Deus é Fiel

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terça-feira, 9 de abril de 2024

A ESCOLHA ENTRE A PORTA ESTREITA E A PORTA LARGA

Subsídio – EBD – A ESCOLHA ENTRE A PORTA ESTREITA E A PORTA LARGA

Conforme a Verdade Prática:

A porta estreita não é uma opção, mas a única alternativa disponível para o crente entrar no Céu.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A porta estreita não é uma opção.

Ø    A porta estreita é a única alternativa disponível.

Ø    A porta estreita é a alternativa para o crente entrar no Céu.

A presente lição tem como objetivos:

Explicar a analogia da porta estreita e do caminho apertado do ponto de vista bíblico e teológico;

Destacar que a decisão pela porta estreita requer uma vida de renúncia e disposição para enfrentar os desafios da caminhada cristã;

E, Apontar que a entrada pelo caminho estreito está baseado no arrependimento, confissão de pecados e novo estilo de vida.

I – PORTAS E CAMINHOS

Conforme a explanação de Gomes (2024) compreende que porta apertada e caminho estreito apresentam a necessidade direta do ser humano em se esforçar para conquistar a vida eterna, pois é necessário bater de frente com as inclinações naturais (2024, p. 31).

Não é possível passar pela porta com a bagagem do pecado, assim como também não é possível passar com as atitudes carnais. E o requisito básico está na necessidade do nascer de novo para poder usufruir o que só se tornará possível mediante a passagem pela porta estreita.

As virtudes essências na vida dos que passam pelo o caminho apertado são a perseverança, verdade, santidade, disciplina e dedicação (Gomes, 2024, p. 32).

Perserverança corresponde em ir até o fim. Verdade correlaciona em andar no que é mediada pela justiça divina. Santidade trata-se do buscar ser imitador de Cristo. Disciplina no andar em conformidade com o Senhor, ou seja, ser justo, reto e conhecer o Senhor.

II – POR QUE ENTRAR NA PORTA ESTREITA É DFÍCIL

Há uma porta larga e um caminho espaçoso que conduz à perdição. Mas, há o caminho apertado e uma porta estreita que conduz à vida. Sendo que a maioria das pessoas neste mundo tem as mesmas atitudes dos escribas e fariseus. Elas simplesmente acreditam na salvação pelas boas obras, Jesus faz uma interpretação muito diferente da Lei, a regra de vida daqueles que o seguiram. Ele a coloca ao nível do coração e, ao fazer isso, exclui muitos de Seu Reino (Radmacher; Allen; House, 2013, p. 103).

A porta estreita indica que dá para passar apenas uma pessoa, verdade que para Gomes (2022) teologicamente corresponde com a impossibilidade de passar por ela quem tenha muita bagagem que corresponda com a justiça pessoal, o egoísmo, a avareza e até mesmo com o rancor.

Os dois caminhos indicam que há uma direção a ser seguida. O caminho espaçoso corresponde com a direção que finaliza na perdição. Já o caminho apertado corresponde com a direção que finaliza com a consumação conforme a vontade divina, em que o cristão estará eternamente com o Senhor.

Em suma, a caminhada do cristão se resume em escolhas. [...] Caso escolhamos viver um cristianismo que permite tudo, nosso destino estará comprometido, porém se optarmos em viver uma vida santa, entrando pela porta estreita e trilhando o caminho apertado, nosso futuro será maravilhoso (Gomes, 2022, p. 143).

III –      ENTRANDO PELA PORTA E PELO O CAMINHO DO CÉU

Para palmilhar no caminho estreito e passar pela porta apertada são necessárias algumas atitudes, são elas: arrependimento, confissão dos pecados e produzir frutos de arrependimento.

Sobre o arrependimento é necessário entender que se trata do reconhecimento do indivíduo que o mesmo cometeu falhas, abandonou as práticas da velha natureza e que atualmente anda em novidade de vida, sem praticar o que fazia anteriormente. Para Antônio Gilberto o arrependimento está diretamente interligado com a convicção do pecado, contrição do pecado, confissão do pecado, abandono do pecado e com a conversão do pecado (apud Gomes, 2024, p. 38).

Sobre o confessar o pecado em Provérbios compreende-se que proporciona ao indivíduo o alcance da misericórdia, enquanto que o esconder é fazer com que a mão de Deus não se estenda para abençoar.

Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia (Pv 28.13).

