Deus é Fiel

Deus é Fiel

terça-feira, 22 de maio de 2012

Período do Dilúvio a Abraão.

Texto: E eu, eis que estabeleço o meu concerto convosco, e com a vossa semente depois de vós, e com toda alma vivente, que convoco está, de aves, de reses, e de todo animal da terra convosco; desde todos que saíram da arca, até todo animal da terra. E eu convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra. E disse Deus: Este é o sinal do concerto que ponho entre mim e vós e entre toda alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. O meu arco tenho posto na nuvem; este será por sinal do concerto entre mim e a terra. Gn 9. 9-13.
Conforme o estudo realizado sobre o período Antediluviano, aprendemos que as épocas da Bíblia dividem – se em três. A primeira época está dividida em dois períodos: Antediluviano e do Dilúvio a Abraão. O período do Dilúvio a Abraão abrange 427 anos. Os fatos deste período marcam uma nova etapa na vida organizacional do ser humano. O dilúvio passa a ser importante marcador para a vida humana em organização. Anterior ao dilúvio a vida era marcada por uma cultura, uma língua e passa para o pós-dilúvio com a confusão das línguas, e a fundação das nações, outorgando assim a pluralidade cultural.
Deus é apresentado neste período como Santo e principalmente com seu atributo de transcendência, pois Deus chama para se Abrão e por resultado deste chamado define por nação a Israel, que corresponde à continuação das épocas da Bíblia: época de Israel.
Portanto, a fundação das nações ocasionou o surgimento de um dos pecados de maior difusão no contexto histórico: a idolatria. O período anterior foi definido pelo surgimento do pecado, porém o período do Dilúvio a Abrão corresponde ao surgimento da idolatria, pecado contra a imagem e a pessoa de Deus.
I – Acontecimentos do Período do Dilúvio a Abrão
1-  O dilúvio. Inundação universal segundo os escritos das Escrituras Sagrada e atualmente ratificada por descobrimentos geológicos. O fenômeno ocorreu com o objetivo desfazer toda carne (Gn 6.17). Porem, Deus fez uma aliança com Noé, pois era um varão justo e reto em suas gerações (Gn 6.9) e neste pacto Noé deveria entrar na arca com seus familiares e os animais e a Deus caberia à manutenção da vida e a segurança dos mesmos.
A palavra arca no hebraico significa um objeto flutuante, aqui neste texto. A arca construída por Noé possui a capacidade de carga correspondente a 300 vagões ferroviários. E alguns calculam que a mesma poderia compor cerca de 7.000 tipos de animais. Já outros estudiosos acrescenta a capacidade da arca a dez mil espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios, calculando dois de todas as espécies dentro da arca, pois o espaço daria para 35.200 animais, aproximadamente.
O dilúvio foi o castigo divino universal sobre o mundo em que a sociedade era marcada por uma tríplice característica: maldade (Gn 6.5), corrupção (Gn 6.11) e violência (Gn 6.13).
O versículo 11 do capítulo 7 está escrito que as fontes do grande abismo foram rompidas, provavelmente ocorreu naquele instante: vulcões e terremotos na terra, ocasionado à evaporação e o firmamento que compunha a atmosfera foi naquele instante transformada no dilúvio.
