que seja alguém que conheça o Senhor por meio de uma vida prática.

Físico, pois é necessária aptidão física para vencer desafios, entre eles questões climáticas.

Intelectual, pois é necessário conhecimento básico dos que serão atendidos pelo o trabalho missionário, desde a cultura aos limites econômicos.

III –      VOCAÇÃO, PROFISSÃO E MISSÃO

Vocação tem como significado chamamento, ou seja, corresponde com a pessoa que possui aptidão para o desempenho de um ofício. Quem outorga habilidades para com os indivíduos a exercerem ofícios específicos é o Senhor.

Enquanto vocação vem do latim vocare e significa chamar, missão é o ato de enviar ou de ser enviado. Assim, toda pessoa tem uma vocação, e a consequência disso é a missão. No entanto, nem toda pessoa exerce a sua missão, mesmo tendo sido chamada por Deus (Gaby, 2023, p. 83).

Por fim, a vocação ministerial não oculta ou desfaz a importância e o tempo do exercício de uma atividade profissional, da mesma forma, o abraçar a profissão não outorga justificativas ao indivíduo que foi chamado ao ministério a abandonar a sua missão. Em suma, servindo a Deus e aos outros através de sua profissão aonde que você vá! (Gaby, 2023, p. 84).

Referências:

GABY, Wagnaer Tadeu dos Santos. Até os confins da terra: pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

ORANDO, CONTRIBUINDO E FAZENDO MISSÕES

Subsídio – EBD – ORANDO, CONTRIBUINDO E FAZENDO MISSÕES

Conforme a Verdade Prática:

Nem todos são chamados para ir ao campo missionário, mas todos têm a responsabilidade de orar e contribuir com essa obra.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O campo missionário não será uma área alcançada por todos os crentes, pois nem todos são chamados a irem aos campos.

Ø    Todos os crentes têm o dever em orar em prol da obra missionária.

Ø    Todos os crentes têm a responsabilidade em contribuir com a obra missionária.

A presente lição tem como objetivos:

Expressar a importância da oração pela causa missionária;

Pontuar a bênção de contribuir para missões;

E, Refletir a respeito da vocação missionária.

I – ORANDO PELA CAUSA DE MISSÕES

Oração tem como significado diálogo entre o cristão e o Criador. Na oração alguns componentes se fazem presentes, são eles: adoração, intercessão, clamor e ações de graças.

A oração é, primeiramente, uma forma de relacionamento. Quem ora quer se relacionar, conversar, ser respondido, abrir o coração e levar suas percepções e anseios a Deus. Oração é diálogo e troca; é uma ação que implica liberdade e aconchego com aquele a quem nos dirigimos (Tedesco, 2020, p. 9).

Paulo ao jovem Timóteo escreveu as seguintes palavras:

Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens (1 Tm 2.1).

Neste texto há quatro termos para definir e explicar à maneira em que se procede as orações: deprecações, orações, intercessões e ações de graças.

Sendo que a deprecação corresponde com súplicas em favor da necessidade pessoal ou de outra pessoa. Já o termo oração se define pela palavra diálogo ou prece. Enquanto, a palavra intercessões sugere aproximar-se com confiança colocando-se no lugar do outro, isto é, interceder é pedir em favor de alguém. E por último, ações de graças, isto é, uma atitude de louvor a Deus por todos os feitos e benefícios desenvolvidos para com os teus.

Para tanto, a oração no contexto missionário deverá abranger:

Oração em prol dos locais em que a obra missionária está inserida.

Oração em prol das pessoas que vivem no campo missionário para que sejam alcançadas pela pregação.

Oração em prol dos missionários para que a graça de Deus esteja sobre a vida deles.

Para finalizar o presente tópico Samuel Marinus que viveu em 1867 a 1952 disse que oração e missões são inseparáveis (apud Gaby, 2023, p. 57).

II – CONTRIBUINDO PARA MISSÕES

Todo o crente deverá ofertar para com a obra missionária, lembrando que Deus prospera cada crente mediante a sua fidelidade. Lendo uma obra sobre mordomia aprendi que Deus prospera o cristão mediante as seguintes ações:

Crente fiel nos dízimos será abençoado por Deus.

O crente fiel em entregar voluntariamente as ofertas será abençoado por Deus.

