Deus é Fiel

Deus é Fiel

segunda-feira, 9 de março de 2020

Subsídio para a aula da Escola Bíblica Dominical: O Homem do Pecado


Subsídio para a aula da Escola Bíblica Dominical: 
O Homem do Pecado
A verdade prática permite compreender que o homem do Pecado, a encarnação máxima da maldade, será destruído por Jesus Cristo – o Homem Perfeito. Verdade prática que corrobora coerentemente com o texto áureo:
E, então, será revelado o iníquo a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda.
Em 2 Tessalonicense 2.8 compreende que Embora seja revelado como alguém extremamente poderoso (Ap 13.7), o homem do pecado será destruído por Cristo e lançado no lago de fogo quando o Senhor vier (Ap 19,19,20). O poder, e sinais, e prodígios de mentira do iníquo serão ofuscados pela glória e esplendor de Cristo em Sua segunda vinda (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 577).
Sendo que a presente lição tem como objetivo geral:
Esclarecer que o Homem do Pecado é a encarnação máxima da maldade.
E como objetivos específicos:
Apresentar o homem do pecado.
Revelar a missão do homem do pecado.
Apontar a destruição do homem do pecado.
I – O HOMEM DO PECADO
O anticristo só manifestará quando a igreja for arrebatada. É evidente que o diabo por não saber a hora em que a igreja será arrebatada tem sempre pessoas em seu plano como possíveis gestores da Grande Tribulação, porém, no longo da história muitos homens se passaram por Cristo, entretanto, o verdadeiro Cristo já se manifestou neste mundo com toda a sua glória, e em um dia futuro virá e arrebatará a Sua Igreja.
Compreende biblicamente que o anticristo é conhecido como o homem do pecado e como filho da perdição (2 Ts 2.3), será o agente gestor de satanás na Terra, fará uma aliança com Israel, tornará se governador mundial, mediante o poder satânico operará grandes sinais, maravilhas e milagres com a seguinte finalidade: a propagação do engano (2 Ts 2.9).
[...] É significativo observar que Satanás, a fim de promover sua mentira no final dos tempos e se passar como um deus, usará o mesmo tipo de poder, sinais e prodígios que o Espírito de Cristo usou no início dos tempos para autenticar a verdade sobre si mesmo como Deus (2 Co 12.12; Hb 2.4) (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 577).
II – A MISSÃO DO HOMEM DO PECADO
Satanás em sua saga tem se posicionado contrário a Deus, a Israel, a Jesus e a Igreja; fato de oposição que se notabilizará nas ações do anticristo no período da Grande Tribulação.
Na oposição de Satanás a Deus percebe-se que o inimigo nunca vencerá a Deus, porém a sua saga é se voltar contra as obras do Senhor. Ação que será também executada também pelo anticristo.
Já no que corresponde a oposição do anticristo a Israel percebe-se também que esta ação tem ocorrido no decorrer da história, sendo o mais recente e de grande dimensão o holocausto.
O anticristo em sua gestão negará a humanidade e a divindade de Jesus, ação que o tornará opositor de Cristo.
E por fim, o ensinamento da Igreja será combatido pelo anticristo. A Igreja será arrebatada, porém, a mensagem pregada será lembrado por aqueles que ficarão na Grande Tribulação, logo o anticristo se posicionará contrariamente ao ensino Bíblico.
Somando para compreensão das ações de oposição do anticristo é necessário compreender que a função e os objetivos do anticristo apresentam as seguintes características:
O anticristo negará o Pai e ao filho - Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho (1 Jo 2.22).
Negará a importância da encarnação do Verbo - E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já agora está no mundo (1 J o 4.3).
Será adorado - E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta (Ap 13.15).
III – A DESTRUIÇÃO DO HOMEM DO PECADO
No final da Grande Tribulação o povo de Israel estará cercado pelo exército do Anticristo, sendo assim, Jesus descerá do céu e destruirá as nações (Zc 12. 8,9), na batalha do Armagedom ou colina de Megido. Sobre a batalha do Armagedom é necessário saber:
Terá a duração de um dia. Definirá a derrota do Anticristo e do falso profeta. E, Satanás será preso.
E no final da batalha as nações serão julgadas e logo após haverá a instalação do Milênio.
Por fim, os três personagens da grande tribulação serão julgados, anterior à instauração do Juízo Final. A Besta sofrerá a condenação sem direito ao último julgamento. Já no caso do falso profeta que é a representação de toda religiosidade suja surgida desde as narrativas de Gênesis aos dias da ocorrência do Juízo Final, entre a maldade, violência, corrupção e em destaque a idolatria, também será condenado sem direito ao último julgamento. É importante notar que estes inaugurarão o lago de fogo e enxofre.
Já o diabo será lançado no abismo por mil anos (Ap 20.3) e acabando-se os mil anos, satanás será solto (Ap 20.7) e porá a prova a geração da era milenar assim como foi provado Adão. Sendo assim ocorrerá Gogue e Magogue, ou seja, a peleja final que terá o fim do diabo, sendo lançado no lago de fogo e enxofre (Ap 20.10).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Antigo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