A terra enxugou e Noé com seus familiares e os animais saiu da arca com um pouco mais de um ano (Gn 7.11, 8.13,14).
2-  A confusão das línguas. O povo era um, de mesma língua e com um único propósito edificar uma cidade e uma torre cujo cume tocasse nos céus (Gn 11. 4). Já eram decorridos 120 anos do dilúvio. A união não é algo ruim, mas aquela geração tinha como meta opor se a autoridade de Deus. Com propósitos opostos a vontade de Deus, assim sendo Deus confundiu a língua daquela geração para que um não entendesse a linguagem do outro.
O capítulo 10 de gênesis relaciona os descendentes de Noé conforme “sua famílias, segundo suas línguas, suas terras e suas políticas” (Gn 10.5, 20, 31).
a)  Segundo suas famílias; corresponde a questão etnológica, ou seja, a origem antropológica, racial. Assim sendo os três troncos da povoação da terra: Sem, Cam e Jafé.
b)  Segundo suas línguas; corresponde a questão glotológica, ou seja, a origem de cada povo estava inteiramente relacionada à suas origens e formação.
c)    Segundo suas terras; que corresponde a questão geográfica, ou seja, a posse de terras pelos povos pós-dilúvio.
d)  Segundo suas nações; que corresponde a questão política. Administração de um grupo por representação de uma pessoa com caráter governamental.
II – A identificação de Deus no período do Dilúvio a Abrão
1-  Deus é Santo. Assim como no período antediluviano Deus se manifestou como santo, isto é, sem pecado e totalmente oposto a ação do pecado. Ser santo é ser separado é ser consagrado. E é por ser santo que Deus trouxe juízo ao mundo.
2-  Deus é Justo.  Deus é reto e sem pecado na sua maneira de corresponder às necessidades da humanidade. Ao julgar a geração antediluviana do período do dilúvio isto indica a decisão de castigo para a humanidade do período baseada na ordem justa.
3-  Deus trino. No versículo 7 do capítulo 11 está escrito: desçamos e confundamos ali a sua língua. Aparece no plural o desçamos e confundamos. Duas ações descer e confundir ambas no plural. As ações do homem ou outorga lhe benefícios ou prejuízos. O descer de Deus poderá ser em benefício humano em possibilitar segurança, paz e prosperidade ou como no texto em analise outorgando danos sociais. Os termos; desçamos e confundamos assim como no período antediluviano corresponde a Trindade Divina, ou seja, um único Deus (Gn 6.4) em três pessoas: o Pai (Mt 28. 19, Jo 1.1) o Filho (Jo 1.1) e o Espírito Santo (At 5. 3,4).
III – O pecado de Idolatria
No período antediluviano o pecado se manifestou pela maldade, ou seja, por atos perversos e cruéis. Também por atos de corrupção e violência. Já no período pós-dilúvio além destes pecados a narrativa histórica expõe que a construção da torre de babel se formalizaria em culto idólatra.
No primeiro instante o orgulho e a autossuficiência revelaram que a geração do pós-dilúvio tinha esquecido a aliança que Deus havia feito com Noé.
 Mesmo com o dilúvio vindo sobre a terra os homens continuaram com os antigos hábitos que desagradava à pessoa de Deus.  Deus não muda, Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13.8). Portanto não deixemos que os pecados desta geração cause em nós separação da pessoa de Deus.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Período Antediluviano