O crente que oferta para com a obra missionária será abençoado pelo o Senhor.

E, por fim, o crente que ama a sua liderança será abençoado pelo o Senhor.

O objetivo de Deus prosperar a igreja e a cada um individualmente está associado à manutenção própria de cada pessoa e também o compromisso da igreja como organização, em segundo para que a obra evangelizadora seja exercida, cada cristão deverá ser um verdadeiro evangelista, e esta atividade é desenvolvida pela contribuição, pela oração e pela entrega ao serviço de evangelização, e por fim, Deus nos prospera para que auxiliemos os necessitados.

III –      A CHAMADA PARA IR

Todos são chamados a irem e a pregarem o Evangelho a toda criatura. Cada pessoa não cristã deverá ser vista pelo o cristão como um crente a ser alcançado. Logo, é necessário ganhar almas na própria casa (família), no local de trabalho e nos ambientes em que o crente freqüenta.

O fazer missões nem sempre será desenvolvido em lugares distantes. Há de fato alguns crentes que por Deus terão a vocação de irem a terras distantes para pregarem o Evangelho, porém cabe a todos os crentes reconhecerem a responsabilidade em pregarem eficientemente a Palavra do Senhor.

 Em suma, há quatro razões que explicam o motivo da evangelização, ou seja, da responsabilidade do cristão ir e pregar o Evangelho:

Primeira razão: é um mandamento de Jesus.

Segunda razão: é a maior expressão de amor da Igreja.

Terceira razão: o mundo jaz no maligno.

Quarta razão: porque Jesus em breve virá.

Referências:

GABY, Wagnaer Tadeu dos Santos. Até os confins da terra: pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

TEDESCO, Marcos. Ensina-nos a orar: exemplos de pessoas e orações que marcaram as escrituras. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

FÉ PARA CRER NA NATUREZA HUMANA E DIVINA DE JESUS

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – FÉ PARA CRER NA NATUREZA HUMANA E DIVINA DE JESUS

Conforme o Resumo da Lição:

Cremos na natureza humana e divina de Jesus e na sua obra salvífica para a humanidade.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Jesus se manifestou em duas naturezas: humana e divina.

Ø    A grande obra de Jesus teve como objetividade salvar a humanidade.

Os críticos a fé cristã tem sempre em seus argumentos mensagens contrárias a divindade de Jesus, negando à natureza divina, comparando o Senhor Jesus a conformidade humana sem a valorizar e identificar a natureza divina.

A presente lição tem como objetivos:

Explicar a singularidade de Jesus;

Destacar as evidências de que Jesus possuía atributos divino;

E, Saber que Jesus esvaziou-se de si mesmo.

I – A SINGULARIDADE DE JESUS

Para muitos é incomum defender a existência em Jesus de duas naturezas, isto é, a natureza humana e a divina. O que se compreende é que Jesus foi gerado mediante a operação do Espírito Santo, logo, aqui está a representatividade da natureza divina, o que indica 100% Deus. No entanto, Maria é a mãe biológica de Jesus, logo, Ele possui 100% da natureza humana.

O capítulo um (1) do Evangelho de João transmite verdades a respeito da natureza divina de Jesus: identidade do Verbo e as obras do Verbo.

A identidade do Verbo:

No princípio era o Verbo (v. 1) – o Verbo é eterno.

O Verbo estava com Deus (v. 1) – o Verbo é distinto de Deus.

O Verbo era Deus (v. 1) – o Verbo é Deus.

Na identidade do Verbo compreende-se que o Verbo (Jesus) é eterno, é distinto do Pai e é Deus.

Obras do Verbo:

Todas as coisas foram criadas por Ele (v.3) – Jesus é Criador.

Nele estava a luz do mundo (v. 9) – Jesus é a luz que ilumina o homem.

Todos os que receberem terão o direito de serem chamado filhos de Deus (v. 12) – Jesus regenera.

Deus nunca foi visto por ninguém, mas o seu filho o tornou conhecido (v. 18) – Jesus revela o Pai.

As obras do Verbo são criar, iluminar, regenerar e revelar. Obras que identificam o Verbo como o Deus criador e provedor da criação.

II – EVIDÊNCIAS DE QUE JESUS POSSUÍA ATRIBUTOS DIVINOS

É importante ressaltar que existem inúmeros versículos que faz referência a divindade de Jesus Cristo:

Em Isaías 7.14 – Emanuel, Deus Conosco, isto é, Jesus é chamado de Emanuel.

