Deus é Fiel

Deus é Fiel

domingo, 18 de junho de 2017

Subsídio da E.B.D: Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter

Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter
Jesus é o exemplo perfeito de caráter, verdade ratificada em sua natureza divina, confirmada em suas obras, corroboradas nas suas palavras e ações. Caráter que agradou ao Pai, e expressou a importância de uma vida pacífica, humilde e devota no que corresponde à vontade suprema do Pai. Pode-se definir também que o caráter de Jesus se manifesta na conciliação entre os homens pecadores para com Deus, o Santo, conciliação que se tornou possível graças à obra de Jesus Cristo na cruz.
A verdade prática salienta que como homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.
Jesus 100% homem, 100% Deus. Conforme Paulo (1 Tm 2.5) só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem, percebe-se a ênfase de Paulo, Jesus Cristo homem, como ser humano, Jesus:
Nasceu de uma mulher, parto normal; cresceu em estatura e em sabedoria; sentiu sono, fome, sede e cansaço; morreu, porém ressuscitou ao terceiro dia; e, foi feito semelhante aos homens, porém sem pecado (Lc 2.6,7,52; Mt 8.24; Jo 19.28; Hb 13.12; Lc 19.41; Mt 26.37; 1 Co 15.3,4; Hb 2.17; Hb 4.15).
I – JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
Jesus em sua natureza humana teve mãe e não teve pai. Jesus em sua natureza divina tem Pai e não tem mãe.
A expressão: a virgem conceberá e dará à luz um filho, outorga a ratificação das duas naturezas do Messias. A virgem, sem atuação do homem, indica que esta concebeu por intermédio do Espírito Santo (Mt 1.20), logo, a presente afirmativa ratifica a natureza divina de Jesus. A virgem, referência à mulher, indica a natureza humana de Jesus.
E para cumprir a profecia Jesus o Pão da Vida nasceu em Belém, cidade que tem como significado, casa de pão. Porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel (Mt 2.6).
Assim como todo ser humano, Jesus também passou pelo desenvolvimento físico, teve a sua infância, cresceu no meio de pessoas que faziam parte do seu dia a dia, foi ensinado conforme os princípios dos judeus. Portanto, como homem Jesus teve um físico limitado, tanto pelo tempo como pelo espaço. Pelo tempo, pois conforme a condição do físico humano, Jesus como qualquer homem teria um período de vida limitado. Pelo espaço, pois conforme a condição do físico humano, Jesus como qualquer homem teria um limite no desenvolvimento corporal.
Jesus cuidou do seu corpo, pois quando estava cansado, Ele descansou.
II – SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
Jesus em seu ministério terreno demonstrou com clareza um caráter norteado pelo exemplo de humildade, mansidão, misericórdia, compaixão e de um espírito pacificador.
Portanto, três palavras são destaque para compreender o caráter de Jesus quando viveu neste mundo como verdadeiro homem, são elas: esvaziar, humilhação e obediência.
Jesus esvaziou se de sua glória e de seus atributos como Deus, porém continuou sendo Deus, porque Ele não esvaziou se da sua essência divina. A humilhação de Jesus teve como objetivo primordial o tríplice ministério do Messias: profético, sacerdotal e o de rei. Como profeta foi Ele o porta voz entre Deus e os homens, pois o profeta fazia a ponte entre Deus e os homens. Como sacerdote foi Ele o representante entre os homens e Deus, pois o sacerdote fazia a ligação entre os homens a Deus. E como rei Jesus desenvolveu o ministério de cura. Por fim, Jesus foi obediente até a morte e morte de cruz.
