Deus é Fiel

Deus é Fiel

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Carta aos Hebreus – Conselhos à permanência no Amor Fraternal

Conselhos à permanência no Amor Fraternal
1- Permaneça a caridade fraternal. (Hb 13.1).
Na versão, Nova Tradução na Língua de Hoje, o versículo se apresenta da seguinte maneira: continuem a amar uns aos outros como irmãos em Cristo. A permanência no amor fraternal agrada a Deus e proporciona harmonia ao cristão no lar e na igreja.
A permanência no amor fraternal conduz a comunidade cristã a receber bem aqueles que o visita, isto é, torna-se necessário que os cristãos não se esqueçam da importância da hospitalidade; também, o amor fraternal não deixa que os cristãos perseguidos venham a cair no esquecimento; ainda desperta aos cristãos a vivenciarem o amor fraternal no seio familiar; e por fim, o amor fraternal não outorga lugar à avareza.
A importância da hospitalidade
O escritor da carta inicia o versículo dois com a seguinte frase: não vos esqueçais da hospitalidade. No original a palavra grega philoxenia (gr. Φιλοξενίας) tem como significado amar os estrangeiros. Percebe-se uma motivação citada pelo escritor, porque por ela, alguns hospedaram anjos.
O termo hospitalidade tem como significado, receber e atender bem pessoas que façam parte de grupos diferentes.
 Paulo expressa que uma das funções do bispo deverá ser a hospitalidade (Tt 1.8), já na carta aos Hebreus nota-se que esta função não é limitada aos líderes, mas toda a comunidade cristã tem como dever hospedar bem os visitantes que chegam à suas casas.
É importante recordar que embora nossa fé nos convoque a amarmo-nos uns aos outros intensamente, ela também nos convoca a mostrar hospitalidade para com os estranhos. O amor de Deus não se limita ao nosso pequeno círculo de amigos. Em Cristo, esse círculo se expande passando a abranger toda a humanidade (RICHARDS, p. 508).
Lembrando sempre dos cristãos perseguidos
Jesus assim disse aos seus discípulos: e odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo (Mt 10.22). Em Roma no período que esta carta foi escrita havia inúmeros cristãos presos e os cristãos que estavam livres não poderiam de maneira nenhuma se esquecer dos demais. A perseguição não era apenas visível na prisão, mas também no maltrato.
A igreja na atualidade deve lembrar-se de todos os cristãos que estão espalhados no mundo, principalmente daqueles que estão em lugares em que a perseguição à igreja ocorre dia e noite.
Na Ásia e na África há o maior número de ações desenvolvidas pelos anticristãos, sendo que em 2015 houve 7.100 mortes catalogadas de cristãos. A Nigéria foi o país que mais matou cristãos com a somatória de 4.028 mortes.
Portanto, a igreja deve interceder pelos crentes que estão espalhados pelo mundo, rogando a Deus que outorgue livramentos e que proporcione o crescimento do número de pessoas salvas em Cristo Jesus.
A fidelidade matrimonial
Na versão, Nova Tradução na Língua de Hoje, o versículo quatro se apresenta da seguinte maneira: que o casamento seja respeitado por todos, e que os maridos e as esposas sejam fiéis um ao outro. Deus julgará os imorais e os que cometem adultério.
Portanto, a intimidade do casal não é de maneira nenhuma condenada por Deus, sendo esta desenvolvida conforme os princípios bíblicos e conforme a natureza em que o homem foi por Deus criado. Porém, a relações sexuais desenvolvidas fora do casamento são por Deus proibidas e trarão fortes consequências aos que assim procederem.
É importante salientar que os adúlteros são pessoas infiéis aos votos matrimonias.
O perigo da avareza
A avareza destrói a herança do crente no Reino de Deus.
Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus (1 Co 6.10).
A avareza é característica presente nos indivíduos que são excessivamente apegados no dinheiro e, por isso, tornam-se mesquinhos e seres humanos que não possuem a generosidade.
Aqui o autor estabelece um contraste significativo. Por um lado, uma pessoa pode amar o dinheiro, concentrando sua atenção nele como uma base para sua segurança. Ou pode concentrar sua atenção em Deus, e encontrar a base para sua segurança no Senhor (RICHARDS, p. 508).
O cristão deverá entender que aqueles que buscam segurança nas coisas materiais ou no dinheiro sempre estarão descontentes, pois o está contente não depende da riqueza material, mas da presença de Deus.
Deus em seu decreto prover o necessário na vida daqueles que são fiéis.
Portanto, com as seguintes palavras: e, assim, com confiança, ousemos dizer; o Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem (Hb 13.6), o escritor da carta conclui o primeiro parágrafo do capítulo, sendo este versículo o complemento das últimas palavras do versículo anterior, que está escrito: não te deixarei e nem te desampararei (v.5).