Em Isaías 9.6 – Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, isto é, Jesus é chamado de Deus Forte, nome que revela um dos atributos pertencente unicamente a Deus.

Sobre João 5.23, assim escreveu Soares:

O Senhor Jesus ensinou que a honra devida ao Pai é a mesma devida ao Filho. Isso significa que o cristão deve adorar o Pai da mesma maneira que adora o Filho (2008, p. 53).

Jesus é Deus porque Ele tem os nomes de Deus, os atributos de Deus e faz as obras de Deus.

Jesus é identificado pelos nomes de Deus:

Deus. Mas, acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre, e: cetro de equidade é o cetro do teu reino (Hb 1.8).

Filho de Deus (Mt 16.16,17), Santo (At 3.14), Senhor (At 9.17).

Jesus possui os atributos divinos:

Eterno. No princípio era o Verbo (Jo 1.1).

Onipotência (Mt 28.18), onipresença (Mt 18.20), onisciência (Jo 1.47,48).

Jesus é identificado como agente das obras desenvolvidas por Deus:

Criador. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez (Jo 1.3).

Preservador de tudo (Hb 1.3), perdoador de pecados (Mc 2.5,10,11), doador da vida (Fp 3.21). Ofícios e funções que pertencem distintamente a Deus, são atribuídos a Jesus Cristo (BANCROF, 2006, p. 123).

III –      JESUS ESVAZIOU-SE DE SI MESMO

O que se deve compreender do presente tópico está em saber que Jesus esvaziou-se de sua glória, ou seja, Jesus não renunciou nenhum de seus atributos, o que de fato ocorreu foi que Jesus humilhou-se a si mesmo.

A humilhação a qual se percebe está no ato em que o próprio Cristo se entregou na cruz como sacrifício para outorgar salvação para a humanidade.

Referências:         

BRANCROFT. Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.

SOARES, Esequias. Cristologia: a doutrina de Jesus Cristo. São Paulo: Hagnos, 2008.

quinta-feira, 26 de outubro de 2023

FÉ PARA CRER QUE A VIDA NÃO SURGIU DO ACASO

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – FÉ PARA CRER QUE A VIDA NÃO SURGIU DO ACASO

Conforme o Resumo da Lição:

Os céticos acreditam que o mundo pode ter surgido do acaso, mas nós cremos que Deus tudo criou e governa as suas criaturas.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Para os céticos é mais fácil acreditar que o mundo e tudo o que há surgiu do acaso do que tenha como origem a pessoa de Deus.

Ø    O crente acredita que tudo o que existe foi criado por Deus.

A presente lição tem como foco principal observar a ciência e a religião. Válido compreender que ao citar a religião, o olhar está voltado para com a fé cristã. Para muitos é perceptível que a fé e a razão não se aprovam, se alguém é adepto de uma terá que negar e discriminar a outra.

A presente lição tem como objetivos:

Explicar o que é método científico;

Destacar o aparecimento da ciência moderna;

E, Saber o que a Bíblia diz a respeito da origem de tudo.

I – O ENSINO CIENTÍFICO

O método científico corresponde basicamente com a resposta de determinada pergunta que foi concluída após um espaço de tempo em que uma hipótese foi ratificada ou retificada, a resposta inicial foi testada, ou seja, foi aprovada ou negada.

Enquanto que o saber teológico no que tange a religião que diretamente se associa com a fé cristã na presente lição e que está nitidamente relacionada com prática de valores.

O que diferencia a ciência e a religião é que:

[...] A ciência está mais preocupada com o mecanismo do mundo; já a filosófica e a religião estão interessadas em coisas como significados, propósitos e valores (Alves, 20203, p. 51).

Por está a ciência mais preocupada com o mecanismo do mundo, essa se esvazia da presença de Deus e do acreditar em Deus, assim como no desacreditar que Deus criou e supre a necessidade do planeta Terra.

II – O SURGIMENTO DA CIÊNCIA MODERNA

A ideia do modernismo, na ótica secular, se associa com o saber do homem vai à contra mão dos princípios bíblicos. Daí que para alguns surge o abismo, se acredita na criação é necessário negar a fé, assim como, se acredita e defende a ciência com as concepções céticas não é possível defender a narrativa encontrada na Bíblia Sagrada.

