Deus é Fiel

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quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Subsídio para aula da EBD – NAUM: ATÉ ONDE VAI PACIÊNCIA DE DEUS

 NAUM: ATÉ ONDE VAI PACIÊNCIA DE DEUS

A presente lição tem como Síntese:

A misericórdia de Deus nos oferece novas oportunidades, porém, há um momento em que a paciência de Deus cede lugar a sua justiça, pois o culpado jamais será tratado como inocente na hora do juízo.

E apresenta os seguintes objetivos específicos:

Apresentar o livro e a mensagem de Naum;

Refletir sobre a natureza de Deus, seu amor, sua longanimidade, sua justiça e sua ira;

Explicar o porquê de um juízo divino tão rigoroso sobre a Assíria.

É necessário compreender que Naum é um profeta de um único tema: o juízo divino contra a Assíria. Ele prognosticou a derrocada do opressor assírio e a resultante libertação do oprimido Judá. Assim como Jonas, Naum endereçou sua mensagem aos assírios, mas enquanto Jonas apresentou (contrariamente à sua vontade) a suspensão do juízo para aquele povo, Naum previu a sua destruição (TROTA, 2021, p. 95).

I – NAUM

O profeta Naum se apresenta como elcosita, cidade assíria, situada a 38 quilômetros de Nínive. Porém, Cafarnaum é apresentada como cidade de nascimento do profeta. Na obra de Naum Deus é apresentado em sua teofania que vem em uma ventania muito forte e o seu grito faz com que toda a natureza trema de medo (Na 1.2-8).

O juízo sobre Nínive era certo. Nínive foi fundada por Ninrode, homem que se tornou conhecido e respeitado em sua época. Há relatos históricos que Ninrode foi o primeiro homem a domar cavalos. Após a morte de Ninrode iniciou-se na terra o pecado da idolatria, pois com a morte do mesmo a geração daquele período passou a venerá-lo, e com resultado negativo a região entre rios, Mesopotâmia, passou a ser conhecida como região pagã.

Porém, os assírios tornam-se conhecidos pela extrema crueldade em que tratava os povos vencidos. Mas, agora era o fim.

No que tange os capítulos do livro assim disserta Trota:

Os três capítulos do livro podem ser vistos como um único poema. O primeiro reflete sobre a natureza de Deus, o segundo descreve a queda de Nínive e, por último, o terceiro capítulo apresenta os motivos que levaram Nínive à destruição. O tom do livro é severo. A mensagem constitui um peso, ou seja, é uma sentença judicial austera da parte de Deus (Na 1.2). (TROTA, 2021, p. 98).

Em suma, o livro tem como tema central a queda de Nínive. O termo usado no versículo 1º do capítulo 1 indica peso como carga, sentença, ou seja, o livro tem como tema a queda de Nínive. O livro de Naum reforça a mensagem do Novo Testamento: Deus não permitirá que o pecador permaneça impune (Na 1.3).

II – A NATUREZA DE DEUS

O Senhor é um Deus zeloso e que toma vingança (v.2a). Vingança refere à colheita, ou seja, tomar vingança por ter feito algo errado que não agradara a Deus. Os ninivitas tinham plantado e agora iriam colher conforme o plantio. Deus vingará daqueles que se opuserem à sua palavra e ao seu reino. Deus usa de longanimidade para com os seres humanos, porém, Deus espera o arrependimento do pecador, caso isto não aconteça virá à justiça divina.

[...] A benevolência divina não deixa Deus vulnerável ou fragilizado na hora de executar os seus juízos; pelo contrário, quando necessário, Ele persegue os seus inimigos com trevas (Na 1.8). O juízo sobre Nínive é comparado à metáfora da inundação transbordante que a tudo destrói (Na 1.8). É provável que o profeta esteja fazendo menção ao exército invasor que atacaria Nínive, tal como um dilúvio inundante penetraria em todos os espaços provocando destruição (TROTA, 2021, p. 100).

Deus não destruiu os ninivitas porque lhe faltou o poder ou por não ter poder, mas porque Deus foi bondoso e tardio para ira-se, porém o juízo estava próximo.

III – OS PECADOS DA ASSÍRIA: ATÉ ONDE VAI A PACIÊNCIA DE DEUS

A ganância a injustiça em Nínive era prescrita socialmente por dois vícios: mentira e roubo. Entretanto, o mal praticado na comunidade Assíria era materializado por meio da força e por meio da persuasão. Da ganância atos injustos eram praticados. Por meio da força a maldade era propagada na comunidade. Pois, os assírios eram:

[...] mestres do terror. Essa reputação foi conquistada por todas as crueldades cometidas ao longo dos anos: decepar as mãos, os pés, orelhas e narizes, esfolhar os cativos vivos, etc. também era uma cidade cheia de mentiras e roubos. Os acordos e tréguas com nações próximas eram quebradas, e as suas palavras, descumpridas (TROTA, 2021. p. 103).

