Deus é Fiel

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

A MISSÃO DA IGREJA DE CRISTO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A MISSÃO DA IGREJA DE CRISTO

Conforme a Verdade Prática:

Como o sal fora do saleiro cumpre a sua função de salgar, assim a Igreja quando adora e discípula, testemunha das insondáveis riquezas de Cristo.

A presente lição foca em duas grandes verdades: proclamando o Cristo vivo e celebrando o Cristo vivo. Proclamando o Cristo vivo se dá por meio do ensino e da pregação. Ensino para que ocorra a maturidade espiritual e a pregação para que os não salvos compreendam a Palavra do Senhor. No que tange a celebração ao Cristo vivo a lição apresenta os seguintes temas: comunhão e adoração.

A presente lição tem como objetivos:

Refletir sobre a principal missão da Igreja de Cristo na Terra;

Aprofundar o entendimento sobre a adoração a Deus e a edificação mútua, como atos contínuos;

E, Pensar a comunhão fraternal e a atuação social como marca de uma igreja cristã genuína.

I – PREGAÇÃO E INSTRUÇÃO

Os evangelistas Mateus e Marcos registram os principais versículos correspondentes à evangelização, que se trata da grande comissão.

Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado (Mt 28.19,20).

Este versículo geralmente é interpretado como se contivesse três mandamentos, ou seja,: ir, batizar, fazer discípulos ou ensinar. Mas, na verdade, a Grande Comissão gira em torno do mais imperativo deles: fazer discípulos. Fazer discípulos envolve três passos: ir, batizar e ensinar, principalmente os dois últimos. O batismo aponta para a decisão de crer em Cristo. Quando uma pessoa cria em Cristo, ela deveria ser batizada; não há nenhum cristão no Novo Testamento que não tivesse sido batizado (Radmacher; Allen; House, 2013, p. 88).

No texto original o ide não aparecesse no imperativo. A explicação está na missão de cada cristão em pregar o Evangelho. Cada crente prega o evangelho, com palavras e sem palavras. E o mais importante a salientar é que os crentes pregam o evangelho através do testemunho. Assim foi com a igreja primitiva que através do testemunho de vida conseguiram levar muitos a Cristo. Portanto, o imperativo aparece no fazer discípulos, isto é, ensinai. O crescimento da igreja se dá na obediência à Palavra de Deus.

E disse-lhes: ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura (Mc 16.15).

Em Marcos percebe-se a confirmação e a veracidade da Grande Comissão. Porção Bíblica que relaciona a existência de milagres na igreja com a obediência à propagação do evangelho.

II – ADORAÇÃO E EDIFICAÇÃO

O louvor é disparadamente para a maioria dos crentes o que tange como ideia central da adoração, porém a adoração vai além do que se manifesta e ocorre no processo do cântico. Por isso, é necessário compreender o conceito teológico e prático para ter a exata descrição a respeito da adoração.

Conceito teológico. Veneração e reconhecimento são termos que define teologicamente a definição do termo adoração. Veneração a Deus e o reconhecimento da soberania e das obras do Senhor. Portanto, três termos são fundamentais para a exata compreensão da palavra adoração. Primeiro do latim, adorationem, que significa orar para alguém; segundo do hebraico, sãhâ; e, terceiro, do grego, proskyneo, ambos os termos no original significam prostração e reverência.

Conceito prático. No dia a dia o termo adoração poderá ser definido pela separação das palavras. Ou seja, adora, conceito relacionado por cântico ou louvor; oração, ato de reconhecer que Deus é soberano e tem todas as coisas sobre o Seu domínio; e, por terceiro ação, adoração a Deus é exercida por meio do serviço.

A fala de Jesus para com a mulher samaritana (Jo 4.23,24) corresponde ao nível da adoração, pois a adoração não corresponde ao local onde se adora, mas corresponde com a quem se adora.

Nos dias atuais as pessoas outorgam mais ênfase de como se adora ou como desenvolve a liturgia correspondente às práticas e regras musicais, porém é necessário entender que a ênfase deverá ser sempre enfatizada a quem se adora e como se adora por meio de um coração contrito.

A verdadeira adoração está associada ao amor que devotamos a Deus. É um ato permanente na vida do filho de Deus; não pode ser, sob hipótese alguma, uma atitude episódica. Em tudo o que fizemos, há de ser ressaltada nossa atitude de adoração. Até as nossas atividades materiais têm de mostrar ao mundo que somos uma comunidade de adoradores.

Adoração não é contemplação; é, acima de tudo, sérvio que se presta ao Reino de Deus (Andrade, 1997, p. 19).

