Deus é Fiel

Deus é Fiel

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Frutificação: todo plantio tem o seu tempo certo para germinar

Frutificação: todo plantio tem o seu tempo certo para germinar

Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda (Jo 15.16).

Há espécies de plantas que são frutíferas, porém há inúmeras espécies que não produz fruto algum. Segundo o estudo da hamartiologia compreende-se que por causa do pecado original em que Adão era o representante da humanidade uma das consequências estabelecida, e para com a natureza, foi a de que alguns vegetais deixassem de produzir frutos.

No entanto, no que corresponde aos servos de Deus é necessário entender que, os que produzem frutos permanecem, assim como os frutos do ministério desses também permanecem.

O cristão foi: chamado por Cristo (eu vos escolhi a vós), nomeado por Cristo (vos nomeei), enviado por Cristo (para que vades), e, tendo como finalidade produzir frutos (deis frutos).

No que tange a frutificação é cabível ao que semeia que tenha a virtude da paciência, saber esperar o tempo, pois dependendo de onde se tenha plantado, assim como de quando tenha plantado, o tempo de espera será diferente. Na prática, está pregando e o fruto não manifestou, não desista de pregar, há um tempo certo para germinar.

É necessário também entender os ingredientes que deverão fazer parte do momento do plantio, assim como o tempo necessário para com a germinação e o desenvolvimento, exemplo:

 

Orar quando prepara a mensagem;

Orar para Deus edificar e fortalecer a igreja;

Orar para Deus outorgar unidade no ambiente eclesiástico;

Preparar a própria vida espiritual, pois como cuidará dos necessitados se o próprio cuidador necessita de cuidados necessários (Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue – Atos 20.28).

Em suma, todos os que são vocacionados ao santo ministério não poderão recuar e olhar para trás, mas deverá entender que os sinais daqueles que estão dando fruto se associam com as seguintes situações: são limpos pela Palavra (v. 3), pedirão o que quiserdes e receberão (v. 7), serão aborrecidos pelo o mundo (v. 18), e, serão perseguidos (v. 20). Porém, necessário é permanecer em Cristo e produzir frutos e que os frutos permaneçam.

 


quarta-feira, 6 de setembro de 2023

SEJA FIRME

 Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – SEJA FIRME

Conforme o Resumo da Lição:

O líder deve estimular seus liderados a serem firmes, valorizando e investindo no dom que receberam de Deus.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O líder deverá estimular, lembrando que líderes não motivam, líderes desenvolvem estímulos.

Ø    Estímulos em que os liderados sejam firmes.

Ø    Estímulos em que os liderados sejam valorizados.

Ø    Estímulos em que os liderados sejam conduzidos a investirem no dom que receberam do Senhor.

[...] Jovens líderes precisam ser estimulados por obreiros mais experientes, com os quais estejam servindo com fidelidade e dedicação (Queiroz, 2023, p. 128).

A presente lição tem como objetivos:

Mostrar quais eram as lembranças de Paulo dos momentos que passou com seu filho na fé Timóteo;

Explicar o fato de que Paul exortou a Timóteo para que despertasse o dom;

E, Saber que não devemos nos envergonhar do Evangelho de Cristo.

I – LEMBRANÇAS DE PAULO

Nos versículos em que Paulo inicia o diálogo com Timóteo, o apóstolo expressa:

Gratidão a Deus por ter a honra em servi-lo;

Notifica que nas orações intercede pelo o jovem Timóteo;

Demonstra saudades do jovem;

Afirma que a companhia de Timóteo outorga alegria;

E enaltece a fé do jovem Timóteo que tem como trajetória original na prática de vida de sua mãe e de sua avó.

Lembrar de alguém no momento da oração é demonstração direta de amor. No momento da oração ocorre um diálogo entre o cristão (criatura) e o Senhor (Criador). O cristão apresenta suas limitações e compreende a autoridade divina. Logo, em meio ao reconhecimento de suas próprias limitações o crente apresenta pessoas ao qual ama àquele que tudo pode fazer, ou seja, é um pedido direto ao Senhor para cuidar das pessoas amadas.

II – DESPERTES O DOM

Dom é uma habilidade especifica outorga por Deus para que haja uma ação em prol do Reino. É um poder que tem origem em Deus e capacita o indivíduo para o exercício de uma missão especial.