E sobre o fim do império da Assíria é fundamental compreender que:

[...] mesmo quando Deus usa uma nação pra cumprir Seus propósitos voltados para o juízo, isso não a isenta de sua culpa diante do Senhor. Era a vez de Nínive sentir a ira de Deus. O último grande imperador da Assíria foi Osnapar [mais conhecido como Assurbanípal] (669-627 a.C). Após sua morte, a nação não subsistiu por muito tempo, pois o Senhor estava contra ela (Na 2.13-3.3) (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 1364).

REFERÊNCIA:

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

TROTA, Israel Thiago. Vigilância, justiça e o culto a Deus: Um chamado para a Igreja nos Escritos dos Profetas Menores. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

EBD - Subsídio da Lição: NAAMÃ É CURADO DA LEPRA

EBD - Subsídio da Lição: NAAMÃ É CURADO DA LEPRA

A verdade prática apresenta a seguinte descrição:

Deus não opera milagres necessariamente segundo nossas expectativas. Ele faz da forma e no momento que lhe apraz.

A presente lição, além do profeta Eliseu, apresenta outros três personagens importantes para compreender o contexto histórico e a narrativa do milagre descrito em 2 Reis 5, que são: a menina cativa, Naamã e Geazi.

Sendo que a lição tem como objetivo geral: Revelar que Deus deseja curar e salvar a todos. E como objetivos específicos: Relatar a busca de Naamã por sua cura; Salientar o orgulho e a falta de fé de Naamã; e, Identificar a ambição de Geazi.

I – NAAMÃ, O CHEFE DO EXÉRCITO SÍRIO

Naamã é apresentado em 2 Reis 5.1 com um título (chefe do exército do rei da Síria), com reconhecimento do rei (grande homem diante do seu senhor), com virtude social (homem valoroso), porém, com um grave problema físico (leproso).

Esse general arameu, Naamã, é uma figura marcante entre os inúmeros relatos bíblicos. Este versículo é cheio de expressões que descrevem sua personalidade, sua honra e sua habilidade. Surpreendentemente, lê-se que suas vitórias militares foram garantidas pelo Senhor. A palavra hebraica traduzida como leproso designa qualquer doença séria de pele (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 602).

Neste relato bíblico há uma personagem importante que pouco é notável, uma menina, que foi presa em uma da investidas militares do reino Sírio sobre Israel. Menina levada cativa, sem nome que a identifique no relato sagrado, porém, torna-se um exemplo em ser notável por sua fé e convicções em Deus, e a credibilidade desta ao ministério profético de Eliseu.

Deus usou o testemunho de uma jovem serva judia para levar o general do maior inimigo militar de Israel a ter fé na Sua Palavra.

Apesar de Eliseu ter viajado com frequência e, às vezes, ter habitado no monte Carmelo (2 Rs 4.25), ele aparentemente manteve uma residência na cidade de Samaria (2 Rs 5.9,24;2.25;6.9-7.20). (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 602).

O presente tópico oferece aos cristãos da atualidade a seguinte lição prática: O status social não limita ou possibilita a ação do cristão testemunhar a respeito da pessoa de Deus. Pois, sendo a menina serva, fato que não há impossibilitou de testemunhar.

II – O MERGULHO NO RIO JORDÃO

Eliseu não foi cativado pelo o grande luxo apresentado por Naamã, mas de fato foi conduzido a testemunhar que em Israel o Deus de Abraão é o único Deus. Assim como instruir a Naamã que a humildade é o passo inicial para o milagre. Milagre não se compra, milagre não se negocia. Naamã tentou pagar por um milagre, porém Deus usou o profeta para mostrar que milagre se conquista pela humildade e se concretiza pela vontade suprema do Senhor.

O milagre não foi o mergulhar nas águas do Jordão, o milagre foi uma operação divina sobre a vida de Naamã tendo Eliseu como o instrumento necessário e certo para o momento.

Eliseu mandou o comandante exercitar a sua obediência e fé mergulhando no rio Jordão, o que certamente foi humilhante para Naamã, porém necessário, pois, além da cura física, ele também precisava da cura do seu orgulho e da idolatria, e todas essas bênçãos foram alcançadas na sua vida (POMMERENING, 2021, p. 97).

Por fim, o presente tópico oferece aos cristãos da atualidade a seguinte lição prática: O milagre não está em um objeto específico (amuleto da fé), mas no ato humilde e obediente.

