Deus é Fiel

Deus é Fiel

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

O MUNDO DE DEUS NO MUNDO DOS HOMENS

 Subsídio – EBD – O MUNDO DE DEUS NO MUNDO DOS HOMENS

Conforme a Verdade Prática:

Na dispensação da graça, a igreja deve refletir os valores do Reino de Deus no mundo.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A dispensação da graça corresponde com o tempo de Deus mediante o ministério de Cristo com tendo como abrangência o tempo da igreja.

Ø    A igreja no tempo da graça tem como dever refletir os valores do Reino de Deus.

Ø    O Reino de Deus tem valores que refletem no dia a dia da igreja por meio da ética cristã.

A presente lição tem como objetivos:

Esclarecer a respeito do Reino de Deus no mundo;

Pontuar as bênçãos de uma vida no Reino;

E, Assinalar os males de uma vida no Mundo.

I – O REINO DE DEUS NO MUNDO

O termo encarnação corresponde com o nascimento do Senhor Jesus, o Verbo se fez carne. Nascimento descrito pela união hipostática, isto é, a união entre a natureza humana e divina do Senhor Jesus. O Reino de Deus foi entregue pelo próprio Deus, é direcionado pelo o próprio Deus, logo, as normas do Reino de Deus pertencem ao próprio Deus e se encontram escritas do Livro do Reino.

A encarnação do Verbo teve como objetivo eficiente e eficaz a manifestação do Messias em vida, por meio das obras, assim como da morte e da ressurreição. Propósito a ser concretizado a salvação de todos aqueles que nEle crer.

Entretanto, a mensagem do Reino se descreve tendo como resultado final a salvação de todos aqueles que se arrependerem. A salvação tem como elos: a fé, a santificação e a glorificação.

O ensino de Jesus concernente ao Reino de Deus nos permite entender que esse é abrangente, isto por que o Reino vai além da salvação e além da Igreja. A Igreja faz parte do Reino, porém não é o Reino, pois no Reino Deus se revela com poder, com glória e com prerrogativas contra o domínio de Satanás. Portanto, o Reino dos Céus é a demonstração do poder de Deus em ação. O que corresponde com o domínio espiritual divino no meio de seu povo.

II – AS BÊNÇÃOS DE UMA VIDA NO REINO

A igreja é agência de Deus onde se exterioriza o Reino de Deus aqui no mundo (Baptista, 2023, p. 150). Sendo que as bênçãos do Reino de Deus na vida das pessoas se complementam nas seguintes descrições vivenciadas: redenção (salvo em Cristo), adoção de filho e como resultado da adoção a qualificação de herdeiro em Jesus.

O cristão torna-se herdeiro das promessas celestiais. O mundo e a nacionalidade terrena possuem como efeito a temporalidade transitória. Já a promessa é eterna. Logo, as bênçãos do Reino se estendem por toda a eternidade.

III –      OS MALES DE UMA VIDA NO MUNDO

O presente tópico enfatiza a respeito dos males de uma vida conduzida pelo o pecado. A respeito do pecado é necessário entender que o mesmo corresponde com o errar o alvo por propósito. E o ato em que as pessoas cometem pecado descrevem que o pecado está presente, isto é, com o pecado da desobediência de Adão todos pecaram e distanciaram da glória de Deus; assim como define que o pecado possui poder, ou seja, força em que conduz o indivíduo a agir mediante a ação direta do pecado; e, o pecado penaliza, a penalização por meio do pecado se manifesta pela ira de Deus e se consuma com a condenação eterna.

Por fim, mais uma descrição sobre o Reino de Deus: O Reino de Deus é abrangente na atribuição do poder.

Grande verdade sobre o Reino corresponde com a abrangência do poder de Deus:

1- Abrangência do poder de Deus sobre Satanás: pois, a chagada do Reino é o início da destruição do domínio do inimigo (Mt 12.28), livramento dos indivíduos da submissão e da escravidão ao diabo.

2- Abrangência do poder de Deus sobre as enfermidades: milagres operados são demonstrações diretas da abrangência do Reino.