Compreende-se que o dom deve ser cultivado, e Stamps cita que o indivíduo deverá assim alimentar o dom mediante a oração, fé, obediência e diligência (2009, p. 1877 apud Queiroz, 2023, p. 134).

O cristão não recebeu:

O espírito de temor, ou seja, de covardia ou de medo.

O crente recebeu:

O espírito de fortaleza, isto é, de poder.

O espírito de amor, isto é, da essência divina.

O espírito de moderação, ou seja, equilíbrio.

III – NÃO TE ENVERGONHES

A situação poderá ser diversa, porém o cristão não poderá envergonhar da pessoa de Cristo e nem do Evangelho do Senhor. Poderá sofrer o martírio, porém nada de se envergonhar da mensagem defendida e pregada. Pois, no fim o que cada crente deverá ter como certeza é que sei em quem tenho crido.

Crido em Jesus Cristo, Senhor, Salvador e Deus meu. Logo, nEle deverá o cristão permanecer firme até o fim de sua trajetória aqui na terra.

Referências:

QUEIROZ, Silas. Sejam firmes: ensino sadio e caráter santo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: 2023.

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

A RENOVAÇÃO COTIDIANA DO HOMEM INTERIOR

Subsídio para lições da Escola Bíblica Dominical: A RENOVAÇÃO COTIDIANA DO HOMEM INTERIOR 

A verdade prática apresenta o seguinte enunciado:

Por instrumentalidade do Espírito Santo, os salvos experimentam a renovação interior em meio as adversidades externas.

O cristão é chamado para o exercício da obra do Senhor, o que torna o crente um instrumento do Espírito e tem por finalidade exercer o ministério o qual foi vocacionado.

Lembrando que os objetivos da presente lição são os seguintes:

Refletir sobre as adversidades enfrentadas pelo homem interior;

Compreender que essas dificuldades na vida não podem ser comparadas à glória futura reservada aos cristãos;

E, Despertar os alunos para buscar o renovo espiritual e o fortalecimento do homem interior.

I – O SOFRIMENTO EXTERIOR

O apóstolo Paulo é o exemplo do tópico em apresentar a realidade do sofrimento. Sendo que o apóstolo sofreu principalmente por apresentar a Jesus Cristo como Salvador e propagar a mensagem da salvação. Porém, o sofrimento externo demonstra as consequências do pecado original.

O pecado em si corresponde em ser um erro proposital em não acertar o alvo. Adão errou o alvo, a obediência não foi mantida, logo por Adão todos tornaram pecadores e distanciaram do Senhor.

O poder do pecado na vida do indivíduo é definido em duas situações: no aprisionar e no condenar.

O pecado aprisiona o indivíduo, isto é, faz do indivíduo escravo do mesmo. Sendo que o prisioneiro não tem liberdade em realizar sua própria vontade. Apenas o conhecimento da verdade liberta o homem do poder do pecado (Jo 8.32).

A segunda situação se relaciona com a condenação, pois o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Em alguns casos esta dominação leva a morte física, porém, antes que esta se concretize a morte espiritual torna se uma realidade e se define na perca da comunhão com Deus.

Os males existenciais na atualidade estão todos associados com o poder do pecado, pois este aprisiona e condena, mas graças a Deus que outorga vitória por intermédio de Jesus Cristo. Por fim, a santificação liberta o indivíduo do poder do pecado (REVISTA MANANCIAL, ANO 15, EDIÇÃO 49, p. 23, 24).

E sobre a esperança escreve Silva:

O cristão em meio a todos os sofrimentos permanece fiel a Deus, pois a esperança que tem origem na promessa divina é maior que toda a aflição deste tempo presente. Já nos versículos 22 a 26 o apóstolo Paulo fala de três tipos de gemidos. A palavra gemido do grego, stenazó, transmitido à ideia de sentimento de pesar interior, exprime dor moral e física. De fato significa suspirar, causar dor, afligir, entristecer, prantear e padecer. Até o próprio Deus se condói do gemido dos necessitados (Sl 12.5) e levanta do seu trono e põe a salvo aquele que nEle confia (REVISTA MANANCIAL, ANO 15, EDIÇÃO 49, p. 44).