III – GEAZI É ACOMETIDO DA LEPRA

O profeta Eliseu rejeitou os presentes exuberantes que Naamã queria outorgar-lhe, pois o homem honesto consigo e com Deus não se deixa vender. O profeta perderia os presentes, mas não perderia a presença de Deus na sua vida, pois essa presença era a garantia de que o seu ministério era abençoado e frutífero (POMMERENING, 2021, p. 100).

Por outro lado, Geazi conduzido pela ganância mentiu e como fruto deste ato pecaminoso foi acometido de lepra, pois:

[...] Geazi dispensou os homens antes de chegar a um lugar onde os presentes obtidos pela ganância poderiam ser observados pelas pessoas que sabiam acerca de Naamã e Eliseu.

Como Geazi já havia mentido para Naamã (v.22), certamente mentiria para Eliseu.

Não foi contigo o meu coração...? O uso do termo coração sugere não somente o conhecimento, mas também o forte sentimento que Eliseu tinha por Geazi (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 603).

Por fim, o presente tópico oferece aos cristãos da atualidade a seguinte lição prática: O milagre não se compra. E há consequência para com as pessoas que praticarem os pecados de ganância e de mentira.

Referência:

POMMERENING, Claiton. O plano de Deus para Israel em meio à infidelidade da nação. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Subsídio para aula da EBD – MIQUEIAS: DEUS QUER OBEDIÊNCIA DE CORAÇÃO

 MIQUEIAS: DEUS QUER OBEDIÊNCIA DE CORAÇÃO

A presente lição tem como Síntese:

Miqueias nos confronta em relação ao tipo de cristianismo que estamos vivendo. O que Deus deseja realmente de nós é a obediência, a justiça e a humanidade.

E apresenta os seguintes objetivos específicos:

Explicar o contexto histórico em volta da mensagem de Miqueias;

Conscientizar sobre os perigos do formalismo religioso;

E, Definir as evidências de um cristianismo autêntico.

É necessário compreender que Em livro é considerado o evangelho da justiça social. Miqueias foi um homem corajoso que não teve receio de condenar o pecado. Proveniente da zona rural, era oriundo de uma família camponesa e humilde (TROTA, 2021, p. 77).

I – MIQUEIAS

Miqueias exerceu seu ministério profético contra as injustiças de Jerusalém e criticou a opressão e a riqueza opulenta.

Nos dias do profeta Miqueias a incredulidade era gritante e a nação não outorgava crédito a verdadeira profecia. Pois, era uma geração que valorizava os falsos profetas outorgando a estes, livre acesso, enquanto os profetas vocacionados por Deus eram rejeitados.

No primeiro versículo do livro o profeta Miqueias notifica sua naturalidade, seu tempo e a abrangência do seu ministério.

Naturalidade: “morastita” natural de Moresete, povoado situado a uns 40 Km a sudoeste de Jerusalém, também conhecido como Moresete-Gate (v.14).

Tempo: Miqueias cita os seguintes reis; Jotão, Acaz e Ezequias. Logo, o profeta Miqueias é mais um dos profetas do período pré-exílico.

Destino da mensagem: tanto ao Reino do Norte como ao Reino do Sul.

O principal assunto do livro é a ira divina em relação aos pecados dos descendentes de Abraão. Sendo que a principal profecia de Miqueias é basicamente a que trata do nascimento do Messias “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).

II – DENÚNCIAS E EXORTAÇÕES

Obediência é acatar ordens de autoridade religiosa, civil ou familiar. A obediência é precedida pela compreensão e pelo amoroso acatamento da mensagem divina. Portanto, o termo “ouvi” nas seguintes referencias do livro de Miqueias 1.2;3.1,9;6.1,2,9 correspondem à obediência.

Pela desobediência as nações têm sofrido inúmeras catástrofes naturais o que torna compreensivo o gemido da natureza citado pelo apóstolo Paulo (Rm 8.22).

III – JUÍZOS E PROMESSAS

Os 613 preceitos encontrados no Antigo Testamento se resume nas três praticas definidas em Miqueias 6.8: praticar justiça, amar a beneficência e andar humildemente com Deus.

Os dois primeiros correspondem ao compromisso do individuo com o próximo, já o terceiro relata do compromisso do individuo com Deus.

REFERÊNCIA:

TROTA, Israel Thiago. Vigilância, justiça e o culto a Deus: Um chamado para a Igreja nos Escritos dos Profetas Menores. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

EBD - Subsídio da Lição: O MINISTÉRIO DE ELISEU

 O MINISTÉRIO DE ELISEU

A verdade prática apresenta a seguinte descrição:

Deus usou, e ainda usa, seus servos para realizar milagres. Basta ter fé e confiança no Senhor, que Ele opera maravilhas.

