Deus é Fiel

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: O Batismo no Espírito Santo

 O Batismo no Espírito Santo

O texto áureo da presente lição tem como descrição:

Ser batizado no Espírito Santo é uma experiência espiritual perfeitamente distinta da nossa conversão, e para nós, essa é uma verdade apresentada nas Escrituras.

O objetivo geral do estudo é Conscientizar a respeito do Batismo no Espírito Santo como uma verdade revelado nas Escrituras. E os objetivos específicos: conceituar o Batismo no Espírito Santo; mostrar o propósito do Batismo no Espírito Santo; e, destacar o recebimento e a evidência do Batismo no Espírito Santo.

Logo, o batismo no Espírito Santo poderá ser definido como o:

Revestimento de poder que segundo os evangelhos e os Atos dos Apóstolos, segue-se à verdadeira conversão a Cristo Jesus. Tornando-se realidade no cenáculo, na casa de Cornélio e entre os doze de Éfeso, a experiência do batismo no Espírito Santo fez-se padrão na vida dos seguidores do Nazareno (ANDRADE, 1997, p. 48).

I – QUE SIGNIFICA BATISMO NO ESPÍRITO SANTO?

O batismo no Espírito Santo é revestimento e derramamento de poder do Alto, com a evidência física inicial o falar línguas estranhas, conforme o consentimento do Espírito Santo.

Porém, o batismo no Espírito Santo não é salvação, pois para alcançar a salvação o meio de apropriação é a fé em Cristo. Também é necessário compreender que o batismo no Espírito Santo não é santificação, pois a santificação ocorre de maneira progressiva.

Soares corrobora com a descrição acima ao relatar que há dois pontos fundamentais sobre o conceito do pentecostalismo clássico referente ao batismo no Espírito Santo:

[...] a) trata-se de uma experiência espiritual do crente com o Espírito de Deus separada da conversão, na qual ele “entra em uma nova fase em relação ao Espírito”; b) tem o falar em línguas, glossolalia, como evidência física inicial do batismo (2020, p. 41).

II - O PROPÓSITO DO BATISMO NO ESPÍRITO

O Batismo no Espírito Santo tem como propósitos:

A edificação espiritual do crente, pois mediante o falar das línguas o cristão é edificado (1 Co 14.4).

A obtenção de maior dinamismo espiritual, ocasionando maior disposição e maior coragem na prática da vida cristã.

Sendo que o batismo no Espírito Santo é o meio pelo qual Deus outorga os dons espirituais, que são:

Dons que manifestam o saber de Deus: a palavra da sabedoria, a palavra da ciência e dom de discernimento; Dons que manifestam o poder de Deus: fé, dons de cura e operação de maravilhas; e, dons que manifestam a mensagem de Deus: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas (1 Co 12.7-10).

O evangelista Jones corrobora ao relatar que:

A vida do cristão começa no Calvário, mas o trabalho eficiente no Pentecostes (apud ANDRADE, 1997, p. 49).

III – O RECEBIMENTO E A EVIDÊNCIA DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

Com base nas seguintes palavras: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar” (At 2.39). Compreende que há abrangência da promessa do batismo no Espírito Santo, que é para “todos quantos Deus nosso Senhor chamar”.

No Novo Testamento tanto os judeus como os gentios foram cheios do Espírito Santo, isto sem ocorrência de acepção de pessoas conforme a profecia de Joel.

Assim, como Deus usou o profeta Joel para profetizar o dia de pentecoste com a descida do Espírito Santo, em Atos capítulo dois, Deus usa o apóstolo Pedro para confortar e esclarecer aos crentes a respeito do batismo no Espírito Santo.

Portanto, para receber o Batismo no Espírito Santo é necessário convicção da promessa, pois o próprio Jesus descreve o batismo como promessa do Pai (Lc 24.49) e viver uma vida de oração, consagração, obediência e por fim, cuidando da espiritualidade. Em suma, o dia de pentecoste é bíblico e o batismo no Espírito Santo também é para os dias de hoje.

REFERÊNCIA

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – Abraão, a vida de oração de um homem de fé

 Abraão, a vida de oração de um homem de fé

Conforme a Síntese:

A vida de Abraão nos traz grandes ensinamentos sobre a oração como um estilo de vida.