segunda-feira, 2 de março de 2020

Jesus Chama os Seus Discípulos para o Serviço


Jesus Chama os Seus Discípulos para o Serviço
Texto: E Jesus, andando junto ao mar da Galileia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no (Mt 4.18-22).
Do presente tema duas palavras merecem cautelosa atenção: chama (porém, para compreensão é necessário analisar o termo que deriva deste, que é o chamado) e discípulos. A respeito do chamado três tipos são perceptíveis na Bíblia Sagrada, enquanto que o discípulo corresponde com aprendizes que é conduzido por um mestre, sendo que no caso Bíblico, principalmente o Novo Testamento, o termo discípulo corresponde com aqueles que foram chamados para seguirem ao Senhor Jesus.
Tipos de Chamados
Três são os tipos de chamados na Bíblia Sagrada: o chamado para servir, para ser salvo e para ser glorificado.
1- Chamado para a Salvação. No evangelho segundo escreveu Mateus estar escrito as seguintes palavras do Senhor Jesus Cristo:
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve (Mt 11.28-30).
O texto citado trata-se do chamado para ser aliviados das cargas provindas pelo pecado. O chamado à salvação corresponde ao chamado para ser livre de todo tipo de pecado.
2- Chamado para o serviço. Tendo como base a narrativa Bíblica, Deus chama seres humanos para a concretização dos seguintes propósitos: a execução de uma nobre missão, tendo como exemplo Moisés que conduziu o povo de Israel por quarenta anos (Êx 3.8); em segundo, o aperfeiçoamento dos santos (Ef 4.12); e por último, a edificação do corpo de Cristo (Ef 4.12).
3- Chamados para serem glorificados. O presente chamado se concretizará com o arrebatamento da Igreja, ou seja, pessoas que receberam a Cristo e viveram para Cristo receberão da parte de Cristo a concretização da promessa de viver a eternidade ao lado do Senhor e de serem semelhantes a Ele (Jo 14.2; 1Jo 3.2).
A ordem do chamado de Cristo para com o ser humano é: chamar para a salvação, chamar para o serviço, pois os que servem ao Cordeiro são redimidos e aos que são redimidos estes serão chamados para serem glorificados.
Lições compreendidas com o chamado dos primeiros discípulos
Jesus chamou homens que estavam trabalhando com a seguinte proposta: fazer deles pescadores de homens; e, estes, deixaram suas atividades cotidianas e seguiram ao Senhor.
1- Jesus chamou homens ocupados. Há clareza na atividade profissional de cinco discípulos de Jesus: Pedro, André, Tiago e João que eram pescadores (Mt 4.18,21) e Mateus que era cobrador de impostos (Mt 9.9).
Além de serem homens ocupados percebe-se também que eram homens que possuíam famílias, pois Tiago e João estavam com o pai no momento em que foram chamados por Jesus (Mt 4.21,22) e Pedro, além de ser apresentado como irmão de André, a Bíblia apresenta a sua sogra (Mt 8.14).
Ao chamar pessoas ocupadas o Senhor Jesus ensina que pessoas ocupadas possuem foco, trabalham com objetivo específico e respeitam diretrizes.
2- Os primeiros discípulos deixaram suas atividades cotidianas e atenderam ao chamado. As ações de Pedro e André ao escutarem o chamado de Jesus foram a de deixarem as redes (instrumentos de trabalho) e seguirem a Jesus (Mt 4.20). Já Tiago e João deixaram o barco e o pai, e em seguida seguiram a Jesus (Mt 4.22).
Seguir a Jesus requer disposição em atender ao chamado e resignação, isto é, seguir de maneira voluntária e submissa a vontade do Senhor.
Por três anos e meio Jesus desenvolveu seu ministério terreno, sendo que a obra deste ministério é exercita até os dias hodiernos. Logo, durante os três anos e meio Jesus vocacionou doze homens e os ensinou para que a obra não parasse, e assim tem sido na modernidade, em que Cristo continua a chamar discípulos para a execução do serviço cristão.