O ministério profético de Eliseu é definido sistematicamente por três virtudes: fé, obediência e unção. Tais virtudes podem explicar os seguintes pontos fundamentais da vida de Eliseu citados em 2 Reis, que são:

(1) Pede uma porção dobrada de graça, (2.9).

(2) Divide o Jordão, (2.14).

(3) Sara as águas, (2.19-22).

(4) Amaldiçoa os rapazes que zombaram dele, (2.23-24).

(5) Consegue água para um exército, (3.15-20).

(6) Aumenta o azeite da viúva, (4.1-7).

(7) Ressuscita a um menino, (4.18-37).

(8) Purifica o alimento nocivo, (4.38-41).

(9) Alimenta a multidão, (4.42-44).

(10) Sara a Naamã, o leproso, (5.5-15).

(11) Faz que Gezi fique leproso, (5.20-27).

(12) Faz flutuar o ferro de um machado, (6.1-7).

(13) Revela os planos do rei da Síria, cap. 6.

(14) Provoca cegueira nos sírios, (6.18-20).

(15) Profetiza abundância para uma cidade açoitada pela fome, (7.1-18).

(16) Garante à mulher sunamita a restauração da sua terra, (8.3-6).

(17) Profetiza a exaltação de Hazael, (8.7-15).

(18) Ordena a unção de Jeú como rei, (9.1-6).

(19) Conserva o poder profético até em seu leito de morte, (13.14-19).

(20) O poder divino se manifesta em seu túmulo, mesmo após a sua morte, (13.20-21).

Portanto, o segredo de seu poder seu desejo de receber porção dobrada de graça o capacitou a viver numa atitude de contínua vitória. Porém, o que mais chama atenção na vida de Eliseu é o inicio do seu ministério. A primeira obra desenvolvida por Eliseu foi lavar as mãos do profeta Elias (2 Rs 3.11), ou seja, os filhos que muito serve, muito será usado por Deus.

Portanto, a presente lição tem como objetivo geral: Destacar alguns dos milagres de Eliseu como confirmação de seu ministério profético. E como objetivos específicos: Evidenciar que o Senhor zela por seu povo; Demonstrar a fé e a confiança da viúva de Sarepta; e, Sinalizar o ato de fé de Eliseu.

I – ELISEU SALVA TRÊS REIS E SEUS EXÉRCITOS

Os três reis em análise sintetizam a realidade proveniente da prática dos líderes do cenário político da época. Lideranças que eram apresentadas por serem bons ou maus. Porém, a descrição destes líderes se associava com a interatividade deles para com Deus. O ser mau não correspondia basicamente a uma má administração pública, mas tratava-se de como o monarca se interagia com Deus.

Sobre o milagre das águas em abundância comenta Radmacher; Allen e House:

A rota era muito difícil, o que se verifica pela afirmação não tinham água. Em uma campanha militar como essa, tanto os homens como os animais precisariam de mais águas do que podiam carregar consigo.

[...]

Assim como em muitos milagres do Antigo Testamento, as palavras do profeta instruem o homem sobre como ele deve agir (2 Rs 4.3,4,41;6.6), para que a fé humana e a provisão caminhem juntas (2013, p. 599).

II – ELISEU AUMENTA O AZEITE DA VIÚVA

O milagre da multiplicação do azeite da viúva foi motivado por duas questões: a necessidade da mulher e a ação misericordiosa de Deus. O relato bíblico de 2 Reis capítulo 4, descreve a história de uma viúva que teria o perdão de uma dívida do falecido marido, com a retirada de seus dois filhos, para tonarem servos do credor. Porém, o texto mostra que onde há necessidades, haverá possibilidades de milagres pela misericórdia do Senhor.

O profeta Eliseu em diálogo com a viúva inicia-se com uma pergunta: declara-me. Este termo expõe o conhecimento de causa por parte da viúva. Ninguém melhor do que ela para descrever o que possuía ou o que se passava em sua casa. A mulher tinha perdido o marido que era dos filhos dos profetas e servo de Eliseu e tinha como padrão de vida o temor ao Senhor. E agora estava preste a perder os seus filhos.

Na indagação do profeta aprende a seguinte lição: as soluções do problema estão mais próximas do que imaginamos. A resolução de qualquer problema estar relacionado com a ação do indivíduo, pois se o mesmo desiste de lutar como vencerá? Por outra ótica nota-se que a viúva desconhecia a solução e nem imaginava que a vitória estaria na sua própria casa.

No histórico de 2º Reis capítulo 4, encontra-se a perfeita definição para visão. Saiba a quem procurar quando não souber aonde ir. A viúva foi ao encontro do profeta e este ato foi definitivo para a sua vitória.

