Deus é Fiel

Deus é Fiel

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Subsídio da EBD: Precisamos de Vigilância Espiritual


Precisamos de Vigilância Espiritual
Vigiar corresponde a ficar sem sono e acompanhar de perto, isto se pode definir na prática com o viver atento para não cair em tentação, fato corroborado na Verdade Prática: Mesmo com oração, a ausência de vigilância é terreno propício para que a tentação encontre brechas e nos conduza à derrota espiritual.
A respeito do texto áureo pode definir que:
Os discípulos precisavam ficar acordados e orar porque em breve seriam provados. A palavra carne aqui se refere à natureza humana. O contraste entre a natureza dos discípulos e a força do Senhor é impressionante. Já que a carne é fraca, todo filho de Deus precisa de poder sobrenatural (Rm 8.3,4) (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p.79).
O objetivo geral da presente lição é: conscientizar a respeito da necessidade de vigilância espiritual.
Já os objetivos específicos são:
Interpretar a parábola dos dois servos;
Reafirmar a necessidade de se ter vigilância;
Valorizar o exercício do discernimento;
I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS SERVOS
A parábola em estudo apresenta os seguintes personagens: o senhor e dois servos, (o fiel e o mal servo).
O bom servo é caracterizado na parábola por ter as seguintes características: fidelidade, prudência e zelo. Ser fiel a alguém corresponde a estar bem consigo e a entender o valor e os efeitos da fidelidade. A ausência da fidelidade no mundo estar associada com a multiplicação da iniquidade, porém, quando a fidelidade se manifesta não há lugar para insegurança. Prudência corresponde o saber discernir para a efetuação da ação correta. Enquanto, ser zelo indica a ação de quem é cuidadoso naquilo que se desenvolve.
Já o mal servo é apresentado por atitudes antiéticas: espancador e não controlador dos próprios impulsos, ou seja, o mal servo não possui como virtude a temperança.
II – UM CHAMADO À VIGILÂNCIA
A vigilância está diretamente relacionada com os cuidados próprios para com a vida espiritual, assim como para com a vinda do Senhor Jesus. No que corresponde com a vida espiritual é necessário que o cristão venha dedica-se a cada dia ao Senhor, já no que corresponde à vinda de Jesus é necessário que os cristãos estejam atentos para com os sinais.
Sinais que se cumprem na Igreja, nos céus e na terra. É necessário que os cristãos vigiem no que corresponde a apostasia que é um sinal que demonstra que Jesus breve virá.
A apostasia é um adultério espiritual, ou seja, é uma traição a Deus. Assim escreve Lima:
Apostasia (gr. apostasia) significa desvio, afastamento, abandono. Tem o sentido também de revolta, rebelião, no sentido religioso. Numa definição clara, apostasia que dizer abandono da fé [...] Apostasia, no original do Novo Testamento, vem do verbo aphistemi, com o sentido de rejeitar uma posição anterior, aderindo a posição diferente e contraditória á primeira fé, repelindo-a em favor de nova crença (2015, p.23).
A apostasia é o abandono premeditado da fé. E conforme os ensinos bíblicos é adultério espiritual. No contexto ministerial há líderes que se apostataram da fé, abraçando posições que outrora eram rejeitas pelo mesmo. Porém, o maior problema causado por tal atitude se refere ao desvio de uma comunidade. Líderes que mudam suas concepções erroneamente levam consigo inúmeras pessoas. E por passar o tempo percebe-se o fracasso espiritual destas famílias.
III – VIVENDO COM DISCERNIMENTO
Despenseiros são mordomos ou administradores de uma casa. Como despenseiros de Deus o cristão é o administrador da igreja que tem como missão edificar os outros, e desenvolver um ministério sóbrio, vigilante, hospitaleiro e fiel.
A ética cristã possui duas dimensões: vertical e horizontal. A primeira dimensão se resume no amor ágape, isto é, no amor de Deus para com o homem e assim vice versa, pois “nós o amamos, por que Ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19). Já a segunda dimensão corresponde com o amor ao próximo.
É de responsabilidade do líder cristão, amar a todos os que estão a sua volta e todos os que estão ao alcance da sua administração.
A parábola do bom samaritano apresenta ações do verdadeiro despenseiro:
Primeira ação, entender o necessitado.
Segunda ação, cuidar do necessitado.
Terceira ação, hospedar o necessitado.
E por último, como quarta ação, suprir a necessidade do necessitado.