Deus não desampara os teus (Js 1.5; Is 41.17). Logo, Deus é contigo, confie e espere nEle.

domingo, 21 de agosto de 2016

Subsídio para aula da E.B.D: A Evangelização das Crianças

A Evangelização das Crianças
A Verdade Prática assim está definida: a evangelização das crianças é urgente, porque delas dependem o presente e o futuro do Reino de Deus.
Conclui-se que a verdade prática conduz o olhar para a importância da evangelização das crianças nos dias hodiernos e a continuação do serviço a ser realizado por elas no futuro. Isto é, o olhar para o hoje, evangelizando e discipulando as crianças, e um olhar para o amanhã, colhendo os frutos, ou seja, contemplando as crianças de hoje em ação na propagação do Evangelho.
I – A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE
Pecado significa errar o alvo. Logo, tudo que retira do íntimo do cristão o desejo de possuir mais da presença de Deus se torna pecado. Na narrativa da Escritura Sagrada o indivíduo poderá cometer pecado por palavras, pensamentos e ações.
O pecado poderá ser de dois tipos quando corresponde com a origem; original e atua. O pecado original corresponde com o pecado cometido por Adão, já o pecado atual indica o pecado cometido por cada indivíduo.
A doutrina do pecado também informa que o pecado poderá ser de omissão ou de comissão. Omissão quando deixa de fazer o que Deus requer que seja feito e o de comissão fazer o que desagrada à pessoa de Deus.
Portanto, quando ratifica que a criança é nascida em pecado percebe-se a descrição do pecado original (Sl 51.5).
Com base nas palavras de Cristo percebe-se que há urgência na pregação do Evangelho para as crianças. Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca (Mt 18.14).
A infância é o período em que o coração e a mente estão mais predispostos à influência do evangelho. Uma criança ganha para Cristo representa uma alma salva e uma vida que poderá ser empregada no serviço do Mestre (FIGUEIREDO, p.23).
II – A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA
As crianças podem crer em Cristo, mas para isto pessoas deverão se preocupar em anunciar o Evangelho para elas, sendo assim, a família e a igreja tem esta responsabilidade.
A criança pode crer e ser salva, quando os pais se preocupam com elas. Os pais não somente ensinam com palavras, mas também com atitudes e escolhas. Os filhos estão a observar e a vigiar todos os passos e decisões que seus pais tendem a palmilhar e a tomarem. Cada aprendizagem se demonstra na ação da criança.
Os pais como agricultores estão à espera da concretização do cultivo plantado em seus filhos. Pais como agricultores têm como principais virtudes a esperança e a confiança.
Ninguém prepara pessoas para uma vida delinquente. Assim escreveu certo obreiro: “quando eu era capelão na penitenciária de Arkansas, nos Estados Unidos, dos 1.700 presos, só um se criara num lar onde havia culto doméstico. Mais tarde, soube que esse prisioneiro foi libertado porque provaram a sua inocência”. Tal cidadão foi criado segundo os valores cristãos.
Os valores são passados principalmente quando há interação entre: Deus, pais e filhos. O lazer é fundamental para que pais e filhos desfrutem do amor familiar. Portanto, são nestas horas que os filhos aprendem com os pais. Pois, estes momentos são fundamentais para a formação do caráter e da índole dos filhos.
A criança pode crer e ser salva, quando a igreja preocupa com elas. É de responsabilidade da igreja conduzir os pequeninos a Cristo, para isto é necessário dedicação e investimento no que for necessário e possível.
A criança pode crer e ser salva, quando a educação cristã preocupa com elas. Há no seio da igreja pessoas preparadas e vocionadas para o serviço com as crianças. São verdadeiros mestres que não abandona e nem menosprezam as crianças no que elas representam hoje e não deixam de visualizar no que elas se tornarão se forem ensinadas a respeito de Deus.
III – COMO EVANGELIZAR AS CRIANÇAS
Destacaremos dois meios para a evangelização das crianças, um de responsabilidade dos pais e outro de responsabilidade da igreja, pois o único meio de restaurar a sociedade é salvando a família. O termo salvação tem como significado livramento de um perigo eminente. E da maneira que anda a sociedade percebe se que o perigo é eminente e jaz a porta. Portanto, é de responsabilidade dos pais restaurar a sociedade e isto só será possível com a salvação da família, sendo que isto se concretizará por meio do culto doméstico, do ensino desenvolvido na Escola Bíblica Dominical e dos demais trabalhos da Igreja.
Benefícios do Culto Doméstico. Quatro são os benefícios visíveis:
Primeiro, tornar o ambiente familiar agradável, fazendo com que a comunhão entre os membros da família seja fortalecida.
Segundo, conduzir os filhos aterem uma fé firme e inabalável na pessoa de Jesus Cristo.
Terceiro, outorgar força e equilíbrio para enfrentar e vencer os obstáculos do dia a dia.
E em quarto, o culto doméstico outorga honra a Deus. E quando há honra a pessoa de Deus a expressão presente é que o indivíduo depende de Deus para tudo.
Benefícios da EBD. Para as crianças a EBD será fundamental na formação dos valores, assim como na descoberta de talentos. Os oradores sacros com ministérios eficientes e eficazes, os ministros do Evangelho com ministérios abrangentes, assim como os cantores gospel com longa carreira ministerial bem sucedida, foram e são alunos da EBD.
Referência:

