Deus é Fiel

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A OBRA DO FILHO

 

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A OBRA DO FILHO

 Conforme a Verdade Prática da lição:

A humilhação voluntária de Cristo, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa revelam que somente Ele é digno de toda adoração e obediência.

Da verdade prática compreende-se que:

Jesus Cristo humilhou-se de forma voluntária;

Jesus agiu de forma redentora;

Jesus foi exaltado fator que revela que Ele é digno de adoração e obediência.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:


Explicar a humilhação voluntária de Cristo e sua obediência;

Mostrar que a obra redentora do Filho é única, suficiente e vicária;

E, Ressaltar a exaltação gloriosa de Cristo e sua soberania universal.

Obra é a palavra-chave da presente lição. Obra corresponde com a ação desenvolvida, no contexto em análise, trata-se da obra vicária de Cristo Jesus para outorgar salvação para todos aqueles que chegarem a Ele.

I – A HUMILHAÇÃO VOLUNTÁRIA DO FILHO

Tendo como base os versículos 5 e 6  da Carta aos Filipenses percebe-se que duas palavras merecem atenção e análise em especial. As duas palavras são sentimento e forma.

Em grego “phroneo” corresponde a sentimento no que representa pensamento. O pensamento de Cristo não outorgava valores ao sentimento individualista, mas há demonstração de amor ao próximo. Já a segunda palavra é a palavra forma que corresponde a semelhança de Deus, ou seja, sendo Ele Deus.

Portanto, Cristo, ao fazer-se homem, esvaziou-se não de sua divindade, mas de sua glória. A presente frase é explicativa e identifica que Jesus continuou sendo Deus, porém, sem a glória divina, pois o mesmo tornou se limitado no que corresponde ao tempo e o espaço.

Três palavras são destaque no tempo em que Jesus viveu neste mundo como verdadeiro homem, são elas: esvaziar, humilhação e obediência. Jesus esvaziou se de sua glória e de seus atributos como Deus, porém continuou sendo Deus, porque Ele não esvaziou se da sua essência divina.

A humilhação de Jesus teve como objetivo primordial o tríplice ministério do Messias: profético, sacerdotal e o de rei. Como profeta foi Ele o porta voz entre Deus e os homens, pois o profeta fazia a ponte entre Deus e os homens. Como sacerdote foi Ele o representante entre os homens e Deus, pois o sacerdote fazia a ligação entre os homens a Deus. E como rei Jesus desenvolveu o ministério de cura.

Por fim, Jesus foi obediente até a morte e morte de cruz.

II – A OBRA REDENTORA DO FILHO

A morte de Jesus foi uma expiação pelos pecados da humanidade. Expiar o pecado é cobri-lo, apaga-lo e perdoar o transgressor.

A morte de Jesus também foi uma propiciação, isto é, foi o aplacar da ira de Deus.

Em terceiro a morte de Jesus foi uma substituição (Rm 5.6).

Por fim, a morte de Jesus na cruz foi redenção e reconciliação para todos aqueles que se aproximarem da mensagem do evangelho.

Logo, o sacrifício de Jesus tornou-se o melhor de todos, por finalizar os sacrifícios (Hb 9.13-10.18). Por fim, Jesus torna mediador de um pacto novo e maior que a aliança antiga (Hb 8.6). Novo concerto também pode ser chamado de concerto do Espírito Santo (2 Co 3.1-6) por ter a condução do Espírito Santo na vida dos santos (Silva, Ano 15, Edição 52, p. 32).

III – A EXALTAÇÃO GLORIOSA DO FILHO

Paulo em Filipenses 2.9-11 apresenta a exaltação de Cristo, definido como a conquista final, pois:

Jesus foi exaltado pelo o Pai soberanamente;

O Pai deu um nome que é sobre todo nome;

Diante de Jesus se dobrará todo o joelho;

E toda língua confessará que Jesus é Senhor.

Referências:

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Hebreus: Jesus, a revelação plena de Deus. Revista Manancial, Ano 15, Edição 52.

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