domingo, 1 de março de 2020

Subsídio para a aula da Escola Bíblica Dominical: Só o Evangelho Muda a Cultura Humana


Só o Evangelho Muda a Cultura Humana
A verdade prática permite compreender que em consequência do pecado, não há culturas inocentes nem inofensivas, mas todas elas podem ser transformadas pelo Evangelho de Cristo. Sendo que a verdade prática corrobora coerentemente com o texto áureo, que assim está escrito:
Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro.
A presente lição tem como objetivo geral:
Demonstrar que a cultura pode ser transformada pelo Evangelho.
E como objetivos específicos:
Definir Cultura.
Descrever uma cultura dominada pela iniquidade.
Mostrar que o Evangelho transforma a cultura.
A prática da evangelização com a proclamação do Evangelho pode mudar este mundo, logo é necessário compreender a diferença entre: evangelismo e evangelização. O termo evangelismo corresponde com a parte teórica, isto é, os métodos para uma evangelização eficiente e eficaz. Enquanto, que evangelização é a prática destes métodos.
I – O QUE É CULTURA
Há várias formas possíveis que possibilitam a compreensão do termo cultura. A primeira está relacionada com a origem da palavra que do latim, colere, significa cultivar. Então cultura compreende todas as ações empreendedoras desenvolvidas coletivamente pelo ser humano, tornando todo o complexo da organização humana no que se tratam: dos costumes, das leis, assim como também dos saberes, ou seja, o conhecimento.
Biblicamente a cultura dos gentios é definida pela depravação da natureza humana, o que a torna categoricamente uma ação volta para atos pecaminosos.
A cultura do povo de Deus deverá de certo modo no que se trata de costumes, não ser apresentada para com o mundo com semelhança com o mundanismo. Já no que correspondem as leis, a cultura cristã deverá ser desenvolvida por meio de princípios que não destrua e nem afaste a criatura do Criador. Por fim, no que corresponde o conhecimento, a cultura cristã deverá valorizar e associar com o saber de Deus e das coisas que glorifique a Deus.
II – UMA CULTURA DOMINADA PELA INIQUIDADE
Nos últimos anos o que a sociedade tem apresentado como cultura não corresponde com os princípios Bíblicos, pois há a supervalorização da cultura do homicídio, erotismo e do consumismo.
O sexto mandamento palmilha na contra mão da cultura do homicídio, pois o presente mandamento do decálogo transmite as seguintes palavras: Não Matarás (Êx 20.13). Porque o objetivo do presente mandamento é outorgar o direito à vida às pessoas. E o único que determina o início e o fim da vida é Deus. A vida é um dom de Deus ao ser humano. Quem permite ao homem ser pai de gerações, este alguém é Deus. Portanto, assim, como Ele outorga vida aos seres humanos é Ele que também determina o fim da vida.
Assim sendo o sexto mandamento esclarece dois pontos cruciais: primeiro, a vida e em segundo a morte. Então o sexto mandamento abrange temas como guerra, pena capital, suicídio, aborto e eutanásia.
O erotismo está associado com a tendência em experimentar a excitação sexual mais prontamente que a média das pessoas com ações impróprias, tendo como análise a Bíblia Sagrada. As ações inapropriadas são: infidelidade matrimonial, poligamia, homossexualismo, adultério, prostituição e também a fornicação.
O consumismo tem conduzido famílias há crises econômicas que chegaram a se desencadearam em crises matrimoniais, o que de fato tem resultado em divórcios. Consumir trata-se de comprar o necessário, enquanto o consumismo trata-se de ir além, comprar além do necessário, assim como além da condição financeira.
III – O EVANGELHO TRANSFORMA A CULTURA
Não é possível transformar uma cultura dominada pela iniquidade, logo é necessário pregar o Evangelho, sendo que há quatro razões que explicam o motivo da evangelização:
Primeira razão: é um mandamento de Jesus.
Segunda razão: é a maior expressão de amor da Igreja.
Terceira razão: o mundo jaz no maligno.
Quarta razão: porque Jesus em breve virá.
Dentre outros motivos que motivam a participação dos crentes à evangelização torna-se necessário citar à situação crítica mundial, que conforme o saudoso pastor Valdir Bícego, esta situação se resume na palavra crise.
Crise moral: Divórcio, previsão sexual, orgia, pornografia e drogas.
Crise social: Violência, fomes, flagelos, falta de moradia e falta de recursos para educação.
Crise econômica: Inflação, desemprego, concordatas e falências.
Crise política: Guerras, altos investimentos em armamentos, instabilidades, indefinições e escândalos.
Crise religiosa: Disseminação de seitas e grupos religiosos. O mundo já conta com milhares de religiões. Na época em que Jesus estava exercendo seu ministério terreno já havia muitas religiões, e foi a respeito delas que o Mestre disse: todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores (BÍCEGO, 2007, p.25,26)
Referência:
BÍCEGO, Valdir. Manual de Evangelismo, aprendendo a ganhar almas para Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Subsídio para a aula da Escola Bíblica Dominical: O Primeiro Projeto de Globalismo