Portanto, o Pai procura a tais que assim o adorem, que o adore em espírito e em verdade.

III – COMUNHÃO E SOCIALIZAÇÃO

Comunhão trata-se de parceria, participação e unidade espiritual. A igreja unida que é parceira é uma igreja solidamente edificada em Cristo Jesus. Duas verdades são importantes para com a igreja na modernidade, são elas:

A igreja primitiva se expressava por meio da unidade.

O Senhor Jesus orou para que a igreja fosse sempre unida.

É valido ressaltar que a comunhão na/da igreja se manifesta na esfera social, isto é, a comunhão fraterna dos irmãos da fé se propaga para com a esfera social, sendo por todos os indivíduos da sociedade a comunhão compreendida e vivenciada. Tornando, assim um meio eficaz da igreja pregar o Evangelho de Cristo.

Referências:

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico: Com definições etimológicas e locuções latinas. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

 

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

A IGREJA E O REINO DE DEUS

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A IGREJA E O REINO DE DEUS

Conforme a Verdade Prática:

Pregar a mensagem do Reino de Deus é uma importante missão da Igreja.

Lembrando que a Igreja não é o Reino de Deus, porém a Igreja faz parte do Reino de Deus. Verdade que permite compreender que o Reino de Deus vai além da dimensão do período conferente à Igreja.

A presente lição tem como objetivos:

Relacionar a natureza do Reino de Deus com a nação de Israel, bem como o seu propósito com a existência da Igreja;

Apontar as dimensões do Reino de Deus nas realidades presentes e futura;

Destacar a Igreja como projeto de Deus e expressão de seu Reino na plenitude dos tempos.

I – A NATUREZA DO REINO DE DEUS

Inicialmente é necessário entender que o Reino de Deus é universal no que tange a localização e temporalidade. O Reino de Deus está acima do reino dos homens e é abrangente a períodos diversos. Exemplo que corrobora para a presente verdade se refere em afirmar que a Igreja faz parte do Reino, porém a Igreja não é o Reino.

Relatar a respeito da universalidade do Reino é também afirmar que Deus possui domínio absoluto sobre toda a criação, ou seja, o Reino é de Deus, logo, Deus tem domínio sobre todos e sobre tudo. O domínio de Deus é compreendido por manifestação de poder sobre a criação. Ele outorga a vida e é Ele que tira a vida (Dt 32.39).

A nação de Israel sempre esteve no plano divino como fator de bênçãos para com as nações. Israel manteria o sacerdócio de forma que o Reino de Deus testificaria para com as nações o grande amor do Senhor. Portanto, a rejeição do Messias por parte de Israel, fez com que Deus em sua infinita benevolência outorgasse à Igreja o direito de filho por meio da adoção e assim concretiza o plano em abençoar as nações por meio da pregação do Evangelho, logo, a Igreja é agência do Reino de Deus.

II – A IGREJA E AS DIMENSÕES DO REINO DE DEUS

A ratificação da presença do Reino de Deus é confirmada por meio da manifestação do poder de Deus sobre as ordens: natural, humana e espiritual. O poder de Deus está acima dos fenômenos naturais, apesar de que os fenômenos da natureza já corroboram em afirmar que Deus é quem tem o domínio absoluto sobre a natureza.

Deus manifesta o seu domínio também sobre a humanidade de forma que Deus outorga livramento, salva e cura. É válido afirmar que a ação divina no presente século se manifesta por meio da Igreja, ou seja, Deus outorga autoridade para com os membros do corpo de Cristo para que por meio da ação o Senhor seja glorificado.

O nome de Jesus outorga liberdade aos cativos e oprimidos por demônios. A dimensão do Reino apresenta a autoridade de Jesus em outorgar à Igreja poder para realizar no nome de Cristo milagres.

No que tange a realidade futura do Reino é necessário compreender que o Milênio faz parte da dimensão futura do Reino de Deus. Sobre o milênio é necessário compreender quatro verdades básicas, são elas:

1- Será um período em que Cristo governará sobre a Terra. Portanto, este governo de Cristo será realizado com aqueles que fizeram parte da primeira ressurreição. E estes terão autoridade sobre os povos da Terra (Ap 20.6; Mt 19.21).

2- Será o período em que a Terra gozará da autêntica liderança. Pois, neste período haverá paz, segurança, prosperidade e justiça (Is 2.2-4; Is 65.21-23; Zc 9.10).

3- No período do milênio a natureza será restaurada. A natureza voltará a sua forma original com duas características consideradas ímpares: perfeita e bela (Is 65.25).