Historicamente os passos para o surgimento do modernismo se encontra com o conflito entre o ensino da sistema religioso medieval em que a terra era o centro do universo, geocentrismo, com o anunciado por Copérnico, o heliocentrismo, o sol é o centro do universo.

III –      A ORIGEM

A criação dos céus e da terra é definida e defendida pelo termo criacionismo. O criacionismo é a doutrina Bíblica que ensina ser a criação uma obra Divina, sendo tudo criado pela Palavra de Deus. O fundamento para o criacionismo se encontra na narrativa Bíblica e tem como objetivos:

Mostrar que Deus é o Criador de todas as coisas.

Demonstrar que, por criar tudo quanto existe tudo pertence a Deus.

Levar os cristãos a adorarem ao Criador.

Deus não é limitado pelo tempo e nem pelo espaço, porque Deus é eterno e onipresente. A eternidade de Deus é visível no momento em que se lê: Deus criou os céus e a terra. Logo, se Deus criou todas as coisas outorgando à criação o tempo, isto indica que Deus não é limitado pelo tempo, pois Ele é eterno. E Ele está presente na criação porque Ele não é limitado pelo espaço.

A obra da criação indica a ação organizada de Deus. Pois, a terra é criada para depois serem criados os seres vivos. A organização é palavra chave para compreender o dinamismo da criação.

Já no que refere à criação da luz duas verdades são fundamentais para uma exata compreensão: A primeira verdade é que a luz foi criada no primeiro dia o que não corresponde com a criação do sol. E a segunda verdade é que a luz era proveniente do próprio Deus.

Assim também ocorre com a separação das águas que se relaciona com duas ações espaciais. A primeira é com a criação da atmosfera e a segunda com a camada de água que ficam na atmosfera.

A segunda se associa com duas verdades bíblicas que são questionadas por críticos. A existência da separação das águas no firmamento outorgara a possibilidade da vida humana ter chegado mais de 900 anos, pois não havia ações que possibilitavam o envelhecimento produzido pelos raios solares. Outra corresponde com a origem das chuvas. Estas só passaram a fazer parte da sociedade humana quando ocorreu o dilúvio.

Seguindo a ordem e sendo organizado, Deus separa as águas abaixo da atmosfera, fazendo com que surgisse o reino vegetal. O reino vegetal era na sua totalidade frutífero. Não existiam as briófitas, nem as pteridófidas e nem as gimnospermas, pois todas as espécies de plantas eram angiospermas, isto é, eram frutíferas.

No que corresponde ao sistema solar é necessário enfatizar a perfeita harmonia que há entre o sol e os astros que estão a sua volta. A perfeita harmonia existente no sistema solar indica que Deus é perfeito. Logo, só sendo perfeito para criar uma obra tão perfeita.

Por fim, nos dois últimos dias da criação Deus deu vida à criação.

Referências:         

ALVES, Eduardo Leandro. A prova da vossa fé: vencendo a incredulidade para uma vida bem-sucedida. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

A FÉ CRISTÃ E O CONHECIMENTO CIENTÍFICO

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – A FÉ CRISTÃ E O CONHECIMENTO CIENTÍFICO

Conforme o Resumo da Lição:

A fé cristã não é contrária ao saber, ao avanço científico; entretanto não podemos aceitar nenhuma teoria ou conceito que tem a finalidade de desacreditar a existência de Deus.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

ü    A fé cristã não condena o saber e o avanço científico.

ü    O cristão não poderá conformar com ensinamentos tidos como científicos que condena a mensagem da Bíblia Sagrada.

[...] avanços científicos não precisam ameaçar a fé, mas podem fortalecê-la ao revelar a grandeza e a sofisticação do projeto divino (Alves, 2023, p. 46).

A presente lição tem como objetivos:

Explicar o que é o racionalismo;

Mostrar a importância da ciência;

E, Destacar a ciência e a fé cristã.

I – O RACIONALISMO E A FÉ CRISTÃ

A maioria dos cientistas que abraçaram e abraçam a corrente racionalista agiram e age com discriminação ao saber teológico. É válido compreender que há diversidade teológica, porém compreende-se que há um saber teológico que está presente no cenário acadêmico e não omitem os princípios bíblicos, assim como caracterizam o saber da ciência.

