Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A OBRA DO FILHO
Conforme a Verdade Prática da lição:
A humilhação voluntária de
Cristo, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa revelam que somente Ele é
digno de toda adoração e obediência.
Da verdade prática compreende-se que:
Jesus Cristo humilhou-se
de forma voluntária;
Jesus agiu de forma
redentora;
Jesus foi exaltado fator
que revela que Ele é digno de adoração e obediência.
É válido lembrar que os objetivos da presente
lição são:
Explicar a humilhação
voluntária de Cristo e sua obediência;
Mostrar que a obra
redentora do Filho é única, suficiente e vicária;
E, Ressaltar a exaltação
gloriosa de Cristo e sua soberania universal.
Obra é a palavra-chave da presente lição. Obra
corresponde com a ação desenvolvida, no contexto em análise, trata-se da obra
vicária de Cristo Jesus para outorgar salvação para todos aqueles que chegarem
a Ele.
I – A HUMILHAÇÃO
VOLUNTÁRIA DO FILHO
Tendo como base os
versículos 5 e 6 da Carta aos Filipenses
percebe-se que duas palavras merecem atenção e análise em especial. As duas
palavras são sentimento e forma.
Em grego “phroneo”
corresponde a sentimento no que representa pensamento. O pensamento de Cristo
não outorgava valores ao sentimento individualista, mas há demonstração de amor
ao próximo. Já a segunda palavra é a palavra forma que corresponde a semelhança
de Deus, ou seja, sendo Ele Deus.
Portanto, Cristo, ao
fazer-se homem, esvaziou-se não de sua divindade, mas de sua glória. A presente
frase é explicativa e identifica que Jesus continuou sendo Deus, porém, sem a
glória divina, pois o mesmo tornou se limitado no que corresponde ao tempo e o
espaço.
Três palavras são destaque
no tempo em que Jesus viveu neste mundo como verdadeiro homem, são elas:
esvaziar, humilhação e obediência. Jesus esvaziou se de sua glória e de seus
atributos como Deus, porém continuou sendo Deus, porque Ele não esvaziou se da
sua essência divina.
A humilhação de Jesus teve
como objetivo primordial o tríplice ministério do Messias: profético,
sacerdotal e o de rei. Como profeta foi Ele o porta voz entre Deus e os homens,
pois o profeta fazia a ponte entre Deus e os homens. Como sacerdote foi Ele o
representante entre os homens e Deus, pois o sacerdote fazia a ligação entre os
homens a Deus. E como rei Jesus desenvolveu o ministério de cura.
Por fim, Jesus foi obediente
até a morte e morte de cruz.
II – A OBRA REDENTORA DO FILHO
A morte de Jesus foi uma expiação pelos
pecados da humanidade. Expiar o pecado é cobri-lo, apaga-lo e perdoar o
transgressor.
A morte de Jesus também foi uma propiciação,
isto é, foi o aplacar da ira de Deus.
Em terceiro a morte de Jesus foi uma
substituição (Rm 5.6).
Por fim, a morte de Jesus na cruz foi
redenção e reconciliação para todos aqueles que se aproximarem da mensagem do
evangelho.
Logo, o sacrifício de
Jesus tornou-se o melhor de todos, por finalizar os sacrifícios (Hb
9.13-10.18). Por fim, Jesus torna mediador de um pacto novo e maior que a
aliança antiga (Hb 8.6). Novo concerto também pode ser chamado de concerto do
Espírito Santo (2 Co 3.1-6) por ter a condução do Espírito Santo na vida dos
santos (Silva, Ano 15, Edição 52, p. 32).
III – A EXALTAÇÃO
GLORIOSA DO FILHO
Paulo em Filipenses 2.9-11 apresenta a
exaltação de Cristo, definido como a conquista final, pois:
Jesus foi exaltado pelo o Pai soberanamente;
O Pai deu um nome que é sobre todo nome;
Diante de Jesus se dobrará todo o joelho;
E toda língua confessará que Jesus é Senhor.
Referências:
SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Hebreus: Jesus, a revelação
plena de Deus. Revista Manancial, Ano 15, Edição 52.

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