4- Os dias dos viventes serão multiplicados (Is 65.20). A morte estará presente e atuante no período do milênio, porém, o que morrer com cem anos de idade será considerado a uma pessoa que faleceu em vida jovial.

O reino milenar tem como objetivo, aproximar a nação de Israel à pessoa de Deus. Por fim, assim como a igreja primitiva acreditava no arrebatamento, também acreditavam no Reino Milenar de Jesus Cristo. Portanto, a igreja hodierna também acredita que em um período escatológico os seus membros de todos os tempos serão sacerdotes e reis para governarem com Cristo durante mil anos (Ap 1.6).

III – A IGREJA NO CONTEXTO DO REINO DE DEUS

O Reino de Deus é mais amplo do que o período referente à ação da Igreja. Na Antiga Aliança a nação de Israel era a comunidade do Reino, porém no Novo Pacto a comunidade do Reino é representada pela Igreja.

A Igreja é a expressão exata do Reino de Deus. Por sua existência a Igreja propaga o Reino de Deus. Logo, por essência a Igreja propaga o Reino de Deus.

É válido afirmar que a mensagem do Reino é afirmação de esperança em um mundo em que não há esperança da parte humana e a cada período o descredito para com a atuação de melhoria diminuí. Mas, a mensagem do Reino anunciada pela Igreja outorga por intermédio do Senhor Jesus a paz e esperança que o mundo necessita.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

A NATUREZA DA IGREJA

 

Subsídio – EBD – A NATUREZA DA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

Conhecendo a Igreja em sua natureza nos conscientizamos da importância de fazer parte dela.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    É importante o pleno conhecimento da Igreja no que tange a natureza.

Ø    Quanto mais se conhece a Igreja, mais o crente si sente parte da mesma.

A Igreja será compreendida na presente lição em três dimensões: confessional, espacial e comunitária.

A presente lição tem como objetivos:

Destacar a natureza bíblica da Igreja, fundamentada na doutrina dos apóstolos e conduzida pelo Espírito Santo;

Apresentar os aspectos naturais visíveis e invisíveis da Igreja;

E, Elencar a unidade da Igreja como aspecto central que revela a sua identidade cristã neste mundo.

I – A NATUREZA DA IGREJA NA SUA DIMENSÃO CONFESSIONAL

Em análise a dimensão confessional compreende-se que a Igreja está fundamentada na Palavra de Deus, é a habitação do Espírito Santo e anda no Espírito (Gonçalves, 2024).

Para o apóstolo Paulo andar segundo o Espírito é primeiramente estar livre da lei do pecado e da morte (v.2). A lei do pecado condena e tem como resultado final a morte. Logo, o andar no Espírito indica que o crente em Cristo está livre da condenação proveniente do pecado.

O andar em Espírito é também contemplar a condenação do pecado na carne (v.3). Obra desenvolvida por Jesus na cruz vencendo o pecado.

E por terceiro para Paulo o andar no Espírito é inclinar para as coisas espirituais (vv. 5,6), que tem como garantia a vida e a paz.

A paz é o fim do conflito intenso descrito no capítulo 7, bem como a harmonia e a tranquilidade que existem no interior do cristão; isto é, o resultado do ato de se render a Deus (Radmacher; Allen; House, 2013, p.382).

Portanto, o andar na carne tem como resultado a morte, ao contrário o andar no Espírito, tem como resultado a vida e não apenas a vida, mas uma vida com paz.

II – A NATUREZA DA IGREJA NAS SUAS DIMENSÕES LOCAL E UNIVERSAL

A doutrina que tem como objetivo estudar a Igreja é conhecida como eclesiologia, sendo que esta doutrina expõe a diferença entre Igreja local (visível) e Igreja universal (invisível).

A Igreja invisível se caracteriza por todos que receberam a Jesus como único Salvador, já a visível trata se do grupo local de crentes que se reúnem para adorarem a Jesus.

Sendo que a Igreja local pode ser definida por caráter geográfico, ela é visível, assim como é temporal, pois é formada por crentes vivos. Já a Igreja invisível é atemporal por agregar cristãos salvos de todos os períodos da história, por isso, a Igreja na ótica invisível é tratada de universal, abrange todos os cristãos de períodos diferentes, vivos e mortos.

III –      A IGREJA NA SUA DIMENSÃO COMUNITÁRIA

A Igreja por ser una é indivisível. Isto corresponde com a unidade. A Igreja não está dividida, pois ela é unidade mediante a comunhão emanada do Espírito Santo.

A Igreja por ser una apresenta diversidade. Unidade na objetividade com diversidade no ato de agir. Inúmeros são os membros, ou seja, a diversidade presente no corpo está diretamente relacionada com a diversidade de membros.