Em suma, a ação do bom samaritano se resume no serviço do cristão em abençoar a todos os que necessitam da multiforme graça de Deus (Lc 10.25-37).
Referência
LIMA, Elinaldo Renovato de. O Final de todas as coisas, esperança e glória para os salvos. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Subsídio da EBD: O Perigo da Indiferença Espiritual


O Perigo da Indiferença Espiritual
O evangelista João é bem declarativo no que corresponde o ministério particular de Jesus, fase ministerial em que o Messias atende as necessidades dos discípulos. No capítulo 15 Jesus se apresenta como a Videira Verdadeira, enquanto o Pai é o Lavrador, e os cristãos de maneira geral são as varas, porém no contexto percebem-se as seguintes palavras do Senhor: vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando (Jo 15.14).
Jesus é o nosso modelo de amor (v.13). E a comunhão com Ele é a razão para amar como Ele ama. Se os cristãos obedecem ao mandamento de Jesus de amar, eles terão comunhão e amizade com Ele. Veja que amizade, ao contrário de filiação, não é um dom dado de uma vez por todas, mais algo que cresce conforme há obediência ao mandamento de Jesus para amar (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p.269).
O objetivo geral da presente lição é: destacar a importância da obediência e alertar para os perigos da indiferença espiritual.
Já os objetivos específicos são:
Interpretar a parábola dos dois filhos;
Alertar para os perigos de a prática não ser condizente com o discurso;
Incentivar a prática da obediência;
Há uma curiosidade, pois a parábola é trabalhada apenas nos escritos de Mateus, fato que permite entender o porquê do segundo filho representar a Israel, que em primeiro momento promete obedecer, porém em suas atitudes demonstra total desobediência ao querer do Pai.
I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS FILHOS
A parábola em estudo apresenta os seguintes personagens: o pai e dois filhos.
O pai representa a pessoa de Deus, que tem autoridade e tem possibilitado o livre acesso do ser humano à sua presença. Logo, a parábola descreverá duas questões básicas: a autoridade e a possibilidade do relacionamento pessoal com Deus.
O primeiro filho desobedece em palavras, porém arrepende-se e obedece com atitude. Este filho não reconheceu a autoridade de seu pai, entretanto reconheceu a necessidade de se relacionar perfeitamente com o pai.
Já o segundo filho promete obediência por meio das palavras, porém desobedece com atitude. Portanto, o segundo filho reconhece a autoridade, mas não percebe a necessidade de ser relacionar pessoalmente com o pai.
Mas de que maneira maravilhosa o primeiro filho nos fala ao coração. No passado, nós podemos ter rejeitado a Deus. Mas a porta para a filiação permanece aberta. Nós podemos decidir, agora, submeter-nos a Ele. E ao submeter-se a Ele e reivindicar as promessas que Deus nos faz em Cristo, o pior dos pecadores pode torna-se um filho de Deus (RICHARDS, p.71).
II – QUANDO AS PALAVRAS NÃO SE COADUNAM COM A PRÁTICA
As palavras proferidas pelos cristãos devem dá frutos para o bem e não para o mal. Assim, como o arrependimento proporciona a prática de boas obras. Em fim, as palavras não devem se posicionar contrária à ação.
O presente tópico apresenta duas descrições básicas para a compreensão do mesmo: primeira, compreender o significado prático do arrependimento; e, segundo, entender o autêntico significado da tristeza segundo Deus.
Arrependimento é:
A mudança da mente e coração que leva à mudança de atitude; desviar-se sinceramente de pecado para voltar-se para Deus. O arrependimento confessado a Deus e a fé em Jesus Cristo formam a base em que as pessoas podem conhecer a Deus por si mesmas (GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA, pp. 792).
Já o arrependimento quando transmite tristeza segundo Deus pode ser assim compreendido:
A genuína tristeza gerada pelo arrependimento quanto ao pecado cometido leva pessoa uma mudança de mentalidade e a uma reconciliação com Deus. Como o termo arrependimento significa voltar-se par Deus, que é o Salvador, o arrependimento resulta em libertação espiritual e salvação (2 Co 6.2). Infelizmente, o tipo de tristeza que o mundo gera opera a morte (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p.467).
III – UM CHAMADO A FAZER A VONTADE DE DEUS
A desobediência demonstra desrespeito à autoridade e a falta de intimidade para com Deus, portanto o desobediente não tem possibilidade de realizar a vontade do Senhor. Verdade que se torna visível na vida de Adão que por desobedecer a Deus perdeu a comunhão demonstrada na visita do Senhor que ocorria todos os dias, fato que era comum antes da consumação do pecado.