III – A MORTE QUE HAVIA NA PANELA

A frase-chave para a compreensão do presente tópico é “ESCOLA DE PROFETAS”. Frase que indica a um lugar, em que funciona uma instituição voltada para com o ensino. A Escola de Profetas era uma instituição do Antigo Testamento que tinha como objetivo primordial a transmissão de valores morais e espirituais aos discentes.

A Escola de Profetas não ensinava aos discentes a profetizar, pois a profecia é de origem divina, ou seja, é mensagem provinda de Deus para alguém, com isto percebe se que a Escola de Profetas transmitia os valores culturais e espirituais de Israel, tendo em vista a passagem cronológica da nação israelita que de fato teve sua origem com a escolha do patriarca Abraão, foi formada no Egito e estabelecida como nação forte no auge dos governos de Davi e Salomão. Portanto, a escola de profetas era uma instituição preocupada com os valores espirituais de Israel.

A Escola de Profetas era uma organização e para isto necessitava de espaço físico para atender a demanda necessária de seus alunos. E por outra ótica a Escola era um organismo vivo, isto é, tinha uma relação direta para com Deus.

Como organismo a Escola de Profetas venceu reinos e anos. O surgimento da referida Escola se deu nos dias ministeriais de Samuel, homem íntegro e temente a Deus que preocupava com a educação dos filhos da nação israelita, porém a Escola como organismo cresceu, frutificou e se fortaleceu, tal fortalecimento se concretizou nos dias dos profetas Elias e Eliseu.

Referência

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico AntigoTestamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Subsídio para aula da EBD – JONAS: DEUS AMA QUEM VOCÊ DETESTA

JONAS: DEUS AMA QUEM VOCÊ DETESTA

A presente lição tem como Síntese:

Deus ama os pecadores mais desprezíveis, e está pronto a perdoá-los desde que eles se arrependam de seus pecados.

E apresenta os seguintes objetivos específicos:

Defender a historicidade do livro de Jonas;

Esclarecer os motivos que levaram o profeta a desobedecer à ordem de Deus;

E, Mostrar como às vezes temos dificuldade de compreender o amor de Deus, principalmente quando este amor alcança àqueles a quem nós reprovamos.

É necessário compreender que O livro de Jonas tem uma mensagem singular em relação aos demais profetas. Enquanto Joel, Amós e Obadias apresentam mensagens de juízo para as nações estrangeiras, esse livro oferece-nos a lição de que o amor de Deus não está circunscrito apenas em Israel (TROTA, 2021, p. 61).

I – JONAS

O nome Jonas, no hebraico, significa pomba ou pacífico, porém, o profeta Jonas está longe de ser um homem pacífico, pois o profeta encontrava se em um confronto com Deus. Enquanto a vontade de Deus era vida e salvação para os ninivitas o profeta queria a morte e a destruição dos ninivitas.

O livro do profeta Jonas ensina que a salvação é uma dádiva oferecida a todos os povos e não se restringe a Israel (é importante lembrar que a chamada de Israel tinha uma missão centrípeta, ou seja, todas as nações chegariam a Israel pelo testemunho da nação eleita) e também apresenta a salvação como dádiva de Deus que é recebida pela fé e não pelas obras.

Portanto, o tema principal do livro é a infinita misericórdia de Deus. Deus é que intervém na história e ninguém pode impedir o seu agir. Pois, a misericórdia divina é demonstrada na ação de Deus em justificar os ninivitas e não em condená-los como queria o profeta Jonas (Jn 4.2).

Jonas tinha que entender que: quanto à pessoa de DEUS, Ele é um Pai bondoso, misericordioso, paciente e grande em benignidade. Ele tanto castiga como manifesta o seu grande amor, quando há verdadeiro arrependimento.

(...)

A lição que Deus ensina para Jonas por meio desse ato é que se ele não fosse nada para a sua existência, e declarava uma raiva por causa da sua perda, justificando assim a sua ira, como é que Deus não poderia manifestar compaixão para com o povo da cidade de Nínive?

Deus tem paciência com os pecadores, é isso que aprendemos nesse acontecimento envolvendo Jonas (GOMES, 2016, p. 73).

II – A EXPERIÊNCIA DO PROFETA

A chamada de Deus para com o profeta Jonas pode ser dividida didaticamente em dois momentos. Para compreensão torna-se necessário identificar em primeira chamada e segunda chamada.

Na primeira chamada de Deus para com Jonas percebe-se que o profeta teve como atitude a desobediência, obtendo como resultado a prática da desobediência e deixa como lição: quem desobedece nunca cresce sempre desce.

Enquanto na segunda chamada a atitude visível do profeta corresponde com a prática de obediência que obteve como resultado o arrependimento dos ninivitas e se notabiliza como a seguinte lição: quem obedece nunca desce sempre cresce.