3- Abrangência do poder de Deus em outorga de salvação: sendo que por meio da salvação o indivíduo santifica a sua vida para aproximar se mais do Senhor.

4- Abrangência do poder de Deus em outorga de dons espirituais conferidos por meio do batismo no Espírito Santo. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós (At 1.8), virtude do grego permite se definir como poder real ou poder em ação. Poder em Atos 1.8 vai além de força ou capacidade, isto é, o batismo no Espírito Santo outorga o poder pessoal do Espírito Santo ao cristão.

Referências:

BAPTISTA, Douglas. A Igreja de Cristo e o império do mal: como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

SENDO A IGREJA DO DEUS VIVO

Subsídio – EBD – SENDO A IGREJA DO DEUS VIVO

Conforme a Verdade Prática:

A Noiva de Cristo não pode ser mundana, pois ela é a guardiã da verdade revelada e suas vestes devem se manter imaculadas para as Bodas do Cordeiro.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    A igreja não deve ser mundana, ou seja, é necessário que a igreja se santifique diariamente diante do Senhor.

Ø    A igreja é guardiã da verdade, ou seja, é anunciadora da verdade que está presente na Bíblia Sagrada.

Ø    A igreja deverá santificar diariamente para não perder as promessas para todos aqueles que vencerem, dentre elas, participar das Bodas do Cordeiro.

A presente lição tem como objetivos:

Explicar a natureza da Igreja do Deus Vivo;

Enfatizar o relacionamento de Cristo com a Igreja por meio da santificação;

E, Elencar as armas da Igreja do Deus Vivo.

I – A NATUREZA DA IGREJA DO DEUS VIVO

O termo igreja corresponde a assembléia de Cristo, ou assembléia dos que foram tirados de fora. Logo, alguns termos são utilizados para descrever a respeito da igreja em caracterizar a sua missão.

Noiva do Cordeiro – descrição que relata a respeito da igreja e sua intimidade com Jesus.

Corpo de Cristo - descrição que relata a respeito da igreja e sua relação de submissão ao Senhor Jesus.

Rebanho do Senhor - descrição que relata em ser a igreja pertencente ao Senhor e está sobre a liderança do Senhor Jesus.

Por fim, casa de Deus, ou seja, a igreja é morada do Senhor. [...] Os crentes são a casa de Deus ou seu santuário, porque Deus habita neles (Baptista, 2023, 133).

Já por ser a igreja coluna da verdade entende-se que é função da igreja sustentar o edifício (igreja no todo em sua ótica construtiva) na verdade e por meio da verdade. A verdade deverá ser pregada e pregada pela a igreja, pois ela é mantenedora da propagação da verdade.

No entanto, o ministério da piedade corresponde com a propagação da verdade. O ministério, propósito do Evangelho, piedade, uma vida regida pela fé em Cristo Jesus.

II – CRISTO E O RELACIONAMENTO COM A IGREJA

O termo santificação permite compreender que o impuro é separado para o uso de Deus, ou seja, o que não prestava torna-se por meio da santificação reabilitado para o uso divino. Um exemplo claro é o personagem Abraão que morava no meio de um povo impuro e idólatra (Js 24.2,3), logo foi separado para ser o pai de uma multidão de nações (Gn 17.5). Sendo que o processo de santificação dos israelitas se iniciava com o amor.

O amar a Deus acima de todas as coisas. Verdade que corrobora com a ética no sentido vertical, isto é, o relacionamento do indivíduo com Deus é desenvolvido na ótica do amor divino, portanto nós o amamos porque Ele nos amou primeiro (1 Jo 4.19).

A santificação é estudada nos três tempos: passado, presente e futuro.

No aspecto do tempo, o passado, a santificação também é chamada de posicional ou pretérita. Corresponde com o passado ou momento em que o cristão se decidiu a andar debaixo da graça renovadora de Cristo. Descreve o valor da obra expiadora de Jesus na cruz que por meio da graça divina é eficaz para salvar o mais indigno dos homens, caso este se entregue ao Senhor como único e suficiente Salvador. Santificação pretérita corresponde em vitória sobre a penalidade do pecado.

