Deus é Fiel

Deus é Fiel

domingo, 12 de julho de 2015

EBD – Oração e recomendação às mulheres cristãs


EBD – Oração e recomendação às mulheres cristãs
A presente lição possui como palavra chave: oração.
Porém por se tratar de uma atividade para o enlevo espiritual do cristão e também da aproximação para com Deus, há quatro inimigos que se apresentam para impedir o diálogo entre o cristão e Deus (oração).
  Os inimigos são:
 Pressa – para com o tempo, gasto em oração e pressa para com o tempo em receber o que foi pedido em oração;
Desânimo – a perca de ânimo é notável em uma sociedade materialista;
Distração – é interessante como crianças, celulares e pensamentos conseguem tirar a atenção de alguém quando este está orando;
Cansaço – o indivíduo por ter uma vida diária cheia de compromisso abandona a oração, sendo esta deixada para o último instante do dia, logo o que restará será o cansaço.
Vença os inimigos da oração, pondo em prática a oração.
 Veja os motivos que você tem para orar diariamente:
1. Antes de tudo seja grato a Deus pelo o que Ele tem realizado e também pelas promessas que irão se cumprir em sua vida e de todos os que você ama.
2. Apresente as suas necessidades diante de Deus.
3. Apresente as necessidades da sua família.
4. Apresente as necessidades da sociedade no contexto; cidade, estado e país.
5. Apresente as pessoas que estão perecendo sem salvação.
6. Apresente as autoridades; política, legislativa e judiciária.
7. Clame por uma igreja unida, crescente e avivada.
Com estes motivos de oração acredito que a sua vida devocional não será mais a mesma e você desfrutará neste pouco de tempo, um grande avivamento da parte de Deus para a sua vida.
I – ORAÇÃO POR TODOS OS HOMENS
Paulo instrui a respeito da oração (2.1-8). E utiliza quatro termos para oração em apenas um versículo (v.1).
Deprecações, isto é, súplicas em favor da necessidade pessoal.
Orações, ou seja, diálogo ou preces.
Intercessões sugere aproximar-se com confiança.
E por último, ações de graças, isto é, uma atitude de louvor a Deus por todos os feitos para com os teus.
II – A SALVAÇÃO DE TODOS
A Proclamação da Salvação:
Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis Testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra (At 1.8).
Proclamação Pelos Apóstolos:
Os apóstolos pregaram uma mensagem bíblica e Cristocêntrica. A mensagem era pregada a todas as pessoas que estavam ao alcance dos apóstolos, de judeus a gentios, mesmo com problemas ou sem problemas o objetivo e a ordem de Cristo era, “até os Confins da terra” (At 1.8).
Proclamação pela Igreja:
Após o período apostólico a missão evangelizadora prosseguiu, mesmo enfrentando perseguições. A igreja não parava de pregar o Evangelho transformador de Jesus Cristo. E esta pregação tem os seus efeitos ainda hoje, pois o número de evangelistas e missionários tem crescido bastante.
Ter anel de bacharel em teologia não é símbolo da verdadeira sabedoria de um evangelista, porque na bíblia encontra-se a citação de Salomão que diz: O que ganha alma, sábio é (Pv 11.30), o mesmo caracteriza a sabedoria com a dedicação em ganhar almas para o Senhor.
A igreja de hoje possui os mais variáveis meios de comunicação e por isso, deve utilizá-los com um único propósito, anunciar a Palavra de Deus. Pois, Deus confiou a sua igreja a sublime e urgente missão de anunciar ao mundo que Jesus salva.
III – A MANEIRA DE SE VESTIR DAS MULHERES
Com base no primeiro subponto: a mulher cristã precisa ser reconhecida por sua maneira de vestir e por sua atitude.
Logo, o traje honesto, corresponde com traje decente. Que não desperta interesse nas outras pessoas no que corresponde aos institutos carnais. Pois, não vestindo trajes compostos o corpo feminino poderá despertar a cobiça dos homens.
O vestuário feminino conforme o escrito paulino tem que ser ratificado pela modéstia, isto é, pela simplicidade. Portanto, o texto não proíbe a mulher cristã vestir bem, porque é fundamental que a mulher cristã saiba se vestir e vestir bem, porém, sem ter como foco a competição.
Porém, é fundamental que a mulher cristã saiba que a elegância vem de dentro para fora, isto porque, a elegância começa no caráter santo.
Atitude é saber fazer acontecer. A mulher cristã precisa saber fazer acontecer no que identifica o seu caráter e a organização do seu lar.
IV – A CONDUTA DAS MULHERES NA IGREJA
E também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças: Maria, chamada Madalena, de quem haviam saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas mulheres ajudavam a sustenta-los com os seus bens (Lc 8.2,3).
A obra missionária é desenvolvida de três maneiras:
Indo até aqueles que necessitam ouvir a palavra do Senhor.
Orando por aqueles que foram.
E contribuindo financeiramente com aqueles que foram.
Algumas mulheres que foram abençoadas pelo ministério terreno do Senhor Jesus, passaram a contribuir com suas fazendas, ou seja, com suas riquezas ao ministério de Cristo.
O livro de Lucas enfatiza o amor de Jesus por todos os tipos de pessoas, inclusive os que não eram muito estimados na época (como as mulheres, os publicanos, os leprosos, paralíticos, cegos, coxos; os párias) (ALLEN; RADMACHER;HOUSE, p.174).
No evangelho de Lucas percebe-se que o Mestre Jesus outorgou atenção para com as mulheres, pois as mesmas foram contempladas com ações do Deus de Israel, e podem ser citadas: Isabel (Lc 1.5-25), Maria (Lc 1.26-56), Ana (Lc 2.36-38), A viúva de Naim (Lc 7.11-15), dentre outras.
A valorização outorgada por Jesus para com as mulheres desperta à sociedade dos dias hodiernos a sensibilizar para com as atividades desenvolvidas pelas mulheres em pleno século XIX e as valorizá-las. Não pode agir como no sistema cultural israelita onde as mulheres não eram valorizadas.
Referência:
ALLEN, Ronaldo B. RADMACHER, Earl D. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