No que corresponde ao grande peixe Trota (2021) enfatiza que o peixe não foi uma ação punitiva do Senhor para com o profeta, mas de fato foi um ato de livramento.

Jonas se arrependeu, logo é necessário compreender que arrependimento significa retornar e se dedicar a Deus, isto é, corresponde com o abandono do pecado. O pecado é tudo aquilo que separa o ser humano de Deus. O autêntico arrependimento proporciona a ocorrência de dois elementos: ódio ao pecado (Sl 97.10) e a tristeza por causa do pecado (2 Co 7.10).

O arrependimento é o primeiro aspecto da experiência inicial da salvação experimentada pelo crente, experiência essa que é chamada conversão. A conversão autêntica é uma parte essencial e a prova da regeneração. A regeneração é a obra de Deus no íntimo e a conversão é a exteriorização da salvação, por parte do homem, através do arrependimento e da fé. O arrependimento tem muito de negativo e diz ao pecado em seus muitos aspectos e formas, especialmente ao pecado da incredulidade (BANCROFT, 2006, p. 235).

O arrependimento outorga liberdade das prisões manifestadas pela ação dominadora do pecado. Pois, o pecado escraviza o indivíduo e retira a alegria outorgada por Deus. O arrependimento corresponde com uma entrega à pessoa de Deus, para que por meio da santificação o Espírito Santo de Deus outorgue as transformações necessárias no interior do cristão.

Percebe-se também que o arrependimento positivo permite que o sentimento de culpa o acompanhe, assim também como a tristeza segundo Deus (2 Co 7.10). A genuína tristeza gerada pelo arrependimento quanto ao pecado cometido leva a pessoa a uma mudança de mentalidade e a uma reconciliação com Deus. Como o termo arrependimento significa voltar-se para Deus, que é o Salvador, o arrependimento resulta em libertação espiritual e salvação (2 Co 6.2). Infelizmente, o tipo de tristeza que o mundo gera opera a morte (ALLEN; RADMACHER; HOUSE, p. 467).

III – A LIÇÃO DO LIVRO

No capítulo três nota-se a conversão dos ninivitas após o sermão de Jonas que foi ministrado com apenas sete palavras (no hebraico tal sermão não ultrapassou a cinco palavras – Jn 3.4). O resultado foi à conversão dos ninivitas pela graça do Senhor.

Os ninivitas demonstraram os seguintes sinais de autêntica conversão:

Arrependimento sincero (Jn 3.5);

Confiança profunda em Deus (Jn 3.5);

Abandono das práticas pecaminosas (Jn 3.8);

E, posição de humildade diante de Deus (Jn 3.9).

Para todo ministro do evangelho não há maior demonstração de um ministério bem-sucedido do que a salvação de almas. O profeta Jonas deveria está alegre, porém estava triste. O profeta Jonas queria a destruição dos ninivitas e o mesmo sabia que Deus é Deus de misericórdia (Jn 4.2).

Por fim, Deus teve compaixão de Nínive e do profeta Jonas.

REFERÊNCIA:

BRANCROFT. Emery H. Teologia Elementar: doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.

GOMES, Osiel. As obras da carne e o fruto do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

RADMACHER, Earl D; ALLEN, Ronaldo B;  HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

TROTA, Israel Thiago. Vigilância, justiça e o culto a Deus: Um chamado para a Igreja nos Escritos dos Profetas Menores. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

EBD - Subsídio da Lição: O PROFETA ELIAS E ELISEU, SEU SUCESSOR

O PROFETA ELIAS E ELISEU, SEU SUCESSOR

A verdade prática apresenta a seguinte descrição:

A história de Elias e Eliseu nos inspira a andarmos com pessoas que desfrutam de intimidade com Deus e que, por isso, vale a pena serem seguidas e imitadas.

O ministério de Elias foi marcado por características próprias do chamado de Deus, pois o profeta basicamente viveu isolado e no ato de proferir a mensagem do Senhor denunciou os erros dos reis. Sendo que no final do ministério Elias recebeu como missão ungir dois reis e ungir Eliseu o seu sucessor no ministério profético.

Portanto, a presente lição tem como objetivo geral: Descrever o fim da trajetória de Elias e o começo do ministério de Eliseu. E como objetivos específicos: Expor o final do ministério de Elias; Destacar o pedido destemido de Eliseu; e, Registrar a concretização do início do ministério de Eliseu.

I – A DESPEDIDA DE ELIAS

Elias ungiu a Eliseu como profeta, porém entre o tempo da unção de Eliseu e o arrebatamento de Elias, houve a preparação do sucessor no ministério. E conforme 2 Reis 3.11 “Aqui está Eliseu, filho de Safate, que derramava água sobre as mãos de Elias”. A descrição derrama água sobre as mãos de Elias proporciona o saber que Eliseu foi instruído a servir.