Pois, Abraão é conhecido por todos nós como o pai da fé e tornou-se uma referência a todos os que creem (Rm 4.11). Através da vida desse patriarca, Deus nos ensina grandes lições a respeito da fé, da confiança, da submissão e da disponibilidade de se deixar conduzir pela direção divina nos mais variados momentos (TEDESCO, 2020, p. 19).

A presente lição tem como objetivos:

Compreender o conceito bíblico de paciência e longanimidade.

Mostrar que Abraão foi um intercessor em favor de Sodoma e Gomorra.

Saber que a oração nos protege de nos enganar a respeito da vontade de Deus.

I – A ORAÇÃO NOS TORNA PACIENTES, LONGÂNIMES

A palavra paciência no grego μακροθυμέω e significa longanimidade, perseverança e firmeza.

Longanimidade define o indivíduo que tem como qualidade grandeza de ânimo, indivíduo corajoso em meio às adversidades e que age em favor de alguém, termo também relacionado com o ato de ser bondoso ou generoso. Perseverança define o indivíduo persistente que tem constância nas suas ações e não desiste diante das dificuldades. Firmeza é o termo apropriado para caracterizar o indivíduo que não duvida dos princípios aprendidos e os colocam em prática.

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pe 3.9).

Deus não deixou de cumprir nenhuma das suas promessas. Na verdade, o ritmo pausado que Ele adotou é motivado pela paciência. Deus está esperando para estender a oportunidade aos seres humanos, para que se arrependam (RICHARDES, 2008, p. 528).

A paciência deverá ser uma das virtudes que caracteriza o cristão em meio às tribulações da vida, pois em Cristo deverá ser lançada toda ansiedade, Ele tem cuidado da sua Igreja (1 Pe 5.7).

II – ABRAÃO INTERCEDE EM FAVOR DOS MORADORES DE SODOMA E GOMORRA (Gn 18.23-33)

O presente tópico introduz com a descrição que não há dificuldade para o cristão orar por pessoas justas, porém tem como objetivo apresentar a ação de Abraão que intercede por pessoas perversas, isto é, uma lição para os cristãos da modernidade que devem agir em oração em prol de todos os homens, sendo estes justos ou injustos.

Lembrando que Sodoma e Gomorra são cidades que tem como descrição o pecado, como bem relata Tedesco:

Muitos eram os pecados cometidos pelos habitantes dessas cidades. A Bíblia menciona alguma dessas graves ofensas à santidade divina: violência e imoralidade sexual (Jd 7), o orgulho acerca de seus pecados (Is 3.9) e a insensibilidade para com os que sofrem e o desprezo pelos necessitados (Ez 16.49-50).

Abraão preocupava-se com Ló e sua família. Os laços de parentesco e o passado em comum falavam alto. Abraão, ao saber do iminente juízo que cairia sobre as cidades, intercedeu a Deus para que a destruição não acontecesse. O coração de Abraão sofria por conta de seu sobrinho e, nesse sentido, intercedeu com fé. Deus, de uma forma diferente da pensada pelo patriarca, poupou a vida de Ló e suas filhas. O Pai salvou os justos, mas não poupou os ímpios. O juízo divino, no tempo certo, sempre se cumpre (TEDESCO, 2020, p. 24, 25).

Em suma, a oração intercessora é identificada e notabilizada como fruto do amor em que Deus desperta no coração do cristão (TEDESCO, 2020).

III – A ORAÇÃO NOS PROTEGE DE NOS ENGANAR A RESPEITO DA VONTADE DE DEUS

Conforme o apóstolo Paulo a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável (Rm 12. 2). Porém, para alcançar esta bem-aventurança é necessário que o crente tenha intimidade com Deus em oração, pois por meio da oração o cristão compreenderá a vontade do Senhor.

Lembrando que: em qualquer circunstancia a vontade do Senhor sempre será boa.

No que tange em ser a vontade do Senhor agradável compreende-se que ela gera bem-estar.

Por fim, a vontade do Senhor é perfeita, ou seja, a vontade de Deus para com os homens não apresenta erros.