Os que defendem a ciência e criticam o saber teológico ratificam com palavras que há limitações na escrita da Bíblia, porém esquecem esses que a ciência também apresenta suas limitações. O saber baseada no conhecimento científico tem sofrido alterações no decorrer das investigações produzidas no longo da história.

Houve um período que a igreja como organização errou em proibir que seus membros não desfrutassem do estudo secular. Mas, se convenha que no período a atitude foi coerente no que tange aos apologistas que estava nos púlpitos defendendo a fé cristã. Porém, hoje compreende que o conhecimento científico por parte dos crentes dinamiza a ação da igreja em defender a fé por meio da própria ciência.

II – A CIÊNCIA TEM SUA IMPORTÂNCIA

A ciência tem sua importância para definir explicações de mistérios não compreensíveis, exemplo a arqueologia que por meio de estudos dos achados do passado apresenta relatos que descrevem o estilo de vida dos povos antigos.

Assim como também tem como função proporcionar avanços tecnológicos para com o bom convívio da humanidade. Exemplo: a escrita e sua origem proporcionou o registro de históricas; a invenção da imprensa proporcionou difundir com veracidade as obras literárias escritas no período, isto é, maior quantidade em menor tempo; e, a tecnologia do século XXI que proporciona a utilização das redes sociais para difundir as descobertas.

Aplicando com o conhecimento teológico a arqueologia não negou os escritos bíblicos, mas corroborou com a veracidade histórica e cronológica. Assim como a Bíblia foi e é divulgada de maneira ampla graça aos avanços da ciência que proporcionaram crescimento tecnológico.

III – A CIÊNCIA E A FÉ CRISTÃ

Alguns personagens na Bíblia seriam de fato pela gama de conhecimento na atualidade tidos como cientistas nobres.

Salomão pelo grande saber proporcionaria abertura de pontes para inovações. José e Daniel contribuíram para com a ciência da administração e principalmente a administração pública. Paulo pelo o conhecimento, também pelo o saber transmitir o conhecimento seria um exemplo para como didaticamente se transmite o que se sabe.

Por fim, o cristianismo não é rival à ciência, a ciência não contradiz a veracidade da Bíblia. O que de fato ocorre é que correntes ateístas têm ganhado espaço nas universidades e como pauta de suas ideologias negam tudo o que de certa maneira esteja ligado com o cristianismo.

É tempo de pregar o Evangelho nas faculdades e de certa maneira fazer com que os que são teístas venham a ser exemplos para as gerações que estão se formando, esse é um meio para que o cristianismo não venha a perder o valor como saber e importância moral para com o bom desenvolvimento social, fato que tem ocorrido no continente europeu e na América do Norte.

Referência:

ALVES, Eduardo Leandro. A prova da vossa fé: vencendo a incredulidade para uma vida bem-sucedida. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

MISSÕES TRANSCULTURAIS NO NOVO TESTAMENTO

Subsídio – EBD – MISSÕES TRANSCULTURAIS NO NOVO TESTAMENTO

Conforme a Verdade Prática:

A natureza missionária de Deus pode ser vista ao fazer de seu único Filho um missionário, e da Igreja a sucessora dessa sublime tarefa.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Deus possui a natureza missionária.

Ø    A visibilidade da natureza missionária de Deus está na manifestação do Verbo.

Ø    A igreja tem como finalidade existencial suceder a sublime tarefa da pregação do Evangelho.

A presente lição tem como objetivos:

Revelar o Deus missionário no Novo Testamento;

Mostrar as Missões nos Evangelhos e em Atos dos Apóstolos;

E, Enfatizar a Missão Cumprida nas Cartas e no Apocalipse.

I – O DEUS MISSIONÁRIO REVELADO NO NOVO TESTAMENTO

A Bíblia apresenta Deus com ação missionária e uma palavra que se repete no decorrer da Sagrada Escritura que transmite a realidade da ação divina em ser missionário está no ato de Deus enviar. No Antigo Testamento Deus enviou profetas, sacerdotes e reis para testemunhar da grande obra e a respeito da própria vontade divina. Já no Novo Testamento Deus enviou o Seu próprio Filho para se entregar por amor a todos aqueles que a Ele se converter.