Os frutos do arrependimento se resumem na palavra serviço, pois todos os que são nascidos de novo tem o seu prazer em servir ao Senhor.

Referência

GOMES, Osiel. Os valores do Reino de Deus: a relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2022.

GOMES, Osiel. A carreira que nos está proposta. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronald B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

sexta-feira, 5 de abril de 2024

O INÍCIO DA CAMINHADA

 

Subsídio – EBD – O INÍCIO DA CAMINHADA

Conforme a Verdade Prática:

O Novo Nascimento marca o início da jornada do crente em Jesus Cristo.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O novo nascimento corresponde com o início de uma nova etapa da vida do cristão.

Ø    O início da jornada cristã se dá com o novo nascimento.

A presente lição tem como objetivos:

Explicar o sentido da caminhada com Cristo;

Ensinar a respeito da doutrina do Novo Nascimento;

E, Enfatizar a importância do Novo Testamento para a formação de quem inicia a caminhada cristã.

I – A CAMINHADA COM CRISTO

Sobre a vida humana pode-se afirmar que há uma vida natural e uma vida totalmente espiritual. Na concepção natural compreendem-se todos os momentos em que o ser humano passa por fases e mudanças físicas, que de certa forma altera totalmente os atos sociais. Trajetória que abrange da infância a terceira idade. Corresponde aos ciclos da vida: nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer.

No que tange a vida com Cristo, a espiritual, entende-se que há uma relação direta com o novo nascimento, assim como se concretiza com o viver na eternidade com o Senhor. Duas descrições que categoricamente explicam a vida com Cristo são: o andar em Espírito e o viver no Espírito, descrições bem explicadas por Paulo quando escreveu a Carta Aos Romanos.

Para Paulo andar segundo o Espírito é primeiramente estar livre da lei do pecado e da morte (v.2). A lei do pecado condena e tem como resultado final a morte. Logo, o andar no Espírito indica que o crente em Cristo está livre da condenação proveniente do pecado.

O andar em Espírito é também contemplar a condenação do pecado na carne (v.3). Obra desenvolvida por Jesus na cruz vencendo o pecado.

E por terceiro para Paulo o andar no Espírito é inclinar para as coisas espirituais (vv. 5,6), que tem como garantia a vida e a paz.

A paz é o fim do conflito intenso descrito no capítulo 7, bem como a harmonia e a tranquilidade que existem no interior do cristão; isto é, o resultado do ato de se render a Deus (Radmacher; Allen; House, 2013, p. 382).

Portanto, o andar na carne tem como resultado a morte, ao contrário o andar no Espírito, tem como resultado a vida e não apenas a vida, mas uma vida com paz.

O viver no Espírito corresponde na transformação do crente, na ação do Espírito em habitar e guiar o crente (vv. 9,14), na aceitação do cristão como filho de Deus (v.14) e, por fim, no outorgar ao cristão o direito de ser co-herdeiro de Cristo (v.17).

O cristão é habitação do Espírito Santo, não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (1Co 3.16). O termo, não sabeis, introduz uma afirmação incontestável.

Além de habitar, o Espírito Santo também guia o crente, porque todos os que são guiados pelo Espírito Santo de Deus, esses são filhos de Deus (Rm 8.14).

Sermos guiados pelo Espírito Santo de Deus é o mesmo que caminhar em conformidade com o Espírito Santo. Caminhar implica a participação ativa e o esforço do cristão. Ser conduzido sublinha o lado passivo, a dependência submissa de cada cristão ao Espírito (Radmacher; Allen; House, 2013, p. 383).

Viver no Espírito é também ser filho de Deus, pois recebestes o espírito de adoção (v.15). Richards associa a este versículo a seguinte explicação:

A carne considera a Torá como obrigação e tem medo, pois o homem sincero sabe que não conseguirá cumpri-la. O espírito considera a Torá como uma promessa e exclama Abba (papai!), exatamente como um filho cujo pai, ao retornar de uma viagem, lhe trouxe um presente muito especial (2008, p. 306).

Por último, Paulo fala sobre o direito da herança. Todos os filhos de Deus têm uma herança baseada na sua relação com Deus, herança de natureza incorruptível, imaculada, reservada no céu (1 Pe 1.4). A herança dos filhos de Deus inclui uma expectativa de vida eterna (Tt 3.4-7). Como herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, os filhos de Deus compartilham, agora, dos sofrimentos de Jesus (Fl 3.10) e, no futuro, compartilharão também da Sua glória Fl 3.11-14 (Radmacher; Allen; House, 2013, p. 384).

