Deus é Fiel

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sexta-feira, 13 de março de 2026

O PAI E O ESPÍRITO SANTO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O PAI E O ESPÍRITO SANTO

Conforme a Verdade Prática da lição:

O Espírito Santo nos liberta da escravidão do pecado, confirma nossa filiação em Cristo e nos conduz à herança eterna planejada pelo o Pai.

Da verdade prática compreende-se que:

O Espírito Santo liberta o homem da escravidão do pecado;

O pecado escraviza;

O Espírito Santo confirma a filiação dos que se aproxima a Cristo;

O Espírito Santo conduz à herança eterna.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Mostrar que o do Espírito Santo nos liberta da escravidão do pecado e confirma nossa filiação em Cristo;

Explicar que o Espírito Santo guia o crente na vontade do Pai;

Destacar que a Trindade nos conduz à herança eterna.

Filiação é a palavra-chave da presente lição. Na Bíblia compreende que os filhos de Deus, são: filhos por criação, os anjos; filho por formação, Adão; filhos por eleição, os israelitas; e, filhos por adoção a igreja.

I – O ESPÍRITO E AS DÁDIVAS DO PAI

Ao trata do tema “da escravidão à filiação” o comentarista permite compreender a respeito da doutrina da salvação ao citar o apóstolo quando ensinou que o crente foi liberto do espírito da escravidão. Também reforça o entendimento no que tange a doutrina do pecado que possui seus prejuízos diretos para com o ser humano, e principalmente quando esse está sobre a égide do domínio do pecado, pois o salário do pecado é a morte (Rm 6.23).

Pelo pecado de um só homem todos tornaram pecadores (Rm 5.12), sendo assim, Deus enviou o seu filho unigênito para morrer e livrar os seres humanos de toda condenação provinda do pecado. O pecado é toda transgressão contra a lei de Deus. O pecado tem como salário a morte (Rm 6.23) e dentre todas as consequências do pecado a que mais transmite dor, sofrimento e gemido é a morte, pois a morte física é a separação do corpo para com o espírito (Silva, Ano 15, Edição 49, p. 45).

Falar a respeito da salvação é de fato corroborar para com o entendimento a respeito da adoção de filho, pois o cristão ao ser recebido pelo o Pai torna-se filho legítimo, e por ser legítimo terá direito a herança.

Ter a presença do Espírito Santo habitando no crente é a grande prova da legitimidade da filiação, pois o cristão passou das trevas para à plenitude do Espírito. Aquele que está no contexto do pecado, agora desfruta da gloriosa presença do Espírito Santo, sendo assim, a habitação do Espírito do Senhor.

II – O ESPÍRITO NOS GUIA NA VONTADE DO PAI

Jesus afirmou aos apóstolos que o Espírito Santo os guiaria em toda a verdade, pois uma das missões da terceira Pessoa da Trindade é guiar, isto é, conduzir, daí compreende que:

O Espírito Santo guia os crentes a buscarem ter uma consciência plena diante do Senhor;

Guia os cristãos a buscarem os dons que agradam ao Senhor;

Conduze os pregadores a propagarem o Evangelho;

Inspira a mensagem dos pregadores;

Direciona aos líderes a agirem conforme a vontade do Pai.

Portanto, o Espírito Santo conduz a Igreja de Cristo a realizar tudo conforme a vontade do Senhor.

III – A TRINDADE CONDUZ A HERANÇA ETERNA

O presente tópico define que ser coerdeiro é ser também participante dos sofrimentos com Cristo, daí Silva (Ano 15, Edição 49, p. 45) comenta:

No cotidiano as aflições estão associadas a enfermidades severas, tristezas avassaladoras, angústias, desapontamentos, perseguições e, dentre outras, tribulações.

O benéfico das aflições pode ser listado da seguinte maneira:

1- Nas aflições as pessoas se aproximam das outras. As tribulações unem as igrejas e as famílias, e até mesmo as comunidades e as nações assumem unidade de propósitos em meio à tribulação (CHAMPLIN, p. 259).

2- As aflições servem de disciplina. Outorgando informações que se transformam em valores espirituais.

3- As aflições torna o cristão mais dependente de Deus.

4- A aflição é garantia da magnitude da glória que se manifestará. Paulo, pois, pensava tanto sobre a grandeza como sobre a certeza da glória futura; e é o sofrimento que nos faz lembrar essas realidades (CHAMPLIN, p. 259).

Para corroborar com Rm 8.18, o apóstolo assim escreveu à Igreja em Coríntios: porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente (2 Co 4.17).

Logo, as aflições do presente são leves quando comparados com a glória que há de vir. Paulo chama os sofrimentos que passamos nesta vida de leve e momentânea tribulação, quando comparados ao peso eterno de glória mui excelente (2 Co 4.17). O plano de compensação divino é tal que aquele que suporta os sofrimentos receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna, Mateus 19.29 (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, p.384).

 

Referência:

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Romanos. Revista Manancial, Ano 15, Edição 49.

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