III – A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO
O presente tópico transmite três verdades que são únicas do cristianismo: morte vicária, ressurreição e arrebatamento.
Sobre a morte de Jesus é necessário relembrar de dois assuntos importantes: frases ditas por Jesus na cruz e as fases do sofrimento de Jesus.
Na cruz o Senhor Jesus expressou sete frases:
1. Frase: Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lc 23.34).
2. Frase: Em verdade te digo, que hoje estarás comigo no paraíso (Lc 23.43).
3. Frase: Mulher eis aí teu filho ... eis aí a sua mãe (Jo 19.26,27).
4. Frase: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste (Mt 27.46).
5. Frase: tenho sede ( Jo 19.28).
6. Frase: estás consumado ( Jo 19.30).
7. Frase: pai nas tuas mãos entrego o meu espírito (Lc 23.46). Sendo que a última frase expressa confiança em Deus Pai, pois assim está escrito: em tuas mãos entrego o meu espírito.
Sofrimento dividido em cinco fases:
Primeira fase: Ele entristeceu – Mateus 26.37.
E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito.
Segunda fase: Ele foi abandonado – Mateus 26.56.
Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas. Então, todos os discípulos, deixando-o, fugiram.
Terceira fase: Ele foi espancado – Mateus 26.67.
Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam.
Quarta fase: Ele foi julgado – Mateus 26.57, 27.2.
E os que prenderam a Jesus o conduziram à casa do sumo sacerdote Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. E maniatando-o, o levaram e entregaram ao presidente Pôncio Pilatos.
Quinta fase: Ele foi humilhado – Mateus 27.28-31.
E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlate;
E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus.
Cinco evidências são necessárias para compreender a veracidade da doutrina da ressurreição do Senhor Jesus.
1- O sepulcro vazio. A primeira prova da ressurreição do Messias é o sepulcro vazio “mas ao entrar, não acharam o corpo do Senhor Jesus” (Jo 20.1-8). A pedra que estava no sepulcro pesava em média duas toneladas e possuía o selo romano, fato que impedia a qualquer um de tocar na pedra. A pedra foi removida e o sepulcro ficou vazio.
2- As aparições do Messias. Jesus apareceu a Maria – como consolador, às mulheres – como restaurado da alegria, a Pedro – como restaurador, aos dez discípulos – como doador da paz, aos dois discípulos no caminho para Emaús – como instrutor, aos onze e a Tomé – como confirmador da fé, a Pedro e a João – como interessado nas atividades da vida e, aos quinhentos – como chefia e com autoridade.
3- Os discípulos foram transformados. Pedro agia por impulso, porém após a ressurreição de Jesus o apóstolo passou a pensar conforme o querer do Espírito Santo. Logo esta é mais uma prova da ressurreição de Jesus.
4- A mudança do dia de descanso. Na Antiga Aliança o sábado era o dia em que as atividades religiosas eram realizadas, porém com a ressurreição de Jesus os discípulos não mais observaram o sábado como dia santo, mas utilizaram do domingo para as principais celebrações da igreja (At 20.7).
5- A existência da igreja. A igreja existe não por ser uma organização perfeita, mas porque Jesus ressuscitou dos mortos. O trabalho do Senhor Jesus continua a ser realizado na terra, sendo que esta atividade nos dias atuais é desenvolvida pela igreja, portanto porque Jesus vive a igreja continua.

