Deus é Fiel

Deus é Fiel

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Subsídio para a aula da EBD – O Arrebatamento da Igreja


Subsídio para a aula da EBD – O Arrebatamento da Igreja
A verdade prática associa o arrebatamento com a salvação, logo o arrebatamento está diretamente associado com a santificação, pois a santificação se divide em três partes: a santificação pretérita, a santificação presente ou progressiva, e a santificação futura ou definitiva.
A santificação definitiva corresponde com a glorificação do cristão quando este tiver o corpo corruptível transformado em um corpo incorruptível.
O arrebatamento corresponde com a primeira fase da vinda do Senhor Jesus. Pois, a segunda vinda se divide em duas fases:
A primeira fase: será nos ares com o objetivo arrebatar a igreja (1 Ts 4.16,17). Não será visível a todos.
A segunda fase: juntamente com os santos Jesus virá a terra para reinar por mil anos. Esta vinda será visível a todos (Mt 24.26,27).
O termo arrebatamento do grego, harpazó, que transmite a ideia de rapto, ou remoção repentina. Logo, o arrebatamento será a remoção repentina da Igreja pelo poder do Senhor Jesus.
I – TODOS OS SALVOS SERÃO ARREBATADOS
O mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro (1 Ts 4.16).
Alarido significa grande barulho
No texto, corresponde ao fato da ressurreição dentre os mortos que ocorrerá no momento do arrebatamento.
Voz de arcanjo
Indica que israelitas convertidos ao Senhor Jesus serão também arrebatados para estarem com Cristo Jesus.
Trombeta de Deus
Corresponde com a participação daqueles que estiverem vivos no momento do arrebatamento da igreja.
O arrebatamento será no abrir e fechar de olhos e tem como propósitos:
A ressurreição dentre os mortos (1 Co 15.22,23),
A transformação dos vivos (1 Co 15.51,52),
O arrebatamento dos fiéis,
E a apresentação da igreja a Cristo na qualidade de esposa (Ap 19.7-9).
Portanto, todos os salvos que foram transformados mediante o novo nascimento serão arrebatados.
II – O ARREBATAMENTO E A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS
Ressurreição significa “volta miraculosa à vida”. E no contexto Sagrado há três tipos de ressurreição: ressurreição de mortos, ressurreição dentre os mortos e ressurreição dos mortos.
Ressurreição de mortos
É o tipo de ressurreição que abrange todos aqueles que por milagre divino tiveram suas vidas restabelecidas.
Os exemplos são: o filho da viúva de Sarepta (1 Rs 17.21-22), o filho da Sunamita (2 Rs 4.34,35), o homem que tocou os ossos de Eliseu (2 Rs 13.43,44), o filho da viúva de Naim (Lc 7.11-17), a filha de Jairo ( Mc 5. 40-42), Lázaro (Jo 11.43,44), Tabita (At 9.40,41) e o jovem Êutico (At 20.9-12).
Ressurreição dentre os mortos
Neste segundo tipo de ressurreição pela ordem ocorreram e ocorrerá: a ressurreição do Senhor Jesus (1Co 15.23), a ressurreição dos que ressuscitarão no momento do arrebatamento da igreja (1Co 15.23,24), a ressurreição das duas testemunhas (Ap 11.11,12) e a ressurreição dos mártires da grande tribulação (Ap 20.4).
Ressurreição dos mortos
É o tipo de ressurreição que abrange todos aqueles que morreram em seus delitos e pecados, ou seja, é a ressurreição geral (Jo 5.29).
III – ANTES DO ARREBATAMENTO E DEPOIS DELE
O terceiro tópico é bem didático em dividir o tema arrebatamento quanto ao tempo, o antes e o depois.
Antes do arrebatamento é necessário vigilância, isto é, estar alerta para não ser enganado por falsos ensinamentos e nem por falsos mestres.
Já depois do arrebatamento para os que participarão do mesmo será alegria, isto é, a felicidade será para sempre.
Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras (1 Ts 4.18).

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Embaixador de Cristo


Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Embaixador de Cristo
Texto: De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamos-vos, pois, da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus.
Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus (2Co 5.20,21).
O apóstolo Paulo registra as seguintes palavras: porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio (Ef 2.14). Logo, no presente versículo há palavras que descrevem a necessidade de um embaixador: paz e povos.
Em busca da paz em todos os aspectos faz com as nações tenham entre-se embaixadas e embaixadores.
A embaixada é a presença oficial de uma nação, instalada dentro do território de outra nação. Que tem como dever proteger os interesses do país que representa e de seus cidadãos. O embaixador tem como função informar o governo sobre os acontecimentos no país estrangeiro e, promover relações e desenvolver as relações econômicas, culturais e científicas entre os dois países.
O Brasil possui 138 embaixadores distribuídos nos cinco continentes povoados.
Igreja: Embaixada de Deus na Terra
O termo igreja deriva se da palavra grega, ekklesia, que tem por significado assembleia pública. O termo aparece no Novo Testamento, quando Jesus disse que edificaria a sua igreja. A doutrina que estuda a igreja é conhecida como eclesiologia, sendo que esta doutrina expõe a diferença entre igreja local (visível) e igreja universal (invisível). A igreja invisível se caracteriza por todos os que receberam a Jesus como único Salvador, já a visível trata-se do grupo local de cristãos que se reúnem para cultuarem a pessoa de Jesus. 
1- A igreja possui autoridade.  Autoridade quer dizer direito ou capacidade de se fazer obedecer. Logo, o porquê dos demônios obedecerem à igreja, se explica pela autoridade de Cristo outorgada aos cristãos sobre os principados da maldade. Além dos demônios as enfermidades também obedecem à autoridade que foi outorgada a igreja. 
2- A Igreja é um organismo. Organismo quando se refere à igreja indica a vivacidade da mesma perante todo o longo da história. 
Nota-se esta verdade acima citada no poema escrito por A. Z. Conrad acerca da imortalidade da Bíblia, onde que há uma adaptação à imortalidade da Igreja.
Firme está ela
Século após século - Firme está ela.
Impérios se levantam e caem e são esquecidos – firme esta ela.
Dinastias se sucedem – firme está ela.
Reis são coroados e destronados – firme está ela.
Desprezada – firme está ela.
Tempestades de ódio rugem ao seu redor – firme está ela.
Os agnósticos sorriem – firme está ela.
Profanos e ímpios escarnecem – firme está ela.
Relâmpagos de ira dão contra ela – firme está ela
O progresso liberal tenta diminuir o seu valor – firme está ela.
     Tentaram acabar com a igreja através de perseguições da mais vasta crueldade humana, mas em um determinado dia os oponentes tiveram que aceitar a seguinte verdade, quanto mais o sangue dos cristãos era derramado mais crescia o número dos que se entregavam a Jesus como único Salvador.
3- A Igreja expõe a verdade. As doutrinas bíblicas são verdades ensinadas pela igreja. A igreja tem mostrado ao mundo o que é pecado e também os seus efeitos para o ser humano, tanto nesta vida como na vida vindoura. No exercício da sua missão de proclamar a salvação, a igreja como embaixada de Cristo possibilita aos ouvintes o conhecimento bíblico de todas as doutrinas, como: hamartiologia, soteriologia, eclesiologia, escatologia e cristologia.
Sou embaixador de Cristo
1- Embaixador do ministério da reconciliação. Reconciliar é tornar um, aqueles que se separam por algum motivo. Motivo às vezes considerado sem valor, porém com poder totalmente destruidor. Logo, sendo o cristão embaixador de Cristo mediará a reconciliação, proporcionando a unidade onde reinava a separação. Como embaixador de Cristo é de responsabilidade do cristão propagar a mensagem de salvação a todos os homens.