Sobre Romanos 12.2 e 3 Gonçalves faz a seguinte narrativa que agrega valores importantes para a compreensão do tópico em apreço:

[...] Há uma natureza adâmica que guerreia conta a nova vida. Essa natureza é estimulada pela cultura mundana que também está afastada de Deus. O crente, portanto, vive em um mundo que lhe é hostil. Seus inimigos são o Diabo, a carne e o mundo. O que fazer então para não se deixar subjugar diante dessa cultura caída? [...]

Uma mente transformada e renovada está pronta para a adoração verdadeira. Não há dúvida de que a pobreza de nossa adoração é um reflexo das mentes velhas que participam do culto. Somente uma mente renovada experimenta a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (2016, p. 107).

REFERÊNCIA

GONÇALVES, José. Maravilhosa Graça: o evangelho de Jesus Cristo revelado na Carta aos Romanos. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

TEDESCO, Marcos. Ensina-nos a orar: exemplos de pessoas e orações que marcaram as escrituras. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: A Atuação do Espírito Santo no Plano da Redenção

A Atuação do Espírito Santo no Plano da Redenção

O ponto central da presente lição tem como descrição: A atuação do Espírito é contínua e dinâmica na igreja, na vida dos crentes e os conduz desde a conversão até ao final da jornada cristã.

O objetivo geral do estudo A Atuação do Espírito Santo no plano da redenção é ensinar que o Espírito Santo atua no plano de redenção. E os objetivos específicos: desenvolver o ensino sobre o Espírito Santo como promessa nas Escrituras; destacar o Espírito Santo com “Consolador” e “Ensinador”; e, asseverar que o Espírito Santo tanto reprova como convence o mundo.

[...] O Espírito Santo dá prosseguimento ao plano de salvação idealizado pelo Deus Pai e executado pelo Deus Filho. As três Pessoa estão presentes, agindo cada uma na sua esfera de atuação, em perfeita harmonia e perfeita unidade (SOARES, 2020, p. 28).

I – O ESPÍRITO SANTO COMO PROMESSA

A respeito da salvação da humanidade pode afirmar que o Pai planejou, segundo a Sua presciência; o Filho executou, conforme a obra vicária na cruz; e, o Espírito Santo aplica o plano da salvação mediante a santificação. Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas (1 Pe 1.2).

No que refere à manifestação do Espírito Santo na Antiga Aliança e na Nova Aliança percebe-se que há diferenças específicas, verdade corroborada nos escritos de Soares:

O Espírito Santo habita em todos os crentes, somos moradas dele (1 Co 3.17,; 6.19). Quem não tem o Espírito Santo não é cristão (Rm 8.9). Mas isso não funcionava assim nos tempos do Antigo Testamento, a atuação dele era restrita às pessoas vocacionadas e escolhidas por Deus para uma obra específica como Gideão, Sansão, Davi (Jz 6.34; 14.6; 1 Sm 16.13). Mas, na dispensação da graça, o Espírito Santo está em todos os crentes, e isso foi prometido por Deus por meio dos profetas do Antigo Testamento (Is 44.3; Jl 2.28-30) (2020, p. 29).

II – O ESPÍRITO SANTO CONSOLA E ENSINA

Ao afirmar que o Espírito Santo consola pode descrever que:

Essa palavra consolador, é uma palavra interessante. Também é traduzida por palavras como “conselheiro” ou “auxiliador”. “É um termo legal, mas com um sentido mais amplo do que ‘conselho de defesa’... Referia-se a qualquer pessoa que auxiliava alguém com problemas com a lei.” Assim, o Espírito Santo habita em nós, aconselhando, auxiliando, confortando, dedicando-se à nossa causa quando precisamos de Sua ajuda (HINN, 2005, p. 172).

Logo, ao associar o Espírito Santo em sua função como Consolador conclui-se que Ele está ao lado dos chamados para ajudar, defender, advogar, interceder e auxiliar.

No que tange a descrição em ser o Espírito Santo o Ensinador percebe-se que Ele outorga aos cristãos conhecimentos necessários das Escrituras Sagradas para que a evangelização se concretize. As quais também falamos, não com palavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais (1 Co 2.13).

Por fim, em relatar a respeito de o Espírito Santo ser Ajudador compreende com o apóstolo Paulo que Ele (Espírito Santo) ajuda em nossa fraqueza. E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8.26).