 Texto: E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos e gerou um filho. E chamou o seu nome Noé, dizendo: este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o Senhor amaldiçoou. Gn 5. 29,30.
A bíblia é composta de sessenta e seis livros que estão divididos em dois Testamentos, e abrange os períodos da história da humanidade, da origem ao anúncio profético da consumação de todas as coisas. No contexto da escrita dos fatos registrados na Escritura Sagrada a cronologia Bíblica de forma didática estar dividida em três épocas: época Pré - Abraâmica (que compreende os períodos; Antediluviano e do Dilúvio a Abraão), época de Israel (abrange nove períodos, correspondendo aos acontecimentos; chamada de Abraão até o nascimento de Cristo) e a época do Cristianismo (época dividida em três períodos; vida terrena de Jesus, Igreja Primitiva e Igreja Gentílica).
O período Antediluviano corresponde aos fatos ocorridos na primeira época a Pré-Abraâmica. Época que durou cerca de 2.000 anos abrangendo os fatos da criação até a chamada de Abraão. O período Antediluviano vai de Adão ao Dilúvio e realça como personagens importantes a pessoa de Deus e o homem antes e pós a queda. Lembrando que o período Antediluviano durou 1656 anos e tudo que conhecemos deste momento histórico está registrado nos seis primeiros capítulos do livro de Gênesis.
I - Acontecimentos do Período Antediluviano
1-  A Criação. O termo utilizado em hebraico para criar é bará, que significa uma ação divina que produz resultado novo e imprevisível. E em seis dias tudo foi criado. Portanto, Deus é o criador de todas as coisas e o ato de criar é pertencente somente a pessoa dEle.
A criação pode ser analisada por duas óticas. A primeira conclusão a respeito da criação é a composição de reinos e reis. No primeiro dia da criação a luz foi criada reino governado pelo sol, lua e estrelas, astros que foram criados no quarto dia. No segundo dia foi criado o firmamento que é governado por pássaros e peixes, seres vivos que foram criados no quinto dia. Já no terceiro dia Deus criou a terra seca, reino governado por animais e principalmente pelos seres humanos, seres criados no sexto dia.
Entretanto, a segunda ótica corresponde à ordem da criação. A primeira fase trata – se do primeiro ao quarto dia em que Deus põe em ordem a criação. Já no quinto e sexto dia Deus dá vida à criação. E por fim, a última fase corresponde ao sétimo dia, dia em que Deus termina a criação e declara toda a obra da criação como boa.
2-     A queda do homem. O homem foi criado à imagem e a semelhança de Deus. Antes do pecado o homem gozava de privilégios como obter alimentos de todas as árvores (Gn 3.18), o trabalho não era penoso (Gn 3.19) e pela viração do dia conversava com Deus (Gn 3.8).
O pacto adâmico tinha como promessa a vida eterna, como condição a obediência e como pena a morte. A aliança de Deus era com Adão e não com Eva, por isso, os olhos de ambos foram abertos somente após a desobediência de Adão (Gn 3. 7).
Pelo pecado de Adão a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram (Rm 6.12). A desobediência de Adão permitiu que a morte reinasse até mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão (Rm 6.14).
No período Antediluviano as consequências do pecado são nítidas. Se no capítulo três de Gênesis a descrição Bíblica trata – se da origem do pecado o capítulo quatro trata - se das consequências do pecado. No capítulo quatro há o registro do primeiro homicídio, onde que Caim mata o seu irmão Abel, e há citação de Naamá (Gn 4. 22) que para alguns estudiosos o nome citado desta personagem corresponde a origem da prostituição, ou seja, Naamá foi a primeira prostituta no contexto histórico da humanidade.
II - A longevidade no período Antediluviano
1-     A vida eterna. Segundo o versículo 17 de Gênesis capítulo 2, Adão não poderia comer da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que dela comesse, certamente morreria. Logo, a promessa de Deus para Adão era de viver eternamente. Levando em conta uma vida sem fim, porém com o início que foi a criação. Pois, vida eterna corresponde a não ter início nem fim. A eternidade que Deus outorga ao homem (Jo 3.16) refere se a viver com Deus sem sofrer o dano da separação pelos anos futuros na vida vindoura.
2-     A possibilidade de viver 969 anos. Após a leitura: “e foram todos os dias de Metusalém novecentos e sessenta e nove anos; e morreu” (Gn 5. 27) surge da parte de muitos a seguinte pergunta: como isto é possível? No período antediluviano não há registro de chuvas, pois neste período os dias tinham a semelhança dos dias nublados de hoje, sem a forte influência do sol. O sol é fundamental para a vida na terra, porém a exposição extrema do mesmo causa nas pessoas o envelhecimento precoce.
 Portanto, os 969 anos de Metusalém está associado ao fator climático da época.
III - A identificação de Deus no período Antediluviano
1-  Os atributos de Deus. Os atributos de Deus corresponde as qualidades exclusivas dEle, como Deus.
a)  Deus é eterno; No principio criou Deus o céu e a terra (Gn 1.1), o termo principio indica uma qualidade de Deus, a eternidade. Ser eterno é não ter início nem fim. Nesta definição de eternidade só Deus é eterno.
b)  Deus é transcendente; atributo em que Deus é diferente e não depende da criação. Deus relaciona com a criação (Gn 3.8), porém isto não corresponde à dependência do Criador para com a criatura. Esta relação tem como objetivo proporcionar resultados benéficos para o homem.
c)  Deus é onipotente; Deus é Todo Poderoso e tem autoridade sobre todas as coisas (Gn 1.1).
d)  Deus é santo; por ser santo Deus é isento de pecado. O primeiro casal foi criado sem pecado, mas com a possibilidade de pecarem, assim como pecaram e distanciaram de Deus. Todavia, Deus é santo e por isso, reprova todo tipo de transgressão.
Período Antediluviano de Adão ao dilúvio. Com 1650 anos de duração, respaldado pelos seis primeiros capítulos de Gênesis. O homem neste período é apresentado antes e pós o pecado. O pecado é tudo aquilo que desagrada a Deus. Assim, Adão desagradou a Deus ao consumar o pecado. Porém, Eva é outra personagem importante neste período, pois a mesma foi conduzida pela serpente a desobedecer à ordem de Deus.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