FIGUEIREDO, Helena. A Importância do Evangelismo infant-juvenil. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.

sábado, 13 de agosto de 2016

Subsídio para aula da E.B.D: A Evangelização dos Grupos Religiosos

A Evangelização dos Grupos Religiosos
A Verdade Prática assim está definida: se todas as religiões fossem, de fato, boas e salvadoras, a morte expiatória de Cristo não seria necessária. Só Jesus salva.
Duas são as verdades apreendidas: primeira verdade, nem todas as religiões são boas; e, segunda verdade, só por intermédio de Jesus Cristo que o homem poderá se salvar.
O cristão é moldado pela Palavra. “A leitura da Bíblia proporciona sabedoria, o acreditar na Bíblia possibilita salvação e o praticar o que está na Bíblia proporciona santificação”.
E as ações da verdadeira religião se resumem no cuidar das viúvas e no praticar a Palavra de Deus.
A falsa religião é composta por pessoas que querem um reino próprio e visam o bem próprio. Já a verdadeira religião visa o Reino de Deus, o bem do próximo e o guardar da corrupção.
Em Tiago 1.27 duas missões da igreja de Cristo são nítidas: a assistência social aos desprovidos e a missão evangelizadora, pois apenas por meio da pregação da Palavra de Deus o homem não se corromperá com os manjares deste mundo.
I – OS MITOS DA RELIGIÃO
Há três mitos descritos na lição que correspondem com as religiões: mito que todas as religiões são boas, o mito que todas as religiões levam a Deus e o mito que nenhuma religião é verdadeira.
Nem todas as religiões são boas, pois há religiões que incita o ódio e em sua liturgia desenvolve a prática de orgias sexuais.
Nem todas as religiões levam o homem a Deus, pois há religiões que conduz o homem a perdição, fazendo com que o indivíduo distancie cada vez mais do Criador.
A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo (Tg 1.27).
Tiago está confirmando que os aspectos externos de atividades religiosas não são aceitáveis para Deus a menos que estejam acompanhados de uma vida santa e um serviço de amor. Ritos e rituais nunca foram um substituto adequado para serviço e sacrifício. A adoração coletiva dentro da igreja não pode ocupar o lugar de obras individuais fora da igreja. A profissão pessoal de fé deve estar associado à expressão pública da fé pessoal.
A religião pura não simplesmente dá bens materiais para socorrer os necessitados, mas também atenta para o cuidado deles (ALLEN; RADMACHER; HOUSE, p. 674).
II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS
Há três meios essências a serem desenvolvidos no momento da evangelização aos indivíduos que são conhecidos pela prática religiosa: primeiro meio, não é cabível que a pessoa que vai evangelizar discuta religião; segundo, que o evangelista não despreze a religião alheia; e, terceiro meio, que o evangelista fale da pessoa de Jesus.
Conta-se que um pastor pregava o Evangelho a um muçulmano que queria sair da comunidade islâmica, porém cada ensino transmitido pelo pastor era combatido pelo adepto da fé islâmica. Não tendo como continuar a pregação, o pastor decidiu que o ouvinte do Evangelho lesse o Evangelho de João durante um mês, e após a leitura do Evangelho os dois retornariam a dialogar. Após o período de leitura os dois retornaram a conversar, porém não havia mais nada a ser pregado para o ex-muçulmano, pois o mesmo já tinha se convertido a Jesus Cristo.
Quem liberta é o conhecimento da fé, por isso, a Palavra deverá ser pregada.
III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS
Aos católicos o cristão deverá pregar que a salvação só é possível na pessoa de Jesus Cristo, pois Ele é o caminho, a verdade e a vida.
Mais da metade dos cristãos são católicos romanos ou afirmam sê-lo. São cristãos nominais que vivem entre nós, necessitando de um encontro pessoal com Cristo Jesus. Entretanto, nossa atitude para com os católicos deve ser de amor, pois Deus os ama e deseja salvá-los. Ao invés de atacarmos ou criticarmos suas doutrinas, devemos mostrar-lhes que Cristo é o Senhor que os ama, e que somos participantes desse amor (PAULA, p. 101).
Para os espíritas o cristão deverá pregar o Evangelho com amor, enfatizando que ao homem está previsto morrer uma única vez.
Já aos judeus e muçulmanos é necessário pregar que há supremacia de Jesus Cristo na salvação de todos os creem. Hoje, muitos muçulmanos que emigram para países ocidentais tornaram-se mais abertos ao Evangelho. Em seus países de origem, há leis que proíbem ou inibem a evangelização. É necessário mais obreiros com chamadas para o mundo muçulmano, para que o esforço tenha mais êxito (PAULA, p. 105).
E aos ateus e desviados deverá ser pregado que o único que proporciona a salvação aos homens e pode mudar a situação da região cauterizada pelo pecado é o Senhor Jesus Cristo.
Por fim, a responsabilidade do cristão é pregar o Evangelho em todo o tempo, logo é necessário que o Evangelho seja pregado em toda parte. Isto é, os grupos religiosos devem ser alcançados pelo poder do Evangelho transformador de Jesus Cristo. PREGUE O EVANGELHO!
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
PAULA, Oséas Macedo de. Manual de Missões. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Carta aos Hebreus – Renovando as forças