Os Evangelhos terminam basicamente com a mensagem escrita da formulação da grande comissão. Logo, se a mensagem do Novo Testamento especificamente dos Evangelhos se iniciam com o envio de Jesus a Terra para trazer a salvação à humanidade, assim sendo, conclui com o envio da igreja em pregar o Evangelho.

Portanto, a natureza da missão da Igreja é a missão centrífuga, que requer ir a outras gentes e ganhá-las, onde quer que se encontrem, para Cristo. Depois de ganhá-las para Cristo, devem ser formadas extensões da Igreja no seu próprio país. Em seguida, esse mesmo povo levará a cabo missões centrífugas, saindo a pregar (Gaby, 2023, p. 32).

Em suma, a mensagem do Novo Testamento é uma demonstração que a teologia neotestamentária é mais prática, ou seja, é mais ação, especificamente trata-se de uma teologia missionária.

II – MISSÕES NOS EVANGELHOS E EM ATOS DOS APÓSTOLOS

Jesus operou inúmeros milagres no decorrer de seu ministério terreno. Porém, o que se percebe é que a operação destes milagres foi mediada pela operação do Espírito Santo. A igreja em seu surgimento, assim como em sua atuação missionária tem a operação do Espírito Santo como a fonte que a diferencia e contribuir para com a formação dinâmica de sua missão.

A vinda do Espírito Santo estava associada com o retorno de Jesus ao Céu, convém que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei (Jo 16.7). O tempo que perdurará a relação entre o Espírito Santo e os crentes é definida pelas seguintes frases: para que fique convosco para sempre (Jo 14.16), habita convosco (Jo 14.17) e estará em vós (Jo 14.17).

Três verdades são visíveis na ação do Espírito Santo em habitar no crente:

Primeira verdade torna os cristãos em sua propriedade particular (Ef 1.13,14); segunda verdade proporciona segurança aos cristãos (Rm 8.14,16); e por fim, como terceira verdade, fortalece os crentes (Ef 3.16).

Alguns nomes de personagens bíblicos são enumerados na galeria de verdadeiros evangelistas, são eles: Pedro, Estevão, Barnabé e Paulo.

III –      A MISSÃO CUMPRIDA NAS CARTAS E NO APOCALIPSE

A obra missionária está nítida na escrita das cartas, assim como na escrita do livro de Apocalipse.

Sobre as cartas compreende-se que foram escritas as igrejas com o seguinte objetivo, transmitir ensinamentos para edificação da igreja.

3.1- Cartas escritas por Paulo.    As treze epístolas escritas pelo apóstolo Paulo foram escritas sobre o aspecto do quando, ou seja, existia um motivo básico para que as epístolas fossem escritas.

Quando o fim é a principal preocupação. Aqui corresponde diretamente com 1 e 2 Tessalonicenses.

Quando a igreja é a principal preocupação. Aqui corresponde a 1 e 2 Coríntios.

Quando o evangelho é a principal preocupação. Aqui corresponde às seguintes cartas: Gálatas e Romanos.

Quando a prisão é uma realidade. As cartas são Filipenses, Colossenses, Filemon e Efésios.

Quando a morte se aproxima. Corresponde com as cartas 1 e 2 Timóteo e Tito.

3.2- Carta aos Hebreus. Redigida aos judeus convertidos a Jesus Cristo. Possui valor e aplicação para os cristãos de todas as épocas. A carta é um combate direto ao abandono e a frieza de alguns dos membros da igreja (10.25). A carta apresenta ainda a superioridade de Jesus à Lei de Moisés, a superioridade do sacrifício de Jesus, pois o sacrifício do antigo concerto era incompleto e apresenta a obra, missão e a supremacia de Jesus a todas as coisas.

3.3- Cartas Universais. Escritos para a igreja perseguida, tendo como objetivo o consolo da parte de Deus para os cristãos, e também apresentam instruções fundamentais para uma vida abençoada.

3.4- Profético. Parte que é composta por um único livro o de Apocalipse. O versículo chave do livro encontra se em Apocalipse 1.19: “escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer”. Logo, o livro está dividido em três partes: as coisas que tem visto (1), as coisas que são (2,3) e as coisas que depois destas hão de acontecer (4-22).

Referências:

GABY, Wagnaer Tadeu dos Santos. Até os confins da terra: pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.