O Primeiro Projeto de Globalismo
A verdade prática permite compreender que o globalismo afronta os propósitos de Deus quanto ao povoamento e ao governo da Terra. Sendo que a verdade prática corrobora com o texto áureo, que assim está escrito:
Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.
Radmacher, Allen e House assim prescrevem sobre Gênesis 11.9:
Há um trocadilho com o nome Babel que nenhuma pessoa que soubesse os idiomas antigos ignoraria. Isso porque o termo vem de uma raiz primitiva [badal] que significa confundir. Em hebraico, a palavra badal soa similar ao nome da cidade, babel. A principal cidade do antigo paganismo (a Babilônia) é meramente um lugar de confusão, porque ali o Senhor confundiu as línguas. Assim, Babel e Babilônia servem como um símbolo na Bíblia para atividades direcionadas contra Deus pelas nações do mundo (Ap 17) – (2010, p.35,36).
A presente lição tem como objetivo geral:
Evidenciar que o globalismo afronta os propósitos de Deus no mundo.
E como objetivos específicos:
Apresentar a segunda civilização humana a partir de Noé.
Explicar o globalismo de Babel.
Expor a intervenção de Deus em Babel.
I – A SEGUNDA CIVILIZAÇÃO HUMANA
Deus faz aliança com Noé em não destruir a Terra por causa do homem e nem mesmo utilizar o dilúvio para reiniciar a civilização humana (Gn 8.21,22;9.11).
[...] A terrível devastação da terra causada pelo Dilúvio nunca mais se repetiria. Isto era uma boa notícia; a má era que Deus sabia que a condição do ser humano não havia mudado: a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice. Esta foi o mesmo motivo que no passado levou Deus a enviar o Dilúvio (Gn 6.5). Contudo, Deus agora promete que este juízo esmagador não se repetiria; não até o julgamento final (2 Pe 2.5). (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 30).
Os descendentes de Sete foram induzidos pelos descendentes de Caim a pecarem contra Deus, assim também ocorreu com os descendentes de Sem e Jafé que foram influenciados pelos descendentes de Canaã.
Cam por ser irreverente a seu pai proporcionou sofrimento aos seus descendentes que no contexto histórico Bíblico tornaram-se inimigos do povo eleito.
O mandamento cultural no que corresponde a multiplicação foi cumprido, porém, já a parte que se tratava do encher a terra, não foi atendido pelos descendentes de Noé. Apesar de sua prodigiosa multiplicação, os filhos de Noé ignoraram a ordem divina quanto à povoação da Terra (Gn 9.7). Ao invés de se espalharem, aglomeraram-se perigosa e irresponsavelmente num só lugar (ANDRADE, 2019, p.113).
II – O GLOBALISMO DE BABEL
A ideia de uma sociedade global esta presente em toda narrativa histórica da humanidade, porém para os estudiosos da história Bíblica a origem da ideia da globalização não como unidade, mas como unificação vem desde os dias de Ninrode, neto de Cam, um dos filhos de Noé, que conduziu a sua geração a desprezar a Deus com o propósito da criação de uma torre.
Sobre Ninrode escreveu Josefo:
Ao mesmo tempo valente e corajoso, persuadiu-os de que deviam unicamente ao seu próprio valor, e não a Deus, toda a sua boa fortuna. E, como aspirava ao governo e queria que o escolhessem como chefe, abandonando a Deus, ofereceu-se para protegê-los contra Ele (caso Deus ameaçasse a terra com outro dilúvio), construindo uma torre para esse fim, tão alta que não somente as águas não poderiam chegar-lhe ao cimo como ainda ele vingaria a morte de seus antepassados (2015, p.84).
III – A INTERVENÇÃO DE DEUS EM BABEL
Ninrode tinha como objetivo governar de maneira unificada os homens. Desejo que não era por Deus aprovado, logo, o Senhor interferiu na construção da torre de Babel com a confusão das línguas. Com a confusão das línguas, cada grupo passou a se organizar conforme a nova realidade linguística, fato que diretamente os forçaram a se espalharem pela terra. Que era o propósito inicial de Deus para com os homens.
Portanto, a intervenção de Deus nos fatos históricos no que corresponde ao período em apreço se dá também na chamada de Deus a Abraão, descendente de Sem.
Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12.1-3).
De Sem, Abraão, Davi e outros tantos, o propósito final de Deus era a encarnação do Verbo, cujo objetivo é a salvação da humanidade.
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Antigo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
ANDRADE, Claudionor Corrêa. A Raça Humana: Origem, queda e redenção Rio de Janeiro: CPAD, 2019.
JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus de Abraão à queda de Jerusalém. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

