Deus é Fiel

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

A FÉ DE ABRÃO NAS PROMESSAS DE DEUS

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – A FÉ DE ABRÃO NAS PROMESSAS DE DEUS

Conforme a Verdade Prática da lição:

Quando Deus faz uma promessa incondicional, Ele a cumpre plenamente.

Da verdade prática compreende-se que:

Deus faz promessas;

Quando Deus faz uma promessa incondicional o Senhor a cumpre de forma plena.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Apresentar o retorno de Abrão do Egito para Canaã;

Enfatizar as consequências das nossas escolhas;

Mostrar os altares erguidos por Abrão a Deus.

Promessa é a palavra-chave da presente lição, no contexto Bíblico percebem-se dois tipos de promessas no que corresponde com a atitude humana. Promessa condicional requer ações de responsabilidade por parte do homem, sempre no que tange a obediência. E promessas incondicionais, sendo essas independentemente das ações humanas.

I – ABRÃO VOLTA DO EGITO PARA CANAÃ

O presente tópico se caracteriza por apresentar três pontos essenciais: a contenda, a separação e as escolhas.

A contenda ocorreu por parte dos servos de Abrão e os servos de Ló. A causa da contenda corresponde com as riquezas em que o patriarca e o seu sobrinho obtiveram, logo, muita era a fazenda de maneira que não podiam habitar juntos (Gn 13.6).

A separação de espaços entre Abrão e Ló não indica desunião. Era necessária a direção oposta para não causar maior problema entre os pastores de ambos. O patriarca sendo sábio deixou para Ló a decisão, a qual caminho trilhar. O sobrinho escolheu a campina do Jordão, ficando então Abrão, com a terra de Canaã.

O lugar escolhido por Abrão não era tão aprazível quando o que Ló escolheu. Mas teve a bênção de Deus. Por outro lado, a terra escolhida por Ló, em si, era uma terra de uma paisagem bonita, cheia de plantações atraentes e produtivas. Mas, no meio daquela pujança e da beleza natural, havia um povo reprovado por Deus. Isso mostra que, quando se faz uma escolha pela vista dos olhos humanos, sem a direção de Deus, os resultados a serem colhidos poderão ser os piores possíveis, principalmente em termos espirituais e morais (Renovato, 2026, p. 25).

Resultados são provenientes de escolhas. Quando o servo de Deus sabe fazer boas escolhas a tendência é que obtenha bons resultados. Já ao contrário quando o servo do Senhor faz escolhas apenas por visão materialista sem a direção divina é propenso a ter maus resultados.

II – AS CONSEQUÊNCIAS DAS ESCOLHAS

O tópico em apreço outorga as seguintes informações: Abrão foi abençoado por ser guiado segundo o propósito divino, enquanto que Ló sofreu por não escolher mediante o propósito divino.

Mediante a escolha de Abrão o Senhor proporcionaria ao patriarca frutos na colheita. A escolha não foi direcionada pela visão humana do presente, mas de fato foi mediada pela presença do Senhor. Com o apóstolo Pedro aprende que não se trata de lugares, mas a bênção está na presença do Senhor (Jo 6.68).

Enquanto que Ló escolheu uma terra visivelmente abençoada, mas era uma terra habitada por homens conduzidos por domínios carnais. No decorrer a terra foi invadida por quatro reis, sendo que o próprio Ló e família foram conduzidos cativos. Ló colheu mediante o que havia escolhido.

É fato que as escolhas de cada pessoa são opcionais. Porém, as consequências são inevitáveis e quase sempre imprevisíveis (Renovato, 2026, p. 25).

Para salvar o sobrinho, o patriarca reunião trezentos e dezoito servos, sendo esses homens de guerra e todos nascidos na casa de Abrão. O patriarca perseguiu os quatro reis e por intermédio de estratégia de guerra, dividiu o grupo em dois, atacando o inimigo à noite, saindo assim vencedor (Gn 14.13-16).

III – OS ALTARES ERGUIDOS POR ABRÃO

Abrão construiu quatro altares, sendo eles:

Primeiro altar, erguido em Siquém, lugar que tinha como significado ombro, que para Abrão o altar foi construído para expressar gratidão ao Senhor por todas as bênçãos e promessas recebidas.

Já o segundo altar foi construído em Betel, ou casa de Deus, local em que Abrão invocou o nome do Senhor.

Em terceiro, o altar erguido em Hebrom, cujo significado indica união, próprio para definir o sentimento de unidade entre Abrão e o seu sobrinho.

Por último, Abrão construiu o altar em Moriá, o local da entrega. Em Moriá, Abrão viveu sua maior prova. Deus provou sua fé ordenando que, naquele monte, oferecesse Isaque em sacrifício [...] Se Abraão é chamado de “o Pai da Fé” creio que Isaque pode ser chamado de “o Pai da Obediência” (Renovato, 2026, p. 28, 29).

Referência:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o mundo não era digno: o legado de Abraão, Isaque e Jacó Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

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