Todo ministério bem-sucedido está firmado sobre o prisma da humildade, pois a:

 Humildade é a ausência completa do orgulho. Sua origem vem do latim “húmus” que significa “filhos da terra”. Etimologicamente, humildade também deriva “homem” (homo) e “humanidade” (GABY & GABY, 2018, p. 149).

Portanto, humildade descreve a respeito de quem vem de baixo (de quem é comum), de quem reconhece o seu papel e respeita o comando de outro (isto é, submisso aos superiores).

A humildade foi à virtude que Jesus enfatizou na noite da santa ceia aos seus discípulos, pois ao lavar os pés dos apóstolos o Mestre ensinou que Ele não veio para ser servido, mas para servir (Jo 13). Em suma, a humildade é a atitude que deverá ser desenvolvida por todos os cristãos resumida na seguinte descrição: servir e não ser servido.

II – O PEDIDO OUSADO DE ELISEU

O presente tópico permite compreender três características importantes a respeito de Eliseu: fidelidade em não se apartar de seu mentor, desejar manter a integridade ministerial de Elias viva (pedido da porção dobrada), e a humildade em exercer o ministério profético com a identidade de Elias.

No que tange a fidelidade de Eliseu em andar com o seu mentor torna-se compreensível nas palavras do profeta quando expressou a seguinte frase: Vive o Senhor, e vive a tua alma, que te não deixarei. Fica nítido que para Eliseu o andar com Elias até o momento da separação faria diferença para a execução de seu ministério profético. Os discípulos que andam ao lado e com os seus mentores são diferenciados pela aprendizagem obtida e pela eficiência ministerial.

Sobre o pedido de Eliseu em obter a porção dobra comenta Pommerening:

Aqui se percebe o propósito puro de Eliseu. Ele não quis a porção dobrada para exibir-se diante dos outros, mas queria a poção dobrada porque sabia que os desafios que o esperavam eram muito maiores do que a sua capacidade de enfrenta-los. Portanto, a porção dobrada era uma forma de Eliseu vencer as suas próprias limitações para exercer um ministério eficaz (POMMERENING, 2021, p. 81).

O obter a capa de Elias indicava que Eliseu teria o desenvolvimento ministerial semelhante ao de seu mestre. A capa tipificava a pessoa de seu dono, isto é, a identidade. Eliseu abdicou da sua identidade para exercer um ministério na observação exemplar de Elias.

II – ELISEU TOM A CAPA DE ELIAS

Discípulo se faz Com instruções, sendo estas: ensino da Palavra (conteúdo), convivência em Comunhão (ação prática do conteúdo no aspecto individual que nasce no interior do indivíduo) e por meio do Serviço (ação prática do conteúdo no aspecto abrangente, a exterioridade e visibilidade da comunhão).

Elias instruiu Eliseu por meio da Palavra. Elias e Eliseu demonstraram intimidade e comunhão. E a capa nas mãos de Elias tipificou o trabalho exemplar de quem se entregou totalmente ao exercer ministerial e nas mãos de Eliseu ficou nítido que o caráter do serviço continuaria.

Referência:

GABY, Wagner Tadeu. GABY, Eliel dos Santos. As Parábolas de Jesus: As verdades e princípios divinos para uma vida abundante. Rio de Janeiro: CPAD, 2018.

POMMERENING, Claiton. O plano de Deus para Israel em meio à infidelidade da nação. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

terça-feira, 27 de julho de 2021

EBD - Subsídio da Lição: O REINADO DE ACAZIAS

 O REINADO DE ACAZIAS

A verdade prática apresenta a seguinte descrição:

A coragem de Elias é exemplo e incentivo para os que são chamados a pregar e a exortar segundo a Palavra de Deus, independente de classe, raça ou credo.

Ser corajoso corresponde a alguém que é destemido ou a alguém que venceu o medo, pois a coragem demonstrada em determinadas circunstâncias não define em descrever o indivíduo como alguém que não possua medo. Mas, corrobora em afirmar que o indivíduo venceu o limite do medo. Elias em determinado momento de sua biografia se apresenta com medo, porém o mesmo não se destaca na narrativa bíblica com a um covarde, mas como profeta corajoso.

Portanto, a presente lição tem como objetivo geral: Ressaltar a imprescindibilidade de se ter um relacionamento íntimo com Deus. E como objetivos específicos: Descrever a idolatria e a infidelidade de Acazias; Assinalar a coragem de Elias; e, Identificar as consequências dos atos de Acazias.

