Deus é Fiel

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sábado, 20 de junho de 2026

A RECONCILIAÇÃO DE JACÓ E ESAÚ

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A RECONCILIAÇÃO DE JACÓ E ESAÚ

Conforme a Verdade Prática da lição:

Em Deus, sempre há possibilidade de perdão e reconciliação.

Da verdade prática compreende-se que:

Deus possibilita o perdão;

Deus possibilita a reconciliação.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Explicar que Jacó e Esaú tinham sérios conflitos;

Mostrar o encontro de Jacó e Esaú;

E, Saber que, depois do encontro com seu irmão, Jacó segue seu caminho.

Reconciliação é a palavra-chave para a compreensão da presente lição. Reconciliação trata-se da restauração da comunhão entre pessoas envolvidas, sendo na lição em apreço a restauração da comunhão entre Jacó e Esaú.

I – IRMÃOS EM CONFLITOS

O personagem Jacó vem ao encontro de Esaú com uma nova personalização do caráter, pois o encontro com o irmão é posterior ao encontro com o Anjo do Senhor, momento em que de Jacó, o suplantador, tornou-se conhecido como Israel, que tem como significado, aquele que lutou com Deus.

A transformação de Jacó em Israel está diretamente entrelaçada com o encontro com o Anjo do Senhor. Toda transformação só é possível se o indivíduo passar a ter um encontro diretamente com Deus. Transformação corresponde com santificação, o encontro inicial com o Senhor proporciona mudança de vida, permite que perdão seja efetuado e que reconciliações sejam possíveis.

Já a santificação em prosseguimento ou progressiva outorga por meio da oração e o contato com a Palavra a identificação do autêntico cristão.

A atitude de Esaú diante de Jacó demonstra que Deus também trabalhou em sua vida, pois não foi a demonstração de um irmão feroz controlado pelo o ódio, mas de um irmão proporcionado ao perdão e a reconciliação.

Famílias unidas e interligadas são grupos fundamentais e necessários para uma vida feliz, no entanto, não são capazes de transformar o ser humano. O único que transforma o homem alterando o caráter, as emoções e a personalidade é o Senhor Deus Todo Poderoso.

Jacó ao partir ao encontro de Esaú apresentava medo e por isso, seguiu ao encontro com a seguinte divisão familiar:

[...] O primeiro grupo era formado pelas servas e seus filhos; o segundo grupo, era formado pela sua esposa Leia e os seus filhos, a quem posicionou atrás do primeiro grupo; e o terceiro grupo, objeto da sua maior preocupação, era formado por Raquel, a sua esposa preferida e amada, e José, o seu filho, a quem pós como “os derradeiros” (Renovato, 2025, p. 142).    

Mesmo transformado o ser humano ainda apresentará seus temores, fato claramente visível em Jacó.

II – O ENCONTRO ENTRE JACÓ E ESAÚ

No momento do encontro as atitudes apontadas foram:

Jacó inclinou à terra sete vezes;

Esaú abraça e beija o seu irmão;

A ação de Jacó significa humildade, pois a humildade tem poder para dissipar a ira, assim como acalma os indivíduos diante das diversas circunstâncias. Sobre a humildade compreende-se que trata de:

Uma atitude de obediência e submissão fundamentada no relacionamento apropriado com Deus e com as outras pessoas (Guia Cristão de Leitura da Bíblia, 2013, p. 804).

O abraçou e o beijo simboliza o perdão efetuado por Esaú. No que tange ao perdão é necessário entender que se trata da:

A libertação de uma pessoa da culpa e seus resultados; atos de amor que restaura um relacionamento rompido (Guia Cristão de Leitura da Bíblia, 2013, p. 812).

O presente tópico outorga a compreensão de que a humildade e o perdão são essenciais para a reconciliação.

III – A FAMÍLIA DE JACÓ SEGUE SEU CAMINHO

Após o encontro entre Jacó e Esaú, o patriarca Jacó se estabelece em Siquém e compra dos filhos de Hamor terra para habitar e ali ergue um altar chamando esse de “Deus, o Deus de Israel”. Deus tinha ordenado a Jacó a retornar para a casa de seu pai, porém Jacó estabeleceu em Siquém, o que se aprende é que Deus deve ser obedecido, pois quando o cristão obedece sempre cresce.

Referência:

GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA. Rio de Janeiro: 2013.

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o mundo não era digno: o legado de Abraão, Isaque e Jacó Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

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