Deus é Fiel

Deus é Fiel

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O DEUS FILHO

Subsídio para aula da Escola Bíblica Dominical – O DEUS FILHO

Conforme a Verdade Prática da lição:

Jesus Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens.

Da verdade prática compreende-se que:

Jesus Cristo é Deus;

Jesus é a revelação plena do Pai;

Jesus é o único mediador entre Deus e os homens.

É válido lembrar que os objetivos da presente lição são:

Explicar a concepção virginal e a deidade absoluta de Jesus;

Mostrar a centralidade de Cristo como cumprimento da Lei e dos profetas;

E, Enfatizar a exclusividade de Cristo como único mediador e salvador.

Cristo é a palavra-chave da presente lição. Do grego Cristo tem como significado ungido, mesmo termo correspondente na língua hebraica a Messias.

I – A DIVINDADE DO FILHO

A divindade do Filho é compreendida em sua priori na concepção virginal de Jesus. Claramente fica nítido que Jesus em sua natureza divina tem um Pai, porém não tem mãe; enquanto que em sua natureza humana Jesus tinha uma mãe, no entanto não possuía um pai. O nascimento do Messias era esperado pelos os judeus que conforme Gênesis 3.15 não teria a participação de um homem, mas trataria de uma concepção virginal.

O evangelista João assim escreveu: No princípio era o Verbo, o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus (Jo 1.1).

Três aprendizagens são obtidas do presente texto, são elas: o Verbo é eterno, No princípio era o Verbo; o Verbo é distinto de Deus, isto é, o Jesus é diferente do Pai, o Verbo estava com Deus; e, que o Verbo é Deus, o Verbo era Deus. O evangelista João explica claramente a divindade de Jesus, válido ressaltar que o apóstolo também transmite um atributo divino presente no Verbo, no princípio, isto é, o Verbo é eterno.

 Além de ser apresentado pelo atributo da eternidade, Jesus também é citado por ser Onipotente (Ap 1.8), Onipresente (Mt 18.20), Onisciente (Jo 21.7) e dentre outros Ele é Imutável (Hb 1.12).

II – A CENTRALIDADE DO DEUS FILHO

Na transfiguração o Senhor Jesus apresenta a sua glória divina de forma temporária aos seus discípulos. Dois personagens se apresentam ao Senhor Jesus, sendo eles: Moisés e Elias. Personagens que figuradamente representam a Lei e os Profetas.

Jesus cumpriu toda a Lei, assim como em Jesus se cumpriu as profecias proferidas sobre a vinda do Messias.

Válido ressaltar a superioridade de Jesus a Moisés, pois Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar (Hb 3.5). Porém, quando o escritor da epístola fala sobre Jesus o apresenta como Filho, isto é, o próprio Deus.

Portanto, há duas coisas a se observar:

Primeira, a diferença entre Jesus e Moisés. Moisés é apresentado como servo fiel, enquanto Jesus é apresentado como Filho. Logo, se percebe a superioridade de Jesus a Moisés.

Segunda, Jesus e Moisés foram introduzidos sobre casas diferentes. A casa na qual Moisés representa corresponde com o concerto de Deus com o povo de Israel. Enquanto, a casa na qual Jesus representa corresponde com a Igreja. O que indica abrangência do ministério de Jesus ser superior ao de Moisés (Silva, Ano 15, Edição 52, p. 56).

III – A MISSÃO REDENTORA DO DEUS FILHO

Jesus é o cumprimento de todas as profecias direcionadas ao Messias, logo, Ele é cumprimento das promessas de restabelecimento da nação israelita. No entanto, os seus não receberam, isto é, os israelitas não aceitaram a mensagem e nem compreenderam a divindade de Cristo, permitindo que todos os que recebessem fossem chamados de filhos de Deus (Jo 1.12).

Cristo é o único, o exclusivo para a redenção da humanidade. Não há salvação fora da Pessoa de Cristo. Portanto, a transfiguração de Jesus ensina a respeito:

Da ressurreição do Messias;

Vitória de Jesus sobre a morte;

E, o domínio de Jesus sobre todas as coisas.

[...] A galeria dos heróis da fé não se encerra no Antigo Testamento. O maior de todos os heróis, nosso máximo modelo e o técnico da nossa corrida é o Senhor Jesus. Ele venceu a corrida. Desceu do céu, esvaziou-se, humilhou-se até a morte, e morte de cruz. Ele enfrentou a oposição dos pecadores, a vergonha e o sofrimento da cruz, pela alegria de nos salvar (Lopes, 2018, p. 261).

Referências:

LOPES, Hernandes Dias. Hebreus: a superioridade de Cristo. São Paulo: Hagnos, 2018.

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. Carta aos Hebreus: Jesus, a revelação plena de Deus. Revista Manancial, Ano 15, Edição 52.

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