Renovando as forças
12- Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas e os joelhos desconjuntados,
13- e fazei veredas diretas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteiramente; antes, seja sarado. (Hb 12.12,13).
A vida do cristão será marcada por momentos magníficos e por momentos tristes, da mesma forma a atividade ministerial do obreiro. Conforme os versículos acima citados percebe-se a importância dos crentes a se dedicarem a renovação das forças, pois a motivação é própria de cada indivíduo, tornais a levantar as mãos cansadas e os joelhos desconjuntados. Portanto, se a motivação é ímpar a cada indivíduo, logo, cada um tem a responsabilidade no que corresponde à dedicação com o objetivo a si erguer diante do Senhor.
Quando a renovação é necessária
O presente texto apresenta quatro descrições que permite compreender a necessidade da renovação. Sãos as seguintes descrições: mãos cansadas, joelhos fracos, caminhos não aplanados e a presença de pessoas enfermas.
1- Quando as mãos estão cansadas. As mãos configuram atividades desenvolvidas diante de Deus. Mãos simbolizam trabalhos desenvolvidos em prol de si mesmo, ou em prol do próximo. No caso ministerial corresponde ao serviço desenvolvido na seara de Deus. Porém, nas Escrituras a palavra mão é símbolo de poder que outorga bênção por representar autoridade.
Aí Pedro e João puseram as mãos sobre eles, e assim eles receberam o Espírito Santo. Simão viu que, quando os apóstolos punham as mãos sobre as pessoas, Deus dava a elas o Espírito Santo. Por isso ofereceu dinheiro a Pedro e a João, dizendo: quero que vocês me deem também esse poder. Assim, quando eu puser as mãos sobre alguém, essa pessoa receberá o Espírito Santo (At 8.17-19).
A utilização da frase, levantem as suas mãos cansadas, expressa a ideia de que o servo de Deus desistiu de por em prática a autoridade outorga por Cristo.
2- Quando os joelhos estão fracos. Fortalecer os joelhos, isto é, voltar a desenvolver ações próprias aos joelhos. No caso simbólico corresponde à submissão e intimidade com Deus. Se os joelhos estão fracos, a explicação cabível é que o crente não está conseguindo se aproximar de Deus.
3- Quando o caminho não está aplanado. Quando o indivíduo consiste em palmilhar por caminhos imperfeitos com a presença de ondulações. Andar por caminhos não aplanados resultará no manquejar. O que se pode aplicar é que o cristão não poderá perder o alvo e nem o objetivo da sua caminhada. O alvo do cristão é Cristo e o objetivo da caminhada é chegar até Cristo.
4- Quando se está enfermo. Enfermidade significa impossibilidade. No presente texto corresponde com enfermidade espiritual, ou seja, impossibilidade de chegar e de agradar a Deus.
Ação a ser desenvolvida para a renovação
Os verbos tornar e fazer tem como significado, voltar ou regressar, realizar ou executar. Porém, no presente texto estes verbos se encontram no imperativo que significa uma ordem, ou desejo ou até uma orientação.
Como ordem percebe-se que é um dever de cada crente a si posicionar diante de Deus. Já como desejo percebe-se o conhecimento de quem escreve a respeito do potencial menosprezado por parte do receptor da carta. Por outro lado como orientação nota-se o valor do conselho para que os receptores venham a possuir atitude.
Atitude é saber fazer acontecer. Muitos crentes sabem, mas nada fazem, porque não possuem habilidade e nem atitude. Já há crentes que sabem fazer, mas nada fazem, porque não possuem atitude. Ter atitude não é lançar a responsabilidade própria para outras pessoas. A igreja tem responsabilidade com a educação cristã das crianças, porém a igreja não retira a responsabilidade dos pais na educação dos filhos, pois estes sãos os responsáveis diretos para o bem estar espiritual de seus filhos.
Portanto, cada crente tem responsabilidade diante de Deus no que corresponde a sua própria vida espiritual, logo não é cabível que este crente lance sobre os outros a culpa por seus fracassos.
Atitude no presente texto corresponde com assumir a obrigação. Há o que compete aos outros, porém há ações que competem apenas ao indivíduo.
 Renovando as forças
Conforme o tópico anterior, atitude é a palavra chave para o início da renovação. Portanto, para renovar as forças é necessário: assumir a autoridade, aproximar de Deus e palmilhar conforme o alvo.
1- Assumir a autoridade. Autoridade é poder delegado.  Jesus delegou aos cristãos a autoridade: eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano (Lc 10.19). Esta autoridade é no nome de Jesus, pois estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão (Mc 16.17,18).
2- Aproximando de Deus. O cristão aproxima de Deus por meio da oração. Oração significa diálogo. Quando o crente ora, o crente está dialogando com Deus. O sucesso espiritual dos heróis da fé é explicado pela intimidade que os mesmos tiveram com Deus. Bom exemplo é a pessoa de Moisés: e esteve Moisés ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras do concerto, os dez mandamentos (Êx 34.28).
3- Andar por caminhos aplanados. Os meios necessários para andar em caminhos aplanados são olhar para o alvo e não desistir do objetivo. O alvo é Cristo e o objetivo é servir a Cristo. Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda (Jo 15.16).
Em suma, os versículos base para este estudo é uma aplicação comparativa a carreira de um atleta. O atleta precisa renovar as suas forças por meio da atitude para continuar competindo, portanto é necessário que o cristão faça uma análise própria para melhorar o seu desempenho espiritual e renovar as suas forças para continuar na vocação que foi chamado.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Subsídio para aula da E.B.D: O Evangelho no mundo acadêmico e político