EBD – O Evangelho da Graça


EBD – O Evangelho da Graça
A presente lição possui como palavra chave: graça.
Como no mundo há grande número de enganadores, a igreja de Cristo deverá ser edificada no ensino puro e autêntico. Pois, o que torna o indivíduo livre do pecado é o conhecimento da verdade (Jo 8.32).
Porém, a missão de Satanás é roubar, matar e destruir (Jo 10.10). Quando uma igreja é firme no ensino e convicta da fé em Cristo o inimigo tentará de todas as formas para destruir a harmonia presente na igreja. E as artimanhas de Satanás se voltam para destruir o ensino fazendo que haja desvio da Palavra de Deus. Mas, graças a Deus que há no seio da igreja pessoas que foram chamadas para ensinarem a Palavra conforme ela é (Ef 4.11).
I – AS FALSAS DOUTRINAS CORROPEM O EVANGELHO DA GRAÇA
Em quanto ao tempo o evangelho tem sua origem no jardim do éden, quando Deus prometeu salvação por meio do descendente da mulher (Gn 3.15). Logo, o evangelho é a propagação das boas novas por parte do Criador. Se a propagação é da parte do Criador, indica que o evangelho é superior a qualquer doutrina e passa a ser indispensável para a efetuação da salvação do ser humano.
E quando o assunto do evangelho corresponde à pessoa que o deu origem, nota-se que o evangelho é divino, pois tem sua origem em Deus.
Apenas há um Evangelho. Evangelho genuíno é único e não há outro. Porém, o apóstolo Paulo ao escrever aos gálatas (1.6-9) por três vezes utiliza a seguinte frase “outro evangelho.” Frase que não confirma a existência de outro evangelho, porém, indica que não há outro evangelho genuíno e divino, pois só há apenas um que tem sua origem em Cristo Jesus. Por isso, o apóstolo Paulo convoca aos membros da igreja da Galácia a não aceitarem outro evangelho, mesmo que um anjo do céu o anuncie, pois em Deus não há confusão o que foi ensinado merece todo respeito e dedicação.

Sobre a importância da Lei duas coisas deverão ser observadas: a Lei revela a justiça de Deus e a Lei é responsável pelo ensino até a manifestação de Cristo.