II – A RENOVAÇÃO INTERIOR

Dois atos são fundamentais para ratificar a renovação diária do crente, são eles: vida constante em oração, assim como a meditação na Palavra do Senhor.

A oração é um diálogo com o Senhor, por isso, a oração não poderá ser vista como obrigação. Orar é falar com Deus, logo oração é um privilégio em que o ser humano tem a honra de poder dialogar com Deus, apresentando ao Senhor seus limites, assim como por meio da oração o cristão poderá chegar ao Senhor em adoração.

Não há fortalecimento sem a prática da oração. Portanto, não há pessoa fortalecida diante do Senhor sem ter por hábito diário o desenrolar do diálogo com Deus.

Já no que corresponde com o estudo da Bíblia o pastor Renovato acrescenta relacionando com o avivamento:

O crente avivado precisa ler e estudar a Bíblia diariamente para entender e absorver os seus conteúdos preciosos em termos de ensino, doutrina, exortação, orientação e advertência e para a sua própria edificação espiritual (2023, p. 108).

III – OS DESAFIOS DE HOJE

Por fim, no último tópico percebe-se a importância de agregar informações sobre a compreensão da batalha espiritual.

Batalha espiritual corresponde com a atuação dos cristãos por meio da pregação do Evangelho (atividade desenvolvida com oração e jejum), objetivando a libertação dos que se encontram cativos, pois há seres malignos que conspiram contra tudo o que pertence a Deus.

Já a Primeira Epístola de Pedro tem como objetivo encorajar os cristãos a permanecerem firmes em Cristo até mesmo mediante o sofrimento. Provavelmente foi escrita entre os anos 62 a 64 d.C.

O apóstolo Pedro abordou cinco temas diferentes.

Em primeiro, o apóstolo associa o sofrimento como ferramenta para moldar o caráter divino nos cristãos (1 Pe 1.6,7).

Em segundo, a retidão independe de uma vida de tranquilidade. Logo, em todo tempo o cristão deve ser reto, justo e conhecer a Deus, isto é, ter conformidade com Deus.

Terceiro, os cristão não devem associar o sofrimento com castigo divino (1 Pe 2.20).

Já em quarto, a submissão é fundamental e necessária para que haja harmonia no relacionamento da comunidade cristã.

E, por fim, em quinto Pedro destaca que o sofrimento de Cristo na cruz foi para salvar o ser humano da escravidão do pecado (1 Pe 1.2-5;3.18-22).

Referência:

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. A carta aos Romanos: escrito paulino que edifica a igreja atual. Revista manancial, Ano 15, ed. 49.

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

A SEGUNDA CARTA A TIMÓTEO

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – A SEGUNDA CARTA A TIMÓTEO

Conforme o Resumo da Lição:

O líder deve manifestar sua afeição aos seus fiéis cooperadores.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O líder deverá manifestar afeição ou afetividade.

Ø    Os cooperadores são os motivos das ações do bom líder que lidera com afeição.

A presente lição tem como objetivos:

Mostrar a firmeza na fé de Paulo;

Compreender por que Paulo tinha a Timóteo como um filho na fé;

E, Saber que vivemos tempos trabalhosos.

I – A FIRMEZA DE PAULO

A situação física em que se encontrava o apóstolo Paulo ao escrever a presente carta a Timóteo correspondia com a prisão em Roma. Fisicamente o apóstolo estava preso, porém as habilidades intelectuais estavam em liberdade para instruir, o jovem líder, a permanecer na firmeza em prosseguir em realizar a obra do Senhor.

Dos 13 livros de autoria paulina, a Segunda Carta a Timóteo é o último deles. O prefácio da obra apresenta-nos Paulo chegando ao fim da sua vida e, consequentemente, do seu ministério com a mesma firmeza que demonstrou ao longo da carreira. Mesmo preso e tratado como um criminoso (Tm 2.9), ele identifica-se como “apóstolo de Jesus Cristo” (Queiroz, 2023, p. 118).

É válido afirmar que o apóstolo dos gentios era motivado a continuar firme em sua carreira por está embasado na promessa da vida que está em Jesus Cristo. Promessa que apresenta dois olhares:

O olhar para com o presente;

E o olhar para com o futuro;

A ótica para com o futuro corresponde com as promessas do Senhor de que em breve retornará para arrebatar a igreja.