Subsídio para aula da E.B.D: O Evangelho no mundo acadêmico e político
Fé e razão têm mobilizado muitas dissertações no que corresponde a diferenciação e a dependência ou independência de uma para com a outra. Porém, o certo é que as pessoas que estão inseridas no mundo acadêmico e político precisam da salvação.
Pessoas salvas em Cristo proporcionam uma sociedade ética. Cientistas salvos proporcionam transparência no campo da ciência. Políticos salvos proporcionam uma sociedade bem-sucedida em sua administração pública.
I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA
Daniel foi levado cativo para a Babilônia, e no desenrolar dos fatos históricos o jovem se transformou em um grande líder e também se tornou conhecido como um grande profeta de Deus.
O profeta Daniel foi usado por Deus para revelar fatos que o alça ao título de profeta contemporâneo, pois sua mensagem corresponde com fatos que aconteceram, estão acontecendo e hão de acontecer.
Daniel e seus três amigos são destaques na narrativa bíblica no que corresponde a temática integridade e fidelidade para com Deus. Portanto, a formação moral e espiritual de Daniel e seus amigos são frutos da educação dos seus pais.
Duas palavras são fundamentais para a compreensão do primeiro tópico: vida e carreira.
Daniel foi fiel a Deus em sua vida sabendo fazer escolhas que agradara a Deus. Mesmo estando em meio a um povo detentor de uma cultura diferente, Daniel não se corrompeu, mas permaneceu firme diante do propósito de Deus. Há muitos cristãos que ao entrarem no mundo acadêmico se perdem espiritualmente, isto por dois motivos: primeiro motivo; falta da base bíblica e, segundo motivo; falta de referência cristã no mundo acadêmico.
A carreira de Daniel é um testemunho até os dias atuais, pois já com idade avançada o profeta foi lançado na cova dos leões por não deixar de fazer o que era a razão de sua força espiritual, social, política e até mesmo física.
II – DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA
Nabucodonosor teve um sonho que nenhum dos sábios da Babilônia soube interpretar, mas ao chegar ao conhecimento de Daniel, o mesmo pediu oração aos seus amigos e da parte de Deus, o profeta recebeu a interpretação.
Parte
Material
Império
Período de dominação
Cabeça
Ouro
Babilônia
606-539 a.C
Braços e peito
Prata
Médio-Persa
539-331 a.C
Ventre e coxas
Bronze
Grego
331-146 a.C
Pernas e pés
Ferro e barro
Romano
146 a.C-476 d.C.
Pedra cortada...
Representa o reino de Cristo intervindo nos reinos do mundo.