Portanto, Jesus em sua obra proporciona ao ser humano a aproximação para com o Pai, mas é necessário que os indivíduos reconheçam suas próprias necessidades e busquem a Deus de todo o coração.
Na Bíblia há três tipos específicos de chamados: o primeiro, Deus chama o homem ao arrependimento; o segundo, Deus chama o homem para servi-lo; e, o terceiro, Deus chama o homem para desfrutar da glorificação. A presente lição ratifica a importância do chamado para a salvação que tem o arrependimento como elo que outorga transformação espiritual.
REFERÊNCIA
GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Subsídio da EBD: Encontrando o Nosso Próximo


Encontrando o Nosso Próximo
Conforme escreveu o apóstolo Paulo três virtudes definem o autêntico cristão: a esperança, a fé e o amor. Portanto, o amor é a maior dentre todas as virtudes (1Co 13.13). Paulo salienta ainda que quem ama tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1Co 13.7).
Tendo como ponto central o amor ao próximo, a verdade prática transmite a seguinte descrição: Amar ao próximo inclui amar até mesmo aqueles que nos aborrecem, pois encontramos em Deus o maior exemplo de que tal amor é possível.
Traduzir os ensinamentos apreendidos nesta aula em prática na realidade é o objetivo geral da presente lição. E os objetivos específicos são:
Interpretar a parábola do bom samaritano;
Reafirmar que a compaixão e a caridade são intrínsecas à fé salvadora;
Conscientizar de que o nosso próximo é qualquer pessoa necessitada;
I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO
A parábola em estudo apresenta os seguintes personagens: um viajante, os salteadores, o sacerdote, o levita, o samaritano e o hospedeiro.
O viajante de Jerusalém para Jericó é o personagem que receberá a atenção do samaritano, isto é, a demonstração de amor, porém é o mesmo personagem que recebeu a rejeição por parte do sacerdote e do levita, apesar de ter sido violentado pelos os salteadores.
Os salteadores representam aqueles que possuem como filosofia de vida: o que é seu é meu. Ou seja, os ladrões vivem por tirarem o que pertence ao próximo.
O sacerdote e o levita terão na parábola a mesma descrição filosófica: o que é meu é meu, logo não pertence ao próximo.
Portanto, o samaritano descreve na ação a filosofia de vida pertencente aos servos de Deus, o que é meu é seu, isto é, filosofia de vida que expressa a realidade do amor ao próximo.
Já o hospedeiro corresponde aquele que está de prontidão para receber e atender com dedicação os necessitados.
Para Champlin o próximo:
a) [...] pode ser uma pessoa inteiramente desconhecida. (b) O próximo pode ser uma raça diferente, e até mesmo desprezada.  (c) O “próximo” pode ser pessoa de outra religião, até mesmo conhecida como herética. (d) Contudo, os cuidados de Deus por toda a humanidade devem manifestar-se na vida de todos quantos são chamados pelo nome (apud GABY & GABY, 2018, p. 96).
II – COMPAIXÃO E CARIDADE SÃO INTRÍSECAS À FÉ SALVADORA
A ação do samaritano pode ser sintetizada com duas palavras: compaixão e caridade.
Compaixão é o ato de não ser indiferente ao próximo, enquanto a piedade corresponde em sentir a dor do próximo sem necessariamente se envolver com a solução do problema enfrentado pelo necessitado, já a compaixão se relaciona em por em prática à piedade pelo próximo, isto é, é a ação desenvolvida para solucionar o problema enfrentado pela pessoa carente. Fato que é visível com o personagem do bom samaritano que cuidou do viajante necessitado.
A caridade como termo linguístico tem sofrido variações significativas, a palavra no período bíblico tinha como significado o amor, porém na atualidade corresponde com ações voltadas a auxílio aos mais carentes. O bom samaritano demonstrou o amor ao próximo, logo foi caridoso para com o necessitado.
O samaritano da parábola não somente aproxima-se do jovem moribundo, não somente se compadece do mesmo, mas decide curá-lo, dar-lhe atendimento de emergência e conduzi-lo a uma estalagem. O amor do samaritano ao próximo é expresso em atitudes, em ações e não teme suportar os gastos quando promete ao estalajadeiro pagar todas as despesas que porventura tiver com o jovem ferido (GABY & GABY, 2018, p. 99).