Sobre a volta de Jesus, concluímos dizendo: MARANATA!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Subsídio da E.B.D: José, o pai terreno de Jesus – um homem de caráter

José, o pai terreno de Jesus – um homem de caráter
José, pai terreno de Jesus foi escolhido por Deus para apoiar e proteger a Maria e o Messias. O nome José do grego Ἰωσήφ, significa ele acrescentará. A verdade prática salienta que José, pai de Jesus, nos deixou um exemplo marcante de um caráter humilde, submisso e amoroso.
Portanto, o caráter de José torna-se importante para a compreensão dos cristãos e um exemplo a ser observado e imitado destacando-se a humildade, a submissão e amorosidade percebida na pessoa de José. Tipo de caráter ratificado pela dependência deste personagem para com Deus. A dependência do cristão para com a pessoa de Deus demonstra a riqueza do caráter do indivíduo e também o grau de felicidade que a pessoa pode obter.
I – JOSÉ, O PAI DE JESUS
A pessoa de José é definida pelo temor ao Senhor, por ser um homem justo (Mt 1.19), e por ser dedicado ao ofício, tendo como atividade profissional a carpintaria (Mc 6.3).
José ao aceitar a Maria logo após um sonho nota-se que este homem tinha o temor do Senhor e conhecia os planos de Deus para com a Nação de Israel.
Como pai guardião de Jesus, ele o levou a Jerusalém para que o Messias fosse apresentado, fugiu para o Egito para proteger a criança e levou o Messias para Jerusalém no período dos festejos da páscoa (Mt 2.13; Lc 2.22;41).
Por ser Jesus o primogênito era cabível que Ele assumisse a responsabilidade no cuidado para com a sua família em ocorrência de morte de seu pai, fato este que demonstra ter ocorrido, pois Jesus assumiu o ofício da carpintaria. José era o pai adotivo de Jesus, pois a virgem conceberia e daria a luz um filho, profecia que se cumpriu no nascimento de Jesus.
Após o nascimento de Jesus, José teve com Maria outros filhos.
José não conheceu Maria até que ela desse à luz. Este versículo deixa bem claro que Maria permaneceu virgem somente até o nascimento de Jesus. Os irmãos e irmãs que Jesus teve depois eram filhos de José e Maria (Mt 13.55,56). E José não poderia ter tido filhos de um casamento anterior, como alguns sugerem, pois assim Jesus não seria considerado herdeiro do trono de Davi se não fosse o primogênito (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 16).
II – O CARÁTER EXEMPLAR DE JOSÉ
O presente tópico define o caráter de José em duas palavras: obediência e temperança.
A obediência de José é percebida nos seguintes momentos:
Revelação em sonho da natureza de Jesusnão tenha medo de receber Maria como sua esposa, pois ela está grávida pelo Espírito Santo (Mt 1.20). José obedece e recebe Maria como sua esposa.
Revelação em sonho da intenção de Herodes pegue a criança e a sua mãe e fuja para o Egito (Mt 2.13). José obedece e desce ao Egito.
Revelação em sonho do retorno a Israel pegue a criança e a sua mãe e volte para a terra de Israel, pois as pessoas que queriam matar o menino morreram (Mt 2.20). José obedeceu e retornou com sua família para Israel.
Instrução em sonho onde deveriam habitar José foi para a região da Galiléia e ficou morando numa cidade chamada Nazaré (Mt 2.23).
Já a segunda palavra temperança é didaticamente entendida na citação dos frutos do Espírito pelo apóstolo Paulo. Temperança no grego εγκράτεια, (transliteração egkrateia) que significa autocontrole (At 24.25; Gl 5.23; 2 Pe 1.6), também poderá encontrar o termo έγκρατεύομαι  (transliteração agkrateuomai) que significa controlar-se, exercer autocontrole (1 Co 7.9; 9.25). E εγκρατής, (transliteração agkratés) definido por ter pleno controle de si mesmo, disciplinado (Tt 1.8).
Portanto, a temperança faz parte dos frutos do Espírito interligados com o relacionamento pessoal e é definido por autocontrole, ou exercício do autocontrole, e também por ser o pleno controle de sim mesmo, isto é, disciplinado.
III – A NOBRE MISSÃO DE JOSÉ
A missão de José se caracteriza no assegurar a ascendência real de Jesus, proteger Jesus em seus primeiros anos de vida e no zelo pela formação espiritual de Jesus. A formação espiritual dos filhos é um dever inicial dos pais e não da igreja, assim como a educação intelectual dos filhos é um dever inicial dos pais e não do estado.
A leitura da Bíblia, a condução da criança a Igreja, o ensino concernente à oração são instruções e funções que devem ser desenvolvidas pelos pais aos seus filhos. A Igreja oferece cultos de ensino, mas quem conduz a criança a Igreja são os pais. Cabe aos pais irem com os filhos a Igreja e não enviarem os filhos. Pois, por meio do exemplo as crianças são educadas.
Portanto, assim como José teve uma nobre missão para com a educação espititual de Jesus, cada pai tem uma missão nobre na educação espiritual de seus filhos.
Referência:

ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Subsídio da E.B.D: Maria, mãe de Jesus – uma serva humilde