Se os sábios da Babilônia não souberam responder, há uma indicação clara que havia uma crise no cenário cultural de ordem espiritual, sendo descrita na revista como crise escatológica.
A resposta para as crises está nas palavras de Daniel: mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias (Dn 2.28).
Há um Deus nos céus. Que resposta Daniel transmite ao rei do reino que era a potência daquela época.
Pois, Deus revela o mistério, por isso, é necessário que o cristão conheça a pessoa de Deus, por que, Deus não é limitado pelo tempo, pois Ele é eterno.  Deus não é limitado pelo espaço, pois Ele é Onipresente. Deus não é limitado pela ciência, pois Ele é Onisciente. Deus não é limitado pela força, pois Ele é Onipotente. Deus não é limitado por sentimento, pois Ele é o Amor.
O caráter de Daniel é notificado no momento em que o mesmo não fica com a glória da revelação, logo, o profeta demonstrou humildade e convicção no Deus que o mesmo servia.
III – A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA
Para ser bem-sucedido no que faz cabe a cada indivíduo realizar a coisa certa na hora certa, estar no lugar certo na hora certa, falar a coisa certa na hora certa. Porém, quando o indivíduo faz a coisa errada e ainda na hora errada o caos será escrito na vida de tal pessoa, e isto foi o que aconteceu com Belsazar. O nome Belsazar significa que o deus baal proteja o rei.
Nabonido estava guerreando, enquanto seu filho Belsazar estava profanando os utensílios consagrados ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Como regente do império Belsazar deveria auxiliar o pai na proteção, porém, o mesmo cometia ações contrárias aos desígnios de Deus.
A festa era dedicada aos deuses da Babilônia, e era desenvolvida com orgias sexuais e com o consumo de muita bebida. Porém, a situação se agravou quando Belsazar utilizou os objetos consagrados a Deus.
Quando Deus manifesta a sua glória é natural que haja alegria, porém quando a manifestação divina corresponde com o juízo o silêncio tomará conta do recinto, isto aconteceu com a festa que era dirigida por Belsazar. Ninguém conseguia decifrar a mensagem na parede até que a rainha lembrou-se de Daniel.
Como aplicação a presente lição ensina que Deus não se esquece daqueles que tem um chamado, mesmo que pessoas queiram ocultar e eliminar aqueles que foram chamados por Deus. Logo, lembrou-se de Daniel e o profeta foi fundamental para a decifração da mensagem na parede.
Com a morte de Nabucodonosor o sábio Daniel ficou ausente do centro administrativo do império babilônico por um período de mais ou menos de 20 anos, porém com a incapacidade dos sábios da babilônia o profeta Daniel foi chamado à presença de Belsazar, sendo que a pessoa que se lembrou do mesmo foi a filha de Nabucodonosor, esposa de Nabonido e mãe de Belsazar.
As palavras escritas na parede foram:
Mene, mene: que têm como significado, contar ou contado.
Tequel: que significa pesado.
Parsim: que significa dividido.
Portanto, o significado para Belsazar era: cortou Deus o teu reino e o acabou; pois, pesado foste na balança e foste achado em falta; e, dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas.

Por fim, a responsabilidade do cristão é pregar o Evangelho em todo o tempo, logo é necessário que o Evangelho seja pregado em toda parte. Isto é, os centros acadêmicos e o cenário político devem ser alcançados pelo poder do Evangelho transformador de Jesus Cristo. PREGUE O EVANGELHO!

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Carta aos Hebreus – A Disciplina revela o amor de Deus