III – O NOSSO PRÓXIMO É QUALQUER PESSOA NECESSITADA
Portanto, toda pessoa que necessita de auxílio é tido como o nosso próximo. Porém, ajudar o próximo não garante a salvação, mas corresponde com as ações daqueles que são salvos em Cristo Jesus.
O amor pelos outros é a regra de ouro do Novo Testamento. Nossos atos têm de ser determinados por isso; temos de fazer pelos outros – e tudo – o que esperamos que fizessem por nós.
[...]
Mas o amor não é tolo. Ele deseja sinceramente só o que ajuda, encoraja e beneficia os outros. Isso, às vezes, pode significar ajuda-los gentilmente a lidar com algum pecado ou falta em sua vida de fé. O amor tem origem na preocupação profunda e genuína pelo bem-estar dos outros (GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA, pp. 756,757).
Em suma, amar o próximo é auxiliá-lo a ter maior aproximação para com Deus. Pois, o bom samaritano usou azeite e vinho para cuidar das feridas do viajante, assim como pagou ao hospedeiro com dinheiro. O cristão necessita usar a unção outorgada por Deus (azeite), a alegria da salvação (vinho) e os dons (dinheiro) para conduzir os necessitados à presença do Senhor, ação a ser desenvolvida com amor.
REFERÊNCIA
GABY, Wagner Tadeu. GABY, Eliel dos Santos. As Parábolas de Jesus: As verdades e princípios divinos para uma vida abundante. Rio de Janeiro: CPAD, 2018.
GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Subsídio da EBD: Perdoamos Porque Fomos Perdoados


Perdoamos Porque Fomos Perdoados
Uma das características do cristão é saber perdoar, ação que proporciona o verdadeiro conhecimento para com aqueles que servem a Deus, e que por Deus são conhecidos.
A lição transmite a seguinte descrição na verdade prática: Assim como Deus nos perdoa graciosamente, precisamos perdoar aqueles que nos ofendem.
Sendo que a presente lição tem como objetivo geral:
Sublinhar a importância do perdão, tendo como referência o fato de termos sido perdoados por Deus.
E como objetivos específicos:
Interpretar a parábola do credor incompreensivo;
Ilustrar o grande favor que recebemos de Deus;
Sensibilizar demonstrando o nosso compromisso em perdoar porque fomos perdoados;
Portanto, o termo perdão pode ser definido com as seguintes palavras:
A libertação de uma pessoa da culpa e seus resultados; ato de amor que restaura um relacionamento rompido (GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA, pp.812,813).
I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPREENSIVO
A parábola em estudo apresenta três personagens específicos:
Um credor.
Um devedor e credor.
Um segundo devedor.
O primeiro apresentado como credor era um rei que tinha como devedor um indivíduo que lhe devia dez mil talentos (o devedor e credor da parábola), um talento correspondia com 6.000 denários, isto é, no período correspondia com 6.000 dias de trabalho. O devedor do rei implorou o perdão, dádiva que lhe foi concebida.
É difícil achar um equivalente no sistema monetário moderno [...] compara um talento com cerca de dez milhões de dólares americanos. Trata-se de uma dívida impagável (GABY & GABY, 2018, p. 86).
Ao receber o perdão, o devedor e credor da história, encontra com o conservo que lhe devia cem dinheiros, o que pode ser atualizado com vinte dólares americanos, uma soma insignificante comparada àquela que o oficial da corte devia ao rei (GABY & GABY, 2018, pp. 80,81). Porém, o servo incompreensivo lança este na prisão, sendo que a aprendizagem que se pode aprender deste servo é que ele recebeu o perdão, mas não soube perdoar.
Por fim, aparece um terceiro personagem que pediu perdão ao seu credor, porém não foi perdoado.
Entretanto, o primeiro tópico ensina que aqueles que receberam o perdão deverão também perdoar. Logo, o credor representa a pessoa de Deus, que nos perdoou de todos os pecados; o devedor e credor é o tipo figurativo do servo de Deus que por ter recebido o perdão deverá também perdoar, fato não visível na parábola; e, o devedor representa aqueles que estão com falta perante os servos de Deus, que não deverá ser condenado, mas em contra partida deverá ser perdoado pelos cristãos.
II – EM CRISTO, DEUS PAGOU AS NOSSAS DÍVIDAS
Conforme os seguintes textos da Bíblia Sagrada (Gn 2.17; Rm 5.12; Rm 6.23) a morte é consequência do pecado. Com outras palavras Champlin expressa que a morte é a punição contra o pecado (p.363).