Logo, compreende-se que a unidade da e na Igreja não é necessariamente uniformidade. Há diversidade no ato ser agir, mas o corpo é único, porém os membros são diversos.

Referências:

GONÇALVES, José. O corpo de Cristo: Origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

domingo, 14 de janeiro de 2024

A glória do Senhor encheu a casa

A glória do Senhor encheu a casa

E não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus (2Cr 5.14).

Paulo ao escrever aos irmãos em Coríntios afirmou que o cristão é morada do Espírito Santo (1Co 3.16). De certa maneira o crente representa na atualidade a casa do Senhor e por assim ser deverá ter e manter a casa cheia da glória do Senhor. O termo glória tem como significado “Manifestação do esplendor da presença de Deus. A glória divina fez-se presente nos momentos mais importantes da história da salvação. Sua função básica foi referendar os pactos que o Senhor ia estabelecendo com o seu povo” (Andrade, 1997, p. 140).

Do presente texto sintetiza que havia os sacerdotes que ministravam, a glória do Senhor encheu a Casa de Deus, fator decisivo na compreensão corresponde com a glória do Senhor, termo que identifica a Deus por meio da descrição compaixão, amor e misericórdia; e, a descrição Casa de Deus, nome que indica a pessoa do Senhor em ser poderoso.

Os que ministravam

Para cada período Deus sempre teve representantes que o representava diante dos homens. No período em que a Lei regimentava o Senhor tinha os sacerdotes que tinham como função ministrarem aos homens a Pessoa de Deus, assim como o dever em conduzir os homens ao Senhor.

Os sacerdotes foram impossibilitados em ministrarem por causa da nuvem, ou seja, os sacerdotes eram instrumentos de Deus para com os homens, porém a origem da ministração era divina. Da mesma forma os homens ministram em seus lares, mas a origem da ministração é divina.

Associando a ministração sacerdotal na Antiga Aliança com a ministração dos pais para com os membros do lar compreende-se que Deus é quem mantem a família firme mediante o beneplácito divino.

Os pais não perdem os seus filhos, na verdade os pais não conseguiram conquistar o respeito e o carinho dos filhos. É dever do pai, como chefe da família, ministrar na vida de seus filhos, porém é necessário que haja conquista para que assim haja harmonia e conformidade no lar.

Por causa da nuvem

A glória representada no texto é visivelmente descrita pela nuvem. O termo glória é definido por três palavras chaves: presença, proteção e provimento.

Não se pode definir que Deus manifestou a sua glória se a presença dEle não foi confirmada. A glória do Senhor é primeiramente definida pela presença do Senhor, foi o que confirmou Deus a Moisés, “farei passar toda a minha bondade por diante de ti” (Êx 33.19).

O que difere no Novo Testamento a manifestação da glória do Senhor corresponde com a manifestação do Verbo que se fez carne. Há uma reflexão interessante no que tange a comparação da glória no Antigo Testamento ser manifestação, enquanto que no Novo Testamento revelação.

Adão após pecar fez para si e para Eva roupas de figueira (Gn 3.7), porém Deus fez para o casal túnicas de peles e os vestiu (Gn 3.21). Deus despiu o homem para depois vestir. Já no Novo Testamento a mensagem bíblica define que Jesus subiu ao madeiro, historicamente nu, porém ao chegar o terceiro Ele ressuscitou, os discípulos encontraram as roupas no sepulcro, mas não o corpo. Na cruz havia um corpo sem roupa, no sepulcro as roupas sem um corpo, porém no cenáculo o Senhor Jesus reveste, isto é, primeiro Ele despe, segundo Ele veste e em terceiro Ele reveste. A glória no Novo Testamento é definida na prática em ter uma vida revestida pelo o Espírito Santo.

A glória do Senhor encheu toda a casa de Deus

Senhor amor e misericórdia. Já a descrição Deus, corresponde com poder sobre todas as coisas. A glória do Senhor, pois a manifestação do Senhor revela a grandeza do amor divino para com os homens. Já a casa de Deus corresponde com que o poder que outorga ordens na casa que é pertinente de forma única do próprio Deus.

A misericórdia levanta e o poder capacita para seguir.

A misericórdia desperta e o poder reveste para a caminhada.

A misericórdia vocaciona e o poder dinamiza para o serviço.

Por fim, a glória do Senhor encheu toda a casa. Que pela misericórdia e poder de Deus manifestado na vida de cada cristão a glória do Senhor venha encher os lares outorgando restauração e restituição para com as famílias no presente século.