16º CONUFEMICCP - Santa Maria da Vitória

A Igreja Cruzada Cristã Pentecostal em Santa Maria da Vitória (BA) realizou nos dias 27,28 e 29 de Abril o 16º Congresso da União Feminina.

O campo eclesiástico em Santa Maria da Vitória é liderado pelo pastor Nelsino Antônio de Oliveira. No entanto o 16º congresso da União Feminina contou com a liderança da diaconisa Zenaide e da auxiliar Rosevan Reis.

O culto de abertura contou com a participação de cantores locais e da região, exclusivamente das cidades de Cocos e Coribe. E a pregação da palavra pelo presbítero José Lima Simões, diretor executivo da CONVENCRUZ que também representou a pessoa do pastor Antônio Barbosa da Silva presidente da convenção. Nos dias seguintes a palavra foi ministrada pelo pastor Moisés Teodoro (SP). E contou com a participação da cantora Tângela Vieira e da dupla Osvaldo Dias e Amauri.

Os três dias de congresso foi impulsionado pelo tema “A mulher cristã e os desafios deste tempo”.

Estiveram presentes varias caravanas de igrejas evangélicas das cidades circunvizinhas, assim também dos campos eclesiásticos da Igreja Cruzada em Ceilândia, Bom Jesus da Lapa e Coribe. Sobre o congresso assim afirmou o pastor Amauri “Já estou com saudades... muito bom. Parabéns senhoras do estado da Bahia”.


terça-feira, 24 de abril de 2012

Relacionamento do cristão mediante a graça de Deus.

Texto: Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. Tt 3.11-14.
O termo graça faz referência ao favor imerecido outorgado por Deus ao ser humano. Por meio da graça Deus predestina, chama, justifica, glorifica (Rm 8.30) e capacita por meio da fé. O objetivo da graça se resume na ação de Deus salvar o homem do poder e da condenação do pecado.

1- Panorama Bíblico da Graça
No contexto bíblico de Gênesis a Apocalipse encontraremos sete dispensações. As dispensações integram o estudo das eras bíblicas, no contexto tempo. Da primeira a quinta dispensação o ser humano falhou e não conseguiu de maneira digna agradar a Deus. A primeira dispensação é da inocência, seguida pela da consciência, também pela a dispensação do governo humano, dos patriarcas e da lei. A sexta dispensação é a da graça que abrangem a primeira e a segunda vinda de Cristo. Que é e será de âmbito universal. Paulo escreve aos irmãos de efésios e declara que é prisioneiro de Jesus Cristo por trabalhar em prol do evangelho aos gentios e faz referência a dispensação da graça. E por fechamento das dispensações teremos a do milênio.
Biblicamente, a graça conforme a sua abrangência poderá ser comum, no que corresponde aos favores de Deus para toda a humanidade, com propósito manter a vida e os recursos básicos para a manutenção da vida do ser humano, e também encontraremos nos escritos sagrados a respeito da graça especial que é obtida mediante a fé na obra vicária de Cristo na cruz, pela qual, Deus nos salva e nos outorga o direito de filhos de adoção.
Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens (Tt 2.11), neste versículo três aspectos da graça são expostos. O primeiro aspecto é a graça de Deus, isto indica que a graça pertence a Deus que é Santo, Fiel e Justo. Segundo, a graça se há manifestado, que corresponde a manifestação de Jesus Cristo nosso Salvador o que era preparação na antiga aliança, torna se visível na nova aliança, pois o verbo se fez carne (Jo 1.14) a manifestação do verbo é a manifestação da graça outorgando paz (Jo 16. 33), vida em abundância (Jo 10.10) e principalmente o direito a vida eterna (Jo 17.3). E em terceiro, trazendo salvação a todos os homens o que tornou possível graça a manifestação do Senhor Jesus.
A graça se manifestou, “epifania”, termo grego utilizado para descrever a aparição do sol ao amanhecer. Isto é, epifania corresponde à aparição de alguém ou de alguma coisa que estava invisível. 
2- Meios da graça
Nos versículos seguintes o apóstolo Paulo trata se dos meios da graça. São recursos da graça especifica; os ensinos das Escrituras Sagradas, as ordenanças (batismo e santa ceia), o serviço cristão, a oração, a comunhão, o batismo no Espírito Santo, os dons espirituais (profecia, interpretação, variedades de línguas, cura, fé, operação de maravilhas, discernimento de espíritos, palavra de sabedoria e palavra da ciência) e por fim a esperança da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo no dia do arrebatamento da igreja.
Um dos meios da graça é o ensino, pois por ela, a manifestação da graça Deus, aprendemos a renunciar as concupiscências mundanas. A concupiscência é um desejo insaciável, que proporciona o surgimento de outros pecados como a cobiça. Segundo o evangelista João a concupiscência não é de Deus, mas do mundo e o mesmo distingue a concupiscência dos olhos, o desejo exagerado da visão que nos leva a analisar o que não devemos, por isso é dever de cada cristão não por coisa má diante dos olhos (Sl 101.3), e em segundo a concupiscência da carne o que é de fato um apetite desenfreado da carne (sarx) termo que no grego corresponde a tudo que é realizado pela nossa carne que desagrada a Deus (I Jo 2.16). Mas, segundo o que Paulo escreve a Tito a graça é um meio eficaz do ensino de Deus para nós mantermos uma vida de renúncia à impiedade e a vivermos de maneira justa e piamente. Pois, a impiedade trata-se de tudo que é contra e sem Deus. Já a colocação do apóstolo Paulo: vivermos de maneira justa e piedosa corresponde ao relacionamento com o próximo de maneira integra nos deveres do dia a dia. A salvação produz mudanças de situação e de atitude.  O velho homem com todos os costumes contrários a Deus morreu e tudo se fez novo (II Co 5.17).
A graça nos ensina a guardar com viva esperança a vinda da glória de Deus e ter como memorial a obra da salvação realizada por Cristo na cruz. Portanto, a graça nos proporcional a função de mordomos a de aguardarmos a bem aventurada esperança.
Por fim, a epifania da graça trouxe salvação a todos os homens, isto é, o propósito da graça. Lembrando que Jesus se deu a si mesmo por nós, para nos remir, aqui estar à operação da graça. Por último a graça outorga resultados e o resultado da graça é purificar para si um povo especial, zeloso de boas obras. A graça se manifestou no passado, produzindo resultados no presente, e nos proporciona a fixar os olhos para o futuro na epifania da glória de Deus.
Andreson Côrte, 24 de Abril de 2012. Culto de Doutrina.