2- Embaixador que informa ao seu superior. O cristão através da oração identificará ao Senhor todas as necessidades da comunidade, da qual o mesmo estar inserido. Portanto, por meio da oração há demonstração de interesse do crente para com o agir de Deus, e também, para com a comunidade social.
3- Embaixador que proporciona melhorias. O cristão proporciona melhorias sócias, assim também quando há construção de um templo em determinado lugar se percebe que as melhorias sócias se tornam notáveis.
Palavra Final
Ser embaixador de Cristo é poder representar o Senhor dos senhores em terra estrangeira. É proporcionar melhorias desde a vida espiritual das pessoas, até melhorias nos aspectos emocionais de cada indivíduo.
 Por fim, é saber que nesta terra não estar o descanso do cristão, mas aqui cada crente fiel é um forasteiro que representa a cidade que está no céu. Portanto, Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: embaixador de Cristo.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Subsídio para as aulas da EBD – Esteja Alerta e Vigilante, Jesus voltará


Subsídio para as aulas da EBD – Esteja Alerta e Vigilante, Jesus voltará
A verdade prática descreve a volta do Senhor Jesus a um evento dinâmico, que será repentino e não dará chance para o arrependimento a aqueles que estarão despreparados.
Logo, o cristão deverá estar preparado para o dia da vinda do Senhor Jesus. Portanto, o mesmo não poderá descuidar de sua vida espiritual. 
I – A VINDA DE JESUS SERÁ REPENTINA
Porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do Homem no seu dia (Lc 17.24).
Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa (Mt 24.43).
Um fenômeno natural de grande importância para a agricultura é tido como comparativo para indicar a vinda do Senhor do Jesus em sua rapidez. O relâmpago transporta nitrogênio das partes mais elevadas da troposfera para a litosfera. Já a vinda de Jesus transportará os fiéis da terra para o terceiro céu. A ação do relâmpago é rápida, o que se percebe é a luz emitida de uma extremidade a outra.
Um relâmpago, é um fenômeno repentino e visível a todos. De forma parecida, o súbito dia do Filho do Homem será evidente para todos. Quando o Senhor retornar, Ele virá de forma instantânea e perceptível. Não haverá dúvidas sobre o que aconteceu (RADMACHER; ALLEN;HOUSE, p.194).
Já o evangelista Mateus registra um fenômeno social desagradável, a ação do ladrão. Este personagem social que teve a sua vez no contexto histórico pelo aumento da violência e da corrupção passa a agir de maneira em que tira o conforto das pessoas. Se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, o mesmo vigiaria e agiria de todas as maneiras e com todas as forças para impedir a ação do ladrão.
Já o que corresponde em comparar a vinda do Senhor Jesus com um ladrão indica que cabe aos cristãos estarem preparados para não serem pegos de surpresa.
II – COMO FOI NOS DIAS DE NOÉ
Comiam e bebia, casavam e davam-se em casamento (Lc 17.27).
Nos dias de Noé havia normalidade, desde o alimentar ao relacionamento entre as famílias.
Pois, comiam e bebiam, indica também que as pessoas se deixaram levar pela busca da satisfação materialista e abandonaram as coisas espirituais.
Da mesma foram, casavam e davam-se em casamento, indicava também que as pessoas se deixaram levar pela busca da satisfação emocional e se desligavam das coisas espirituais.
Nos dias de Noé, as pessoas não prestavam atenção às coisas de Deus e tiveram de enfrentar um julgamento como consequência (Gn 6.5-13). Haverá um cenário semelhante no retorno de Jesus (RADMACHER; ALLEN;HOUSE, p.194).
Portanto, Noé estava preparado para o dilúvio, mas sua geração não. Da mesma forma, a igreja, deverá estar preparada para a vinda do Senhor Jesus. Para os membros da igreja é necessário compreender que a satisfação emocional e material são abrangências das promessas de Deus, porém o cristão não poderá de maneira nenhuma negligenciar as atividades espirituais.
III – A CORRUPÇÃO GERAL NA TERRA
Após a desobediência de Adão a humanidade recebeu como herança do pecado: a morte, a culpa e a corrupção.