A Lei revela a justiça de Deus. Logo que a lei revela a justiça divina também demonstra a injustiça por parte dos homens. “Estávamos sobre a custódia da lei” isto indica que a lei aprisionava os homens por serem os mesmos injustos.
A injustiça humana era notável até mesmo na vida de personagens que viviam em conformidade com Deus. Por exemplo: Noé após o dilúvio ao se embriagar (Gn 9.21), Abraão ao mentir (Gn 12.11-13; 20.2), Davi ao transgredir cinco dos dez mandamentos (2 Sm 11.4,14,24,27), Uzias ao agir como sacerdote (2 Cr 26.16), dentre outros casos.
Em suma, a lei indicava que os homens eram injustos em suas obras e incapazes de se salvarem, sendo que a justiça de Deus se manifesta na pessoa e na obra de Jesus Cristo.
A lei é responsável pelo ensino até a manifestação de Cristo. Anterior ao ministério do Senhor Jesus a lei definia a educação dos judeus o que Calvino vai considerar com a infância.
Calvino ainda dizia que a lei era a gramática da teologia que conduzia a criança até certo ponto, e a entregava à fé, que completava a graduação das pessoas. Para ele o apóstolo “Paulo associou os judeus a crianças por viverem conforme os ensinos da lei, e nós os da graça com a fase adulta”.
II – A GRAÇA SUPERABUNDOU COM A FÉ E O AMOR
Gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe fez um benefício, ou seja, o reconhecimento por alguém que lhe prestou um favor. No sentido mais abrangente a gratidão é um sentimento que alguém desenvolve por ter sido beneficiado por outro, ou até mesmo pela vida. Portanto, a gratidão poderá ser definida como o amor retribuído. A gratidão é possível quando o indivíduo reconhece que tudo pertence a Cristo. O apóstolo Paulo era grato a Deus pelo evangelho, pois o evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). Apenas com a aceitação da mensagem do evangelho todas as melhorias para a raça humana serão possíveis.
O amor divino (ágape) é imutável, sacrificial e espontâneo. Por amou Jesus foi entregue para salvar a humanidade (Jo 3.16). Quando este amor é operante na vida do indivíduo o mesmo passa a amar até mesmo os inimigos (Mt 5.44). Este amor não corresponde a sentimentos e nem com ações que esperam recompensas, porém trata-se de um dom divino.
O amor possui duas dimensões: vertical, amor a Deus, e horizontal, amor ao próximo.
Os tipos de amor conforme a língua grega, são apresentados pelas seguintes palavras: ágape, amor divino; philis, amor entre amigos; eros, amor entre os cônjuges, porém há muitos que o define como amor carnal, ou seja, paixão e storge, amor conjugal em que o respeito e a harmonia são evidenciados.
Aos coríntios o apóstolo Paulo enfatiza três elementos fundamentais para o crescimento da igreja: poder, amor e ordem. Ao concluir sobre a importância do poder o apóstolo promete mostrar um caminho mais excelente (1 Co 12.31) que é o amor.
Logo se percebe que o amor é mais excelente que o poder, porque o amor não se limita a esfera terrestre, não se acaba, pois é movido com efeitos eternos. Já para a missão eclesiástica o poder se limita a esfera terrestre.
O Milagre é uma suspensão temporária das leis da natureza, pois a cura torna-se temporária, o que se percebe é que em um determinado dia os personagens que foram curados também faleceram, ou seja, adoeceram e morreram. Isto corresponde à ação temporária do milagre, por isso, o maior milagre na Bíblia é a salvação do ser humano. Milagre este concretizado pelo caminho mais excelente o amor.
III – UM CONVITE A COMBATER O BOM COMBATE
Para o apóstolo Paulo conduzir alguém à presença do Senhor era benéfico. Por isso, disse Paulo: contando que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus (At 20.24).
E para Timóteo, o apóstolo o incentiva a militar pelas profecias ou conforme as profecias a boa milícia. Percebe-se que não cabe ao cristão rejeitar a vocação divina. E nem dá ouvidos aos falsos ensinos.
Pois, o combate que combatemos como cristãos permite a certeza de que em Cristo somos mais do que vencedores. Que Deus vos abençoe. Boa Aula!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