sábado, 21 de abril de 2012

Vestibular Bíblico III


Com base nos versículos abaixo responda as questões 1,2 e 3.
“E _________ considerou essas palavras no seu ânimo e temeu muito diante de Aquis, rei de Gate. Pelo que se contrafez diante dos olhos deles, e fez – se como doido entre as suas mãos, e esgravatava nas portas do portal, e deixava correr saliva pela barba.”
1º Samuel 21. 12,13.
1-           Monarca israelita que preenche corretamente a lacuna
A= Saul                    
B= Davi                    
C= Salomão            
D= Nabucodonosor
2-           No período histórico dos versículos citados, o rei de Israel era:
A= Saul                    
B= Davi                    
C= Salomão            
D= Nabucodonosor
3-           O livro de 1º Samuel corresponde a:
A= Pentateuco        
B= Histórico             
C= Proféticos          
D= Poéticos
4-           Cristo é o centro e coração da Bíblia. O Antigo Testamento descreve uma Nação. O Novo Testamento descreve um Homem... Cristo é o centro e âmago da Bíblia...Em cada livro da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse, Cristo está presente direto e indiretamente, através de suas aparições diferentes e nomes diferentes.
Todo o Antigo Testamento fala de sua _____________, os evangelhos fala de sua _____________, o livro de Atos dos Apóstolos, fala de sua _____________, as Epístolas fala da ________________ de sua Mensagem, enquanto que o Apocalipse fala da _____________ de sua Obra.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
A= Preparação/Manifestação/Propagação/Explanação/Consumação.
B= Propagação/Manifestação/Preparação/Explanação/Consumação.
C= Consumação/Manifestação/Propagação/Explanação/Preparação.
D= Preparação/Explanação/Propagação/Manifestação/Consumação.
5-           Línguas na qual o Antigo Testamento foi originalmente escrito:
A= Grego e Aramaico                    
B= Aramaico e Latim
C= Hebraico e Grego                    
D= Hebraico e Aramaico
6-           O Novo Testamento foi originalmente escrito na língua:
A= Hebraica            
B= Aramaica           
C= Grega                 
D= Latina
7-           Língua herdada pelos judeus após o exílio babilônico.
A= Hebraica            
B= Aramaica           
C= Grega                 
D= Latina
8-           Livro que compõe “Os Cinco Rolos” da Bíblia Hebraica que é lido para relembrar a destruição de Jerusalém pelos Babilônicos:
A= Lamentações    
B= Rute                    
C= Eclesiastes        
D= Cantares
9-           Livro que compõe “Os Cinco Rolos” da Bíblia Hebraica que era lido na festa da Páscoa como alegoria, referindo – se ao êxodo e ilustrando o amor de um grande rei:
A= Lamentações    
B= Rute                    
C= Eclesiastes        
D= Cantares
10-        O último escritor do Antigo Testamento foi Malaquias, porém _________ na qualidade de Sacerdote e Escriba, foi o encarregado de completar e organizar o Cânon Sagrado.
A alternativa que corresponde à lacuna é:
A= Samuel              
B= Moisés                
C= Eli                       
D= Esdras
Para responder as questões 11,12,13 e 14, leia o parágrafo abaixo.
Portanto 66 livros Canônicos de nossas Bíblias foram escritos por cerca de 40 homens inspirados por Deus, sendo príncipes, legisladores, estadistas, profetas, chefe de Estado, general, reis, poetas, sacerdotes, pecuarista, funcionário público, médico, eruditos, teólogos, etc., num período de 16 séculos.
11-        Escritor de livros da Bíblia, considerado como o maior teólogo de todos os tempos:
A= Moisés                
B= Amós                  
C= Davi                    
D= Paulo
12-        Seus escritos faz uma explanação da mensagem pregada e ensinada por Jesus Cristo.
A= Moisés                