A corrupção nos estudos antropológicos significa depravação ou degeneração. A corrupção da natureza humana é descrita pela depravação total e pela incapacidade total.
A depravação total indica que toda parte da natureza humana foi afetada pela transgressão, logo, o coração do homem é perverso.
Já a incapacidade total enfatiza que o homem em si é incapaz de fazer qualquer bem espiritual.
A depravação se nota na devassidão do sexo, na violência e na resistência à graça de Deus.
O sexo torna-se pecado quando o mesmo não ocorre conforme a Palavra de Deus, pois no casamento e pós o casamento o sexo é uma bênção e não uma maldição.
Naamá filha de Lameque é citada em Gn 4.22, o que para os especialistas em interpretação Bíblica, esta citação indica que Naamá foi à primeira prostituta da história.
O dilúvio foi o castigo divino universal sobre o mundo em que a sociedade era marcada por uma tríplice característica: maldade (Gn 6.5), corrupção (Gn 6.11) e violência (Gn 6.13).
IV – COMO FOI NOS DIAS DE LÓ
A diferença entre as narrações dos evangelistas no que corresponde aos dias de Noé para com os dias de Ló está na não citação do casamento nos dias de Ló. Logo, se conclui que a corrupção ligada ao homossexualismo estava presente na sociedade de Sodoma e de Gomorra.
Portanto, há demonstração que o liberalismo sexual será mais um demonstrativo social a respeito da vinda do Senhor Jesus.
A corrupção sexual é visível em duas situações:
Primeira situação se percebe na prática homossexual.
Já a segunda situação no liberalismo da prostituição como atividade profissional.
Referência:
RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Carta de Cristo


Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Carta de Cristo
Texto: Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens,
Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração (2Co 3.2,3).
Ao escreve cartas à igreja em Coríntio, o apóstolo Paulo estava preocupado com a nova fase da igreja e com uma série de problemas que envolvia os seus membros. Portanto, o apóstolo Paulo escreve para a igreja em Coríntios, duas cartas, para proporcionar soluções, pois neste período a temática do apóstolo passa a ser: quando a igreja é o principal problema.
A minoria descontente menospreza a mensagem, a oratória, a origem e a vocação de Paulo. Por isso, o apóstolo Paulo deixou bem nítido os seguintes títulos na segunda carta aos Coríntios: as marcas de um apóstolo, o ministério de um apóstolo e a autoridade de um apóstolo. Sendo que a prova maior das marcas, do ministério e da autoridade do apóstolo está descrita na transformação dos coríntios, cartas de Cristo.
Nossa carta e carta de Cristo
Paulo diz: vós sois a nossa carta (v.2), em seguida diz: vós sois a carta de Cristo (v.3).
A diferença estar em descrever que os coríntios são frutos dos ensinos de Paulo, isto é, dos esforços ministeriais do apóstolo. Já o versículo seguinte (v.3) descreve a origem desta transformação.
1- Vós sois a nossa carta. Os cristãos deixam suas marcas no palmilhar do anúncio do Evangelho. Estas marcas se tornam visíveis na proporção de pessoas que recebem a Jesus como Salvador. Cartas estas que se tornam referência para os próprios ministros e assim para todos os homens.
Carta escrita em nossos corações (v.2), ministrada por nós (v.3). Termos que outorga o seguinte entendimento, as cartas foram escritas com total dedicação, logo isto indica que em determinados momentos o apóstolo Paulo sofreu para ministrar aos coríntios. Assim também cabe aos cristãos da modernidade entender que na pregação do Evangelho haverá momentos difíceis em que as forças parecerão que se acabarão, mas é necessário compreender que:
Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos (2Co 4.8,9).
Quem escreve a carta deverá assim pensar: de maneira que em nós opera a morte, mas em vós, a vida (2Co 4.12).