II – O AMADO FILHO TIMÓTEO

Paulo eficazmente foi um líder que manifestou afeição e ao jovem Timóteo o apóstolo utiliza as seguintes palavras que categoricamente demonstra a expressão afetuosa: amado filho.

 Timóteo foi dedicado para com a vocação do Senhor. E dos cooperadores no ministério do apóstolo Paulo, o jovem apresentou total dedicação e compromisso, sendo afetuoso na aprendizagem, assim como na praticidade da vocação ministerial.

E de Paulo recebeu o seguinte conselho: “fortifica-te na graça”.

[...] Isso exigiria de Timóteo uma resposta pessoal contínua. Crescer com a ajuda de Deus sempre; fortalecido pela graça divina (Queiroz, 2023, p. 123).

A afetuosidade de Paulo para com Timóteo é mútua, por isso se expressa em dois pontos: primeiro, fortifica na graça; e, segundo, sofre comigo.

Fortificar corresponde em crescer em força. Já o sofrer é comparado ao sofrimento de um bom soldado.

III – TEMPOS TRABALHOSOS

Tempos trabalhos, ou seja, tempos difíceis. Há uma corroboração para com o futuro, aspectos escatológicos, porém trata-se também da perversidade humana, por apresentarem as seguintes características:

[...] amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela (2 Tm 3.2-5).

E das pessoas que apresentam tais características o conselho do apóstolo é: Destes afasta-te.

Referências:

QUEIROZ, Silas. Sejam firmes: ensino sadio e caráter santo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: 2023.

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

UMA VISÃO BÍBLICA DO CORPO

Subsídio para lições da Escola Bíblica Dominical: UMA VISÃO BÍBLICA DO CORPO

 

A verdade prática apresenta o seguinte enunciado:

O corpo é o templo do Espírito Santo e, por isso, deve ser conservado em santificação até a volta de Cristo.

O corpo do cristão é templo do Espírito Santo, logo é dever do crente manter-se constantemente em uma vida volta a santificação. Válido salientar que a santificação pretérita corresponde com a aceitação do Senhor Jesus como único e suficiente Salvador, ou seja, a vida foi totalmente transformada, já santificação progressiva corresponde com a ação da consagração nos dias atuais, e no que corresponde a santificação futura, isto é, trata-se da glorificação em Cristo Jesus, que ocorrerá na volta do Messias.

Lembrando que os objetivos da presente lição são os seguintes:

Ensinar a criação do ser humano;

Expor a visão bíblica do corpo;

E, Contrapor a visão secular do corpo.

I – A CRIAÇÃO DO SER HUMANO

Três coisas são marcantes sobre a pessoa de Adão na Bíblia.

A primeira delas é que Adão foi o primeiro homem da terra, logo ele não foi fruto de um relacionamento amoroso, foi ele formado por Deus e recebeu de Deus o fôlego de vida (Gn 2.7).

 Já a segunda, corresponde com o pacto das obras. Adão foi o representante da humanidade no pacto das obras que tinha como promessa, a vida; como condição, a obediência; e como pena, a morte.

Por fim, a terceira coisa que se chama atenção no estudo bíblico a respeito de Adão é a desobediência.

A criação dos céus e da terra é definida e defendida pelo termo criacionismo. O criacionismo é a doutrina Bíblica que ensina ser a criação uma obra Divina, sendo tudo criado pela Palavra de Deus. O fundamento para o criacionismo se encontra na narrativa Bíblica e tem como objetivos:

Mostrar que Deus é o Criador de todas as coisas.

Demonstrar que por criar tudo quanto existe tudo pertence a Deus.

Levar os cristãos a adorarem ao Criador.

II – A VISÃO BÍBLICA DO CORPO

As faculdades do corpo são: paladar, visão, tato, olfato e audição. Mas, para o presente tópico é importante elencar as características do corpo humano, pois tais características são: materialidade, visibilidade e mortalidade.

Materialidade indica que o ser humano foi criado de uma matéria já existente, neste caso a terra.

No que corresponde à visibilidade percebe-se que o homem é visível e tocável.

Porém, a mortalidade descreve que o homem sofreu a penalidade da interrupção da vida por causa do pecado original.