I – UM REINADO MARCADO PELA IDOLATRIA

O presente tópico apresenta dois pontos essências para a compreensão do monarca Acazias. O primeiro elemento corresponde com a caracterização idolatra do rei de Israel, cujo deus, Baal-Zebube foi consultado pelo o monarca, assim como também foi venerado. Já o segundo elemento interpretativo da vida do rei Acazias corresponde com o processo familiar educativo.

Acazias filho de Acabe e Jezabeel. Governou por dois anos sobre as dez tribos. Mesmo em pequeno período de tempo no trono Acazias conseguiu a descrição desagradável em ser conhecido como um dos reis que fez o que era mau aos olhos do Senhor.

Assim sendo compreende-se que o processo educacional possui forte inspiração no desenvolvimento do caráter do ser humano. Tendo como modelo educacional os ímpios reis Acabe e Jezabeel (seus pais) não teria como Acazias se destacasse como bom rei.

Os cristãos necessitam compreender que:

Sem dúvida é muito mais fácil liderar através do exemplo. Ensinar também! Todos nós somos carentes de modelos e crescemos procurando imitá-los. Quando não há modelos ou referenciais ficamos à deriva. Os modelos ou paradigmas fazem parte de nossa vida assim com o ar que respiramos (GONÇALVES, 2013, p. 68).

II – ELIAS DESAFIA A ADORAÇÃO A BAAL

O erro central de Acazias foi não consultar ao Senhor. Elias assim indaga aos emissários de Acazias: porventura, não há Deus em Israel, para irdes consultar Baal-Zebube, deus de Ecron? (2 Rs 1.3).

[...] Trata-se de uma pergunta retórica que eles sabem a resposta. Elias precisou lembrar mais uma vez do que já havia dito tantas vezes: de que somente Jeová é Deus. A reprimenda de Elias foi corajosa e forte, como sempre foi característico do seu ministério. Ele não poderia admitir que o rei desprezasse o Deus verdadeiro e fosse atrás dos oráculos de um falso deus (POMMERENING, 2021, p. 68).

Ao ser notificado por seus emissários do recado recebido do profeta, Acazias compreendeu que se tratava de Elias. E ao encontro do profeta envia um capitão com 50 soldados e este (capitão) disse a Elias: Desce (2 Rs 1.9), porém em resposta disse o profeta ao capitão: Se eu, pois, sou homem de Deus, desça fogo do céu, e te consuma a ti e aos teus cinquenta. Então fogo desceu do céu, e consumiu a ele e aos seus cinquenta (2 Rs 1.10).

Enfurecido Acazias envia o segundo capitão com mais cinquenta soldados e este expressa as seguintes palavras ao profeta: Desce depressa (2 Rs 1.11), porém o profeta respondeu ao capitão as seguintes palavras:  Se eu sou homem de Deus, desça fogo do céu, e te consuma a ti e aos teus cinquenta. Então o fogo de Deus desceu do céu, e o consumiu a ele e aos seus cinquenta (2 Rs 1.12).

Os dois termos utilizados pelos os capitães devem ser analisados com cautela: desce e desce depressa. Ambos os termos fraseais denotam que o rei Acazias estava enfurecido e tinha como propósito demonstrar ao profeta que ele (o rei) estava no controle. Porém, Acazias desconhecia o fato de que Deus é que está no controle de todas as coisas, fato que parece ser compreensível para o terceiro capitão que automaticamente muda o formato do diálogo chegando, pôs-se de joelhos diante de Elias, e suplicou-lhe, dizendo: Homem de Deus, seja, peço-te, preciosa aos teus olhos a minha vida, e a vida destes cinquenta teus servos (2 Rs 1.13) E após as palavras deste o anjo do Senhor disse ao profeta: Desce com este, não temas (2 Rs 1.15).

III – A DOENÇA DE ACAZIAS E A SUA MORTE

Acazias conforme a Palavra do Senhor proferida por intermédio do profeta Elias chegou a falecer. Fato que corrobora para com a compreensão de que Deus é quem está no controle de todas as coisas.

Sobre o profeta Elias o presente tópico permite compreender que ele se destacou por ter intimidade com Deus e por ser zeloso para com a adoração ao verdadeiro e único Deus, o Deus de Israel. Intimidade se conquista por dedicação a uma vida de oração, leitura Bíblica e o desenvolvimento da adoração ao verdadeiro Deus.

Já sobre Elias pode-se concluir que:

[...] Elias foi o profeta a quem Deus falou com riqueza de detalhes para encontra-se imediatamente com os mensageiros no caminho de Ecrom e, assim, entregar uma mensagem que, humanamente falando, seria impossível alguém conhecer com antecedência (POMMERENING, 2021, p. 73).

Referência

GONÇALVES, José. Sábios conselhos para um viver vitorioso. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

POMMERENING, Claiton. O plano de Deus para Israel em meio à infidelidade da nação. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.