Maria, mãe de Jesus – uma serva humilde
Repetiremos boa parte da introdução do subsídio da lição anterior.
Há seis Marias mencionadas no Novo Testamento:
Maria, mãe de Jesus (Mt 1.16);
 Maria Madalena (Mt 27.56,61);
Maria, mãe de Tiago e de José (Jo 19.25);
Maria, mãe de João Marcos (At 12.12); Maria, mulher cristã que morava em Roma (Rm 16.6);
E, Maria, irmã de Lázaro, também chamada Maria de Betânia (Lc 10.39).
A verdade prática salienta que Maria, mãe de Jesus, nos deixou um exemplo elevado de humildade e submissão à vontade de Deus.
Já referente ao texto áureo percebe-se que:
A palavra serva indica a humildade de Maria perante o Senhor, a prontidão da fé e o serviço obediente, coisas que deveriam caracterizar todo aquele que crê. Paulo usa a mesma expressão para definir a si mesmo (Rm 1.1). (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p. 147).
I – MARIA, A MÃE DE JESUS
A pessoa de Maria pode ser definida pela palavra do Anjo: salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres (Lc 1.28). Logo, Maria era uma mulher muito abençoada e Deus estava com ela, fato que corrobora que esta mulher procedia com santidade diante do Senhor.
Maria, como todos os mortais, foi alvo da graça de Deus, e não uma concessora desta. Ela desempenhou um papel fundamental, da mesma forma que João Batista recebeu um chamado especial. Maria foi simplesmente agraciada por Deus (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 146).
Que reação diferente esta simples camponesa tem, provavelmente ainda muito jovem, em comparação com a reação de Zacarias, que ficou profundamente abalado e apavorado pela presença de Gabriel.
Nada disso é uma crítica a Zacarias. A sua reação ao aparecimento de Gabriel é compreensível, e Lucas o descreve como irrepreensível (alguém que vivia em completa concordância com a lei mosaica). O que o contraste nas reações realmente faz é resultar no louvor de Maria, e nos lembrar da simplicidade e da sinceridade de sua fé no Senhor – simplicidade e sinceridade cujo exemplo bem poderíamos seguir (RICHARDS, 2008, p. 134).
Sobre Maria percebem-se quatro qualidades espirituais e morais que merecem ser destacadas:
a) ela era virgem. Qualidade moral e espiritual que deve ser imitada pela juventude atual.
b) ela era agraciada. Isto é, Maria foi honrada por Deus.
c) ela desfrutava a presença do Senhor. A presença do Senhor proporciona o crescimento, a satisfação e a conquista.
d) ela era bendita entre as mulheres. Maria era bem aventurada por sua dedicação ao Senhor. Quando os indivíduos se dedicam ao Senhor, o Senhor proporciona grandes coisas para estas pessoas.
II – A ELEVADA MISSÃO DE MARIA
A missão de Maria se concretiza no instante em que Deus lhe outorga a oportunidade de ser mãe do Salvador. Mãe de Jesus o homem e não mãe de Deus. No instante em que recebeu a notícia que seria a mãe do Messias, Maria demonstrou o caráter de submissão à vontade do Senhor.
Sendo caracterizada pela submissão percebe-se que Maria e José educaram os seus filhos conforme os princípios da fé judaica. Jesus foi circuncidado e apresentado para assim ratificar o que estava escrito na Lei.
Muitas mães sofrem com os seus filhos por não saberem educarem as crianças na fé cristã, mas em contra partida se caracterizam como mães que outorgam o que as crianças querem, mas não no outorgar o que as crianças necessitam. A submissão a Deus é demonstração de caráter que proporciona uma educação que norteará os passos da futura geração.
III – O SEU PAPEL NO PLANO DA SALVAÇÃO
Há para os rabinos uma verdade não compreendida por todos os leitores da Bíblia na passagem de Gênesis 3.15, a semente da mulher, para estes a semente da mulher corresponde com a não participação de um homem na fecundação de uma virgem. Logo, antes do nascimento de Jesus os rabinos já ensinavam que uma virgem daria a luz um filho, isto é, corroborando a mensagem de Isaias.
Porém, não corrobora o ensino da igreja Católica que defende ser Maria redentora e mediadora. Logo, daí o surgimento da mariolatria, literalmente culto a Maria (ANDRADE, p.178). Dogmaticamente os católicos estudam a seguinte disciplina, mariologia, onde que sistematicamente Maria é estudada como genitora de Jesus e por isso, tem como objetivo a divinização de Maria.
Por fim, Maria não é mediadora, pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus (1 Tm 2.5).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

domingo, 4 de junho de 2017

O prover de Deus na vida de Davi

O prover de Deus na vida de Davi
Texto: O Senhor é o meu pastor, nada mim faltará (Sl 23.1).