EBD – Uma mensagem à igreja local e a liderança


EBD – Uma mensagem à igreja local e a liderança
A presente lição possui duas palavras chaves: igreja e liderança.
O termo igreja deriva se da palavra grega ekklesia, que tem por significado assembleia pública. O termo aparece no Novo Testamento, quando Jesus disse que edificaria a sua igreja. A doutrina que estuda a igreja é conhecida como eclesiologia, sendo que esta doutrina expõe diferença entre igreja local (visível) e igreja universal (invisível). A igreja invisível se caracteriza por todos que receberam a Jesus como único Salvador, já a visível trata-se do grupo local de irmãos que se reúnem para adorarem a pessoa do Senhor Jesus. 
Já o termo liderança deriva do verbo liderar, isto é, aquele que guia. Liderança corresponde à arte de conduzir pessoas a um lugar seguro. Para Cupaiolo, liderança é um tema relacionado diretamente com pessoas, com o trabalho em equipe, em suma, é uma forma de relacionamento entre pessoas. Ao se relacionar, as pessoas causam impacto na vida uma da outra (p.169).
I – AS EPÍSTOLAS PASTORAIS.
Ao escrever sobre o tema: quando a morte se aproxima. O apóstolo Paulo escreve a seguintes cartas: 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito.
As cartas que compõem a este grupo de escritos do apóstolo Paulo são endereçadas a liderança das igrejas com uma tonalidade de despedida. Estes líderes eram dois nobres amigos de Paulo, o jovem Timóteo e Tito. Portanto, esta seção é também conhecida por Cartas Pastorais.
O propósito da primeira carta escrita a Timóteo está na preocupação do apóstolo Paulo com a organização da igreja do Senhor Jesus. Por isso, onze tópicos são necessários para compreender a epístola.
Já na segunda carta ao jovem Timóteo o apóstolo Paulo enfatiza a importância do ministério e exorta a Timóteo a permanecer fiel (1.6-18).
A importância da carta a Tito para os dias hodiernos se percebe na descrição da organização da igreja (1.5), na liderança das igrejas (1.5-9), no combater as falsas doutrinas e os falsos mestres (1.10-16), no autêntico ensino da sã doutrina (2.1), na promoção da ética cristã (2.2-10), no praticar as boas obras (2.11-14), e na submissão às autoridades (3.1-11).
II – PROPÓSITO E MENSAGEM
A mensagem do apóstolo Paulo nas cartas pastorais se desenvolve com base nos seguintes propósitos: orientar os líderes quanto à vida pessoal e encorajar aos líderes a combater as heresias.
Para Paulo o líder deveria se orientar para poder orientar os liderados.
Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue (At 20.28).
O versículo acima se divide em duas belas lições sobre liderança bem sucedida: primeira para uma liderança bem sucedida é necessário o cuidado próprio e a segunda lição é cuidar do rebanho.
Para Baxter olhar para nós mesmos para:
Não suceder estarmos vazios da divina graça salvadora...
Não suceder que convivamos com os mesmos pecados contra os quais pregamos.
Não sejamos despreparados para as grandes tarefas que nos incumbimos de levar a cabo.
Não virem a ser exemplo de doutrina contraditória (p.58-65).
Com base ainda em Baxter o cuidado próprio possibilita ao líder entender que há um céu para ganhar ou perder. Que a natureza humana é depravada. Olhem por si mesmos, pois as almas dos seus ouvintes e o sucesso dos seus labores dependem muito disso (p. 75).
III – UMA MENSAGEM PARA A IGREJA LOCAL E A LIDERANÇA DA ATUALIDADE.
Segue se o conceito para a prosperidade bíblica:
Sendo obedientes nos dízimos e nas ofertas o cristão colherá de Deus o melhor para a sua vida, em todas as áreas, sejam elas; física, emocional, profissional, ministerial e principalmente espiritual.
Se o primeiro meio para alcançar a prosperidade é ser fiel, o segundo é ser dedicado ao labor diário, ou seja, é trabalhar. Ninguém alcançará a verdadeira prosperidade sem trabalho, lembrando que o trabalho dignifica o ser humano.
Em terceiro, a prosperidade está relacionada aos cuidados com a obra missionária. Quando o servo de Deus se entrega a obra missionária, logo este colherá todos os frutos provindos da dedicação e entrega a proclamação do Reino de Deus.
Em quarto os cuidados com os líderes, Paulo assim escreveu aos tessalonicenses: e rogamos-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoesta; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós (2 Ts 5. 12,13).
O objetivo de Deus prosperar a igreja e a cada um individualmente está associado à manutenção própria de cada pessoa e também o compromisso da igreja como organização, em segundo para que a obra evangelizadora seja exercida, cada cristão deverá ser um verdadeiro evangelista, e esta atividade é desenvolvida pela contribuição, pela oração e pela entrega ao serviço de evangelização, e por fim, Deus prospera para que haja auxílio aos necessitados. 
Portanto, a doutrina da prosperidade erra em não reconhecer o valor da dependência divina. E por isso, outros erros são visíveis como, por exemplo:
Ø  Desconhecer a doutrina da mordomia.
Ø  Associar consequências do pecado original com o pecado atual.
Lucas registra uma boa parte daquilo que Jesus tinha a dizer sobre o dinheiro. Contudo, aqui temos as palavras mais condenatórias de todas. As riquezas do mundo, se vistas como um meio que podemos usar com o propósito de servir a Deus, são moralmente neutras. Mas, se valorizarmos as riquezas do mundo em si, nos tornamos idólatras, e as riquezas afastarão o nosso coração do Senhor (RICHARDS, p. 173).
O apóstolo Paulo assim escreveu a Timóteo: porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se transpassaram a si mesmos com muitas dores (1 Tm 6.10). O texto é claro ao expor que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, pois por causa dele pessoas se casam e se divorciam, outros por causa dele mentem e matam. Por isso, Agur assim escreveu: Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e lance mão do nome de Deus (Pv 30. 7-9). Portanto, o dinheiro é excelente servo e péssimo patrão.
IV – MENSAGEM PARA A LIDERANÇA.
As qualificações dos bispos (3.1-7). Paulo enfatiza que o bispo deverá governar bem a sua própria casa (1 Tm 3.4,5). Administrar é planejar, organizar, dirigir e controlar. É função ao ministério do bispo; planejar, ou seja, estabelecer objetivos para as atividades concernentes ao crescimento da Igreja. Assim como também é pertencente ao bispo à função de auxiliar o pastor na organização, direção e coordenação da igreja. Entretanto, a administração do bispo inicia se na sua própria casa, pois o mesmo mostrará como bom governante para a igreja local quando tiver seus filhos submissos a ele (1 Tm 3.4). Ao ser provado na administração da sua própria casa, assim o bispo passa a ser aprovado como ministro da casa do Senhor. O bispo não poderá ser um recém-admitido no corpo de Cristo, pois é necessário que haja tempo para a preparação e crescimento espiritual. Para cuidar dos outros é necessário que o cristão tenha preparo e conhecimento, logo para chegar ao presbitério é necessário que o anelante ao ofício cresça na graça e no conhecimento de Cristo Jesus (2 Pe 3.18).
Referência:
BAXTER, Richard. O Pastor Aprovado, procura apresentar-te a Deus aprovado. São Paulo: PES, 2006.
CUPAIOLO, Eduardo. Contrate preguiçosos: conselhos pouco ortodoxos que tornam o ambiente de trabalho mais humano e produtivo. São Paulo: Mundo Cristão, 2006.
RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Quem ama a sua FAMÍLIA RECOMPOSTA, ama-se a si mesmo