O nascimento de Jesus


O nascimento de Jesus
Texto: E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade (Jo 1.14).
O Verbo se fez carne. O próprio Deus se fez carne e habitou entre nós. O nascimento de Jesus descreve um dos principais ensinos Bíblicos, a encarnação do Verbo. Doutrina que descreve a narrativa da vida terrena inicial da segunda pessoa da trindade, ou seja, o nascimento de Jesus. O nascimento de Jesus proporcionou adoração dos anjos, adoração dos pastores, dádivas dos reis magos e a perseguição por parte de Herodes.
A adoração dos Anjos (Lc 2.9-14)
Os anjos são teologicamente conhecidos como filhos de Deus por criação (Sl 148.5). Conforme o texto Bíblico os anjos se encontram divididos em categorias, são elas: arcanjo, querubins, vigias e serafins.
Anteriormente à aparição de uma multidão dos exércitos celestiais louvando a Deus, um anjo especificamente propagou a seguinte informação: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor (Lc 2.10,11).
Já na efetivação da adoração dos anjos percebem-se dois paralelos: a glória de Deus pelos grandes feitos, e paz na terra pela compaixão de Deus para com os homens. Portanto, a adoração dos anjos no momento do nascimento de Jesus se dá por meio da propagação da Palavra, as Boas Novas; e pelo cântico, que foi entoados com as seguintes palavras: Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens (v.14).
Adoração dos pastores (Lc 2.20)
A adoração dos pastores se desenvolveu por tudo que eles ouviram e viram. O que os pastores ouviram da parte do mensageiro eles visualizaram.
Adoração dos cristãos deverá desenvolver-se na mesma ótica dos pastores. Adorar pelo que tem ouvido da parte do Senhor, assim como de tudo que tem contemplado da parte de Deus. Possivelmente os pastores ao voltarem cheios de alegria propagaram tudo o que tinham ouvido e visto.
Sendo assim por meio da pregação os cristãos adoram a Deus e por meio da glorificação e adoração os cristãos tornam-se pregadores das Boas Novas em Cristo Jesus.
Os presentes dos reis magos (Mt 2.1.12)
Eram sacerdotes respeitados na Média e na Pérsia, que se ocupavam com ciências naturais, a medicina, astronomia e o culto divino. Os magos foram guiados pela estrela que conforme as tradições os magos basearam no versículo encontrado em Números 24.17:
 Vê-lo-ei, mas não agora, contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó e um cetro subirá de Israel, que ferirá os termos dos moabitas, e destruirá todos os filhos de Sete.
Os magos em sua visita a Jesus outorgaram-lhe: ouro, incenso e mirra (Mt 2.11).
O ouro simboliza a realeza de Jesus Cristo. O incenso simboliza o ministério sacerdotal de Cristo. Enquanto, a mirra, erva amarga utilizada na preparação dos mortos, representa a dolorosa morte que Jesus sofreria para salvar todo aquele que nEle crê. Lembrando que a realeza do Messias é notável por dois motivos: primeiro, era Ele descendente de Davi e segundo Ele é apresentado com os seguintes títulos: Salvador, Cristo e Senhor.
Os três presentes podem também significar: o ouro, a realeza de Jesus; o incenso, a divindade do Messias; e, a mirra a humanidade do Cristo.
Perseguição de Herodes (Mt 2.13-18)
Herodes ficou perturbado por escutar dos magos a seguinte interrogação: Onde que eles encontrariam o rei dos judeus? (Mt 2.2). O nascimento de Jesus perturbou o rei que estava em exercício no período sobre a Judeia.
Não agrando da notificação Herodes tentou executar um plano, pedindo aos magos que ao encontrar o menino retornasse até ele para que assim também o rei fosse e adorasse o novo rei dos judeus.
Ao percebeu que foi enganado, Herodes ordenou que todas as crianças de dois anos para baixo fossem mortas. O que para alguns estudiosos a degolação das crianças no que corresponde ao número, tenha alcançado entre quinze ou vinte crianças.
Por fim, o nascimento de Jesus proporcionou adoração (da parte dos anjos), motivou a propagação das Boas Novas (pelos pastores), despertou a entrega de presentes (dos reis magos) e revelou atos de crueldade da parte daquele que amava o poder e desconhecia o dono do poder (Herodes).