III – O ESPÍRITO SANTO REPROVA E CONVENCE O MUNDO

O Espírito Santo convence o homem do pecado, isto é, Ele convence o ser humano dos erros e aplica segundo o livre arbítrio a santificação, consagrando e separando o indivíduo para o uso de Deus. Persuadir está associado ao ato de ensinar. O Espírito Santo ao persuadir o indivíduo do pecado ensina este a compreender o que é o pecado e quais são as falhas deste perante Deus, assim como, quais são as consequências do pecado.

Sendo que a justiça pode ser definida em ser:

Atributo moral e básico de Deus, manifestado pela fidelidade com que o Supremo Ser trata seus propósitos e decretos.

É ainda a fidelidade de Deus para com a própria natureza.

A justiça de Deus entra em ação todas as vezes que a sua santidade é agredida.

A justiça e a santidade divinas acham-se intimamente associadas (ANDRADE, 1997, p. 165).

Por meio da justiça de Cristo o Espírito Santo convence o ser humano do pecado. Enquanto a justiça aplica a santificação, o juízo aplica a condenação definitiva. O Espírito Santo convence o mundo do juízo, isto é:

Esse “juízo” é uma referência tanto ao julgamento de nossos pecados na cruz do Calvário e como ao julgamento de Satanás, que já foi vencido por Jesus na sua morte e ressurreição (SOARES, 2020, p. 37).

 

REFERÊNCIA

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

HINN, Benny. Bem-vindo, Espírito Santo. São Paulo: Bom Pastor, 2015.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – O que significa orar

O que significa orar

Conforme a Síntese:

A oração é uma ação que possibilita ao cristão um relacionamento mais íntimo com Deus. Essa prática deve ser uma constante na vida do crente que necessita orar sempre, sem jamais desfalecer.

Pois, A oração é, primeiramente, uma forma de relacionamento. Quem ora quer se relacionar, conversar, ser respondido, abrir o coração e levar suas percepções e anseios a Deus. Oração é diálogo e troca; é uma ação que implica liberdade e aconchego com aquele a quem nos dirigimos (TEDESCO, 2020, p. 9).

A presente lição tem como objetivos:

Conhecer o significado da oração.

Entender que nem todas as orações são respondidas por Deus.

Perceber a necessidade orar sempre.

I – QUAL O OBJETIVO DA ORAÇÃO E POR QUE PRECISAMOS ORAR?

Dentre as finalidades da oração pode ser citado:

Proporciona melhor relacionamento com Deus.

Outorga segurança em meio aos desafios.

Possibilita melhor visão diante das questões espirituais e até matérias.

Vivifica a esperança em meio a qualquer situação da vida.

Tedesco acrescenta:

Por intermédio da oração, preparamo-nos, de forma progressiva e vigorosa, para as grandes experiências espirituais em nossa trajetória de vida (2020, p. 9).

No que tange ao motivo que leva o cristão à oração deve-se compreender que não poderá ser a necessidade de receber algo, mas o fato da oração outorgar intimidade com Deus. De fato são inúmeras as questões que conduz o crente a oração, porém o maior motivo que deverá levar este a prática diária da oração é o privilégio de manter o diálogo com o Senhor.

II – DEUS RESPONDE TODAS AS ORAÇÕES?

É da responsabilidade da igreja interceder por todos os homens (1 Tm 2.1,2). Porém, o Espírito Santo conduz o cristão a orar como convém (Rm 8.26) fazendo com que as orações sejam respondidas. Porém, há muitas orações que não são atendidas pelas seguintes verdades:

a) Orações que são feitas com palavras repetitivas e vazias.

b) Orações que são feitas com corações ambiciosos: pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites (Tg 4.3).

c) Orações que são feitas com amargura no coração por alguém: quando estiverdes orando, perdoai se tendes alguma coisa contra alguém, para que também vosso Pai que está no céu, vos perdoe as vossas ofensas (Mc 11.25-26).

Assim também como há muitas orações que são atendidas pelas seguintes verdades:

a) Orações que são feitas segundo a vontade de Deus: e esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve (1 Jo 5.14).

b) Orações que são feitas em nome de Jesus: e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei. (Jo 14.13,14).

c) Quando vivemos em plena comunhão com Deus e com sua palavra: se vós permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será feito (Jo 15.7).