2- Vós sois a carta de Cristo. Logo, a salvação do ser humano é proveniente de Deus. Deus é quem transforma o ser humano mudando assim toda a sua vã maneira de viver.
A Igreja é de Deus, pois quem edifica a Igreja é Deus, Ele mora na Igreja e governa a Igreja. Ao governar a Igreja Deus vocaciona pessoas compromissadas para exercerem o ministério da propagação do Evangelho.
E como resultado o Senhor transforma vidas, retirando-as do lamaçal do pecado e outorga a estas pessoas, a capacidade necessária para prosseguir na fé (2C 5.7).
Escrita com o Espírito do Deus vivo
O resultado da pregação do Evangelho em Coríntios não poderia ser transitório e nem com a manifestação da condenação, mas com a glória do ministério da justiça.
O ministério da condenação foi glorioso, porém era o ministério da morte. Enquanto, o ministério da justiça outorga para as cartas vivas: confiança, capacidade e glória permanente.
Portanto, o Espírito Santo proporciona a confiança necessária. Confiança em saber que em Deus o cristão pode todas as coisas (Fp 4.13).
Há capacidade humana em que pessoas por esforço conquistaram habilidades necessárias para desenvolverem suas atividades, porém, é natural perceber que no cenário cristão muitas pessoas são capacitadas por um poder sobrenatural, onde estas pessoas desenvolvem com habilidade, que não são naturais, atividades que proporcionam conformo divino. Logo, quem capacita é Deus.
Por fim, há uma glória para todos os que se aproximam de Deus, sendo esta glória permanente.
Palavra Final
Cartas ministram, mas não com a letra, pois a letra mata (v.6). A letra mata corresponde com a interpretação legalista dos ensinamentos dos fariseus, e não como ensinam alguns neófitos cristãos, que querem invalidar a importância do Ensino da Palavra de Deus.
O certo é que a Palavra é anunciada por meio da oralidade dos cristãos e também por meio da vida dos cristãos. Porque o Evangelho é pregado não pelos panfletos distribuídos em praças, mas pelos relacionamentos cultivados no dia-a-dia pelos cristãos. Portanto, Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: carta de Cristo.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Subsídio para as aulas da EBD – Esperando a Volta de Jesus


Subsídio para as aulas da EBD – Esperando a Volta de Jesus
A verdade prática define a existência de dois tipos de crentes, no que corresponde à volta de Cristo, isto é, os que serão arrebatados e os que ficarão.
O crente não poderá esquecer que:
O arrebatamento é uma promessa de Jesus Cristo (Jo 14.3).
A primeira fase da segunda vinda de Jesus será de surpresa (Mt 24.43,44).
O esfriamento do amor é um dos sinais da segunda vinda de Jesus (Mt 24.12).
A segunda vinda do Senhor se dará em duas fases, são elas:
1- A primeira fase. Será nos ares com o objetivo arrebatar a igreja (1 Ts 4.16,17). Não será visível a todos.
2- A segunda fase. Juntamente com os santos Jesus virá a terra para reinar por mil anos. Esta vinda será visível a todos (Mt 24.26,27).
I – AGUARDANDO A VOLTA DO SENHOR
É necessário que os cristãos que aguardam a vinda do Senhor Jesus tenham uma vida ilibada, isto é, uma vida santa em toda a maneira de viver.
Por isso, Jesus disse:
Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem.  Pois nos dias anteriores ao Dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem. Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada. "Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor. Mas entendam isto: se o dono da casa soubesse a que hora da noite o ladrão viria, ele ficaria de guarda e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam (Mt 24.37-44).
Surge uma pergunta que incomoda: quem subirá e quem ficará?
Subirão os que manterão a fé, a vigilância, a santidade e o amor. Já os que ficarão serão aqueles que não conseguirão manter firmes na presença do Senhor, logo perderam ou perderão a fé, não vigiaram, não foram santos e perderam o amor.