Quem ama a sua FAMÍLIA RECOMPOSTA, ama-se a si mesmo
Texto: Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus (Rt 1.16)
A família recomposta trata-se do desfeito do núcleo marital, ou seja, separação do casal ou a morte de um dos membros, e o outro consorte casa-se novamente. O grande exemplo deste tipo de família é a de Rute, pois quem ama a sua família recomposta ama-se a si mesmo (Rt 4.13-17).
Na criação Deus realizou duas grandes obras concernentes à formação da humanidade: primeira, Deus fez o homem e a mulher conforme a sua imagem, e segunda, Deus uniu o homem e a mulher formando assim a família.
Divórcio
O divórcio é uma resposta amarga que implica na dissolução de um relacionamento que possuía como vínculo uma vida conjugal unida até que a morte os separasse.
De fato o divórcio é a demonstração direta do insucesso no relacionamento. Portanto, para que um lar tenha triunfo sobre as adversidades ao amor familiar, é necessário: amor mútuo, amor incondicional, respeito, compreensão e fidelidade.
O casamento é um pacto afirmado entre um homem e uma mulher perante testemunhas, em que o compromisso de fidelidade é afirmado em momentos paradoxais da vida, como por exemplo: na saúde e na doença.
O divórcio no Antigo Testamento só poderia ser efetuado sobre o pedido do marido. E de fato nos dias de Moisés o divórcio tinha tornado um fenômeno social natural. Sendo assim, coube a Moisés definir normas para que o povo no deserto vivesse bem a vida a dois sem tantas decepções.
Provavelmente um dos vilões no relacionamento dos israelitas no deserto era a infelicidade (Dt 24.5). Por isso, o soldado recém-casado tinha o privilégio de passar um ano inteiro em casa com a esposa para fazê-la feliz.
O casamento é indissolúvel. Isto é, o casamento é a junção de duas pessoas.
Observe uma análise profunda de Gênesis 2.24: “Portanto, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher, e se tornarão uma única carne”.
Homem: indica no texto maturidade.
Deixará: indica mudança.
Seu pai e sua mãe: indica modelo de família.
E se unirá: indica nova família.
Mulher: indica complemento.
E se tornarão: indica aprendizagem e confiança.
Uma única carne: indica intimidade profunda.
Logo, percebe se que o casamento é indissolúvel. Jesus expõe uma exceção ao divórcio que é a infidelidade conjugal.
Quem ama a família recomposta
Com Rute se aprende que, quem ama a sua família: não abandona e sabe fazer escolhas.
1- Quem ama não abandona. Rute escolheu acompanhar a sua sogra Noemi. Enquanto, Orfá preferiu retornar. Boas escolhas bons resultados, já as más escolhas darão origem a maus resultados. Portanto, Rute não abandonou a sua sogra Noemi no momento da angústia, isto porque Rute amava a sua sogra. Quem abandona o seu companheiro, principalmente no momento de fracasso, é porque não ama. Porque, quem ama não abandona.
2- As escolhas de Rute. Três foram às escolhas de Rute: ficar ao lado da pessoa certa, fazer parte do povo certo e o escolher o Deus certo.
2.1- Escolheu estar ao lado da pessoa certa. A primeira escolha de Rute foi está do lado da pessoa certa. Naquele momento histórico era Noemi que necessitava de uma pessoa amiga. E por ter compaixão de uma pessoa amada, Rute tomou a decisão que mudou a própria história.
2.2- Escolheu fazer parte do povo certo. A segunda decisão de Rute foi a de fazer parte do povo certo. Biblicamente o povo de Israel são os filhos da eleição de Deus.
Por três motivos básicos Deus escolheu Israel como nação: para mostrar a sua glória ao mundo, Deus escolheu a Israel para outorgar ao mundo as Escrituras Sagradas e Deus escolheu Israel para entregar o Salvador ao mundo. E por escolher o povo certo Rute entra na genealogia do Salvador da humanidade (Mt 1.5).
2.3- Escolheu o Deus certo. Rute tomou a decisão correta “o teu Deus é o meu Deus”.
Por fim, amar a família recomposta é não abandonar o companheiro e saber fazer escolhas. Pois, quem ama a sua família recomposta ama-se a si mesmo.