A Disciplina revela o amor de Deus
5- E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido;
6- Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho.
7- Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija?
11- E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela (Hb 12.5-7,11).
O presente parágrafo que se inicia no versículo 4 e vai até o versículo 11 apresenta algumas palavras que são importantes para a compreensão da temática: a disciplina revela o amor de Deus. Sendo que estas palavras são: pecado (v.4), filho (v.5), correção (v.5), açoita (v.6), disciplina (v.8), bastardos (v.8), santidade (v.10), gozo, tristeza, pacífico e justiça (v.11).
Não despreze a correção do Senhor (vv. 5,6)
O termo correção na língua portuguesa pode ser definido por retificação, ou seja, alteração do que não está certo. Porém, no texto Bíblico (Hb 12.5), a palavra pode ser definida por instrução que significa ensino desenvolvido por Deus a aqueles que Ele ama. Pois, a palavra grega presente no texto (παιδευει) e que é cita por treze vezes na Bíblia significa corrigir a criança. Portanto, se compreende que Deus sendo Pai instrui os seus filhos.
1-  A correção do Senhor é motivada pelo amor. Champlin apresenta duas frases que merecem destaque sobre a correção divina: o oposto da injustiça não é a justiça, mas o amor, e o juízo é um dedo da mão amorosa de Deus (p. 933).
Nos versículos 5 e 6 Deus é apresentado pelo nome Senhor, sendo que o termo Senhor é utilizado na Bíblia para descrever a misericórdia e o amor divino revelado aos homens. Já o termo Deus que é citado no versículo 7 descreve o poder divino que se revela nas obras criadas principalmente na obra prima de Deus.
2- Ao receber a correção divina. Que filho há quem o pai não corrija? Quem não recebe a correção é bastardo e não filho (v.8).
Portanto, quando o crente recebe de Deus a correção o mesmo não poderá: outorgar espaço para a ira, desanimar e não se esquecer do propósito.
a) A ira não poderá florescer no coração do filho quando este é corrigido pelo pai. Assim também o crente não pode dá lugar a ira quando é corrigido por Deus, pois Ele sabe que o indivíduo necessita da correção.
b) A correção é motivada pelo amor, logo, a mesma não tem como objetivo causar desânimo nas pessoas corrigidas, mas ao contrário, tem como objetivo motivar as pessoas a fazerem o que é certo.
c) A correção divina conduz o cristão a olhar para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus (Hb 12.2).
Se suportais a correção (v.7)
A existência da ação em corrigir alguém está relacionada com o pecado. A correção é dirigida a aqueles que estão no pecado, sobre o poder do pecado e sobre a condenação do pecado. Se alguém não aceita a correção este não é considerado filho, mas de fato um bastardo.
O indivíduo suporta a correção quando o mesmo reconhece a paternidade divina e quando sente uma tristeza segundo Deus.
1- O reconhecimento da paternidade divina. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai (Rm 8.15).
2- A tristeza segundo Deus. Agora, no entanto, me alegro, não porque fostes contristados, mas porque o efeito da tristeza vos levou ao arrependimento. Porquanto, segundo a vontade de Deus é que fostes entristecidos, a fim de que não sofrêsseis prejuízo algum por nossa causa. A tristeza, conforme o Senhor, não produz remorso, mas sim uma qualidade de arrependimento que conduz à salvação; porém, a tristeza do mundo traz a morte (2 Co 7.9,10).
A finalidade da correção divina (v.11)
A finalidade da correção é produzir paz e justiça.
Logo, a aprendizagem que se tem do ato da correção até a produção da justiça e da paz é que há necessidade de esforço da parte do cristão para a conquista de resultados.
A correção que Deus impõe nos dá oportunidades cada vez mais novas para nos exercitarmos espiritualmente, e desta forma nos aproximarmos mais do objetivo de Deus para nós, de vida verdadeiramente justa e de paz interior (RICHARDS, p. 511).
Portanto, todo crente deverá saber que assim como um pai corrigir o filho que ama, assim também Deus corrigir os seus filhos, tendo como objetivo a edificação e a frutificação. Filhos ilegítimos não possuíam direito a herança, portanto se o cristão não receber a disciplina não terá o direito de filho.
Referência:
CHAMPLIN. R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Volume 1. São Paulo: Hagnos, 2014.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Subsídio para aula da E.B.D: A Evangelização dos Grupos Desafiadores