B= Amós                  
C= Davi                    
D= Paulo
13-        Exerceu seu ministério em Israel no século VII a.C., e foi contemporâneo de Jonas e Oséias. Era boieiro e cultivador de sicômoros.
A= Moisés                
B= Amós                  
C= Davi                    
D= Paulo
14-        Autor do salmo de número 90 que se trata de uma oração.
A= Moisés                
B= Amós                  
C= Davi                    
D= Paulo
15-        Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecendo, venha a furtar e lance mão do nome de Deus.
Provérbios 30. 7-9.
O provérbio cita pertence a:
A= Davi                    
B= Salomão            
C= Agur                   
D= Samuel
16-        Filho de Jacó que ao ser abençoado ouviu as seguintes palavras: “é lobo que despedaça; pela manhã, comerá a presa e, à tarde, repartirá o despojo.”
A= Judá                   
B= José                    
C= Benjamim          
D= Rúben
17-        Teologia exegética procura descobrir o verdadeiro significado das Escrituras, mostrando a arte de interpretar as línguas originais, portanto a teologia exegética estar associada ao estudo da hermenêutica assim como a teologia sistemática associa se a:
A= História do cristianismo                        
B= Fundamentos do calvinismo
C= Bibliologia                                             
D= Introdução ao Novo Testamento
18-        Teologia que estuda as verdades fundamentais da fé como se apresenta nos credos da Igreja, como por exemplo, a Teologia calvinista, luterana e outras mais.
A= Teologia Histórica                               
B= Teologia Dogmática
C= Teologia Sistemática                          
D= Teologia Bíblica
19-        Nesta epístola o apóstolo Paulo exorta aos cristãos para que abandonem suas supertições e que Cristo seja o centro de sua vida:
A= Atos                    
B= Romanos                       
C= Colossenses                
D= Judas
20-        Reis citados na Bíblia que tiveram insônia:
A= Assuero, Nabucodonosor e Dario.
B= Saul, Davi e Salomão.
C= Eli, Esdras e Mardoqueu.
D= Abraão, Jacó e José.
 Gabarito
1.    B
2.    A
3.    B
4.    A
5.    D
6.    C
7.    B
8.    A
9.    D
10. D
11. D
12. D
13. B
14. A
15. C
16. C
17. C
18. B
19. C
20. A

sábado, 14 de abril de 2012

O estabelecimento de presbíteros

Texto: Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei. Tt 1.5.
Conforme os quatros primeiros versículos desta epístola o apóstolo Paulo ao se apresentar com as credenciais de apóstolo e servo destina a carta a Tito. A carta é pastoral. Tito foi enviado a Creta com a missão básica de por em boa ordem as coisas. E para tal missão ser eficaz seria necessário o estabelecimento de lideres nas congregações.

Creta era uma ilha do Mediterrâneo localizada a 96 Km ao sul da Grécia. Situava-se em um ponto de cruzamento entre a Ásia, a África e a Europa. Na ilha de Creta a devassidão moral e a disseminação de heresias era normalidade. Para que o liberalismo religioso não comprometesse a fé cristã era necessário a conclusão daquilo que restava e de fato faltava liderança, faltava mestres autênticos, pois os mestres da região eram falsos e também a ausência de conduta moral por parte da igreja.

Os problemas que Tito deveria resolver se comparam com a realidade da igreja do século XXI, pois entre os profissionais de menos credibilidade para a população hodierna estão: policiais, padres e pastores. É triste que o pastor como profissional não seja reconhecido com credibilidade. Mas, isto só é uma realidade pela representação que a igreja passou a ter nestes últimos anos. Homens amantes de si mesmos, não preocupados com a obra de Deus, os interes destes são próprios e materiais.