Já no aspecto do presente a santificação é também conhecida como progressiva, fato que indica que é desenvolvida dia-a-dia por meio de escolhas e decisões. Todo cristão que priorize a santificação deverá consagrar sua vida por meio da leitura da Bíblia Sagrada, da ida à igreja e de uma vida de oração (Jo 17.17). Santificação progressiva corresponde com a vitória sobre o poder do pecado.

Sobre a santificação futura percebe-se que esta só ocorrerá na glorificação dos cristãos. Logo, santificação futura corresponde com a vitória definitiva sobre o pecado, neste caso sobre a presença do pecado.

III –      AS ARMAS DA IGREJA DO DEUS VIVO

O presente tópico mostra como armas duas essências da caminhada cristã.

A primeira arma apresenta corresponde com a verdade. A verdade deverá ser pregada em todo o tempo. É válido afirmar que a pregação da verdade não corresponde com insultos a serem dirigidos no decorrer das pregações, mas que com o compromisso de ensinar o que está inserido na Bíblia e não trocar o autêntico ensino por nada.

E como segunda arma a defesa da verdade. A verdade se defende pela verdade. Logo, na pregação da verdade a defesa será ratificada com o lecionar dos princípios bíblicos.

Referências:

BAPTISTA, Douglas. A Igreja de Cristo e o império do mal: como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

VENHA DEPRESSA

Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – VENHA DEPRESSA

Conforme o Resumo da Lição:

De uma das cadeias romanas, possivelmente acorrentado e esperando por sua execução, Paulo escreveu a Timóteo e apelou para vê-lo depressa.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    Paulo na prisão esperava a própria execução.

Ø    Paulo desejava ver o jovem Timóteo

 [...] Apesar da condição pessoal em que se encontrava, a sua primeira preocupação não era consigo mesmo, mas, sim, com o ministério da pregação da Palavra de Deus. Por isso, ele parte para o encerramento da sua última carta instando a Timóteo que prosseguisse firme na proclamação do Evangelho [...] (Queiroz, 2023, p. 139).

A presente lição tem como objetivos:

Mostrar a importância da pregação da Palavra segundo Paulo;

Explicar a declaração de Paulo diante da iminência da morte;

E, Conhecer o desfecho da vida do apóstolo Paulo.

I – PREGUES A PALAVRA

Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino. Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.1,2).

Nos versículos acima citados compreender que:

Paulo faz um apelo solene a Timóteo “conjuro-te” que pregues a Palavra.

A Palavra a ser pregada deverá ser ministrada em todo o tempo.

A ministração da Palavra deverá ser realizada com a operação do fruto do Espírito, eficientemente a longanimidade.

O termo doutrina corresponde com ensinamento. As principais doutrinas da Bíblia são: teontologia, cristologia, paracletologia, bibliologia, soteriologia e assim por diante, porém a descrição doutrina no presente texto (2 Tm 4.3) corresponde com a pregação da Sagrada Escrituras. Assim, como Paulo descreveu a Timóteo a respeito da pregação da Palavra em respeito a doutrina, atualmente todos que pregam a Palavra deverão respeitar os princípios bíblicos.

II – COMBATI O BOM COMBATE

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé (2 Tm 4.7).

No versículo acima o apóstolo se apresenta em três posses diferentes: soldado, atleta e mordomo.

Combati o bom combate. Quem combate é soldado, logo, o apóstolo se apresenta como soldado. Ser cristão e se posicionar em pregar a Palavra, de fato, correspondem em se alistar para o combate. Portanto, compreende ainda que Paulo descreve o combate como bom, ou seja, os resultados são satisfatórios. Servir a Deus é mais importante do que qualquer situação desagradável.

Acabei a carreira. Quem tinha carreira no período do apóstolo era os atletas, ou seja, a ação do apóstolo em pregar corresponde diretamente com a vida de um atleta, requerendo do mesmo dedicação, compromisso e disciplina.

Guardei a fé. A ação de guardar no Novo Testamento correspondia com a função do mordomo. Paulo apresenta-se como mordomo ou aquele que zelava do bem-estar da casa, assim como administrava os bens de seu senhor, no caso do apóstolo, com zelo administrava das coisas pertencentes ao Reino de Deus.