III – DEVER DE ORAR SEMPRE E NÃO DESFALECER

E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer (Lc 18.1). Para muitos esta parábola deveria ter o seguinte título: A viúva persistente.

Sobre os personagens da parábola se aprende que o juiz mesmo sendo iníquo e também por não temer a Deus tinha como preocupação a sua reputação, fator que o motivou a agir em prol da petição da viúva.

[...] Esse juiz não temia a Deus. Por essa razão, era provavelmente um juiz secular, e não religioso. O magistrado desonesto representava o poder corrompido (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 195).

Já a viúva mesmo em suas limitações não deixou de clamar por justiça o que lhe garantiria o prevalecer sobre o adversário.

A mulher na parábola é uma viúva dependente do auxílio da sociedade [...].

Faze-me justiça. Talvez a mulher estivesse apelando para que se resolvesse algum problema financeiro (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 195).

REFERÊNCIA

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

TEDESCO, Marcos. Ensina-nos a orar: exemplos de pessoas e orações que marcaram as escrituras. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: A Pessoa do Espírito Santo

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical: A Pessoa do Espírito Santo

O ponto central da presente lição tem como descrição: A Bíblia revela a verdade sobre a pessoa do Espírito Santo. Lembrando que para conhecer o Espírito Santo é necessário entender o significado do Seu nome, os Seus atributos e Suas obras.

O objetivo geral do estudo A Pessoa do Espírito Santo é expor a doutrina bíblica aceca da pessoa do Espírito Santo. E os objetivos específicos: apresentar a revelação do Espírito Santo nas Escrituras; Relacionar a pessoa do Espírito Santo com a de Jesus; e, Afirmar que o Espírito Santo age no mundo e no ser humano.

[...] O estudo da Pessoa do Espírito é importante para todos os cristãos, pois é Ele quem guia os crentes e os leva mais próximos de Deus. Ser pentecostal significa ter intimidade com a pessoa do Espírito, pois a teologia pentecostal não é teórica (SOARES, 2002, p. 13).

I – A REVELAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

Há três razões determinantes em afirmar que o Espírito Santo é uma pessoa.

A primeira afirmação indica que Ele age como uma pessoa, pois o Espírito Santo ensina (Jo 14.26), testifica de Cristo (Jo 15.26), fala com os salvos (At 8.29) e chama os obreiros (At 15.26). Somente uma pessoa pode ensinar a outros, testificar de outro, falar com outros e chamar a outros.

Já a segunda afirmação em ser o Espírito Santo uma pessoa está diretamente associada às características de uma pessoa. Pois, o Espírito Santo possui conhecimento (1 Co 2.1), possui vontade (1 Co 12.11) e ama (Rm 15.30). Apenas uma pessoa se caracteriza pelo conhecimento, pela vontade e pelo amor, e estas características definem que o Espírito Santo é Deus.

E a terceira característica em ser o Espírito Santo uma pessoa é porque na Bíblia Ele é tratado como uma pessoa. Dois exemplos corroboram esta afirmativa, o primeiro em Efésios 4.30, quando Paulo aconselha a não entristecer o Espírito Santo e o segundo quando Jesus ensinou a respeitou da blasfêmia contra a Terceira Pessoa da Trindade (Mt 12.31).

Assim como há três razões que caracteriza ser o Espírito Santo uma pessoa, percebe-se que também há três razões que define ser o Espírito Santo Deus.

O Espírito Santo tem os atributos de Deus. O Espírito Santo é eterno (Hb 9.14), logo, Ele não é limitado pelo tempo, pois Ele existe deste toda a eternidade. Bancroft afirma:

Assim como a eternidade é atributo ou característica da natureza de Deus, semelhantemente a eternidade pode ser e é atribuída ao Espírito Santo como uma das distinções pessoais no Ser de Deus (p.188).

Ele é eterno, sempre foi, é e será. Não tem princípio nem fim. O Espírito Santo não apareceu repentina e abruptamente quando foi enviado à terra para dar poder aos crentes, depois da ascensão de Cristo. Fiel, constante e amoroso – Ele é e sempre será o mesmo e, o eterno Espírito Santo, jamais deixará você cair. Ele é o mesmo, ontem, hoje e sempre (HINN, 2005, p. 53).