II – O NOVO NASCIMENTO

O novo nascimento corresponde a nascer para uma vida espiritual que agrade ao Senhor.

O novo nascimento corresponde com o fechar de uma porta, para o pecado, e o abrir de uma nova porta, isto é, para viver com o Senhor Jesus.

O novo nascimento não corresponde a reviver fisicamente em um novo corpo ou em nova vida.

O nascimento espiritual só é possível mediante a regeneração, a santificação, o por meio do qual o homem poderá começar sua caminhada, segundo o querer de Deus, para ajustar-se ao padrão de Cristo Jesus e, escatologicamente, ter como desfecho a restauração de sua imagem e semelhança conforme Cristo (Gomes, 2024, p. 12).

O novo nascimento corresponde com o ato direto do homem se encontrar com o Senhor e passar a viver conforme aos padrões do Senhor Jesus.

III –      O NOVO TESTAMENTO E A CAMINHADA DE FÉ DO CRISTÃO

O Novo Testamento é de suma importância para o cristão; e, é composto por vinte e sete (27) livros dos sessenta e seis (66) que compõe os escritos Sagrados.

Há uma frase que expõe com clareza o versículo escrito pelo apóstolo Pedro (1 Pe 3.15). A frase é; “creio na Bíblia para ser salvo, leio a Bíblia para ser sábio e pratico a Bíblia para ser santo”. Santificação, sabedoria e salvação estão presentes nas palavras do apóstolo.

As motivações a leitura do Novo Testamento são: a narrativa sobre a vida de Jesus, a histórica da igreja, ensinamentos a respeito dos eventos futuros como o arrebatamento da igreja e lições práticas para uma vida abençoada.

Para entender o Novo Testamento é necessário conhecer os livros que o compõe, conhecer os escritores dos livros e por fim entender a sua mensagem.

2- Livros e Mensagens do Novo Testamento. O Novo Testamento possui vinte e sete (27) livros; duzentos e sessenta (260) capítulos; e, sete mil, novecentos e cinquenta e nove versículos (7.959).

O Novo Testamento é dividido em quatro classes: biográficos, histórico, epístolas e profético.

Referência

GOMES, Osiel. A carreira que nos está proposta. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronald B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

quarta-feira, 27 de março de 2024

Subsídio – EBD – O PODER DE DEUS NA MISSÃO DA IGREJA

O PODER DE DEUS NA MISSÃO DA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

O Espírito Santo é a força-motriz que movimenta a Igreja. Sem o poder do Espírito, A Igreja é incapaz de cumprir sua missão.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O Espírito Santo outorga força aos cristãos para continuarem a caminhada.

Ø    O Espírito Santo outorga poder para com a igreja realizar a missão.

O Espírito Santo outorga dons para com os membros da igreja de Cristo para que a missão de cada membro seja concretizada. A palavra-chave para a presente lição é revestimento. O cristão possui como necessidade ser revestido. O Espírito Santo outorga poder aos cristãos por meio do revestimento.

A presente lição tem como objetivos:

Refletir acerca da doutrina bíblica do Espírito Santo;

Analisar as diferentes perspectivas da capacitação do Espírito Santo a sua Igreja;

E, Pensar no Espírito Santo como o principal impulsionador da obra missionária.

I – DOUTRINA DO ESPÍRITO SANTO SEGUNDO O EVANGELISTA LUCAS

Tendo como base os escritos do evangelista Lucas percebe-se que a doutrina do Espírito Santo corresponde com:

Uma promessa de revestimento, por receber poder do alto (Lc 24.49).

O Espírito Santo atuou no ministério do Senhor Jesus: capacitando-o (Lc 4.18,19), e no exercício do ministério terreno (Lc 5.17).

Na confirmação do dia de pentecoste como promessa proferida pelo profeta Joel (At 2).

No impulsionar e usar a igreja primitiva a desenvolver a missão proclamadora do Evangelho conforme narra todo o livro de Atos dos Apóstolos, em especial: curar, salvar e com autoridade usar homens.

É válido afirmar que a promessa é para os dias atuais, assim como citou o apóstolo Pedro: Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar (At 2.39).

A promessa corresponde com a vós – homens presentes.

A promessa corresponde a vossos filhos – a nova geração.

A promessa corresponde com a todos os que estão longe – gerações futuras.