III –      O DESFECHO PAULINO

Paulo faz apelo a Timóteo para visitá-lo e na ida levar os livros, os pergaminhos e a capa (2 Tm 4.13). Atitude que tem como significado prático: livros e pergaminhos, o cuidado para com a vida espiritual; e, enquanto que a capa corresponde com o cuidado com o físico.

 O apóstolo sentiu abandonado por seus amigos “Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam” (2 Tm 4.16). O abandono é um dos preços mais elevados a ser pago no ofício ministerial.

Porém, mesmo preso e desamparado o apóstolo Paulo tinha uma firme esperança no Senhor, pois a morte não seria o fim, o céu o esperava.

Referências:

QUEIROZ, Silas. Sejam firmes: ensino sadio e caráter santo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: 2023.

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

CULTIVANDO A CONVICÇÃO CRISTÃ

 Subsídio para lições da Escola Bíblica Dominical: CULTIVANDO A CONVICÇÃO CRISTà

A verdade prática apresenta o seguinte enunciado:

O cultivo da convicção cristã é imperioso para a prática e a defesa da fé em tempo de adversidade.

O cristão deverá cultivar a convicção mediante a manifestação mediante os aspectos da espiritualidade, moralidade e no contexto social.

Lembrando que os objetivos da presente lição são os seguintes:

Estimular a convicção espiritual nos cristãos a partir da confiança em Deus;

Compreender a necessidade de uma vida irrepreensível de modo que glorifique a Deus;

E, Reconhecer que o amor sacrificial e o abnegado trabalho são essenciais para o crescimento do Reino.

I – CONVICÇÃO ESPIRITUAL

O ministério apostólico de Paulo é ratificado mediante a operação do Espírito Santo, bom exemplo da verdade citada corresponde com a pregação do evangelho na Europa (At 16.9). A operação do poder tornou-se visível na salvação das pessoas que receberam ao Senhor Jesus como único Salvador. O real poder de Deus que a igreja deve buscar e se posicionar para vivenciar corresponde com o poder que outorga libertação para com as almas perdidas.

Em meio as adversidades vivenciadas o apóstolo Paulo sempre demonstrou confiança no Senhor. Confiança em Deus é a demonstração direta de que o Senhor está no controle de todas as coisas e que o crente tem a certeza do agir do Senhor. Por isso, que o evangelho deverá ser pregado com sinceridade e fidelidade. A fidelidade para com a pregação do evangelho se manifesta com a não aceitação dos princípios mundanos que querem negligenciar o poder Deus para com a humanidade.

Nesse sentido, somos exortados a manter fidelidade na pregação bíblica. Nosso compromisso é defender a verdade do evangelho, repudiar os falsificadores da Palavra de Deus e anunciar a Cristo com sinceridade (Baptista, 2023, p. 125).

II – CONVICÇÃO MORAL

O pecado original afetou a natureza humana, logo se percebe que o caráter do ser humano foi alterado pelo poder, presença e penalidade do pecado. A moral corresponde no ato da retidão e da irrepreensibilidade do cristão.

Dessas três características, a natureza moral da humanidade, embora de maneira inadequada por causa do pecado, revela o caráter moral de Deus (Ef 4.24; Cl 3.10). Acerca disso, Paulo falou de uma lei escrita no coração das pessoas, que por meio dos pensamentos e da consciência as acusa ou as defende diante de Deus (Rm 2.11-16) (Baptista, 2021, p. 16).

III – CONVICÇÃO SOCIAL

A igreja primitiva estava fundamentada em quatro pilares: doutrina, comunhão, solidariedade e oração. E perseveravam no partir do pão (At 2.42), tal citação garante que existia na igreja primitiva a partilha do pão. A igreja em Atos dos apóstolos é apresentada como igreja caridosa (At 2.45), Igreja que era consciente das necessidades dos cristãos (At 11.27-30) e a igreja de fato cumpria sua missão social (2 Co 8.3,4).