Subsídio para aula da E.B.D: A Evangelização dos Grupos Desafiadores
E o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora (Jo 6.37).
A evangelização dos grupos desafiadores demonstra claramente que Deus não faz acepção de pessoas. A Palavra do Senhor deverá ser pregada a todos e, pelo conhecimento da verdade haverá libertação (Jo 8.32). Os grupos desafiadores são compostos por prostitutas, homossexuais, criminosos e viciados. Indivíduos muitas das vezes discriminados e não amados. Portanto, é missão do cristão transformado em Cristo pregar o Evangelho para toda criatura e quem crer e for batizado será salvo (Mc 16.15,16).
I – JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DE INCLUSÃO
Conforme a revista:
Não podemos excluir os que Deus quer incluir.
É próprio do ser humano excluir, porém não é cabível que os crentes excluam aqueles que Deus tem chamado para a salvação.
Quando alguém atende a um chamado percebe-se na mudança de atitudes e, principalmente nas ações que são desenvolvidas pela pessoa arrependida. As primeiras ações podem ser demonstradas no derramar de lágrimas, isto é, o indivíduo sente uma tristeza segundo Deus. Já as atitudes são nítidas na mudança do comportamento.
Luca 7.36-50 relata um fato que possui três personagens principais: Simão, uma pegadora e Jesus.
Simão representa os cristãos dos dias atuais que exclui pessoas por causa de seu passado. Portanto, Simão automaticamente inferiu que, como a mulher era uma pecadora, a única maneira apropriada de se relacionar com tal pessoa era rejeitá-la e se afastar, ou então ser contaminado (RICHARDS, p.159).
A pecadora reconheceu a Cristo e se entregou a Ele em demonstração de pedido de perdão. Ao contrário de Simão, esta mulher a quem ele havia despedido como uma pecadora havia desde o momento da sua entrada exibido extraordinário amor e gratidão. Portanto, era vista por Jesus sob uma perspectiva totalmente diferente daquela do fariseu (RICHARDS, p.159).
Já Jesus conhecendo o coração humano, instruiu a todos os presentes com palavras verdadeiras e objetivas, ensinando que Ele é Deus, pois assim disse Ele à pecadora: os teus pecados te são perdoados (Lc 7.48).
II – O EVANGELHO ÀS PROSTITUTAS
A prostituição é desenvolvida por pessoas que vendem o seu corpo para suprir suas necessidades, podem ser estas diversas. A venda do próprio corpo por mulheres tem sido desenvolvida desde os primórdios, pois para muitos a primeira prostituta da terra foi Naamá (Gn 4.22) descendente de Caim.
Portanto, há um grande desafio para alcançar as prostitutas, logo, é necessário que a palavra seja pregada e pregada com sabedoria, pois a evangelização das pessoas que compõe este grupo deverá ser feita com o acompanhamento de outras pessoas.
Deus em sua bondade perdoa o pecado daqueles que se aproximam dEle. Não importa que no passado agia e viva no mundo da prostituição, o importante é que a Palavra da verdade alcance e salve os que estão vivendo sobre a escravidão do pecado.
III – O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS
Homossexualismo corresponde com a prática sexual entre indivíduos do mesmo sexo. Nas Sagradas Escrituras, o homossexualismo é enérgica e explicitamente condenado, por constituir-se na violação do ideal monogâmico e heterossexual estabelecido por Deus quando da criação do ser humano (ANDRADE, p. 149).
Há três divisões na explicação do aumento do pecado. O apóstolo Paulo na Nova Aliança lista as seguintes situações: Deus os entregou às concupiscências, Deus os abandonou às paixões infames e Deus os entregou a um sentimento perverso (Rm 1. 24,26,28).
A primeira explicação vem após a seguinte frase: Deus os entregou às concupiscências do coração, e o pecado a ser citado é a idolatria. Que conforme a passagem é a tentativa da mudança da verdade de Deus em mentira e, o honrar e servir mais a criatura do que o Criador (Rm 1. 24,25).
Já a segunda, vem após a frase: Deus os abandonou às paixões infames, e o pecado a ser citado é a prática homossexual. Portanto, nem o AT, nem o NT, reconhecem a homossexualidade como estilo de vida alternativo (RICHARDS, p. 291).
Por fim, Deus os entregou a um sentimento perverso (Rm 1. 29-32), estes tais são dignos de morte, pois conhecem a justiça de Deus, mas praticam o que desagrada a Deus.
IV – O EVANGELHO AOS CRIMINOSOS
O criminoso é aquele que pratica ato contrário aos princípios legais de uma determinada comunidade. Porém, mesmo assim, aquele que pratica o crime  também é merecedor de oportunidade. Seja nos presídios ou não, o certo é que os cristãos deverão pregar o Evangelho para aqueles que são cativos do pecado.
Quem liberta é a Palavra, portanto cada crente tem que pregar a Palavra e a transformação se concretizará por intermédio de Jesus Cristo.
V – O EVANGELHO AOS VICIADOS
Da mesma forma que o Evangelho deverá ser pregado para prostitutas, homossexuais, criminosos, o Evangelho deverá ser também pregado para os que são viciados e já vivem diretamente dependentes do pecado que o escraviza.
Por causa do vicio muitos começam a roubar e até mesmo a matar. O vício transforma as pessoas em escravas, escravas do pecado, porém, quem liberta o homem do pecado é a Palavra de Deus, portanto é necessário que nestes dias tão difíceis, cada crente alcance pelo menos uma alma para Deus. Deus ama a todos, porém Deus não aprova o pecado e nem a permanecia no pecado.
Referência:
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.