A promessa corresponde com a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar – a todos os cristãos que em Cristo receberão a salvação.

II – O ESPÍRITO SANTO CAPACITANDO AS TESTEMUNHAS

O Espírito Santo outorga sabedoria para pessoas simples desenvolvam para a glória de Deus a obra do Senhor. Assim foi o que ocorreu com os primeiros apóstolos. O Espírito Santo outorgou habilidades por meio dos dons para que o pequeno e desconhecido pela sociedade judaica ministrassem as grandes obras do Senhor.

Logo, por meio dos dons Deus outorga dinamismo à igreja para que a obra seja realizada com afinco.

O Espírito Santo capacita a igreja, essa afirmativa corrobora em descrever que o Espírito Santo governa a igreja por meio da Bíblia e por meio de líderes. Por intermédio do autêntico ensino da Bíblia os membros da igreja são conduzidos a realizarem a obra do Senhor conforme o plano e propósito de Deus.

O Espírito Santo inspira mensagens e ensinos para que o corpo de Cristo seja edificado e fortalecido na fé para continuar palmilhando diante do Senhor, pois testemunhas e igrejas são edificadas no Senhor.

III –      O ESPÍRITO SANTO COMO FONTE GERADORA DE MISSÕES

A igreja em Antioquia teve a missão em enviar Barnabé e a Paulo para a obra missionária. Ambos saíram proferindo a respeito do Senhor, tanto a judeus como a gentios, fato é que Deus salvou e proporcionou libertação a inúmeras pessoas. Notável também é que os gentios foram mais acessíveis para com o recebimento da Palavra.

 

A acessibilidade para com os gentios se devia de fato ao desapego desses  para com a religiosidade judaica.

Por fim, algo marcante é que os doutores serviam a Deus mediante a igreja de Antioquia, logo, compreendiam os doutores a necessidade de retornarem para com a igreja que os enviaram para prestarem conta. O modelo de missionários independentes, que respondem somente ao Senhor, não é bíblico. Nem o apóstolo Paulo deixava de relatar o que estava fazendo à sua igreja de origem (14.27,28) - (Gaby, 2023, p. 132).

Por fim, a igreja em Antioquia nos ensina a pregar o evangelho, a fazer missões e a entender que a igreja que envia é a que responsável pelo o cuidado do missionário, assim como a essa igreja caberá os enviados a prestação de contas.

Referência

GABY, Wagner Tadeu dos Santos. Até os confins da terra: pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

quinta-feira, 21 de março de 2024

O PAPEL DA PREGAÇÃO NO CULTO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O PAPEL DA PREGAÇÃO NO CULTO

Conforme a Verdade Prática:

Pregar a Palavra de Deus é a sublime missão da Igreja. É por intermédio do ministério do ministério da Palavra que vidas são salvas, transformadas e edificadas.

A palavra-chave para a presente lição é pregação. Pregação pode ser definida como o testemunho cristão a respeito da Pessoa de Deus mediante o que está escrito na Bíblia Sagrada. Porém, pregação não poderá ser vista como entretenimento, assim como não poderá perder a sacralidade.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Apresentar o Ministério da Palavra e seu propósito;

Enfatizar a importância do Ministério da Palavra;

E, Explicar a fundamentação do Ministério da Palavra.

I – O MINISTÉRIO DA PALAVRA E SEU PROPÓSITO

A Palavra é de Deus, logo, por meio da Palavra o pregador deverá anunciar a Jesus Cristo à humanidade. Assim compreende-se que a pregação da Palavra tem como propósito inicial revelar a Pessoa de Deus para aqueles que o desconhece.

Deus é amor, logo por meio da pregação da Palavra os homens conhecerão o grande amor de Deus para com os perdidos (Jo 3.16).

Deus é santo, logo, por meio da pregação da Palavra as pessoas conhecerão a santidade do Senhor.

Portanto, a pregação da Palavra outorga aos homens o pleno conhecimento de Deus, por isso, o propósito da pregação é revelara a Deus.

O alvo da pregação é revelar Deus aos homens; é levar a igreja a glorifica-lo. Se a pregação não faz com que os homens conheçam Deus e a igreja o adore, então, ela perdeu o seu propósito. Pode ser chamada de qualquer outra coisa, menos pregação (Gonçalves, 2024, p. 133).