Davi é o personagem mais citado em toda Escritura Sagrada, 1.105 vezes se encontra na Bíblia o nome de Davi, tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento, cujo nome tem como significado amado, logo se pode definir como o amado de Deus. Conforme o Salmo 23 percebe-se o prover de Deus na vida do monarca, em: suprir as necessidades básicas, cuidar quando a morte torna-se uma realidade e em exaltar quando os inimigos se multiplicam.
Porém, Deus é quem atua como provedor, cuidando e proporcionando o melhor para os teus, assim o Senhor fez para com o monarca Davi, o tirando do curral, de detrás das ovelhas, para que fosse chefe do povo Israel (1 Cr 17.7).
Suprindo as necessidades básicas
O Salmo 23 apresenta nos primeiros versículos as seguintes necessidades básicas: alimentação, segurança e proteção espiritual. Logo, se percebe que Deus proporciona repouso em verdes pastos, e conduz os cristãos em águas tranquilas, restaurando o vigor no guiar os crentes nas veredas da justiça.
Deus é quem outorga para cada pessoa da terra o alimento necessário. A providência de Deus é notável por meio da chuva que prepara os sedimentos para o plantio. A providência de Deus também é notável na distribuição de riquezas minerais, sendo estas energéticas ou valiosas, Deus governa o mundo outorgando benefícios para que os homens por meio destes benefícios desfrute do melhor da terra.
A segurança necessária vem do prover de Deus, águas tranquilas, segurança apenas em Deus, ninguém pode oferecer e cumprir segurança se Deus não assim confirmar sua vontade. Portanto, a segurança de cada crente estar em Deus.
O prover de Deus também é demonstrado na vida espiritual de cada cristão, porém, é necessário que cada crente busque em Deus o fortalecimento e a aproximação necessária. Uma vida espiritual frutífera é aquela que agrada ao Senhor em proporcionar o melhor para todos aqueles que estão distantes de Deus.
O prover de Deus quando a morte se aproxima
A morte é definida pela palavra separação, diferente da palavra santificação, que significa separado para o uso de Deus. A morte é separação da alma e do corpo, da parte espiritual para com a parte física. A morte é uma realidade ocasionada pelo pecado original. Logo, a morte é a pena que retira o direito de vida eterna na terra para os homens, promessas outorgada a Adão no pacto das obras.
Davi em muitas batalhas vivenciou a aproximação da morte, porém nenhum crente morre antes de cumprir na vida do mesmo as promessas de Deus. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam (Sl 23.4).
A presença do Senhor outorga vida. A palavra e a autoridade do Senhor outorga consolo.
O prover de Deus em honrar Davi
O honrar de Deus para com Davi é notável no exaltar o monarca perante os inimigos, em preparar uma mesa e no transbordar o cálice, isto é, no transbordar de benevolência em meio às perseguições. De todas as lutas enfrentadas por Davi o Senhor outorgou vitória em todas as batalhas.
Portanto, o prover de Deus na vida de Davi se percebe também na oportunidade do monarca poder voltar à casa do Senhor enquanto viver.
Em suma, a providência de Deus continua para com todos os que o buscam de todo o coração. Mediante a presença do Senhor, mediante a Palavra do Senhor e mediante o Poder do Senhor haverá abundância de viveres no celeiro dos cristãos.

Deus é Deus de providência.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Culto de Doutrina: Não temas descer o Egito porque lá farei de você uma grande nação

Não temas descer o Egito porque lá farei de você uma grande nação

 E disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer ao Egito, porque eu te farei ali uma grande nação (Gn 46,3).
Concernente ao texto há dois pontos históricos que ocorreram anteriormente que merece bastante atenção dos leitores da Bíblia. O primeiro corresponde com o anúncio ao patriarca Abraão em que seus descendentes ficariam em uma terra estranha por um período de quatrocentos anos, antes mesmo do nascimento de Isaque. Já o segundo, corresponde com o palmilhar de José até o Egito, fato que corrobora com a profecia proferida ao patriarca Abraão.