Uma palavra sobre a Importância da Santificação:
Se alguém não nascer de novo não pode ver o reino de Deus (Jo 3.3). Os que estão na carne não podem agradar a Deus (Rm 8.8). Ambas as passagens bíblicas indicam que o homem após o pecado tornou-se incapaz. Logo, com a incapacidade humana, de si chegar à presença de Deus, o próprio Deus traçou o caminho para que a humanidade se aproxime dEle.
A regeneração só é possível na pessoal do Senhor Jesus Cristo (At 4.12). Enquanto, a conversão é à saída do indivíduo do mundo, a santificação é à saída do mundo de dentro do cristão. A regeneração é a abrangência da conversão com a santificação.
Em Cristo a imagem de Deus no homem é restaurada, pois quando o indivíduo volta para Deus é por Deus santificado, porque Ele é a fonte de todo o bem.
II – ATITUDES ERRÔNEAS DIANTE DA VINDA DE JESUS
Há uma grande porção de profecias a respeito da Segunda Vinda do Senhor Jesus, estando estas distribuídas nos dois Testamentos.
Profecias proferidas pelos profetas do Antigo Testamento. A primeira a ser observada é a do salmista Davi, quando o mesmo difere as duas vindas do Messias. Na primeira vinda, assim registrou o monarca Davi: Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra (Sl 24.7,8). O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra define a obra redentora do Messias. Já ao relatar da segunda vinda Davi assim escreveu: Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O Senhor dos Exércitos; ele é o Rei da Glória (Sl 24.9,10). O Senhor dos Exércitos, isto é, Ele não estará sozinho, estará com o seu exército, isto é, o arrebatamento da igreja.
Os profetas Zacarias e Ezequiel também registraram a respeito do Advento do Senhor Jesus.
Depois o Senhor sairá para a guerra contra aquelas nações, como ele faz em dia de batalha. Naquele dia, os seus pés estarão sobre o monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém, e o monte se dividirá ao meio, de leste a oeste, por um grande vale; metade do monte será removido para o norte, e a outra metade para o sul (Zc 14.3,4). Esta profecia corresponde com a segunda fase da segunda vinda do Senhor Jesus.
Uma desgraça! Uma desgraça! Eu farei dela uma desgraça! Não será restaurada, enquanto não vier aquele a quem ela pertence por direito; a ele eu a darei (Ez 21.27). Também a respeito da segunda fase da segunda vinda do Senhor Jesus.
Profecias a respeito da segunda vinda do Messias presente no Novo Testamento. Os evangelistas Marcos e Lucas escreveram a respeito daquele dia da seguinte maneira: Então verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e grande glória (Mc 13.26; Lc 21.27).
Da mesma forma o evangelista João, Tiago, Pedro e Paulo também escreveram a respeito do advento do Senhor Jesus.
Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro (1 Jo 3.1-3).
Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do outono e da primavera (Tg 5.7).
Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a esperança na graça que será dada a vocês quando Jesus Cristo for revelado (1 Pe 5.13).
Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram. Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. Consolem-se uns aos outros com essas palavras (1 Ts 4.13-18).
Portanto, o ignorar a vinda de Jesus é agir contra as profecias Bíblicas. E escarnecer das profecias corresponde a não ter o conhecimento necessário das profecias e há aqui a identificação da perca da fé e da esperança.
III – ATITUDE DO SEVO FIEL ANTE A VOLTA DO SENHOR
Há o servo fiel e o servo infiel. O fiel sabe esperar a vinda do Senhor Jesus e isto torna notável no ter uma vida irrepreensível, no não dar lugar a carne e por fim, no produzir frutos.
O chamado de Deus na vida do cristão tem como propósito a frutificação. Porém, que o fruto permaneça (Jo 15.16), isto é, que as obras desenvolvidas pelos membros da igreja continuem a frutificar. Portanto, que os frutos permaneçam indica que houve obediência ao chamado divino e que há uma permanência de boa frutificação, e isto se dará nos lares, isto é, na educação dos pais para com os filhos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Ramo ligado à Videira Verdadeira


Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Ramo ligado à Videira Verdadeira
Texto: Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado.
Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer.
Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito (Jo 15.1- 7).
Em suas últimas horas com os discípulos o Senhor Jesus transmite um profundo ensino sobre liderança. As instruções do Líder dos líderes abrangem os seguintes pontos: servir, amar e permanecer.
O capítulo quinze faz menção da videira, árvore muito conhecida pelos discípulos e de muito valor para o povo israelita, tendo em vista que Israel é comparado por Asafe a uma videira (Sl 80.15).
Logo, o capítulo em estudo compara os discípulos a varas, que em outras versões serão identificados como ramos ligados à videira, sendo esta a Videira Verdadeira. Jesus é a videira e o Pai é o lavrador. Portanto, os ramos que dão frutos são limpos pela Palavra para produzirem mais frutos e que estes frutos permaneçam.
Definições de papéis
É bem notável a função do Pai, do Filho e dos discípulos, nos cinco primeiros versículos do capítulo em estudo. O Pai é apresentado como o lavrador. O Filho é videira verdadeira. E os discípulos são os ramos.
1- Jesus é a Videira Verdadeira. Jesus veio para os seus e os seus não receberam (Jo 1.11), isto é, Israel não deu frutos e por isso, foi desligado da videira. Por ser Jesus a videira todos os que estiverem ligados a Ele darão frutos (v.2), serão limpos pela Palavra (v.3), terão seus pedidos de oração atendidos (v.7), e dentre outros serão chamados de discípulos de Jesus (v.8).
2- O Pai é o lavrador. O lavrador é aquele que cuida do plantio. Deus no uso de suas atribuições como lavrador, limpa a videira para que esta dê mais frutos.
O limpar da videira se dá em duas etapas:
Na primeira etapa há eliminação dos ramos que não dão frutos (v.2), que serão lançados fora, e por consequência secarão e irão para o fogo (v.6).
Já a segunda etapa corresponde com os ramos que dão frutos que serão limpos para produzirem mais frutos (v.2).
3- Os discípulos são os ramos. No singular as palavras do Senhor Jesus são ditas para onze dos doze apóstolos. Porém, a abrangência desta palavra ecoa e se anexa à igreja.
Ser comparado a ramos há identificação de que a igreja é dependente de Deus, desde o produzir frutos até ter respostas às orações.
Os ramos que estão em Cristo
1- Serão limpos. Quem desenvolve a limpeza é o lavrador. Logo, o Pai por ser zelo limpa os ramos da videira utilizando a Palavra, isto é, purificando e santificando a igreja pela Palavra.
Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra (Sl 119.9).
Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti (Sl 119.11).
Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade (Jo 17.17).
A limpeza se dá com o objetivo que os ramos deem mais frutos e que estes frutos permaneçam (v.2,16).
2- Pedirão tudo o que quiserdes. Em Mt 7.7 a bondade de Deus é revelada no dar, revelar e abrir. Pois, o que pede, recebe; o que busca, encontra; e, ao que bate se abre (Mt 7.8). A oração é o diálogo existente entre o cristão e Deus, entretanto a oração é a forma do cristão pedir. Porém, a oração deverá ser feita no nome de Jesus (Jo 14.13,14).
E aos discípulos o Senhor Jesus ensina que eles pedirão o que quiserdes e será feito, porém, há duas condições: primeira, os discípulos deverão estar em Cristo, e a segunda condição corresponde em que as Palavras de Cristo estejam presentes no íntimo dos discípulos.
3- Produzirão frutos permanentes. O chamado de Deus na vida do cristão tem como propósito a frutificação. Porém, que o fruto permaneça, isto é, que as obras desenvolvidas pelos membros da igreja continuem a frutificar. Portanto, que os frutos permaneçam indica que houve obediência ao chamado divino e que há uma permanência de boa frutificação, e isto se dará nos lares, isto é, na educação dos pais para com os filhos.