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Subsídio para a aula da Escola Bíblica Dominical: O Início da Civilização Humana


O Início da Civilização Humana
A verdade prática permite compreender que uma das missões do ser humano é povoar a Terra, dominar os segredos da criação divina e fundar uma sociedade que venha a glorificar o nome de Deus. A verdade prática é corrobora pelo texto áureo, que assim está escrito:

E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu e teve a Enoque; e ele edificou uma cidade e chamou o nome da cidade pelo nome de seu filho Enoque.
O presente texto Bíblico outorga as seguintes conclusões:
ü  O termo conheceu corresponde que Caim e sua esposa “mantiveram relação sexual,” o mesmo sentido é utilizado em Mateus 1.25, referente a José e Maria.
ü  Uma cidade foi edificada por Caim, fato que evidencia o desenvolvimento das civilizações humana.
Portanto, o objetivo geral da presente lição é:
Esclarecer que Deus intervém na civilização humana.
E os objetivos específicos são:
Conceituar a origem da civilização humana.
Correlacionar civilização e conflito.
Demonstrar o Deus que intervém na civilização.
I – A ORIGEM DA CIVILIZAÇÃO HUMANA
A civilização humana se encontra em estado de impiedade, pois para Andrade a civilização é ímpia, porque o homem sem Deus é essencial e cronicamente ímpio. Isso significa que, se toda a humanidade abandonar a impiedade, poderemos ter uma civilização justa, equânime e piedosa (2019, p.92).
Porém, civilização é a soma das realizações espirituais, morais, sociais, materiais e econômicas, que tornam a vida humana possível num determinado lugar (ANDRADE, 2019, p.98).
O presente tópico destaca dois atos que favorece o desenvolvimento da civilização assim como da manutenção: o casamento e o trabalho.
O casamento estabelecido por Deus na Bíblia Sagrada é monogâmico e heterossexual, pois deixará o homem seu pai e sua mãe e unir-se-á com sua mulher e se tornarão uma única carne. O homem casa-se com uma, monogâmico; uma mulher, heterossexual. O casamento para o ser humano quando bíblico tem base espiritual, moral e emocional.
Já no que se corresponde ao trabalho, percebe-se que o trabalho foi estabelecido anteriormente ao pecado, porém após o pecado o trabalho tornou-se doloroso. Mas, continua sendo o meio para que as civilizações encontrem a subsistência.
II – CIVILIZAÇÃO E CONFLITO
Nos últimos anos a humanidade tem presenciado os maiores avanços na área tecnológica. O capitalismo se notabilizou na sua quarta etapa, assim chamada de capitalismo técnico-científico-informacional. E as atuais gerações estão movidas para e pela geração Z.
A dita geração Z pode ser entendida como a continuação da geração Y, nascidos em plena era da globalização, informação e virtualização, apenas potencializam as características e marcas comportamentais de seus antecessores. A rapidez em suas ações, expectativas e necessidades, acompanham a velocidade em que obtêm as informações na WEB (GIOVELLI, p.301).