Referência:

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico: Com definições etimológicas e locuções latinas. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

A DOUTRINA DE MOISÉS

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – Lições Bíblicas Jovens – A DOUTRINA DE MOISÉS

Conforme a Síntese:

Moisés recebeu a Lei diretamente do Senhor.

Compreende-se por meio da síntese que:

Deus outorgou a Lei a Moisés.

O autor das promessas para com os homens que viveram no período da Antiga Aliança, o Deus Criador expressou: o Seu amor, a graça e a fidelidade para com os homens revelando a Lei.

A presente lição tem como objetivos:

Compreender o significado da Antiga Aliança;

Explicar o que são as doutrinas litúrgicas;

E, Mostrar o que são as doutrinas morais.

I – A ANTIGA ALIANÇA

Aliança tem como significado acordo. Termo que também poderá ser definido pela palavra pacto, ou seja, acordo entre duas ou mais pessoas. No Antigo Testamento, inúmeras foram as alianças, estabelecidas por Deus para com os homens. Sendo que a primeira é conhecida por Aliança das Obras que possuía uma promessa, vida eterna; uma condição, obediência; e, uma pena, caso o homem desobedecesse sofreria a morte.

Porém, a Aliança que mais define o olhar para o Antigo Testamento é a estabelecida entre Deus e Moisés. Em que Deus outorga aos homens a Lei. Lei quer dizer seta, isto é, indica o caminho. Sendo o Antigo Testamento em parte tipo das coisas futuras, corresponde que a Lei representa a indicação para o Senhor Jesus que é superior ao sacerdócio do Antigo Testamento, assim como é superior aos anjos.

No que tange aos dez mandamentos compreende-se que os motivos do decálogo são tríplices:

Prover um padrão de justiça, pois os dez mandamentos proporcionam a formação do caráter e da conduta do ser humano. O caráter corresponde com o modo de ser de cada indivíduo. E a conduta corresponde com o modo de agir. Ambas se definem no Ser e no Fazer.

Identificar e expor a malignidade do pecado, pois os dez mandamentos expõe os seguintes tipos de pecado: idolatria, desrespeito, assassinato, traição, roubo, concupiscência...

Pecado é tudo aquilo que separa o servo do seu Senhor. Logo, os dez mandamentos tem como propósito identificar o pecado, por isso, Paulo escreveu “pela lei vem o conhecimento do pecado” (Rm 5.20).

Revelar a santidade de Deus, Deus é Santo e isto se torna evidente com os dez mandamentos. Pois, se a lei revela o pecado e requer que aquele que aproxima de Deus não peque, logo se conclui que Deus é Santo.

II – DOUTRINAS LITÚRGICAS

Ou também definida como leis cerimoniais. O livro de Levítico apresenta com detalhes os elementos litúrgicos apresentado no Antigo Testamento. O termo Levítico no hebraico é vaicrá que significa “e chamou”, que pode também ser definido pelos seguintes termos: separado e consagrado. Cujo tema central é: santidade ao Senhor.

O esboço do livro poderá ser encontrado de diferentes formas por concepções dos estudiosos, porém o que se encontrará em comum serão os pontos que interligam as mensagens ao tema: santidade.

O livro poderá ser assim distribuído em tópicos:

Ofertas e sacrifícios (1.1-7.38).

Consagração do sacerdote (8.1-10.20).

Leis referentes à pureza e impureza legais (11.1-15.33).

O dia da expiação (16.1-34).

A Lei da santidade (17.1-25.55).

Bênçãos e maldições (26.1-46).

Sobre o que é consagrado a Deus (27.1-34).

No que refere ao autor é notável que o livro tenha como autoria a Moisés. Grande legislador do povo de Israel que em sua trajetória escreveu os cinco livros do Pentateuco.

A percepção tradicional é de que Moisés escreveu os cinco primeiros livros da Bíblia (o Pentateuco ou livro de cinco volumes), embora alguns achem que suas histórias só foram escritas muito tempo depois. Mas uma vez que Moisés mantinha registros escritos (Êx 17.14; 24.4; 34.27), não parece haver nenhum bom motivo para duvidar de sua autoria, à medida que Jesus mesmo a confirmou (Mc 7.10; 12.26) (GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA, p.130).

III – DOUTRINAS MORAIS

O relacionamento entre Deus e Israel teve seu auge no momento em que Deus outorgou o decálogo a Moisés (Êx 20.1-17), ensinando aos israelitas que na vida há deveres e direitos.

Segundo os versículos um ao sete é dever de todo o povo israelita adorar e respeitar o nome de Deus. Já nos versículos seguinte percebem-se os direitos, que são; direito ao descanso (v.7), direito ao respeito na própria casa (v.12), direito a vida (v.13), direito a fidelidade conjugal (v.14), direito a segurança (v.15) e direito ao respeito na sociedade (vv.16,17).