Tiago em sua epístola corrobora com o enunciado acima: depois havendo a concupiscência concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte (Tg 1.15). Logo, a morte é consequência direta do pecado de Adão.
Já o capítulo 8 da carta aos Romanos é um dos textos da Escritura Sagrada mais citado nas reuniões dos cristãos. Pois, há uma forte dissertação a respeito da vida segundo o Espírito, dividido em duas ações, sendo estas, o andar e o viver segundo o Espírito.
Portanto, para os que andam e vivem segundo o Espírito não há nenhuma condenação. A palavra condenação que tem como termo legal do grego katakrima (κατάκριμα), significa pronunciar julgamento contra alguém. Logo, nos registros celestiais não há nenhum juízo de condenação para os que estão em Cristo. Assim também como não há nenhuma condenação no sentido de obrigação para o crente. Mas, para os que não estão em Cristo e que andam segundo a carne há condenação.
Em suma, a dívida era impagável, porém a graça revelada em Jesus Cristo justifica o indivíduo, levando-o à categoria de justo, Logo, perante Deus mediante a graça o ser humano é declarado íntegro.
O perdão é disponibilizado só ao preço da morte de Cristo, e Deus o dá de forma permanente e gratuita. Ser perdoado não só significa apagar nossos pecados passados – mas também o começo de uma nova maneira de viver. Como Deus nos perdoa, podemos usufruir de sua amizade e aceitação rompido (GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA, p. 486).
III – UMA VEZ PERDOADOS, AGORA PERDOAMOS
Para Andrade o perdão pode ser definido com as seguintes palavras:
Remissão de pecados. Nem sempre, porém, o perdão livra o ofensor das penalidades do pecado. No caso de Davi, por exemplo, embora fosse prontamente perdoado, teve de arcar com as consequências de seu crime. Neste caso, a dívida de Davi para com Deus, foi prontamente quitada. Mas para com a sociedade, a questão era outra (1997, p.203).
No caso do cristão que libera o perdão, a ação não poderá conter mágoa, mas ao contrário a deliberação do perdão deverá ser sincera e expressiva no outorgar a justificação do próximo sem a utilização da penalização, pois perdoar não se concluir com a condenação, mas com a justificação.
REFERÊNCIA
ANDRADE, Claudionor Corrêa. Dicionário Teológico, com definições etimológicas e locuções latinas. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.
CHAMPLIN. R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Volume 4. São Paulo: Hagnos, 2014.
GABY, Wagner Tadeu. GABY, Eliel dos Santos. As Parábolas de Jesus: As verdades e princípios divinos para uma vida abundante. Rio de Janeiro: CPAD, 2018.
GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

domingo, 4 de novembro de 2018

Subsídio da EBD: Sinceridade e Arrependimento Diante de Deus


Sinceridade e Arrependimento Diante de Deus
Oração e arrependimento são as duas ações descritivas da vida cristã tratadas na presente lição, sendo que a verdade prática proporciona o despertamento do cristão para com o:
Cuidado com o orgulho e a arrogância espiritual, pois ambos são pecados perante Deus e devem ser confessados e abandonados.
A lição tem como objetivo geral:
Ressaltar a sinceridade e o arrependimento como duas virtudes importantíssimas para o cristão.
Portanto, a parábola em estudo será a do fariseu e do publicano que realça a importância de orar com humildade e dependência para com Deus, pois “Quando oramos a Deus, devemos confiar em quem Ele é, e não em quem nós somos. Jesus ensina que são felizes os humildes de espíritos; aqueles que reconhecem a sua real condição diante de Deus” (GABY & GABY, 2018, p. 73).
I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO
O primeiro tópico tem como objetivo específico: interpretar a parábola do fariseu e do publicano.
 Os fariseus formavam um partido religioso puritano, que tinham como objetivo a observância da Lei de Moisés. Eram conhecidos por acreditarem na existência dos anjos, dos demônios e da vida após a morte. Em número de pessoas era considerado um grupo pequeno, porém possuía grande influência na vida social e tinham como componentes a maioria dos escribas. Os dois pesos a este grupo na narrativa do Novo Testamento passam a serem a falta de amor e o orgulho.
[...] Fariseu significa “separado”, porque não somente se separava dos outros povos, mas também dos outros israelitas. Os fariseus observavam as práticas de forma minuciosa; contudo, esqueciam do espírito da Lei [...] (GABY & GABY, 2018, p. 73).
Já os publicanos eram cobradores de impostos e sempre eram classificados como e com os pecadores, logo estes eram definidos por possuírem má reputação.