Portanto, percebe-se também o propósito divino em conduzir o povo de Israel para o Egito, para em uma terra estranha formar uma grande nação.
Ao sair das terras de sua origem Abrão tinha 75 anos (Gn 12.4), e ao ver o cumprimento da promessa o patriarca possuía 100 anos de idade (Gn 21.5) fato que é corroborado com a seguinte descrição: quem tem promessa de Deus não morre sem que elas se cumpram. Assim de Abraão veio Isaque, e de Isaque veio Jacó, e de Jacó os doze patriarcas que entram no Egito em um número de 75 pessoas (At 7.14). E saíram do Egito em um número de seiscentos mil homens, além de mulheres e crianças (Êx 12.37).
O período em que o povo da promessa ficou no Egito é marcado pela misericórdia de Deus. Pois, Deus atenta para os filhos de Israel (Êx 2.25) e levanta um libertador o qual foi guardado por um ato milagroso e no seu devido tempo é chamado para agir conforme a sua vontade.
Da mesma maneira ocorre nos dias atuais, Deus continua agindo em prol do seu povo. As promessas de bênção ao serem prometidas são categoricamente cumpridas, pois Deus é o mesmo e não mudou e nem mudará (Hb 13.8). A entrada dos israelitas no Egito foi ato de Deus em proteger o seu povo, sendo assim também a saída deste povo foi ato de Deus em cumprir as suas promessas e proteger o seu povo.
Muitos questionam o agir de Deus, porém o que é cabível a cada indivíduo é saber que Deus está no controle de todas as coisas, e quando Deus tem um plano, Deus usa quem Ele quer, para abençoar os teus servos.
O Egito não seria a morada permanente do povo de Israel, seria uma passagem para que Deus ensinasse aos israelitas a dependerem diretamente dEle. Porém, conforme o livro de Êxodo capítulo treze e versículo dezoito, Deus guiou o povo de Israel pelo caminho do deserto para fazer deste povo uma grande e extraordinária nação. A nação de Israel foi escolhida por Deus por três motivos básicos:
Deus escolheu a Israel para mostrar a sua glória ao mundo. O Egito era a grande potência da época, enquanto Israel era um povo escravo.
Segundo, Deus escolheu a Israel para outorgar ao mundo as Escrituras Sagradas.
E por terceiro, Deus escolheu Israel para entregar o Salvador ao mundo. Por fim, no deserto é lugar de aprender a depender de Deus e lugar em que se aprende a reconhecer os limites humanos.
Há momentos em que decisões difíceis são tomadas, porém Deus encoraja aos Teus dizendo: não temas. No caso de Jacó, o Senhor complementou a frase dizendo que no Egito faria de Israel uma grande nação. E que acompanharia a Jacó, pois assim está escrito: Eu mesmo descerei ao Egito com você e certamente o trarei de volta. E a mão de José fechará os seus olhos (Gn 46.4).
Deus prometeu estar com o Seu povo, mesmo em uma terra estrangeira.
José porá a sua mão sobre os teus olhos. A vida de Jacó estava próxima ao fim. Contudo, Deus prometeu a ele que, em leito de morte, seu amado filho, aquele que ele pensou que havia morrido, estaria com ele (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p. 108).
Abraão teve uma experiência desagradável no Egito, Isaque foi proibido por Deus de descer ao Egito, porém ao patriarca Jacó, o Senhor ordenou que este descesse ao Egito e corroborou que estaria com o patriarca no Egito.
A presença do Senhor outorgaria benção aos israelitas no Egito, por isso que na Nova Aliança o apóstolo Pedro expressa as seguintes palavras: para quem iremos nós, se só o Senhor tem palavra de vida eterna (Jo 6.68).
A presença de Deus outorga provimentos, proteção, cura e no contexto histórico de Israel proporciona libertação.
Referência:

ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Antigo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Subsídio da E.B.D: Maria, irmã de Lázaro, uma devoção amorosa