O decálogo é um resumo da lei moral de Deus. Dez mandamentos em duas tábuas. Do primeiro ao quarto mandamento na primeira tábua. Do quinto ao décimo na segunda tábua. Na primeira tábua encontrava os mandamentos que estavam diretamente relacionados com a vida do indivíduo para com Deus com direção vertical. Já a segunda tábua com sentido horizontal trata dos mandamentos que outorgam ligação entre o indivíduo e o seu próximo. O decálogo corresponde com a ética cristã: amar a Deus acima de todas as coisas (sentido vertical) e amar o próximo como a si mesmo (sentido horizontal).

REFERÊNCIAS

GUIA CRISTÃO DE LEITURA DA BÍBLIA. Rio de Janeiro, CPAD, 2013.

NEVES, Natalino das. O cuidado de Deus com o corpo de Cristo: Lições da carta do apóstolo Paulo aos coríntios para os nossos dias. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

IMAGENS BÍBLICAS DA IGREJA

Subsídio – EBD – IMAGENS BÍBLICAS DA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

Por meio de cada imagem que retrata a Igreja, o Espírito Santo revela-nos o quão gloriosa ela é.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A igreja é representada por imagens específicas, exemplo: noiva, esposa, casa de Deus, dentre outras.

Ø    O Espírito Santo outorga aos crentes a compreensão de que a Igreja é gloriosa em sua vocação e ministério.

A Igreja em sua missão manifesta por meio do relacionamento com Deus, notabiliza-se mediante a função na qual foi chamada, e se define como santuário do Senhor, ou seja, habitação de Deus.

A presente lição tem como objetivos:

Elencar as imagens que descrevem o relacionamento com Cristo;

Pontuar as imagens que descrevem a função da Igreja;

E, Explicar as imagens da Igreja como habitação de Deus.

I – IMAGENS QUE DESCREVEM UM RELACIONAMENTO

Relacionamento corresponde com intimidade que se conquista por meio de fatores emocionais, por isso, as imagens que descrevem o relacionamento da Igreja são exclusivamente: noiva, esposa e rebanho.

Ambas as imagens enaltecem o Senhor. Por ser a Igreja noiva, ela depende do Senhor Jesus e tem comprometimento com o Senhor, sendo assim, a Igreja deverá constantemente se apresentar em oração, jejum e adoração, isto é, manter-se em uma vida de santidade.

Já no que tange ser a Igreja esposa o comprometimento, assim como a intimidade é maior do que o ato de ser noiva, isto é, a Igreja deverá viver na direção direta do Espírito Santo, manter-se constantemente avivada em uma vida de santificada.

Entretanto, a Igreja é rebanho, isto é, o relacionamento desenvolvido no conceito figurativo corresponde com a Igreja ser posse do Senhor. O relacionamento aqui se trata de cuidado e de zelo do Senhor para com a Igreja.

[...] A igreja não era de Pedro ou de quem a pastoreasse, mas de Deus. Isso tem uma série de implicações para aquele que pastoreia. Primeiramente, um pastor deve pastorear de forma voluntária. A prontidão, a entrega, o zelo e o compromisso estão em vista aqui. Isso tem tudo a ver com o chamado e a vocação pastoral (Gonçalves, 2024, p. 29).

O relacionamento apresentado de Deus para com a igreja representado pela imagem de rebanho indica que todos os que pastoreiam a Igreja deverão de certa maneira cuidar do rebanho, entendendo que Cristo a resgatou com o seu próprio sangue (At 20.28).

II – IMAGENS QUE DESCREVEM FUNÇÃO

A Igreja é descrita na Bíblia com imagens que a apresentam com funções, são elas: sacerdócio real e corpo de Cristo.

O sacerdote tinha como missão levar o povo até a presença de Deus por meio de sacrifícios e orações. A Igreja apresenta o seu ministério sacerdotal conduzindo pessoas até a presença do Senhor por meio da oração, assim como também a Igreja desenvolve o ministério a pregação do Evangelho por meio do exemplo.

Já como corpo de Cristo a Igreja tem como funções a ação em valorizar a cada membro sabendo que cada membro do corpo tem uma finalidade específica, que no desenrolar das ações mantém o organismo em pleno funcionamento.  

III –      IMAGENS QUE DESCREVEM HABITAÇÃO

Duas imagens específicas descrevem a Igreja como habitação do Senhor, são elas: santuário e casa.