Segundo a parábola os dois homens subiram ao templo, a orar, porém um deles desceu justificado, enquanto a oração do segundo não foi ouvida.
Dois homens oram; um é ouvido enquanto a oração do outro não ultrapassa o teto [...].
[...] Mas as Boas-Novas dizem respeito a Deus fazer as coisas para os pecadores, a começar com o perdão dos pecados deles. Por isso, o publicano conheceu a paz com Deus, enquanto o fariseu foi para casa só com sua própria autoestima.
Deus nos ouve quando reconhecemos a ruína espiritual que a Bíblia diz que somos (GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA, p.603).
II – A HIPOCRISIA DO FARISEU
A oração do fariseu torna-se hipócrita por ser uma autoapresentação de inverdades. Quem justifica o homem é Deus. Deus deu testemunho de Abraão, chamando-o de amigo (Is 41.8); deu testemunho de Jó, chamando de íntegro (Jó 1.8); deu testemunho de Gideão, chamando-o de varão valoroso (Jz 6.12); deu testemunho de Davi, chamando-o de homem conforme o meu coração (At 13.22); e, deu testemunho de Daniel, chamando-o de homem mui desejado (Dn 10.11). Porém, no caso da parábola Deus não deu testemunho do fariseu, mas o fariseu se autoapresentou a Deus como sendo superior ao publicano.
Arrogância pode ser definida como comportamento excessivamente orgulhoso, soberbo e presunçoso. A palavra grega para arrogância é ύβρίς, que corresponde com insolência, tratamento desrespeitoso, ultraje, orgulho, soberba e altivez.
A respeito da oração arrogante do fariseu, assim escreveu Gaby e Gaby:
A oração do fariseu inicialmente mostra quem ele é. Em seguida, ele passa a destacar as obras excelentes que ele realiza. Excedia o jejum prescrito na lei (Lv 16.29ss) com mais dois jejuns semanais. Excedia o dízimo (Lv 27.30,32; Nm 18.21,24). Ele realmente agradece por quem ele é, mas não contente com isso, agradece também pelo que ele faz para Deus. (GABY & GABY, 2018, p. 78).
III – A SINCERIDADE DO PUBLICANO
A oração do publicano foi aceita porque ter sido realizada com sinceridade e arrependimento, logo o objetivo específico do tópico é contrastar a postura do publicano em relação à do fariseu.
A sinceridade do publicano é bem definida nas palavras dos pastores Gaby e Gaby:
[...] O publicano sequer consegue formular muitas palavras. Nem mesmo fazendo promessas ele conseguiria obter quaisquer direitos. Ele tem consciência de sua condição. Ele se prostra em sinceridade e arrependimento. A sua condição o permite apenas render-se inteiramente às mãos de Deus (GABY & GABY, 2018, pp. 80,81).
Arrependimento significa retornar e se dedicar a Deus, isto é, corresponde com o abandono do pecado. O pecado é tudo aquilo que separa o ser humano de Deus. O autêntico arrependimento proporciona a ocorrência de dois elementos: ódio ao pecado (Sl 97.10) e a tristeza por causa do pecado (2 Co 7.10).
O arrependimento é o primeiro aspecto da experiência inicial da salvação experimentada pelo crente, experiência essa que é chamada conversão. A conversão autêntica é uma parte essencial e a prova da regeneração. A regeneração é a obra de Deus no íntimo e a conversão é a exteriorização da salvação, por parte do homem, através do arrependimento e da fé. O arrependimento tem muito de negativo e diz ao pecado em seus muitos aspectos e formas, especialmente ao pecado da incredulidade (BANCROFT, p. 235).
O arrependimento outorga liberdade das prisões manifestadas pela ação dominadora do pecado. Pois, o pecado escraviza o indivíduo e retira a alegria outorgada por Deus. O arrependimento corresponde com uma entrega à pessoa de Deus, para que por meio da santificação o Espírito Santo de Deus outorgue as transformações necessárias no interior do cristão.
Percebe-se também que o arrependimento positivo permite que o sentimento de culpa o acompanhe, assim também como a tristeza segundo Deus (2 Co 7.10). A genuína tristeza gerada pelo arrependimento quanto ao pecado cometido leva a pessoa a uma mudança de mentalidade e a uma reconciliação com Deus. Como o termo arrependimento significa voltar-se para Deus, que é o Salvador, o arrependimento resulta em libertação espiritual e salvação (2 Co 6.2). Infelizmente, o tipo de tristeza que o mundo gera opera a morte (ALLEN; RADMACHER;HOUSE, p.467).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
BRANCROFT. Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.