O Espírito Santo também é onisciente, pois o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus (1 Co 2.10).

O Espírito Santo também é onipresente (Sl 139.7-10) e onipotente (Gn 1.2), para Hinn a onipotência do Espírito Santo é demonstrada em três atos poderosos:

Criação, trazer o universo do nada; animação, dar vida ao que estava sem vida; e ressurreição, trazer vida da morte (p. 51).

O Espírito Santo tem os nomes de Deus. Ele é chamado de Espírito de Deus (1 Co 3.16), nome que indica ser Ele Deus. Sendo Ele Deus percebe-se que Ele é o poder e a energia pessoais da Divindade (BANCROFT, p.188).

A Terceira Pessoa da Trindade também é conhecido pelo nome Espírito de Deus, nome que está associado a poder, profecia e direção. O Espírito de Deus pairava sobre as águas (Gn 1.2), aqui associado ao poder de criar. O Espírito de Deus se apoderou dele, e profetizou (1 SM 10.10), aqui associado à comunicação. Por fim, todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus (Rm 8.14), aqui associado à direção.

O Espírito Santo faz as obras que somente Deus pode fazer. Três são as obras divinas nítidas na pessoa do Espírito Santo: criação, predição e regeneração (Gn 1.2, Jo 3.1-7).

II – O ESPÍRITO SANTO E JESUS CRISTO

Pericorese é:

Em grego, habitação mútua. Termo usado para descrever o relacionamento das Pessoas da Santíssima Trindade. É um relacionamento íntimo e administrativo, e que visa, acima de tudo, a consecução plena dos decretos de Deus.

O termo é usado também para ilustrar o relacionamento entre as duas naturezas de Cristo Jesus (ANDRADE, 1997, p. 204).

Já no que corresponde ao Espírito Santo glorificar a Jesus percebe-se que esta ação tem como objetivo tornar Jesus conhecido. Portanto, o Espírito Santo proporciona a pregação do Evangelho, a salvação de almas e com estas obras, o mesmo glorifica a pessoa do Senhor Jesus Cristo.

III – O ESPÍRITO SANTO AGE NO MUNDO E NO SER HUMANO

A ação do Espírito Santo no mundo pode ser sintetizada da seguinte maneira:

O Espírito Santo é o criador.

O Espírito Santo é o provedor.

O Espírito Santo é o restaurador.

Já no que tange a ação do Espírito Santo na vida humana pode sintetizar que:

O Espírito Santo convence o homem do pecado.

O Espírito Santo guia o crente em toda a verdade.

Sendo que o Espírito Santo convence o homem do pecado, Jesus em seu ministério particular afirmou aos discípulos que o Espírito Santo convenceria o mundo do pecado, do juízo e da justiça.

Jesus estava falando do mundo humano (Jo 3.16), mundo que representa a humanidade, logo corresponde com o mundo que Deus amou.

Portanto, convencer o mundo primeiramente do pecado, porque o pecado significa agir erroneamente em relação à vontade de Deus. O pecado separa o homem de Deus, logo se o homem é convencido do pecado o mesmo se aproxima de Deus.

Convencer o homem da justiça significa outorgar ao ser humano o conhecimento da natureza da justiça e a necessidade do indivíduo recebê-la.

Obra de Jesus na cruz foi totalmente justa. Isso é demonstrado pelo Pai quando Ele esvazia o sepulcro onde o corpo do Filho fora colocado, revelando que ficou satisfeito com o pagamento justo de Cristo e o aceitando a junto a si novamente (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p.270).

Convencer o homem do juízo, ou seja, conduzir o ser humano a reconhecer que satanás foi julgado na cruz, logo na conjectura espiritual não tem como o indivíduo ser neutro, pois será ele filho de Deus ou filho do pai da mentira.

REFERÊNCIA

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

BRANCROFT. Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.

HINN, Benny. Bem-vindo, Espírito Santo. São Paulo: Bom Pastor, 2015.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

SOARES, Ezequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da Doutrina Bíblica sobre a atuação do Espírito Santo.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Subsídio para aulas da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – Barnabé: Quando a graça de Deus faz a diferença

 Barnabé: Quando a graça de Deus faz a diferença

A Síntese da lição em apreço permite compreender que Barnabé é o exemplo vivo de como Deus usa pessoas cheias do Espírito para fazer a diferença.