Nos séculos XX e XXI percebem-se as seguintes gerações: belle époque (1920-1940), baby boomers (1945-1964), X (1965-1984), Y (1984-2000) e Z (após 2000).
A geração Belle Époque ou tradicional foi marcada com o desenvolvimento industrial e pela urbanização. A geração baby boomers foi marcada pela disciplina, honra, respeito e organização. Já a geração X é marcada pela influência da TV, pois as brincadeiras deixaram de ser o único entretenimento das crianças. A Y é a geração marcada pela grande influência da tecnologia, pois nesta geração vem o advento do videogame e a internet possibilitou que esta geração desenvolvesse todo o potencial.
Conforme o tópico em análise os meios digitais proporcionam para os que são dominados pela mídia, na sua ação mais obscura, a cometerem pecados terríveis. Porém, maior problema está relacionado aos conflitos que são desenvolvidos e propagados por meio da tecnologia.
III – O DEUS QUE INTERVÉM NA CIVILIZAÇÃO
Jesus em seu ministério terreno é a intervenção divina em outorgar esperança e salvação para a humanidade.
O vocábulo esperança é usado de duas maneiras diferentes. No primeiro caso significa grande coragem, aquela que permanece firme a despeito de todas as tentações. No segundo caso, indica a salvação infinita que a esperança obterá; no presente versículo (Rm 8.24) podem estar em foco ambos os aspectos (LUTERO apud CHAMPLIN).
Para Lutero a esperança outorgava coragem para enfrentar as tribulações do dia a dia e proporcionava firmeza mediante toda desordem. Assim também como outorgava a certeza da salvação mediante a continuação sincera diante de Cristo.
O cristão pode se alegrar diante da esperança futura (Rm 5.2), isto é, a glória que o cristão desfrutará ao lado do Criador. Este orgulhar demonstra total segurança, porque Deus depositou no coração de cada cristão o Espírito Santo (Rm 5.5). Quem tem o Espírito Santo tem a salvação.
A esperança não traz confusão, logo os servos de Cristo não serão envergonhados ou humilhados por causa da esperança, pois ela cumprirá (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p.373).
Portanto, a esperança é a certeza que em meio às crises o cristão é mais do que vencedor. Logo, se Cristo é a única esperança todo cristão tem a certeza que é vencedor.
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Antigo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
ANDRADE, Claudionor Corrêa. A Raça Humana: Origem, queda e redenção Rio de Janeiro: CPAD, 2019.
CHAMPLIN. R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Volume 2. São Paulo: Hagnos, 2014.
Giovelli, Graziellu Rita Marques. Manual de gestão de pessoas e RH. São Paulo: DCL, 2012.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Jesus presente no Antigo Testamento