GABY, Wagner Tadeu. GABY, Eliel dos Santos. As Parábolas de Jesus: As verdades e princípios divinos para uma vida abundante. Rio de Janeiro: CPAD, 2018.
GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Subsídio da EBD: Amando e Resgatando a Pessoa Desgarrada


Amando e Resgatando a Pessoa Desgarrada
A presente lição tratará como ponto central o amor divino como mensagem essencial da parábola da ovelha e da dracma perdida, e tem como verdade prática a seguinte descrição:
Jesus é o Bom Pastor que deu a vida para resgatar suas ovelhas, as quais estavam desgarradas e distantes de Deus.
E tem como objetivo geral:
Despertar na classe o desejo de alcançar os que se afastaram da presença de Deus.
Lucas no capítulo 15 apresenta três parábolas que possuem o mesmo objetivo: buscar quem se perdeu e a espera de Deus em receber o pecador de volta (GABY & GABY, 2018, p. 65).
I – INTERPRETANDO AS PARÁBOLAS DA OVELHA E DA DRACMA PERDIDAS
O primeiro tópico tem como objetivo específico: interpretar as parábolas da ovelha e da dracma perdidas.
Com quatro versículos o Senhor Jesus conta a parábola da ovelha perdida que possui como destaques: o pastor de cem ovelhas que perdeu uma, a atitude do pastor em buscar a ovelha perdida, a ação em conduzir a ovelha encontrada e o júbilo do pastor por encontrar a ovelha.
O pastor de cem ovelhas que perdeu uma. Aplicando ao ministério pastoral percebe-se que o pastor tem como ações: ganhar os perdidos e manter os que já foram ganhos para Cristo. Para ganhar os perdidos o pastor utiliza a evangelização, já para não perder, o pastor exerce o ministério de ensino, pois por meio da educação cristã os crentes são edificados e fortalecidos no Senhor.
A atitude do pastor em buscar a ovelha perdida. O deixar as noventa e nove ovelhas no deserto não corresponde a abandoná-las, ou deixá-las sem segurança, pois caso assim fosse a perca seria maior, porém o que o texto salienta corresponde basicamente com a dedicação do pastor em buscar a que se perdeu, descrição que revela a importância do amor cristão para com o próximo.
Jesus morreu na cruz pelo resgate de suas ovelhas, tudo fazendo para que nenhuma delas se perdesse, estando disposto a deixar as noventa e nove ovelhas descansando no aprisco com segurança, para ir atrás daquela que se afastou do rebanho. Na Bíblia Sagrada vemos claramente o amor de Deus pelas ovelhas, desgarradas de seu aprisco (GABY & GABY, 2018, p. 67).
A ação em conduzir a ovelha encontrada. A ovelha estava machucada? Não tem como definir, porém a altitude do pastor em por sobre os ombros descreve a alegria pelo o encontro da ovelha perdida.
O júbilo pelo encontro da ovelha. O pastor não festejou sozinho, convidou os amigos para juntamente festejarem.
Já referente a dracma perdida dois versículos descrevem as seguintes verdades: a mulher perdeu a dracma dentro de casa e a mulher buscou a dracma com diligência.
A lição da parábola da dracma perdida é clara ao demonstrar o amor que devemos ter em relação aos perdidos. Em Lc 19.10 a Bíblia diz: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (GABY & GABY, 2018, p. 68).
II – PRECISAMOS BUSCAR QUEM SE DESGARROU
Já o segundo tópico tem como objetivo específico: concitar a classe a comprometer-se em buscar aqueles que se desgarraram, enfatizando que a vontade divina é que todos se salvem e ratifica as características das ações de Jesus como o bom Pastor.
Conforme o Salmo 23 aprende-se a respeito do cuidado especial de Deus para com todos aqueles que se aproximam dEle. Sendo que a ação graciosa de Deus é manifestada por meio do nome Senhor, nome que corresponde ao amor divino e a misericórdia.
Davi tinha conhecimento da ação do pastor para com o cuidado das ovelhas, por isso, o mesmo associa o cuidado de Deus para com Israel, pois o Senhor é o pastor da nação eleita e cuida com zelo daqueles que por Ele foram chamados e eleitos.
