Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O DEUS FILHO
Conforme a Verdade Prática da lição:
Jesus Cristo, o Deus Filho, é
a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre
Deus e os homens.
Da verdade prática compreende-se que:
Jesus Cristo é Deus;
Jesus é a revelação plena
do Pai;
Jesus é o único mediador
entre Deus e os homens.
É válido lembrar que os objetivos da presente
lição são:
Explicar a concepção
virginal e a deidade absoluta de Jesus;
Mostrar a centralidade de
Cristo como cumprimento da Lei e dos profetas;
E, Enfatizar a
exclusividade de Cristo como único mediador e salvador.
Cristo é a palavra-chave da presente lição. Do
grego Cristo tem como significado ungido, mesmo termo correspondente na língua
hebraica a Messias.
I – A DIVINDADE DO
FILHO
A divindade do Filho é
compreendida em sua priori na concepção virginal de Jesus. Claramente fica
nítido que Jesus em sua natureza divina tem um Pai, porém não tem mãe; enquanto
que em sua natureza humana Jesus tinha uma mãe, no entanto não possuía um pai. O
nascimento do Messias era esperado pelos os judeus que conforme Gênesis 3.15
não teria a participação de um homem, mas trataria de uma concepção virginal.
O evangelista João assim
escreveu: No princípio era o Verbo, o Verbo estava com
Deus e o Verbo era Deus (Jo 1.1).
Três aprendizagens são
obtidas do presente texto, são elas: o Verbo é eterno, No princípio era o
Verbo; o Verbo é distinto de Deus, isto é, o Jesus é diferente do Pai, o Verbo
estava com Deus; e, que o Verbo é Deus, o Verbo era Deus. O evangelista João
explica claramente a divindade de Jesus, válido ressaltar que o apóstolo também
transmite um atributo divino presente no Verbo, no princípio, isto é, o Verbo é
eterno.
Além de ser apresentado pelo atributo da eternidade,
Jesus também é citado por ser Onipotente (Ap 1.8), Onipresente (Mt 18.20), Onisciente
(Jo 21.7) e dentre outros Ele é Imutável (Hb 1.12).
II – A CENTRALIDADE DO DEUS FILHO
Na transfiguração o Senhor Jesus apresenta a
sua glória divina de forma temporária aos seus discípulos. Dois personagens se
apresentam ao Senhor Jesus, sendo eles: Moisés e Elias. Personagens que figuradamente
representam a Lei e os Profetas.
Jesus cumpriu toda a Lei, assim como em Jesus
se cumpriu as profecias proferidas sobre a vinda do Messias.
Válido ressaltar a superioridade de Jesus a
Moisés, pois Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo,
para testemunho das coisas que se haviam de anunciar (Hb 3.5). Porém, quando o escritor da epístola fala sobre Jesus o
apresenta como Filho, isto é, o próprio Deus.
Portanto, há duas coisas a
se observar:
Primeira, a diferença
entre Jesus e Moisés. Moisés é apresentado como servo fiel, enquanto Jesus é
apresentado como Filho. Logo, se percebe a superioridade de Jesus a Moisés.
Segunda, Jesus e Moisés
foram introduzidos sobre casas diferentes. A casa na qual Moisés representa
corresponde com o concerto de Deus com o povo de Israel. Enquanto, a casa na
qual Jesus representa corresponde com a Igreja. O que indica abrangência do
ministério de Jesus ser superior ao de Moisés (Silva, Ano 15, Edição 52, p. 56).
III – A MISSÃO
REDENTORA DO DEUS FILHO
Jesus é o cumprimento de todas as profecias
direcionadas ao Messias, logo, Ele é cumprimento das promessas de restabelecimento
da nação israelita. No entanto, os seus não receberam, isto é, os israelitas
não aceitaram a mensagem e nem compreenderam a divindade de Cristo, permitindo
que todos os que recebessem fossem chamados de filhos de Deus (Jo 1.12).
Cristo é o único, o exclusivo para a redenção
da humanidade. Não há salvação fora da Pessoa de Cristo. Portanto, a
transfiguração de Jesus ensina a respeito:
Da ressurreição do Messias;
Vitória de Jesus sobre a morte;
E, o domínio de Jesus sobre todas as coisas.
[...] A galeria dos heróis
da fé não se encerra no Antigo Testamento. O maior de todos os heróis, nosso
máximo modelo e o técnico da nossa corrida é o Senhor Jesus. Ele venceu a
corrida. Desceu do céu, esvaziou-se, humilhou-se até a morte, e morte de cruz. Ele
enfrentou a oposição dos pecadores, a vergonha e o sofrimento da cruz, pela alegria
de nos salvar (Lopes, 2018, p. 261).
Referências:
LOPES,
Hernandes Dias. Hebreus: a
superioridade de Cristo. São Paulo: Hagnos, 2018.
SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Hebreus: Jesus, a revelação
plena de Deus. Revista Manancial, Ano 15, Edição 52.

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