Maria, irmã de Lázaro, uma devoção amorosa
Há seis Marias mencionadas no Novo Testamento: Maria, mãe de Jesus (Mt 1.16); Maria Madalena (Mt 27.56,61); Maria, mãe de Tiago e de José (Jo 19.25); Maria, mãe de João Marcos (At 12.12); Maria, mulher cristã que morava em Roma (Rm 16.6); e, Maria, irmã de Lázaro, também chamada Maria de Betânia (Lc 10.39). Betânia era a aldeia em que Lázaro, Maria e Marta habitavam. O nome Maria tem como significado (hebraico, Miriam) rebelião.
A verdade prática salienta que Maria, de Betânia, é exemplo do crente que dá prioridade a Jesus em sua vida, e lhe oferece o melhor em gratidão por seu amor.
Já referente ao texto áureo percebe-se que:
Ungiu os pés. Maria também ungiu a cabeça de Jesus (Mt 26.7; Mc 14.3). era um costume da época ungir a cabeça dos convidados. Ungir a cabeça de Jesus era um gesto de honra; ungir Seus pés era um gesto de devoção (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p. 261).
I – O EXEMPLO DE MARIA DE BETÂNIA
Marta e Maria, duas mulheres com atitudes diferentes, irmãs de Lázaro, o amigo de Jesus. Marta recepciona Jesus e os discípulos em sua casa, já Maria escolhe a boa parte, ou seja, Maria outorga prioridade em ouvir a Palavra do Senhor.
...Maria preferiu ficar ouvindo a palavra do Mestre enquanto sua irmã envolvia-se nas tarefas domésticas (Lc 10.39). Ela foi reprovada por Marta, mas recebeu enorme elogio de Jesus por ter escolhido a boa parte (10.41,42). Na mesma semana daquele acontecimento, vemos os fatos em que Maria, irmã de Lázaro, aparece protagonizando um dos momentos mais interessantes e polêmicos do ministério de Jesus (LIMA, p.101).
Assim como Maria os cristãos na atualidade devem priorizar o ouvir a Palavra do Senhor. É triste, porém, é verídico, muitos não se atentam para a Palavra de Deus, mas outorgam e prioriza o tempo para atividades que eliminam o tempo da Palavra. Sendo que o ouvir a Palavra proporcionará avivamento, santificação e unidade na comunidade cristã.
Em meio às crises é necessário que as famílias se reúnam para buscarem a presença do Senhor, pois o ler a Bíblia, orar, jejuar e o ir à Igreja proporciona um coração quebrantado que prioriza o Reino e a Justiça de Deus.
Maria escolheu a melhor parte: ouvir a Palavra do Senhor. Fato que não exclui a importância da personagem Marta, que priorizar cuidar das coisas materiais, tendo como objetividade recepcionar ao Senhor Jesus.
Conforme Tognini três elementos são encontrados na casa de Betânia: serviço, adoração e louvor. Marta cuidava das atividades domésticas, isto é, Marta representava o serviço. Maria ao sentar aos pés de Jesus representa a adoração. Por fim, Lázaro e os discípulos representavam o louvor (p.53-55).
II – MARIA, A MULHER QUE UNGIU O SENHOR
A ação de Maria descreve a importância da devoção generosa. Maria ungiu os pés e a cabeça do Senhor Jesus, ao ungir os pés percebe-se a recepção verdadeira em que não há falsidade, já ao ungir cabeça de Jesus percebe-se que Maria reconhecia a autoridade de Jesus como Messias.
Jesus viu que o derramamento do unguento sobre Seu corpo estava preparando-o para a morte (Mc 14.8). O óleo perfumando foi derramado em Jesus antes de Sua morte, o que normalmente seria feito depois dela. O grande valor da fragrância para (1) o valor da morte de Jesus e (2) o alto custo da devoção a Ele. (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p. 78).
O prometido seria morto, mas ao terceiro dia ressuscitaria.
O que se aprende da ação de Maria é que os cristãos devem oferecer o melhor para Deus. Com Abraão se aprende que se Deus pede o filho é porque Deus quer o melhor. Com Davi se aprende que a oferta deverá ser voluntária. E com Jesus que a oferta deverá ter efeito universal, pois a oferta é expressão de louvor, adoração e de serviço.
III – O CÁRATER HUMILDE DE MARIA
Em duas situações Maria poderia ter revidado as palavras de Marta sua irmã e de Judas discípulo do Senhor Jesus, porém em nenhuma delas Maria levantou a sua voz, mas de fato esperou de Cristo a palavra final. Logo, o caráter de Maria torna-se a ser definido pela dependência de Deus e pela vida de humildade.
Ser humilde é ter coragem e realizar para Deus o que os outros não têm coragem de fazer.
Para concluir:
Uma serva de Deus não deve negligenciar os afazeres domésticos sob sua responsabilidade, mas precisa saber administrar o tempo e as oportunidades para não se deixar ficar tão assombrada, a ponto de não ter tempo para Jesus, sendo, assim, um exemplo para os crentes em todos os tempos e lugares (LIMA, p.111).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.
LIMA, Elinaldo Renovato de. O Caráter do cristão, moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

TOGNINI. Enéas. Maria Madalena, a verdadeira história de importantes personalidades Bíblicas. São Paulo: Bompastor, 2005.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Subsídio da E.B.D: Hulda, a mulher que estava no lugar certo

