Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O PAI E O ESPÍRITO SANTO
Conforme a Verdade Prática da lição:
O Espírito Santo nos liberta
da escravidão do pecado, confirma nossa filiação em Cristo e nos conduz à
herança eterna planejada pelo o Pai.
Da verdade prática compreende-se que:
O Espírito Santo liberta o
homem da escravidão do pecado;
O pecado escraviza;
O Espírito Santo confirma
a filiação dos que se aproxima a Cristo;
O Espírito Santo conduz à
herança eterna.
É válido lembrar que os objetivos da presente
lição são:
Mostrar que o do Espírito
Santo nos liberta da escravidão do pecado e confirma nossa filiação em Cristo;
Explicar que o Espírito
Santo guia o crente na vontade do Pai;
Destacar que a Trindade
nos conduz à herança eterna.
Filiação é a palavra-chave da presente lição.
Na Bíblia compreende que os filhos de Deus, são: filhos por criação, os anjos;
filho por formação, Adão; filhos por eleição, os israelitas; e, filhos por
adoção a igreja.
I – O ESPÍRITO E
AS DÁDIVAS DO PAI
Ao trata do tema “da
escravidão à filiação” o comentarista permite compreender a respeito da
doutrina da salvação ao citar o apóstolo quando ensinou que o crente foi
liberto do espírito da escravidão. Também reforça o entendimento no que tange a
doutrina do pecado que possui seus prejuízos diretos para com o ser humano, e
principalmente quando esse está sobre a égide do domínio do pecado, pois o
salário do pecado é a morte (Rm 6.23).
Pelo pecado de
um só homem todos tornaram pecadores (Rm 5.12), sendo assim, Deus enviou o seu
filho unigênito para morrer e livrar os seres humanos de toda condenação
provinda do pecado. O pecado é toda transgressão contra a lei de Deus. O pecado
tem como salário a morte (Rm 6.23) e dentre todas as consequências do pecado a
que mais transmite dor, sofrimento e gemido é a morte, pois a morte física é a
separação do corpo para com o espírito
(Silva,
Ano 15, Edição 49, p. 45).
Falar a respeito da salvação
é de fato corroborar para com o entendimento a respeito da adoção de filho,
pois o cristão ao ser recebido pelo o Pai torna-se filho legítimo, e por ser
legítimo terá direito a herança.
Ter a presença do Espírito
Santo habitando no crente é a grande prova da legitimidade da filiação, pois o
cristão passou das trevas para à plenitude do Espírito. Aquele que está no
contexto do pecado, agora desfruta da gloriosa presença do Espírito Santo,
sendo assim, a habitação do Espírito do Senhor.
II – O ESPÍRITO NOS GUIA NA VONTADE DO PAI
Jesus afirmou aos apóstolos que o Espírito
Santo os guiaria em toda a verdade, pois uma das missões da terceira Pessoa da
Trindade é guiar, isto é, conduzir, daí compreende que:
O Espírito Santo guia os crentes a buscarem
ter uma consciência plena diante do Senhor;
Guia os cristãos a buscarem os dons que
agradam ao Senhor;
Conduze os pregadores a propagarem o
Evangelho;
Inspira a mensagem dos pregadores;
Direciona aos líderes a agirem conforme a
vontade do Pai.
Portanto, o Espírito Santo conduz a Igreja de
Cristo a realizar tudo conforme a vontade do Senhor.
III – A TRINDADE
CONDUZ A HERANÇA ETERNA
O presente tópico define que ser coerdeiro é
ser também participante dos sofrimentos com Cristo, daí Silva (Ano 15, Edição
49, p. 45) comenta:
No cotidiano as aflições
estão associadas a enfermidades severas, tristezas avassaladoras, angústias,
desapontamentos, perseguições e, dentre outras, tribulações.
O benéfico das aflições
pode ser listado da seguinte maneira:
1- Nas aflições as pessoas
se aproximam das outras. As tribulações unem as igrejas e as famílias, e até
mesmo as comunidades e as nações assumem unidade de propósitos em meio à
tribulação (CHAMPLIN, p. 259).
2- As aflições servem de
disciplina. Outorgando informações que se transformam em valores espirituais.
3- As aflições torna o
cristão mais dependente de Deus.
4- A aflição é garantia da
magnitude da glória que se manifestará. Paulo, pois, pensava tanto sobre a
grandeza como sobre a certeza da glória futura; e é o sofrimento que nos faz
lembrar essas realidades (CHAMPLIN, p. 259).
Para corroborar com Rm
8.18, o apóstolo assim escreveu à Igreja em Coríntios: porque a nossa leve e
momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente (2
Co 4.17).
Logo, as aflições do
presente são leves quando comparados com a glória que há de vir. Paulo chama os
sofrimentos que passamos nesta vida de leve e momentânea tribulação, quando
comparados ao peso eterno de glória mui excelente (2 Co 4.17). O plano de
compensação divino é tal que aquele que suporta os sofrimentos receberá cem
vezes tanto e herdará a vida eterna, Mateus 19.29 (RADMACHER; ALLEN; HOUSE,
p.384).
Referência:
SILVA,
Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Romanos. Revista Manancial, Ano
15, Edição 49.

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