Logo, percebe-se que na Bíblia Sagrada há fundamentos voltados diretamente para o exercício da atividade social. Sendo que no Antigo Testamento se retiram, as seguintes lições:

Deus não desampara o justo nem a sua descendência (Sl 37.25;82.3,4).

A necessidade do órfão não poderá ser omitida (Pv 29.7).

É dever dos fartados cuidarem dos necessitados, órfãos e viúvas (Zc 7.9,10).

Já no Novo Testamento as lições a serem absorvidas, são:

Jesus socorreu os necessitados (Mt 14.13-21).

Os diáconos foram instituídos para cuidarem dos órfãos e das viúvas (At 6.2,3).

A fé sem as obras é morta (Tg 2.17).

Portanto, compreende que não basta apenas crer, é necessário agir. A fé é despertada no cristão mediante as obras desenvolvidas por Deus. Quando um doente é curado de forma soberana é notável o despertamento da fé em muitos. Logo, a fé de Abraão foi manifestada mediante as ações de Deus em proteger. Porém, a fé em Deus por parte do indivíduo tem que ser manifestada pelas obras e assim aconteceu com Abraão que provou a sua fé em Deus ao obedecê-lo.

Referência:

BAPTISTA, Douglas. A Igreja de Cristo e o império do mal: como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

Frutificação: todo plantio tem o seu tempo certo para germinar

Frutificação: todo plantio tem o seu tempo certo para germinar

Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda (Jo 15.16).

Há espécies de plantas que são frutíferas, porém há inúmeras espécies que não produz fruto algum. Segundo o estudo da hamartiologia compreende-se que por causa do pecado original em que Adão era o representante da humanidade uma das consequências estabelecida, e para com a natureza, foi a de que alguns vegetais deixassem de produzir frutos.

No entanto, no que corresponde aos servos de Deus é necessário entender que, os que produzem frutos permanecem, assim como os frutos do ministério desses também permanecem.

O cristão foi: chamado por Cristo (eu vos escolhi a vós), nomeado por Cristo (vos nomeei), enviado por Cristo (para que vades), e, tendo como finalidade produzir frutos (deis frutos).

No que tange a frutificação é cabível ao que semeia que tenha a virtude da paciência, saber esperar o tempo, pois dependendo de onde se tenha plantado, assim como de quando tenha plantado, o tempo de espera será diferente. Na prática, está pregando e o fruto não manifestou, não desista de pregar, há um tempo certo para germinar.

É necessário também entender os ingredientes que deverão fazer parte do momento do plantio, assim como o tempo necessário para com a germinação e o desenvolvimento, exemplo:

 

Orar quando prepara a mensagem;

Orar para Deus edificar e fortalecer a igreja;

Orar para Deus outorgar unidade no ambiente eclesiástico;

Preparar a própria vida espiritual, pois como cuidará dos necessitados se o próprio cuidador necessita de cuidados necessários (Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue – Atos 20.28).

Em suma, todos os que são vocacionados ao santo ministério não poderão recuar e olhar para trás, mas deverá entender que os sinais daqueles que estão dando fruto se associam com as seguintes situações: são limpos pela Palavra (v. 3), pedirão o que quiserdes e receberão (v. 7), serão aborrecidos pelo o mundo (v. 18), e, serão perseguidos (v. 20). Porém, necessário é permanecer em Cristo e produzir frutos e que os frutos permaneçam.

 


quarta-feira, 6 de setembro de 2023

SEJA FIRME

 Subsídio – Lições Bíblicas Jovens – SEJA FIRME

Conforme o Resumo da Lição:

O líder deve estimular seus liderados a serem firmes, valorizando e investindo no dom que receberam de Deus.

Com base na descrição acima, conclui-se que:

Ø    O líder deverá estimular, lembrando que líderes não motivam, líderes desenvolvem estímulos.

Ø    Estímulos em que os liderados sejam firmes.

Ø    Estímulos em que os liderados sejam valorizados.

Ø    Estímulos em que os liderados sejam conduzidos a investirem no dom que receberam do Senhor.

[...] Jovens líderes precisam ser estimulados por obreiros mais experientes, com os quais estejam servindo com fidelidade e dedicação (Queiroz, 2023, p. 128).