Hulda, a mulher que estava no lugar certo
A profetisa Hulda viva em Jerusalém no período em que Josias governou sobre Judá, em um bairro chamado de Cidade Baixa. Como profetisa, Hulda transmitiu o que Deus tinha para falar com o povo, o julgamento contra Jerusalém, evento que só ocorreria após a morte de Josias.
A verdade prática salienta que quando o povo se corrompe, Deus levanta homens e mulheres como instrumentos de advertência contra o pecado.
Já referente ao texto áureo percebe-se que:
Escritas no livro. Tanto o livro de Deuteronômio como o de levítico contêm longas listas de bênçãos e maldições associadas à aliança com Israel (Dt 28; 29). (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p. 719).
I – QUEM FOI HULDA
Hulda é uma das quatro mulheres profetisas citadas no Antigo Testamento. As outras três são Miriã (Êx 15.20), Débora (Jz 4.4) e Noadias (Ne 6.14). (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p. 718).
Por ser uma profetisa Hulda tinha como dever no ofício, tornar conhecida a vontade de Deus. Sendo que para isto a profetisa ouvia a voz de Deus e transmitia ao homem, portanto, a função da profetisa se resume em: primeiro, ouvir a voz de Deus e em segundo transmitir ao homem.
Hulda foi uma serva de Deus que demonstrou ter um caráter firme, decidido e discreto, num tempo em que reis e profetas desviaram-se dos caminhos do Senhor. Pouco se sabe acerca dela. Seu nome, no hebraico, significa doninha (LIMA, 2017, p.94).
II – HULDA VÊ O TEMPO DO AVIVAMENTO
Avivamento significa trazer de volta à vida. Porém, o avivamento só é possível aos vivos, pois um pecador não pode ser avivado. Quando alguém é avivado isto indica que ele está vivo, está despertado, é um ser animado e é um indivíduo estimulado. Portanto, avivamento corresponde com o ato da conversão e com o ato da santificação. A conversão é o momento em que o homem é tirado do mundo, enquanto que a santificação é a retirada do mundo do coração do homem.
Sobre Josias se destaca as seguintes palavras: fez o que era reto aos olhos do Senhor e andou nos caminhos de Davi, seu pai, sem se desviar deles nem para a direita nem para a esquerda (2Cr 34.2).
Fez o que era reto aos olhos do Senhor, isto é, Josias buscou andar em conformidade com Deus, portanto, Josias buscou ser reto, justo, e conhecer e a vivenciar a santidade de Deus. A retidão de Josias é notável no momento em que ele aboliu a idolatria e resgatou a Lei do Senhor.
O profeta Habacuque escreveu as seguintes palavras:
Ouvi Senhor a tua palavra e temi (Hb 3.2).
Logo, avivamento é causa e consequência da pregação da palavra. Na ausência da palavra não haverá avivamento.
Na ausência da exposição da palavra de Deus não há crescimento espiritual. O apóstolo Pedro escreveu na segunda epístola; antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pe 3.18). Portanto, não havendo explanação da Palavra de Deus não há edificação.
De quem é a culpa? No início da história da humanidade nota-se que o ser humano gosta de lançar a culpa sobre o outro, é só lembrar-se de Adão e Eva (Gn 3. 12,13). Porém, a pergunta perdura de quem é a culpa? De fato a culpa é de todos. Porém, é necessário que os cristãos voltem para a Palavra.
III – HULDA É USADA POR DEUS
A mensagem tem que ser transmitida mesmo que aparentemente seja uma palavra dura para se escutar.
Os líderes necessitam também da Palavra do Senhor. Pois, as mudanças numa nação, ou numa igreja, só têm efeito se começarem pela liderança. Toda liderança deverá se moldar em ações proativas caracterizadas por palavras, presença, princípios, potencial e por propósito (5P da liderança).
As palavras do líder tem fundamental importância para a condução dos liderados. A presença do líder nos eventos e nos momentos importantes do liderados definirá os resultados. Os valores (princípios) por quais os líderes são conduzidos determinam a aceitação do mesmo pelos liderados. O conhecimento (potencial) caracteriza a ação proativa dos líderes. Líderes que dirigem com propósitos saberão até onde o sucesso ministerial os conduzirá.
Josias fez um concerto com Deus e aboliu a idolatria. Mas, para que isto ocorresse Deus usou a profetisa Hulda, mulher de Deus que teve um papel significante para a história de seu povo, ainda que de modo muito passageiro. Todavia, o que importa é a qualidade de seu trabalho, e não a extensão de seu ministério. Hulda soube colocar-se discreta e humildemente no lugar que Deus reservou a ela. Mas, no momento certo, entregou a mensagem de condenação de Deus ao povo de Judá, que, de maneira contumaz, afastara-se dos caminhos do Senhor (LIMA, 2017, p.100).
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

LIMA, Elinaldo Renovato de. O Caráter do cristão, moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.