A credibilidade é aquilo que é acreditável e que se pode crer e para a sociedade avaliar e reprovar as lideranças atuais tornou se fácil. Como exemplo no mês passado dois líderes utilizaram a mídia para se atacarem. Tal disputa não aprova as ações de ambos, mas condena e prejudica o ministério de líderes diferentes destes que de fato possuem compromisso com Deus.

1- A falta de Líderes

A missão de Tito era estabelecer presbíteros de cidade em cidade. Em toda ilha a carência de líderes era grande e os líderes em ativa não correspondiam à conduta cristã. A conduta cristã deverá ser espiritual (procura apresenta se a Deus aprovado), disciplinar (como obreiro que não tem de que se envergonhar) e pedagógica (que ministre bem a palavra da verdade).

Conforme a necessidade da igreja o ministério da diaconia é exercido com os cuidados da mesa e os cuidados da palavra. Os presbíteros deveriam cuidar da administração da palavra, pois a organização da igreja só é possível com a palavra. Sem palavra sem crescimento. Com a palavra há crescimento. Sem ensino da palavra puro movimento. Com a palavra o autêntico avivamento.

Porém, a necessidade de líderes está diretamente relacionada à falta de dedicação dos atuais em formar discípulos e também no descuido dos liderados para com aqueles que possuem compromisso com a obra de Deus. Para a igreja em Tessalônica, Paulo assim escreveu: “que reconheçais os que trabalham entre vós, e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós” I Ts 5. 12,13.

Igreja que cuida do seu pastor e envolve se com a obra missionária sempre será uma igreja próspera.

Por fim, a seara é realmente grande, mas poucos são os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara (Mt 9.37,38).

2- Presbítero irrepreensível



A palavra presbítero, no grego quer dizer o mais idoso. O presbítero é indicado no Novo Testamento como pastor, como educador cristão e ainda como administrador dos bens materiais da congregação.

O ministério do presbítero abrangia os cuidados para com os pobres (At 11.30), pastorear a igreja do Senhor (At 20.28) defendendo a igreja de ataques internos e externos, orientar a igreja no que correspondem as questões doutrinárias e éticas.
Tito deveria analisar com cautela os presbíteros selecionados que deveriam somar com outras virtudes a irrepreensibilidade.

Em primeiro, o presbítero deveria ser irrepreensível em sua família. Ser marido de uma mulher, frase que corresponde a uma vida sem a prática da poligamia e também a fidelidade para com o seu cônjuge. Além do compromisso com a esposa os filhos deveriam ser fiéis e não poderiam ser acusados de dissolução (asoto), termo grego que corresponde à extravagância, mesmo termo utilizado por Lucas na parábola do filho pródigo, o homem dissoluto destrói sua riqueza e como consequência maior arruína-se a si mesmo. Aos filhos do presbítero a obediência deverá ser uma virtude presente no dia a dia.

Em segundo, o presbítero deveria ser irrepreensível como despenseiro da casa do Senhor. Sendo assim, o mesmo deveria ser conhecido pelo que não praticava, como exemplo: não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiço de torpe ganância. E deveria ser conhecido pelo que praticava, como exemplo: hospitaleiro, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante e exímio expositor da palavra de Deus.

Nos versículos dez ao dezesseis, o apóstolo Paulo relaciona as características de líderes reprovados. A palavra grega adokimos, descreve uma moeda falsificada e era utilizada para descrever um soldado covarde. Os falsos mestres eram mentirosos (v.11), preguiçosos (v.11), desviados da verdade (v. 14) e são desobedientes (v. 16).
Portanto, o líder cristão deverá exercer o seu ministério sem preocupar em agradar a homens. A pessoa Deus seja toda honra e glória. Deus chama, capacita e envia os seus servos para que o seu Reino seja conhecido por todos.




quinta-feira, 29 de março de 2012

Prosperando em tudo quanto fizer

Texto: Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará. Sl 1.1-3.

A prosperidade é bíblica. É um dos assuntos que mais é explanado pelos escritores da Escritura Sagrada. Porém, com tantos textos a respeito deste tema muitas são as heresias provindas de correntes contrárias a verdadeira exegese da palavra de Deus. Portanto, todo cristão deverá conhecer os fundamentos bíblicos para se defender dos erros teológicos. Dois são os erros básicos, quando o assunto é prosperidade. Primeiro erro está relacionado ao extremo da teologia da prosperidade, que induz o cristão a viver uma vida de total riqueza e saúde, sem vivenciar os princípios fundamentais da vida cristã moldada pela palavra do Senhor. O segundo erro está relacionado à teologia da miséria, ensino que associa a pobreza a elevado grau de espiritualidade, fato que o cristianismo vivenciou no período da idade média. São erros que muitos cristãos estão associados por falta de conhecimento e para não sermos mais um seguidor de tais heresias é necessário entender sobre a verdadeira prosperidade, os meios para alcançar a prosperidade e os propósitos da prosperidade financeira para o povo de Deus.