Porém, a pregação da Palavra também como propósito conduzir os crentes a glorificarem a Deus. Por meio da pregação da Palavra os crentes são conduzidos a praticarem o verdadeiro louvor em Espírito e em verdade (Jo 4.24).

II – O MIISTÉRIO DA PALAVRA E SUA IMPORTÂNCIA

No que tange a importância da pregação da Palavra percebe-se dois pontos essenciais: primeiro a importância da pregação da Palavra os ímpios, e segundo a importância da pregação da Palavra para os cristãos salvos em Cristo.

Aos não salvos a pregação da Palavra torna-se importante, pois:

A pregação da Palavra é poderosa ferramenta para Deus salvar os perdidos.

A pregação da Palavra é o instrumento usado por Deus para que Cristo seja revelado.

A pregação da Palavra é instrumento de Deus para gerar novos convertidos.

A pregação do Evangelho e anúncio das Boas Novas de Deus para com a humanidade, log é indispensável que o crente pregue a Palavra para aqueles que estão em trevas.

Já no corresponde à importância da pregação da Palavra para com os salvos é necessário entender que a pregação autêntica tem em sua essência o pilar do ensino, logo em quanto se prega também se ensina e quando se ensina por meio da pregação da Palavra, cristãos são renovados e restaurados pelo Espírito Santo.

III – O MINISTÉRIO DA PALAVRA E SUA FUNDAMENTAÇÃO

Há um fundamento prático e um fundamento teórico o ministério da pregação da Palavra. O fundamento prático permite compreender que a pregação do Evangelho deverá ser cristocêntrica, isto é, ter o Senhor Jesus como centro. No início da minha caminhada cristã em uma das revistas da EBD aprendi que a mensagem pregada que não cita a morte e ressurreição do Senhor Jesus não poderá ser considerada de pregação cristã. Portanto, a pregação do Evangelho tem que ser cristocêntrico.

Enquanto que a fundamentação teórica, em que obra está fundamentada entende-se que a pregação do Evangelho deverá está fundamentada na Bíblia Sagrada, ou seja, a pregação deverá ser bíblica.

Referências:

GONÇALVES, José. O corpo de Cristo: origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

sexta-feira, 15 de março de 2024

O CULTO DA IGREJA CRISTÃ

Subsídio – EBD – O CULTO DA IGREJA CRISTÃ

Conforme a Verdade Prática:

O culto é uma sublime forma de nos expressarmos em adoração, louvor, gratidão e total rendição a Deus.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Culto é uma forma de expressão espiritual.

Ø    Culto é uma expressão de louvor.

Ø    Louvor que exprime por meio da gratidão.

Culto corresponde com a expressão exata do louvor em agradecimento a Deus por todos os benefícios recebidos. Logo, a centralidade do culto cristão deverá ser o Senhor Jesus, pois, Cristo é digno de todo louvor e adoração.

A presente lição tem como objetivos:

Identificar a natureza do culto a Deus, sua forma e conteúdo;

Compreender o genuíno propósito do culto cristocêntrico;

E, Enfatizar a primazia das Escrituras e a importância da adoração entusiástica na liturgia pentecostal.

I – A NATUREZA DO CULTO

Os três Ss do culto são: serviço, solene e santo.

Serviço indica que o culto é uma expressão de atividade exercida para Deus. Serviço é uma atividade ministrada, assim como é uma atividade desenvolvida. Ministrada a alguém e desenvolvida para alguém. Por meio do culto como serviço o cristão ministra aos demais, porém a essência do serviço está em executá-lo para Deus. Serviço em que cada participante demonstra sua habilidade, da melhor maneira para o louvor ao Senhor.

O culto é solene no que tange ao formato, é uma prestação de respeito e de forma majestosa. Assim sendo o culto deverá ser apresentado e desenvolvido da melhor maneira para a glória do Senhor.

Por fim, o culto é santo. Santidade no que tange a aquém o culto é oferecido e a que esfera o culto representa. É adoração ao Senhor, logo o culto é santo. Não corresponde com atividade profana, fator que o distingue pela santidade. Santo indica também que o culto é consagrado e que diretamente é oferecido ao Senhor.

II – O PROPÓSITO DO CULTO

O propósito do culto é duplo, glorificar ao Senhor e edificar a igreja.