III – A VISÃO SECULAR D CORPO

Sobre a secularização no que tange a visão do corpo percebe-se a camuflagem do olhar filosófico para com o modelo hedonista, isto é, a busca do prazer sem olhar para com os princípios tendo como foco a fuga do sofrimento, assim como o narcisismo, ou seja, o amor excessivo para consigo mesmo.

Na modernidade compreende ainda a ação excessiva no processo da erotização proporcionado a libertinagem. Libertinagem visivelmente desenvolvida no ato sexual ilícito. O sexo não é permitido fora do casamento. No casamento o sexo é uma bênção do Senhor, tanto para a procriação, assim como para o prazer dos cônjuges.

O sexo em si não é pecado se o mesmo for realizado no casamento. Porém, antes ou fora do casamento o sexo deixa de ser uma bênção e passa a ser uma maldição.

Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, como cerva amorosa e gazela graciosa; saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê atraído perpetuamente (Pv 5.18.19).

Como bênção o sexo proporciona maior harmonia entre os cônjuges e é o meio pelo qual Deus em sua bondade outorga a possibilidade em que a vida se perpetue, ou seja, por meio do sexo há a procriação, porém o sexo tem finalidades além da procriação.

terça-feira, 22 de agosto de 2023

CONSELHOS DE PAULO A TIMÓTEO

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – CONSELHOS DE PAULO A TIMÓTEO

Conforme o Resumo da Lição:

O líder deve ser imparcial, sem se deixar influenciar por quaisquer fatores que o leve a favoritismo.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O líder não poderá ser parcial.

Ø    O líder é quem influencia e não quem é influenciado principalmente por favoritismo.

A presente lição tem como objetivos:

Compreender qual deveria ser o julgamento dos presbíteros;

Mostrar como deve ser a designação de líderes;

E, Explicar por que Paulo aconselha Timóteo a usar um pouco de vinho na água.

I – O JULGAMENTO DOS PRESBÍTEROS

O olhar para com o julgamento referente aos presbíteros no presente texto se dá da seguinte maneira:

Nem todos os presbíteros eram aptos para o ensino da Palavra.

Os que possuíam aptidão para o ensinamento deveriam ser honrados, e em dupla honra (1 Tm 5.18).

O principal ato do pastor na atualidade não deverá se restringir a administração, pois o que se compreende no contexto bíblico é que a exposição da Palavra o que realmente representa a essência da missão pastoral (Hb 13.7) (Queiroz, 2023, p. 109).

Ainda no que tange o julgamento no ato descritivo em punir ou por a prova, os presbíteros não deveriam ser condenados a uma disciplina sem a presença de duas ou três testemunhas (1 Tm 5.19). Lembrando que caráter público dos ministros do ensino deveria ser irrepreensível.

II – DESIGNAÇÃO DE LÍDERES

Ao designar indivíduos ao presbitério o jovem Timóteo não poderia de maneira alguma outorgar tamanha responsabilidades para neófitos. O ministério do presbítero requer compromisso, dedicação, sabedoria e experiência. Logo, não corresponde a uma função que se passará para a qual quer pessoa, sem analisar de fato principalmente a conduta. E três condutas são indispensáveis ao presbítero conforme 2 Timóteo 2.15:

Conduta espiritual – procura apresentar a Deus aprova.

Conduta irrepreensível – como obreiro que não tem de que se envergonhar.

Conduta pedagógica – que maneja a Palavra da verdade.

É válido afirmar que a conduta do cristão e principalmente do obreiro só será notável na vida das pessoas mediante os frutos.

Em suma, podemos afirmar que o verdadeiro caráter e o temperamento precisam de tempo para serem realmente provados. Somente os frutos podem confirmá-los (Queiroz, 2023, p. 114).

III – UM POUCO DE VINHO

Quem era de fato Timóteo segundo a compreensão do tópico?

Um obreiro que não era dado ao consumo de vinho.

Um obreiro que possuía um problema estomacal.

Um obreiro que recebeu como indicação do apóstolo Paulo no que corresponde ao consumo de um pouco de vinho, isto é, o vinho no período era consumido não para embriagar, mas como medicamento.