A respeito de Barnabé pode-se afirmar que era um homem compassivo, cheio do Espírito Santo e que outorgava oportunidade para os outros crescerem na fé por meio de ações que revelassem os talentos, exemplo desta abertura concedida da parte de Barnabé, o apóstolo Paulo e o evangelista João Marcos.

A presente lição tem como objetivos:

Mostrar que Barnabé era um homem de Deus.

Saber que Barnabé foi um homem usado por Deus.

Conscientizar de que Barnabé foi um homem usado por Deus.

I – BARNABÉ, UM HOMEM DE DEUS

Tendo como base o livro de Atos (4.36,37; 9.27) fica notório a origem, assim como duas virtudes de Barnabé. No que tange a origem percebe-se que Barnabé era levita, isto é, da tribo de Levi. Já na tangência das virtudes compreende-se que ele era um homem generoso e um homem de fé, pois confiava no poder divino da transformação.

A generosidade trata-se da virtude em que alguém dispõe em sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem. Assim também pode ser definida como a virtude em que acrescenta algo ao próximo.

Barnabé é lembrado por confiar no poder divino da transformação, pois:

 Foi preciso fé por parte de Barnabé para trazer Saulo ao convívio dos apóstolos, mas também a certeza de que Deus havia feito uma obra no coração do perseguidor. A oportunidade que Barnabé deu a Saulo foi surpreendente, e a igreja precisa de pessoas como ele, que, com coragem, tragam ao convívio dos santos aqueles que foram alcançados por Jesus. Saulo tinha uma história antes de Jesus, mas o Eterno decidiu mudar o presente e o futuro de Saulo (COELHO, 2020, p. 150).

II – BARNABÉ UM HOMEM USADO POR DEUS

Barnabé viu a graça de Deus. Biblicamente percebe-se que a graça conforme a sua abrangência poderá ser comum, no que corresponde aos favores de Deus para com toda a humanidade, com propósito manter a vida e os recursos básicos para a manutenção da vida do ser humano; e, também é nítido nos escritos sagrados a respeito da graça especial que é obtida mediante a fé na obra vicária de Cristo na cruz, pela qual, Deus salva o pecador e outorga para o justificado o direito de filho de adoção. Barnabé desfrutou da graça especial de Deus, fato que corroborou para que ele tivesse uma vida cheia do Espírito Santo.

A expressão “cheios do Espírito Santo” pode ter como significado:

A indicação do recebimento do batismo no Espírito Santo (At 1.5; 2.4; 9.17).

Indicação de que o crente em ocasião específica recebeu poder para falar sob o impulso direto do Espírito Santo (At 4.8; 13.9).

Indicação de um ministério profético geral sob a inspiração ou a unção do Espírito Santo, sem especificar a duração desse ministério (At 4.31-33).

Assim como descreve aqueles que mortificam os desejos carnais e pecaminosos e andam fielmente no Espírito (BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL, 1995, p. 1642).

III – UM HOMEM USADO POR DEUS

A compreensão inicial de quem alguém foi usado por Deus se notabiliza em duas virtudes: obediência e submissão. Barnabé foi obediente, fato que corrobora para a descrição de que ele foi um homem usado por Deus. Lembrando que a submissão trata-se da obediência a alguém. Estas duas virtudes se diferem em ser a submissão uma descrição do interior do indivíduo, pois este obedece por ser submisso.

Para concluir percebe-se que há um ponto crítico entre Paulo e Barnabé, o que de fato gerou a separação de ambos, porém é necessário entender que:

[...] A obra de Deus não se dividiu; ela foi duplicada por meio dessa separação. Notemos também que Barnabé exerceu com Marcos um ministério de restauração. Da mesma forma que trouxe Saulo à comunhão da Igreja em Jerusalém, deu suporte ao processo de restauração de João Marcos. O moço já tinha conhecimento da Palavra. A sua casa era um ambiente de oração onde se reunia a igreja. Ele interessou-se por atender ao chamado de Deus e arriscou-se na primeira viagem missionária (COELHO, 2020, p. 154).