1- A verdadeira prosperidade

O indivíduo próspero é equilibrado, está de prontidão às necessidades de seu próximo e se envolve na proclamação do Reino de Deus. Pois, a prosperidade é promessa de Deus (Ml 3.10, Sl 1.3), não se trata de possuir o mundo inteiro, mas sim, de manter um equilíbrio entre a abundância e a escassez.

Já uma igreja verdadeiramente próspera é equilibrada, está de prontidão às necessidades de seus membros e está voltada e totalmente entregue a proclamação do evangelho transformador de Cristo Jesus.

A prosperidade é resultado de uma vida conforme o querer de Deus, como escreveu o salmista, bem- aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará. Pois, o não andar, nem o deter no caminho e assentar no meio dos contrários a fé torna o servo de Deus bem-aventurado. Porém, outros elementos são importantes e dentre eles está o meditar na palavra do Senhor de dia e de noite.

2- Meios para a verdadeira prosperidade

Sendo a prosperidade fruto da obediência torna se necessário entendermos a doutrina bíblica da mordomia cristã no que corresponde ao dízimo e a oferta. O dízimo foi instituído por Deus para que haja mantimento. Porém o dízimo não foi instituído no período da lei, mas sim anterior a dispensação da lei e o próprio Jesus ratificou a observância do dízimo (Mt 23.23). No texto áureo do tema dízimo haverá um mandamento, trazei todos os dízimos, haverá um desafio, fazei prova de mim e também haverá uma promessa se não abrir as janelas do céu (Ml 3.10). Além dos dízimos os ensinos bíblicos sobre mordomia cristã enfatizam também as ofertas. Sobre ofertas existem alguns princípios importantes, analisaremos quatro: o princípio da motivação, o que de fato nos leva a contribuir (II Co 9.7); o princípio da distribuição, ou seja, o que temos possuímos para distribuir; o princípio da proporção, colheremos pela proporção que plantarmos (II Co 9.6) e em quarto o princípio da provisão, Deus é fiel e proverá o necessário para as nossas vidas. Sendo obediente nos dízimos e nas ofertas colheremos de Deus o melhor para as nossas vidas em todas as áreas sejam elas; física, emocional, profissional, ministerial e principalmente espiritual.

Se o primeiro meio para alcançar a prosperidade é ser fiel o segundo é ser dedicado ao labor diário, ou seja, é trabalhar. Ninguém alcançará a verdadeira prosperidade sem trabalho, lembrando que o trabalho dignifica o ser humano.

Em terceiro, a prosperidade está relacionada aos cuidados com a obra missionária. Quando o servo de Deus se entrega a obra missionária colherá todos os frutos provindos da dedicação e entrega a proclamação do Reino de Deus.

Em quarto os cuidados com nossos líderes, Paulo assim escreveu aos tessalonicenses: e rogamos-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoesta; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós (II Ts 5. 12,13).

3- Propósitos da prosperidade

O objetivo de Deus prosperar a igreja e a cada um individualmente está associado à manutenção própria de cada pessoa e também o compromisso da igreja como organização, em segundo para que a obra evangelizadora seja exercida, cada cristão deverá ser um verdadeiro evangelista, e esta atividade é desenvolvida pela contribuição, pela oração e pela entrega ao serviço de evangelização, e por fim, Deus nos prospera para que auxiliemos os necessitados.

O apóstolo Paulo assim escreveu a Timóteo: porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se transpassaram a si mesmos com muitas dores (I Tm 6.10). O texto é claro ao expor que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, pois por causa dele pessoas se casam e se divorciam, outros por causa dele mentem e matam. Por isso, Agur assim escreveu: Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e lance mão do nome de Deus (Pv 30. 7-9). Portanto, o dinheiro é excelente servo e péssimo patrão.
Por Andreson Côrte, estudo bíblico ministrado na Igreja Cruzada Cristã Pentecostal, congregação no Projeto Formoso, pastoreada pelo Presbítero Edmilson Antônio.