Referências:

QUEIROZ, Silas. Sejam firmes: ensino sadio e caráter santo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: 2023.

terça-feira, 15 de agosto de 2023

O RESPEITO ÀS PESSOAS E O CUIDADO COM AS VIÚVAS

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – O RESPEITO ÀS PESSOAS E O CUIDADO COM AS VIÚVAS

Conforme o Resumo da Lição:

O líder tem o dever de ensinar a todos na igreja, inclusive aos mais velhos.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Umas nobres ações da liderança é o ensino.

Ø    O ensino como missão do líder cristão é abrangente, isto é, abrange a todos os que fazem parte do corpo de membros da igreja, incluindo os mais velhos.

A presente lição tem como objetivos:

Compreender o padrão familiar bíblico;

Mostrar o padrão de comportamento no relacionamento do líder com as moças;

E, Explicar a respeito do padrão de relacionamento do líder com as viúvas.

I – O PADRÃO FAMILIAR

Para com os anciãos o jovem Timóteo deveria desenvolver um ministério pedagógico, porém o trato para com os mais velhos não poderia ser desenvolvido por meio de palavras grosseiras, mas deveria manifestar a educação no proceder verbal.

Aos jovens o líder Timóteo também deveria instruí-los com afeto e com disciplina. Vale ressaltar aos mais velhos a disciplina também deveria ser aplicada, porém com afeto.

[...] o êxito de Timóteo em Éfeso dependeria não apenas da sua espiritualidade, como também da estrutura afetivo-emocional, forjada no seu lar, pela dedicação da sua família (Queiroz, 2023, p. 96).

[...] A afetividade deveria estar presente na transmissão da repreensão, assim Timóteo evitaria qualquer distanciamento ou indiferença na sua conduta; afinal, ali estava um pastor que também era jovem (Queiroz, 2023, p. 98).

Assim, também as mulheres idosas deveriam ter a atenção necessária para desfrutarem do crescimento espiritual.

Portanto, o líder cristão possui como missão o ato de conduzir pessoas até a pessoa de Cristo, logo, é dever do líder cristão por meio da Palavra ensinar, repreender, corrigir e instruir em justiça.

II – O RELACIONAMENTO COM AS MOÇAS

No que corresponde a maneira do trato para com os membros da igreja o pastor deverá ser vigilante e respeitoso. A importância da vigilância está no que tange saber direcionar as atitudes, de maneira alguma proporcionado espaço para ações impuras que como conseqüência provoque a queda da liderança cristã.

A expressão “em toda a pureza” indica-nos necessidade de sermos puros nos pensamentos, no olhar, no falar e no agir. No contato com pessoas do sexo oposto, precisamos rejeitar desde os pensamentos pecaminosos, confessando-os a Deus em nosso íntimo e abandonando-os definitivamente. Para isso, é fundamental que enchamos nossa mente de coisas boas, de coisas puras (Tg 4.8) (Queiroz, 2023, p. 100).

A santificação é a ação essencial para o desenvolvimento das práticas coerentes para com a descrição bíblica, que em tudo agrada ao Senhor. Logo, os maus pensamentos não poderão ser cultivados, assim como as más palavras não deverão ser ditas e os atos perversos nunca deverão ser praticados. Santificação corresponde em apresentar ao Senhor o espírito, a alma e o corpo em total consagração.

III – MANDAMENTOS ÀS VIÚAS

Quem eram as viúvas nos dias de Timóteo? Assim como quem eram as viúvas em Jerusalém dos dias iniciais da igreja primitiva?

Sobre as viúvas nos dias de Timóteo, especificamente em Éfeso, eram mulheres que perderam os seus maridos e que por impossibilidade de se manterem teriam a ajuda da irmandade da igreja. Há uma compreensão de que existia uma “ordem das viúvas”, ou seja, um tipo específico de ministério, desenvolvido por mulheres viúva, que se dedicavam exclusivamente a obra do Senhor.

Já as viúvas em Jerusalém, no inicio da igreja primitiva, no que corresponde a quantidade está diretamente relacionada com os judeus que regressavam para a cidade santa tendo como objetivo terem seus últimos dias ali, porém por não terem parentes, as mulheres ao enterrarem os corpos de seus esposos ficavam sem proteção, logo, a missão de cuidar dessas recaiu sobre a igreja, especificamente sobre os diáconos.

Referências:

QUEIROZ, Silas. Sejam firmes: ensino sadio e caráter santo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: 2023.