Quem ama a sua FAMÍLIA MONOPARENTAL, ama-se a si mesmo
Texto: Era, então, Jefté, o gileadita, valente e valoroso, porém, filho de uma prostituta; mas Gileade gera a Jefté.
Também a mulhe de Gileade lhe deu filhos, e sendo os filhos desta mulher já grandes, repeliram a Jefté e lhe disseram: não herdarás em casa de nosso pai, porque és filho de outra mulher (Jz 11.1,2).
Trata-se, da família que os irmãos possuem uma mesma mãe e não um mesmo pai. Ou seja, mesma mãe e pai diferente ou mesmo pai e mãe diferente. O grande exemplo deste tipo de família é a de Jefté, pois quem ama a sua família monoparental ama-se a si mesmo (Jz 11.1-8).
Panorama da vida de Jefté
O pai de Jefté era um desconhecido, por isso, o mesmo é identificado pelo nome Gileade. A nomenclatura Gileade é empregada quase sempre para designar uma região, mas no texto em apreço trata-se de um povoado situado ao oriente do Jordão.
1- Rejeição. Por ser filho de uma prostituta, Jefté foi rejeitado por seus irmãos, sendo que os mesmos não queriam que Jefté participasse com eles da herança paterna.
2- Os companheiros de Jefté. Em Tobe, homens agregaram a Jefté, sendo estes caracterizados por atos violentos. Por liderar um grupo de homens cruéis, Jefté adquiriu habilidades no gerenciamento de guerras, o que outorgou a Jefté a oportunidade para liderar a nação de Israel à libertação.
3- Características. Jefté, que significa Deus abre, teve quatro características: valente, valoroso (Jz 11.1), decidido (Jz 11.9-11) e reconhecia a soberania divina sobre tudo (Jz 11.10,30).
4- Unção. O ministério de Jefté foi desenvolvido na direção do Espírito Santo (Jz 11.29). Uma das missões do Espírito Santo é guiar o cristão. Ação que tem como finalidade capacitar o cristão para a realização da obra do Senhor (Zc 4.6).
Quem ama a família monoparental
Conforme o texto que ama a sua família monoparental passa a ser servo da família e líder da família. Ao mesmo tempo em que lutou em prol da libertação do povo israelita, Jefté servia e liderava.
1- Quem ama serve. O termo família (latim famulus) significa escravo doméstico.
Como servo Jefté agiu em prol da paz para com a sua família e para com a sua nação. Portanto, servir é cooperar e comunicar.
Por não existir a cooperação no seio da família as crises sociais se propagam. Cooperar é sair da zona de conforto e auxiliar o outro no necessário.
Já a comunicação possibilita o conhecimento do que é necessário. É a abertura do interior para se fortalecer no companheiro.
2- Quem ama lidera. Liderar é além de tudo conduzir, mostrar a direção e estar junto. Os efeitos da boa liderança são notáveis quando a sua execução é eficiente e quando se chega à eficaz. Liderança é a ação relacionada essencialmente com pessoas e com o trabalho em equipe, logo é a forma de relacionamento entre pessoas. O relacionamento abrange os 360º, ligando o alto escalão com a equipe de produção. Interage o nível institucional com o nível operacional. Torna-se a interação entre o nível intermediário com o institucional e com o operacional. Logo, o estudo sobre a liderança está associado com vultos históricos, isto porque a sociedade tem associado a liderança ao poder.  Jefté teve uma liderança curta de apenas seis anos, porém, foi o necessário para demonstrar que Deus chama e nomeia pessoas que foram rejeitadas para glorificarem o Seu nome.
Por fim, amar a família monoparental é não olhar para as dificuldades e nem para as rejeições. É saber que no serviço e na liderança o amor é demonstrado, pois quem ama a sua família monoparental ama-se a si mesmo.