Como santuário de Deus a Igreja é habitação do Espírito Santo no que tange a ação da adoração. A Igreja é no seu existir o ato da adoração ao Senhor. Logo, ser Igreja é ser o próprio ambiente de louvor e gratidão a Deus por meio da adoração.

Já no que corresponde ser a Igreja casa indica que Deus habita na Igreja e que essa tem caráter formado, ou seja, a Igreja é a família de Deus.

Referências:

GONÇALVES, José. O corpo de Cristo: Origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

BÍBLIA: A FONTE DA GENUÍNA DOUTRINA

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – BÍBLIA: A FONTE DA GENUÍNA DOUTRINA

Conforme o Resumo da Lição:

A Bíblia é a única fonte genuína de doutrina para o cristão.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A Bíblia é a única fonte genuína de doutrina.

Ø    A genuinidade da Bíblia tem por objetividade outorgar ensino aos cristãos.

A presente lição tem como objetivos:

Apresentar a origem da Bíblia;

Explicar a inspiração das Escrituras;

E, Destacar a Bíblia como fonte de doutrina.

I – A ORIGEM DA BÍBLIA

A origem da Bíblia está na pessoa de Deus e o termo tem como significado conjunto de livros. Porém, outros conceitos são apresentados na própria obra para a defini - lá, exemplo:

Escritura (Mc 12.10);

Escrituras (Mt 22.29);

Santas Escrituras (Rm 1.2);

Sagradas letras ( 2 Tm 3.15);

Palavras de Deus (Rm 3.2);

Palavra de Deus ( Mc 7.13);

No entanto, no sentido prático a Bíblia poderá ser definida como sendo a voz escrita de Deus, em que todo o plano divino para com a humanidade está exposto e revelado por meio dos decretos do Senhor.

Por um período estimado de 1600 anos o que se encontra escrito de Gênesis a Apocalipse foi concretizado, tendo como escritores 40 homens de períodos e lugares diferentes, assim como conviveram com situações históricas opostas, mas o autor da Bíblia é único, isto é, Deus é o autor das Escrituras Sagradas.

A Bíblia possui autoridade divina, pois é o próprio Deus que fala por meio da sua Palavra, orientando e outorgando aos homens plena oportunidade para que possam desfrutar da vontade de Deus para com as suas vidas.

II – A INSPIRAÇÃO DAS ESCRITURAS

O significado de inspiração é soprar e no que tange ser a Bíblia inspirada por Deus entende-se que o Senhor a idealizou e por seu beneplácito chamou e usou vários homens para escrevê-la. Portanto, a inspiração possui dois aspectos, sendo eles: 1) a inspiração dá às Escrituras uma natureza milagrosa, isto é, divina; e 2) a inspiração confere autoridade divina às Escrituras diante dos homens (Torralbo, 2024, p. 11).  

A participação humana na escrita da Bíblia não retira a autoridade das Escrituras Sagradas, pois os homens foram usados por Deus, mas a inspiração é divina. A Bíblia é a revelação escrita do que Deus tem como palavra com os homens, logo, os que Deus usaria para a escrita seria a obra prima da criação, isto é, o ser humano. Portanto, a participação humana na escrita da Escritura não retira a autoria de Deus.

A Bíblia é a Palavra de Deus, pois apresenta revelações que só o próprio Deus tem conhecimento. O evangelista João foi usado por Deus para escrever o livro de Apocalipse e o apóstolo relata que: Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer (1.19). Texto que apresenta como teor explicativo nas seguintes palavras “as que depois destas hão de acontecer” descrições futuras, eventos que acontecerão ainda em tempos vindouros. Entretanto, Deus tem sua participação direta nas Escrituras na inspiração e revelação.

III – A BÍBLIA COMO FONTE DE DOUTRINA

Doutrina é instrução ou exposição de ensinamento. A igreja que ministra a Palavra diante dos princípios doutrinários apresenta integridade e unidade. Uma igreja sem as doutrinas bíblicas pode ser comparada a uma casa sem portas, cuja característica é a ausência de limites e a presença marcante e desastrosa da desordem. A doutrina bíblica lança luz no caminhar da igreja e fecha as portas para as ameaças externas (Torralbo, 2024, p. 15).

A Bíblia é o manual do cristão e deverá conduzir o crente a trilhar nos caminhos do Senhor mediante a vontade divina. O servo do Senhor que obediente observar e obedecer a Palavra terá como resultado os benefícios diretamente proposto por Deus, exemplo: Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará (Sl 1.1-3).

Tudo quanto fizer prosperará!