Referência

BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

COLEHO, Alexandre. Os Bons e Maus exemplos: aprendendo com homens e mulheres da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Subsídio para a aula da Escola Bíblica Dominical: Quando Deus Restaura o Justo

 Quando Deus Restaura o Justo

A verdade prática permite compreender que A restauração do ser humano acontece em razão do amor e da misericórdia de Deus, e não como consequência do esforço pessoal, piedade ou atos de bondade. Sendo que a presente lição outorgará como tópicos essências de aprendizagem: a humilhação de Jó, a intercessão do patriarca para com o seus amigos e a restauração em sua totalidade.

O ponto central da lição ensina que Deus restaura o ser humano por causa de seu amor e misericórdia. Lembrando que a presente lição tem como objetivo geral:

Mostrar o grande amor de Deus evidenciado na prosperidade de seus filhos.

E como objetivos específicos:

Sublinhar a atitude humilde de Jó em receber a repreensão divina pelos equívocos cometidos.

Destacar a espiritualidade de Jó demonstrada na intercessão pelos seus amigos.

Comentar sobre o último estado de Jó e suas implicações positivas para o entendimento do livro.

I – A HUMILHAÇÃO DE JÓ

Jó 42.2 é o versículo chave para compreender o presente tópico:

Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.

Pois, permite compreender a atitude de reverência e de submissão do patriarca perante Deus. Enquanto a reverência trata-se do respeito e da humildade reverente a alguém, neste caso referente à pessoa de Deus; a submissão já trata-se da obediência a alguém. Em suma, Jó demonstrou respeito e foi obediente a Deus, reconhecendo suas limitações de maneira bem humilde.

[...] Jó se arrepende de suas palavras e acusações baseadas na falsa crença de que Deus sempre recompensa os virtuosos nesta vida. Em vez de acusar Deus de ser injusto, Jó se submete à vontade soberana do Senhor do universo (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 818).

II – A INTERCESSÃO DE JÓ

A ira de Deus se acendeu para com os amigos de Jó, pois estes não falaram o que era reto do Senhor. Elifaz, Bildade e Zofar acertaram ao narrar a respeito da justiça divina, porém eram em não compreenderem o poder soberano de Deus.

Contrastando com seus amigos, Jó disse de Deus o que era reto. Diferente deles, Jó renunciou suas falsas crenças, arrependeu-se de suas palavras orgulhosas, ditas por desespero e ignorância quanto aos fatos (v. 6) e reafirmou o senhorio incondicional de Deus sobre a sua vida (v. 2). Ele estivera certo em sustentar sua inocência frente às acusações falsas de seus amigos (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 818, 819).

A respeito da intercessão de Jó (Jó 42.8) para com os seus amigos é necessário entender que:

Primeiro, a oração seria acompanhada de oferta de holocaustos, pois Deus é misericordioso em perdoar.

Segundo, Jó deveria interceder por seus amigos, descrição que mostra o caráter espiritual do patriarca em ser zeloso para com as coisas pertencente ao Senhor.

Terceiro, Deus afirma que aceitaria a oração que fosse realizada por Jó, isto é, a intercessão do mesmo seria aceita porque ele falou o que era reto do Senhor. Fato que corrobora com João 15.7: Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito (Jo 15.7).

III – A RESTAURAÇÃO DE JÓ

A prosperidade divina para com os teus não corresponde ao fato de haver uma troca de favores, mas em contrapartida corresponde ao decreto divino em prover para com os homens mediante o seu imenso amor. Pois, Deus cuida, Deus prospera, Deus protege, Deus cura, e assim por diante, Deus é Deus.

No que tange a restauração do patriarca pode-se afirmar que:

A restituição da saúde e da prosperidade de Jó não deve ser vista como uma recompensa por sua virtude (Jó 41.11). Depois que ele desistiu de exigir restituição, o Senhor achou por bem concedê-la de presente.

Esse desfechou demonstra que o livro de Jó não rejeita totalmente a lei da retribuição divina, mas somente sua falsa aplicação. Concorda com o livro de Provérbios no sentido de que o temor ao Senhor costuma conduzir à vida longa e abundante. Porém, não podemos presumir que Deus sempre operará dessa forma, como presumiram os amigos de Jó (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 819).

REFERÊNCIA

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.