O propósito do culto deve ser sempre glorificar a Deus. Isso acontece quando o culto promove a verdadeira adoração. Se Deus não é adorado e glorificado no culto ou na nossa forma e modo de cultuar, então, não existe culto de verdade. O culto, portanto, pode se desvirtuar, perder o seu propósito e deixar de ser um culto. Pode ser chamado de qualquer outra coisa, menos de culto. Quando isso acontece, nem Deus é glorificado, nem a igreja é edificada (Gonçalves, 2024, p. 121).

Culto que tem como propósito adorar ao Senhor permite que os presentes sejam edificados por meio da autêntica adoração. A liturgia é voltada para glorificar ao Senhor o que não permite que ocorra o centralismo humano, da mesma forma em que a adoração autêntica se volta para ter Deus como centro, fator que permite que as pessoas sejam edificadas.

III –      A LITURGIA DO CULTO

Liturgia é a demonstração direta de que no culto ocorre ordem. A ação litúrgica presente no culto apresenta os seguintes ingredientes, que são: oração, leitura e exposição da Bíblia, e, cânticos.

A realização do culto que contém liturgia não identifica que o culto é frio ou que Deus não opera na realização do mesmo. De fato o que torna uma igreja fria é a não existência da liturgia, o que demonstrará que a presente igreja é desorganizada.

[...] a liturgia não esfria o culto, o que esfria o culto é a falta dela. É o culto não possuir ordem ou regulamentação alguma. É a invencionice tomar o lugar da Palavra de Deus e da oração (Gonçalves, 2024, p. 128).

Entretanto, dois ingredientes que demonstram ordem na realização do culto são a oração e o respeito à ministração da Palavra.

Que Deus permita que a igreja do século XXI viva o verdadeiro avivamento.

Referência

GONÇALVES, Josué. O Corpo de Cristo: origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

sexta-feira, 8 de março de 2024

A CEIA DO SENHOR – A PRIMEIRA ORDENANÇA DA IGREJA

Subsídio – EBD – A CEIA DO SENHOR – A PRIMEIRA ORDENANÇA DA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

A ceia do Senhor, como uma ordenança, celebra a comunhão do crente com o Senhor ressuscitado.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A ceia é uma ordenança.

Ø    A ceia corresponde com o ato de celebração ao Senhor.

Ø    Celebração ao Senhor Jesus ressuscitado.

A ceia do Senhor não corresponde a uma ação desenvolvida pelo o cristão para obter comunhão com o Senhor, no entanto a ceia é uma celebração dos cristãos para com o Senhor Jesus por ter comunhão com Ele.

A presente lição tem como objetivos:

Apresentar a natureza da Ceia do Senhor na tradição cristã.

Mostrar o propósito da Ceia do Senhor.

E, Refletir a respeito do modo de celebração da Ceia do Senhor.

I – A NATUREZA DA CEIA DO SENHOR NA TRADIÇÃO CRISTÃ

Termos fundamentais para compreender o presente tópico: transubstanciação, consubstanciação e símbolo.

Para a igreja católica no momento da ceia o pão e vinho, se transformam literalmente no corpo e sangue do Senhor Jesus. O erro está em identificar os elementos da ceia como sendo o literalmente o corpo de Jesus.

Já para Lutero e alguns seguidores do pensamento do mesmo, o pão e o vinho convertem no corpo e no sangue de Cristo no instante da ceia. Da mesma forma a presente descrição erra em definir que o corpo de Jesus torna-se presente no momento em que os elementos da ceia se convertem à pessoa de Jesus.

Portanto, conforme o texto bíblico de 1 Coríntios compreende que a ceia é um memorial. Logo, a ceia por meio do pão e do vinho simboliza o corpo e o sangue do Senhor Jesus. Além de memorial é também o anúncio profético que proclama a vinda do Senhor Jesus.

II – O PROPÓSITO DA CEIA DO SENHOR

O propósito da ceia é celebrar a morte de Jesus, proclamar a volta do Senhor Jesus e celebrar a comunhão cristã.

Jesus morreu com o objetivo proporcionar salvação a todos os homens que se aproximarem dEle. Sem expiação de sangue não salvação, logo por intermédio da morte de Jesus na cruz todos terão a oportunidade de chegarem até o Senhor e os que receberem terão o direito de serem chamados de filhos de Deus.

A ceia também tem com objetividade proclamar a segunda vinda de Cristo. Na primeira vinda o Senhor Jesus se entregou na cruz para outorgar salvação. Já na segunda vinda o Senhor Jesus arrebatará a igreja. Logo, a ceia é proclamação da segunda vinda do Senhor.