Referências:

TORRALBO, Elias. O fundamento dos apóstolos e dos profetas: a doutrina bíblica como base para uma caminhada cristã vitoriosa. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

A ORIGEM DA IGREJA

Subsídio – EBD – A ORIGEM DA IGREJA

Conforme a Verdade Prática:

A Igreja é a família de Deus, comprada com o sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A igreja é a família de Deus.

Ø    A igreja foi comprada pelo o sangue de Cristo.

Ø    A igreja é selada com o Espírito Santo.

O termo Igreja deriva se da palavra grega ekklesia, que tem por significado assembleia pública. A doutrina que tem como objetivo estudar a Igreja é conhecida como eclesiologia, sendo que esta doutrina expõe diferença entre Igreja local (visível) e Igreja universal (invisível). A Igreja invisível se caracteriza por todos que receberam a Jesus como único Salvador, já a visível trata se do grupo local de crentes que se reúnem para adorarem a Jesus. A Igreja em sua missão demonstra de maneira categórica autoridade sobre as hostes espirituais, enfermidades e até sobre a natureza. Logo, por ser um organismo vivo entende-se que a Igreja gera vida. Portanto, trata-se de organismo vivo porque esta obra pertence a Deus.

A presente lição tem como objetivos:

Descrever a trajetória do povo de Deus na Bíblia e na história;

Apresentar a Igreja como criação divina;

E, Identificar a Igreja como a comunidade de salvos.

I – O POVO DE DEUS NA BÍBLIA E NA HISTÓRIA

O termo igreja corresponde a assembléia de Cristo, ou assembléia dos que foram tirados de fora. Logo, alguns termos são utilizados para descrever a respeito da igreja em caracterizar a sua missão.

Noiva do Cordeiro – descrição que relata a respeito da igreja e sua intimidade com Jesus.

Corpo de Cristo - descrição que relata a respeito da igreja e sua relação de submissão ao Senhor Jesus.

Rebanho do Senhor - descrição que relata em ser a igreja pertencente ao Senhor e está sobre a liderança do Senhor Jesus.

Por fim, casa de Deus, ou seja, a igreja é morada do Senhor. [...] Os crentes são a casa de Deus ou seu santuário, porque Deus habita neles (Baptista, 2023, 133).

Já por ser a igreja coluna da verdade entende-se que é função da igreja sustentar o edifício (igreja no todo em sua ótica construtiva) na verdade e por meio da verdade. A verdade deverá ser pregada e pregada pela a igreja, pois ela é mantenedora da propagação da verdade.

No que tange a diferença entre a ideia do povo de Deus definida pelo o termo congregação no Antigo Testamento e a descrição igreja no Novo Testamente se notabiliza pela forma e a função (Gonçalves, 2024). Israel formado pela eleição e tinha como missão atrair as nações, enquanto que a Igreja é formada pela adoção e tem como missão ir até as nações.

II – A IGREJA COMO CRIAÇÃO DIVINA

A Igreja é uma instituição divina, assim como a família. Satanás tentou destruir a família e não conseguiu, logo tem tentado destruir a Igreja, não tem conseguido e nem conseguirá, pois a Igreja é obra divina originada por meio de um planejamento e não por meio de uma obra do por acaso.

A Igreja foi eleita em Cristo antes da fundação do mundo (Ef 1.4).

A Igreja foi alcançada pelo grande amor e obra de Jesus Cristo (Jo 3.16).

Portanto, o dia de pentecoste passa a ser considerado o dia D para com a inauguração da Igreja, ou o dia como marco da origem da Igreja como uma realidade concreta.

III –      A IGREJA COMO A COMUNICAÇÃO DOS SALVOS

O presente tópico mostra a Igreja como a comunidade dos salvos, assim sendo percebe-se que para ser membro da Igreja é necessário arrepender-se dos pecados. O arrependimento corresponde em dois atos importantes, que são: o reconhecimento do erro e a mudança no modo de agir. Ou seja, o arrependimento trata-se do reconhecimento do erro e a mudança do modo de viver.

Por ser comunidade dos salvos a Igreja é selada pelo Espírito Santo. A Igreja é marcada pelo o Espírito Santo o que de fato corresponde em ser a Igreja propriedade exclusiva de Deus.

No entanto, Jesus batizou a Igreja no Espírito Santo, isto é, Jesus capacitou a Igreja. O Espírito Santo batizou a Igreja no Corpo de Jesus, isto é, o Espírito Santo formou a Igreja como Corpo do Senhor Jesus.

Referências:

BAPTISTA, Douglas. A Igreja de Cristo e o império do mal: como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

GONÇALVES, José. O corpo de Cristo: Origem, natureza e vocação da Igreja no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.