Jesus presente no Antigo Testamento
Texto: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido? (Sl 22.1).
A Bíblia Sagrada possui duas divisões: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo Testamento pode ser resumido com a seguinte palavra: preparação. Preparação para com a manifestação do Messias. As profecias proferidas na Velha Aliança que cumpriram nos dias de Jesus descrevem que há unidade entres os dois Testamentos, assim como ratifica a utilidade da mensagem do Antigo Testamento para com a Igreja de Cristo Jesus.
Porém, de todas as profecias que merecem análise cuidadosa da Igreja nos dias hodiernos, correspondem com as que foram proferidas a respeito do Messias. Estes são vaticínios referentes aos nomes de Cristo, assim como do nascimento, vida, morte e ressurreição.
Profecia referente aos nomes de Cristo
Tomando como referência Isaías 9.6 os nomes do Messias seriam: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz.
1- Maravilhoso e Conselheiro. Para alguns estudiosos a descrição se completa em Maravilhoso Conselheiro, tornando assim em um único título que descreve ser o Messias maravilhoso conselheiro divino em Reinar com dons espirituais e com justiça (Is 11.1-5).
2- Deus Forte. Nome que descreve ser o Messias um Guerreiro poderoso. Ele é Deus e é Forte. Associando o Messias em ser guerreiro e forte, permite compreender a obra da cruz em que Jesus triunfou sobre Satanás, a morte, o pecado e a Lei.
3- Pai da Eternidade. Ser Pai corresponde nos atos de proteger e prover. Sendo Jesus o Pai da Eternidade identifica-o como provedor e protetor eterno do seu povo. Teologicamente o termo Pai aqui corresponde com a autenticidade da doutrina da Trindade em ser o Pai e o Filho um (Jo 10.30).
4- Príncipe da Paz. Príncipe corresponde em ser descendente do rei que de fato tem o direito de reinar sobre um reino. Logo, chamar Jesus de Príncipe é teologicamente ratificar a doutrina da Trindade em ser o Pai e o Filho distintos (Jo 1.1).
Profecia referente ao nascimento do Messias
A respeito do nascimento de Cristo duas coisas chamam a atenção: o formato da concepção e o local do nascimento.
1- A concepção de Jesus. Mateus escreveu que José não conheceu Maria até que ela deu a luz o seu primogênito (Mt 1.25). Logo, como foi então a concepção de Jesus? Obra do Espírito Santo (Mt 1.18). E dois textos do Antigo Testamento permite compreender esta verdade:
Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar (Gn 3.15). Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel (Is 7.14).
Os dois textos segundo estudiosos israelitas descrevem que uma mulher daria a luz a um filho sem a junção sexual com um homem, ou seja, concepção por meio da ação divina.
2- Local do Nascimento. Linda é a profecia proferida pelo profeta Miqueias que descreveu o local onde nasceria o Messias: mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos (Mq 5.2). Profecia escrita entre os séculos VIII e VII a.C.
Profecia referente com a vida do Messias
A vida de Jesus foi marcada no servir ao Pai, assim como está escrito em Isaias 61.1: O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos.
Jesus foi ungido para executar a obra do Pai. Ser ungido corresponde em ser consagrado para o uso de Deus. E assim foram os dias de Jesus aqui na Terra proclamar as boas novas aos mansos e cativos, restaurar os contritos e libertar os cativos das prisões, exclusivamente os cativos do pecado.
Profecia referente com a morte do Messias
Davi e Isaias são os dois personagens do Antigo Testamento que claramente descrevem por meio de profecias a respeito da morte do Messias.
1- Davi e o Salmo 22. O Salmo 22 foi escrito 600 anos antes da invenção do modelo de extermínio por meio da crucificação. Sendo que Davi escreveu o Salmo cerca de mil anos antes o nascimento do Messias. O Salmo 22 apresenta vinte e três detalhes proféticos, dentre eles se destacam cinco:
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Sl 22.1; Mt 27.46).
Todos os que me veem zombam de mim (Sl 22.7; Mt 27.41-43).
Transpassaram-me as mãos e os pés (Sl 22.16; Jo 20.25).
Poderia contar todos os meus ossos (Sl 22.17).
Repartem entre si as minhas vestes e lançaram sortes sobre a minha túnica (Sl 22.18; Jo 19.23,24).
2- Isaías 53. O capítulo em si descreve e destaca importantes pontos da vida de Jesus, principalmente na reta final em que Ele é apresentado como cordeiro, e como um cordeiro não abriu a sua boca e foi levado ao matadouro (v.7), assim como foi cortado da terra dos viventes (v.8).
Por fim, a ressurreição de Jesus também foi proferida: Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão (Is 53.10), depois da expiação o Messias veria a sua posteridade e teria os dias prolongados, termos que deixa intrinsicamente clara a mensagem da ressurreição do Messias.