Quem ama a sua FAMÍLIA ABRANGENTE, ama-se a si mesmo


Quem ama a sua FAMÍLIA ABRANGENTE, ama-se a si mesmo
Texto: E perseveram na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
Louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar (Atos 2.42,46,47).
A família abrangente trata - se da família que inclui membros por afinidade, ou seja, por laços afetivos. O grande exemplo deste tipo de família é a igreja primitiva, pois quem ama a sua família abrangente ama-se a si mesmo (At 2.46). Sociologicamente a família abrangente é também conhecida por família comunitária.
Colunas da Igreja de Atos
E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações (At 2.42).
1- Doutrina dos apóstolos. Os apóstolos deram continuidade aos ensinamentos de Jesus, com isto a doutrina dos apóstolos trata se do ensino que eles receberam de Cristo.
Doutrina fala se de ensino transformativo, isto é, a aprendizagem motiva a prática. Sendo que na prática cristã o amor deixar de ser um simples sentimento e passa a ser motivação para ações frutíferas.
Portanto, doutrina dos apóstolos indica uniformidade da crença em relação a Cristo.
2- Comunhão. O termo no seu original se define como participação e integração.
A igreja primitiva vivenciava a necessidade de cada irmão, com isto participavam de suas dores e alegrias e se integravam no propósito de serem um como Jesus e o Pai. 
Então, comunhão significa compartilhar a própria vida com outras pessoas, neste caso com os cristãos.
3- No partir do pão. Indica que a igreja se alimentava em conjunto. Podendo descrever o suprir das necessidades de um para com os outros, ou o que se acredita, no partir do pão, se refere à ceia do Senhor. Em suma, no partir do pão, era uma festa do amor.
4- Nas Orações. A oração é além de tudo um diálogo entre o cristão e Deus.
Na epístola de 1 Timóteo, o apóstolo Paulo instrui a respeito da oração (2.1-8). E utiliza quatro termos para oração em apenas um versículo (v.1).
Deprecações, isto é, súplicas em favor da necessidade pessoal.
Orações, ou seja, diálogo ou preces.
Intercessões sugere aproximar-se com confiança.
E por último, ações de graças, isto é, uma atitude de louvor a Deus por todos os feitos para com os teus.
Três perguntas são frequentes quando a temática é a oração: Como orar? Quando orar? Para quem orar?
O monarca Ezequias deitado mesmo orou ao Senhor e obteve a resposta (Is 38.1-5).
A oração tem que ser feita em todo o tempo, pois orar não é um castigo é uma honra, por se trata de um diálogo existente entre a criação e o Criador.
Por fim, para quem orar? O apóstolo Paulo responde: pelos reis e por todos os que estão em eminência (1Tm 2.2).
Quem ama a família abrangente
Conforme o texto que ama a sua família abrangente, neste caso a igreja, se faz presente nas atividades desenvolvidas pela a igreja e não se isola.
 1- Presença. Há dois tipos de presentes: os parciais e os totais.
Os presentes parciais são aqueles que não se envolvem com as atividades. Estão presentes para serem vistos e até mesmo para serem reconhecidos.
Já os presentes totais são os que participam e que se entregam à causa. Não querem reconhecimento para si, mas para Cristo. Vivem conforme a palavra de João Batista; é necessário que Ele cresça e que eu diminua (Jo 3.30).
2- Não se isola. O deixar de participar das atividades da igreja é um isolamento social e espiritual. A igreja é um organismo vivo. A igreja não para de se mover e de crescer. Portanto, os membros da igreja não podem se isolar, mas devem se envolver com o crescimento do Reino de Deus.
A igreja é a família de Deus. A igreja como organização e como organismo é um perfeito exemplo de família abrangente. Ser membro desta família requer viver: na doutrina dos apóstolos, em comunhão, no partir do pão e nas orações. E quem ama a família abrangente está sempre presente e não se isola. . Pois, quem ama a sua família abrangente, ama-se a si mesmo.