Comunhão é real no momento da ceia. Comunhão para com Deus, isto é, por está participando da ceia indica que está bem entre o cristão o Senhor. Assim também compreende que no momento da ceia a igreja está em conformidade, isto é, os membros estão desfrutando de verdadeira unidade.

III –      O MODO DE CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR

No momento da ceia o cristão deverá olhar para si mesmo e realizar uma análise de como está diante do Senhor. Pois, não licito participar do corpo e do sangue do Senhor Jesus de forma indigna.

No que tange olhar para si mesmo, compreende-se que cada cristão deverá ter a firmeza em participar do corpo de Cristo de forma digna, isto é, que o cristão busque a santificação. Pois, [...] Quando praticada com o devido discernimento exigido pelas Escrituras, a Ceia é uma bênção para o cristão, uma vez que ela rememora o sacrifício de Jesus (Gonçalves, 2024, p. 117).

Referência

GONÇALVES, Josué. O Corpo de Cristo: origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

sexta-feira, 1 de março de 2024

Subsídio – EBD – O BATISMO – A PRIMEIRA ORDENANÇA DA IGREJA

O BATISMO – A PRIMEIRA ORDENANÇA DA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

O batismo é uma ordenança de Jesus Cristo e, por isso, deve ser uma prática obedecida pela igreja.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O batismo é uma ordenança.

Ø    O batismo deve ser prática obedecida pela igreja.

Sobre o batismo no contexto bíblico compreende-se que João Batista é nome em destaque, válido ressaltar que o arrependimento era um requisito para a concretização do batismo do novo crente.

A presente lição tem como objetivos:

Pontuar os pressupostos bíblico-doutrinários do Batismo;

Explicar o símbolo e o propósito do Batismo;

E, esclarecer a fórmula e o método do Batismo.

I – PRESSUPOSTOS BÍBLICO-DOUTRINÁRIOS DO BATISMO

O batismo é uma ordenança estabelecida por Cristo para com a Igreja, assim como o batismo deverá ser ministrado às pessoas adultas que reconhecem os seus erros e compreendem a necessidade em se reconciliarem com o Senhor.

Os reformadores não conseguiram de forma concreta separar a ideia do batismo de crianças da prática da igreja. Apenas com um grupo historicamente conhecidos como anabatistas é que houve a ruptura da ideologia para com a prática, sendo assim apenas os adultos batizados posteriormente pelos protestantes.

A justificativa dos anabatista que até hoje é excelente justificativa para com a não ação de batizar crianças se resume em:

Não há na Bíblia exemplo de crianças que foram batizadas.

Não há justificativa bíblica para o batismo de crianças.

O batismo é um sinal de recebimento do Espírito Santo, como a prática inicial da fé e o início da vida em Jesus, fatores que as crianças não possuem a consciência para com tais ações (Gonçalves, 2024).

 

II – O SÍMBOLO E O PROPÓSITO DO BATISMO

O Batismo como símbolo corresponde com a morte e a ressurreição do crente, morte para os desejos carnais e para com as coisas deste mundo, enquanto que a ressurreição se associa com o novo viver e agora viver em Cristo Jesus.

O símbolo praticado torna-se um rito, ou seja, prática que descreve e que caracteriza a ação dos que assim o faz. E o rito por ser um ato prático torna-se compreendido como uma ordenança.

As ordenanças não são apenas alegorias morais, símbolos de sentimentos nobres ou preceitos bonitos. Muito mais, elas testificam poderosamente do evento central de Deus na história. Por esta razão, as ordenanças permanecem como símbolos para observação perpetua até a volta de Cristo (John, 19994 apud Gonçalves, 2024, p. 105, 106).

Como símbolo o batismo apresenta um propósito específico que é testemunhar publicamente a fé em Jesus. Testemunhar publicamente a fé em Jesus é uma ação desenvolvida apenas por aqueles que estão convictos da decisão tomada, isto é, daqueles que são salvos em Jesus.

III –      A FÓRMULA E O MÉTODO DO BATISMO

No que corresponde a fórmula o batismo deverá ser em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Portanto, o batismo é trinitária, baseado em Mateus “portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e Filho, e do Espírito Santo” (28.19)

Enquanto ao método o batismo deverá se por imersão e não por aspersão. Imersão é ser totalmente imerso na água, enquanto que a aspersão é o ato de lançar água sobre as pessoas.

Referência

GONÇALVES, Josué. O Corpo de Cristo: origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.