Portanto, o Bom Pastor é o Senhor Jesus. O evangelista João (cap.10) registra em um dos momentos do ministério público de Jesus, onde o Messias é chamado de Bom Pastor e como Bom Pastor o Senhor Jesus daria a sua vida pelas ovelhas (Jo 10.11).
Porém, antes de se apresentar como Bom Pastor, o Senhor Jesus se apresentou como a porta. A primeira descrição de Jesus (porta) refere à entrada e saída, o que corresponde também em ser Jesus a segurança das ovelhas. Nos currais os pastores de ovelhas passavam a noite na porta do curral, lembrando que só existia uma porta, sendo que pela mesma as ovelhas entravam e saiam, e os lobos para atacarem as ovelhas teriam que passar pela porta, porém os mesmos eram impedidos porque ali estaria o pastor das ovelhas.
Portanto, pelo amor existente para com suas ovelhas, Deus outorga bênçãos inefáveis, como por exemplo: a vida, a longevidade, riquezas e honra.
A vida. Deus é quem dá e tira a vida. Vede agora que eu, eu o sou, e mais nenhum deus há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro, e ninguém há que escape da minha mão (Dt 32.39).
Longevidade. Umas das promessas de Deus para com aqueles que são tementes e humildes é a longevidade, isto é, a promessa de dias com maior espaço de tempo. E verás os filhos de teus filhos e a paz sobre Israel (Sl 128.6).
Riquezas. O Espírito Santo outorga habilidades para o ser humano desenvolver atividades necessárias para que por meio destas conquistem o suprimento necessário para a manutenção da sua própria vida. Belzalel e Aoliabe foram por Deus agraciados com sabedoria para trabalharem com ouro, prata, cobre e também foram habilitados para bordar em pano, fazendo invenções (Êx 35.30-35).
Honra. O reconhecimento é uma atitude requerida por todos e que seja proveniente da parte dos outros. Para os que temem ao Senhor e são humildes, Deus outorga honra e proporciona honra da parte dos outros.
III – HÁ ALEGRIA NO CÉU QUANDO UM PECADOR SE ARREPENDE
Por fim, o terceiro tópico tem como objetivo específico: demonstrar biblicamente que há alegria no céu por um pecador que se arrepende e o mesmo devemos sentir quando pessoas retornam à presença de Cristo.
O arrependimento poderá se manifestar de duas maneiras: negativamente e positivamente. O arrependimento quando negativo é descrito no reconhecimento do pecado, porém a pessoa não volta para Deus, enquanto o arrependimento positivo se manifesta quando a pessoa reconhece que pecou e volta para Deus.
Arrependimento significa retornar e se dedicar a Deus, isto é, corresponde com o abandono do pecado. O pecado é tudo aquilo que separa o ser humano de Deus. O autêntico arrependimento proporciona a ocorrência de dois elementos: ódio ao pecado (Sl 97.10) e a tristeza por causa do pecado (2 Co 7.10).
O arrependimento é o primeiro aspecto da experiência inicial da salvação experimentada pelo crente, experiência essa que é chamada conversão. A conversão autêntica é uma parte essencial e a prova da regeneração. A regeneração é a obra de Deus no íntimo e a conversão é a exteriorização da salvação, por parte do homem, através do arrependimento e da fé. O arrependimento tem muito de negativo e diz ao pecado em seus muitos aspectos e formas, especialmente ao pecado da incredulidade (BANCROFT, p. 235).
O arrependimento outorga liberdade das prisões manifestadas pela ação dominadora do pecado. Pois, o pecado escraviza o indivíduo e retira a alegria outorgada por Deus. O arrependimento corresponde com uma entrega à pessoa de Deus, para que por meio da santificação o Espírito Santo de Deus outorgue as transformações necessárias no interior do cristão.
Percebe-se também que o arrependimento positivo permite que o sentimento de culpa o acompanhe, assim também como a tristeza segundo Deus (2 Co 7.10). A genuína tristeza gerada pelo arrependimento quanto ao pecado cometido leva a pessoa a uma mudança de mentalidade e a uma reconciliação com Deus. Como o termo arrependimento significa voltar-se para Deus, que é o Salvador, o arrependimento resulta em libertação espiritual e salvação (2 Co 6.2). Infelizmente, o tipo de tristeza que o mundo gera opera a morte (ALLEN; RADMACHER;HOUSE, p.467).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
BRANCROFT. Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.
GABY, Wagner Tadeu. GABY, Eliel dos Santos. As Parábolas de Jesus: As verdades e princípios divinos para uma vida abundante. Rio de Janeiro: CPAD, 2018.