A presente lição tem como objetivos:

Mostrar quais eram as lembranças de Paulo dos momentos que passou com seu filho na fé Timóteo;

Explicar o fato de que Paul exortou a Timóteo para que despertasse o dom;

E, Saber que não devemos nos envergonhar do Evangelho de Cristo.

I – LEMBRANÇAS DE PAULO

Nos versículos em que Paulo inicia o diálogo com Timóteo, o apóstolo expressa:

Gratidão a Deus por ter a honra em servi-lo;

Notifica que nas orações intercede pelo o jovem Timóteo;

Demonstra saudades do jovem;

Afirma que a companhia de Timóteo outorga alegria;

E enaltece a fé do jovem Timóteo que tem como trajetória original na prática de vida de sua mãe e de sua avó.

Lembrar de alguém no momento da oração é demonstração direta de amor. No momento da oração ocorre um diálogo entre o cristão (criatura) e o Senhor (Criador). O cristão apresenta suas limitações e compreende a autoridade divina. Logo, em meio ao reconhecimento de suas próprias limitações o crente apresenta pessoas ao qual ama àquele que tudo pode fazer, ou seja, é um pedido direto ao Senhor para cuidar das pessoas amadas.

II – DESPERTES O DOM

Dom é uma habilidade especifica outorga por Deus para que haja uma ação em prol do Reino. É um poder que tem origem em Deus e capacita o indivíduo para o exercício de uma missão especial.

Compreende-se que o dom deve ser cultivado, e Stamps cita que o indivíduo deverá assim alimentar o dom mediante a oração, fé, obediência e diligência (2009, p. 1877 apud Queiroz, 2023, p. 134).

O cristão não recebeu:

O espírito de temor, ou seja, de covardia ou de medo.

O crente recebeu:

O espírito de fortaleza, isto é, de poder.

O espírito de amor, isto é, da essência divina.

O espírito de moderação, ou seja, equilíbrio.

III – NÃO TE ENVERGONHES

A situação poderá ser diversa, porém o cristão não poderá envergonhar da pessoa de Cristo e nem do Evangelho do Senhor. Poderá sofrer o martírio, porém nada de se envergonhar da mensagem defendida e pregada. Pois, no fim o que cada crente deverá ter como certeza é que sei em quem tenho crido.

Crido em Jesus Cristo, Senhor, Salvador e Deus meu. Logo, nEle deverá o cristão permanecer firme até o fim de sua trajetória aqui na terra.

Referências:

QUEIROZ, Silas. Sejam firmes: ensino sadio e caráter santo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: 2023.

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

A RENOVAÇÃO COTIDIANA DO HOMEM INTERIOR

Subsídio para lições da Escola Bíblica Dominical: A RENOVAÇÃO COTIDIANA DO HOMEM INTERIOR 

A verdade prática apresenta o seguinte enunciado:

Por instrumentalidade do Espírito Santo, os salvos experimentam a renovação interior em meio as adversidades externas.

O cristão é chamado para o exercício da obra do Senhor, o que torna o crente um instrumento do Espírito e tem por finalidade exercer o ministério o qual foi vocacionado.

Lembrando que os objetivos da presente lição são os seguintes:

Refletir sobre as adversidades enfrentadas pelo homem interior;

Compreender que essas dificuldades na vida não podem ser comparadas à glória futura reservada aos cristãos;

E, Despertar os alunos para buscar o renovo espiritual e o fortalecimento do homem interior.

I – O SOFRIMENTO EXTERIOR

O apóstolo Paulo é o exemplo do tópico em apresentar a realidade do sofrimento. Sendo que o apóstolo sofreu principalmente por apresentar a Jesus Cristo como Salvador e propagar a mensagem da salvação. Porém, o sofrimento externo demonstra as consequências do pecado original.

O pecado em si corresponde em ser um erro proposital em não acertar o alvo. Adão errou o alvo, a obediência não foi mantida, logo por Adão todos tornaram pecadores e distanciaram do Senhor.

O poder do pecado na vida do indivíduo é definido em duas situações: no aprisionar e no condenar.