domingo, 21 de junho de 2015

Subsídio para a E.B.D: A Ressurreição de Jesus


Subsídio para a E.B.D: A Ressurreição de Jesus
E, estado elas muito atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhe disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? (Lc 24.5).
As palavras, as obras e a morte do Senhor Jesus foram confirmadas na ressurreição. As palavras do Messias não teriam valor algum se o mesmo não ressuscitasse dos mortos. As obras de Jesus foram confirmadas no momento em que a morte foi vencida pela ressurreição. O ápice do ministério terreno de Cristo foi a morte, porém, significado algum teria se Jesus dormisse com os mortos. Portanto, no momento que Jesus ressuscitou Ele tinha suas palavras, obras e morte confirmada pelo Pai.
Há provas internas e externas que comprovam a ressurreição do Senhor Jesus. Porém, são inúmeras as teorias levantadas para tentar desmentir o fato que marca e diferencia o cristianismo das outras religiões, mas todas as teorias são vencidas pela ressurreição.
I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO
1- No contexto do Antigo Testamento.
2- No contexto do Novo Testamento.
Comentário:
Ressurreição significa “volta miraculosa à vida”. E no contexto Sagrado há três tipos de ressurreição: ressurreição de mortos, ressurreição dentre os mortos e ressurreição dos mortos.
1- Ressurreição de mortos. É o tipo de ressurreição que abrange todos aqueles que por milagre divino tiveram suas vidas restabelecidas. Os exemplos são: o filho da viúva de Sarepta (1 Rs 17.21-22), o filho da Sunamita (2 Rs 4.34,35), o homem que tocou os ossos de Eliseu (2 Rs 13.43,44), o filho da viúva de Naim (Lc 7.11-17), a filha de Jairo ( Mc 5. 40-42), Lázaro (Jo 11.43,44), Tabita (At 9.40,41) e o jovem Êutico (At 20.9-12).
2- Ressurreição dentre os mortos. Neste segundo tipo de ressurreição encontra pela ordem a ressurreição do Senhor Jesus (1 Co 15.23), os que ressuscitarão no momento do arrebatamento da igreja (1 Co 15.23,24), as duas testemunhas (Ap 11.11,12) e a ressurreição dos mártires da grande tribulação (Ap 20.4).
3- Ressurreição dos mortos. É o tipo de ressurreição que abrange a todos aqueles que morreram em seus delitos e pecados, ou seja, é a ressurreição geral (Jo 5.29).
II – A NATURIEZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1- Uma ressurreição literal.
2- Uma ressurreição corporal.
Comentário:
Confirmação das palavras do Messias. No testemunho da morte e ressurreição prevista o mestre expressou as seguintes palavras: “derribai este templo, e em três dias o levantarei” (Jo 2.13-25). Se o Messias não tivesse ressuscitado estas palavras não teriam a confirmação.
As obras messiânicas são divididas nas seguintes partes: vida do Messias, morte do Messias e a ressurreição do Messias. Porém, quando é citado que as obras de Jesus são confirmadas pela ressurreição, as obras inseridas são: os milagres e os ensinos. Portanto, na ressurreição do Senhor Jesus as suas obras foram confirmadas.
Nenhum efeito teria a morte de Jesus se não houvesse a ressurreição, pois na morte do Messias a lei, o pecado, a enfermidade, satanás e a própria morte seriam vencidos, mas caso Ele não ressuscitasse não haveria vitória. Portanto, com a ressurreição de Jesus sua morte foi confirmada como sacrifício aceitável para salvação de todos aqueles que nEle crerem.
III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1- Evidências diretas.
2- Evidências indiretas.
Comentário:
Cinco evidências são necessárias para compreender a veracidade da doutrina da ressurreição do Senhor Jeus.
1- O sepulcro vazio. A primeira prova da ressurreição do Messias é o sepulcro vazio “mas ao entrar, não acharam o corpo do Senhor Jesus” (Jo 20.1-8). A pedra que estava no sepulcro pesava em média duas toneladas e possuía o selo romano, fato que impedia a qualquer um de tocar na pedra. A pedra foi removida e o sepulcro ficou vazio.
2- As aparições do Messias. Jesus apareceu a Maria – como consolador, às mulheres – como restaurado da alegria, a Pedro – como restaurador, aos dez discípulos – como doador da paz, aos dois discípulos no caminho para Emaús – como instrutor, aos onze e a Tomé – como confirmador da fé, a Pedro e a João – como interessado nas atividades da vida e, aos quinhentos – como chefia e com autoridade.
3- Os discípulos foram transformados. Pedro agia por impulso, porém após a ressurreição de Jesus o apóstolo passou a pensar conforme o querer do Espírito Santo. Logo esta é mais uma prova da ressurreição de Jesus.
4- A mudança do dia de descanso. Na Antiga Aliança o sábado era o dia em que as atividades religiosas eram realizadas, porém com a ressurreição de Jesus os discípulos não mais observaram o sábado como dia santo, mas utilizaram do domingo para as principais celebrações da igreja (At 20.7).
5- A existência da igreja. A igreja existe não por ser uma organização perfeita, mas porque Jesus ressuscitou dos mortos. O trabalho do Senhor Jesus continua a ser realizado na terra, sendo que esta atividade nos dias atuais é desenvolvida pela igreja, portanto porque Jesus vive a igreja continua.
IV – O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1- Salvação e justificação.
2- A redenção do corpo.
Comentário:
Jesus ressurreto é a prova na qual todas as nações haviam de ser abençoadas, sendo também, a confirmação da promessa feita aos fieis da Antiga Aliança. Portanto, o cristianismo é a única religião que apresenta provas históricas que confirmam suas mensagens. E a mensagem da ressurreição do Senhor Jesus ensina que há salvação sim e também haverá em um dia futuro a redenção total do crente em Deus.