O pecado aprisiona o indivíduo, isto é, faz do indivíduo escravo do mesmo. Sendo que o prisioneiro não tem liberdade em realizar sua própria vontade. Apenas o conhecimento da verdade liberta o homem do poder do pecado (Jo 8.32).

A segunda situação se relaciona com a condenação, pois o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Em alguns casos esta dominação leva a morte física, porém, antes que esta se concretize a morte espiritual torna se uma realidade e se define na perca da comunhão com Deus.

Os males existenciais na atualidade estão todos associados com o poder do pecado, pois este aprisiona e condena, mas graças a Deus que outorga vitória por intermédio de Jesus Cristo. Por fim, a santificação liberta o indivíduo do poder do pecado (REVISTA MANANCIAL, ANO 15, EDIÇÃO 49, p. 23, 24).

E sobre a esperança escreve Silva:

O cristão em meio a todos os sofrimentos permanece fiel a Deus, pois a esperança que tem origem na promessa divina é maior que toda a aflição deste tempo presente. Já nos versículos 22 a 26 o apóstolo Paulo fala de três tipos de gemidos. A palavra gemido do grego, stenazó, transmitido à ideia de sentimento de pesar interior, exprime dor moral e física. De fato significa suspirar, causar dor, afligir, entristecer, prantear e padecer. Até o próprio Deus se condói do gemido dos necessitados (Sl 12.5) e levanta do seu trono e põe a salvo aquele que nEle confia (REVISTA MANANCIAL, ANO 15, EDIÇÃO 49, p. 44).

II – A RENOVAÇÃO INTERIOR

Dois atos são fundamentais para ratificar a renovação diária do crente, são eles: vida constante em oração, assim como a meditação na Palavra do Senhor.

A oração é um diálogo com o Senhor, por isso, a oração não poderá ser vista como obrigação. Orar é falar com Deus, logo oração é um privilégio em que o ser humano tem a honra de poder dialogar com Deus, apresentando ao Senhor seus limites, assim como por meio da oração o cristão poderá chegar ao Senhor em adoração.

Não há fortalecimento sem a prática da oração. Portanto, não há pessoa fortalecida diante do Senhor sem ter por hábito diário o desenrolar do diálogo com Deus.

Já no que corresponde com o estudo da Bíblia o pastor Renovato acrescenta relacionando com o avivamento:

O crente avivado precisa ler e estudar a Bíblia diariamente para entender e absorver os seus conteúdos preciosos em termos de ensino, doutrina, exortação, orientação e advertência e para a sua própria edificação espiritual (2023, p. 108).

III – OS DESAFIOS DE HOJE

Por fim, no último tópico percebe-se a importância de agregar informações sobre a compreensão da batalha espiritual.

Batalha espiritual corresponde com a atuação dos cristãos por meio da pregação do Evangelho (atividade desenvolvida com oração e jejum), objetivando a libertação dos que se encontram cativos, pois há seres malignos que conspiram contra tudo o que pertence a Deus.

Já a Primeira Epístola de Pedro tem como objetivo encorajar os cristãos a permanecerem firmes em Cristo até mesmo mediante o sofrimento. Provavelmente foi escrita entre os anos 62 a 64 d.C.

O apóstolo Pedro abordou cinco temas diferentes.

Em primeiro, o apóstolo associa o sofrimento como ferramenta para moldar o caráter divino nos cristãos (1 Pe 1.6,7).

Em segundo, a retidão independe de uma vida de tranquilidade. Logo, em todo tempo o cristão deve ser reto, justo e conhecer a Deus, isto é, ter conformidade com Deus.

Terceiro, os cristão não devem associar o sofrimento com castigo divino (1 Pe 2.20).

Já em quarto, a submissão é fundamental e necessária para que haja harmonia no relacionamento da comunidade cristã.

E, por fim, em quinto Pedro destaca que o sofrimento de Cristo na cruz foi para salvar o ser humano da escravidão do pecado (1 Pe 1.2-5;3.18-22).

Referência:

SILVA, Andreson Corte Ferreira da. A carta aos Romanos: escrito paulino que edifica a igreja atual. Revista manancial, Ano 15, ed. 49.