Palavra Final
Portanto, ser ramo ligado à videira outorga aos cristãos o dever de permanecer em Cristo. O permanecer em Cristo indica ter comunhão com Ele, já permanecer na Palavra envolve obediência a Deus. Portanto, Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: ramo ligado à Videira Verdadeira.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Subsídio para as aulas da EBD – Sinais que Antecedem a volta de Cristo


Subsídio para as aulas da EBD – Sinais que Antecedem a volta de Cristo
A verdade prática enfatiza a necessidade de a igreja vigiar para não ser apanhada de surpresa na Vinda do Senhor Jesus.
A presente lição transmite três divisões no que corresponde os sinais referentes à vinda do Senhor Jesus.
O primeiro tópico corresponde com os sinais na vida da igreja. Já o segundo corresponde com os sinais nos céus. E o terceiro tópico corresponde com os sinais na terra.
SINAIS NA VIDA DA IGREJA
Poderá ser também chamado de sinais religiosos, ou de âmbito religioso, pois correspondem com o surgimento de falsos cristos e falsos profetas, com a apostasia, com a doutrina de demônios e com a perseguição à igreja.
 O próprio Senhor alerta os discípulos dizendo que muitos virão em meu nome (Mt 24.4,5).
Deste a ascensão de Jesus muitos falsos cristos tem se manifestado no mundo dizendo ser o Messias, porém, os mesmos eram descrições exatas da veracidade da Escritura Sagrada, no corresponde o surgimento de falsos cristos. A igreja deverá estar alerta para não ser pega despreparada do conhecimento, pois muitos serão enganados por terem o conhecimento das profecias Bíblicas.
A apostasia é um adultério espiritual, ou seja, é uma traição a Deus. Assim escreve Lima:
Apostasia (gr. apostasia) significa desvio, afastamento, abandono. Tem o sentido também de revolta, rebelião, no sentido religioso. Numa definição clara, apostasia que dizer abandono da fé... Apostasia, no original do Novo Testamento, vem do verbo aphistemi, com o sentido de rejeitar uma posição anterior, aderindo a posição diferente e contraditória á primeira fé, repelindo-a em favor de nova crença (p.23).
A apostasia é o abandono premeditado da fé. E conforme os ensinos bíblicos é adultério espiritual. No contexto ministerial há líderes que se apostataram da fé, abraçando posições que outrora eram rejeitas pelo mesmo. Porém, o maior problema causado por tal atitude se refere ao desvio de uma comunidade. Líderes que mudam suas concepções erroneamente levam consigo inúmeras pessoas. E por passar o tempo percebe-se o fracasso espiritual destas famílias.
As doutrinas de demônios apresentam em seus ensinos por meio dos falsos mestres a negação da veracidade bíblica, assim como a negação da divindade de Cristo. Portanto, o líder cristão em exercício de suas funções pastorais deve aconselhar e ensinar os crentes a serem disciplinados e a aprenderem as verdades da Palavra do Senhor. 
Sobre a veracidade bíblica é necessário saber que os fatos narrados pelos escritores da Sagrada Escritura são verídicos “porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.21).
A veracidade da Bíblia é também definida pela integridade geográfica, pois as descobertas arqueológicas provam com exatidão o local em que as circunstâncias descritas na Bíblia aconteceram. É também definida pela integridade etnológica, isto é, as afirmações bíblicas sobre as raças são corroboradas pelas descobertas acerca dos povos antigos narrados nas Escrituras. Há também a integridade cronológica que relaciona período do fato e não há controvérsia em datas quando se trata das narrativas da Bíblia com as descobertas. E por fim, a integridade histórica, na Bíblia nomes de reis e personagens importantes são citados o que corresponde com as narrativas de anais históricos das antigas civilizações.
SINAIS NOS CÉUS DA VINDA DE CRISTO
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas (Lc 21.25). A lua desviou da órbita em cerca de vinte quilômetros, logo, a mudança na órbita define sinais presentes nesta obra criada.
Para Dr. Crommeli, “algumas influências desconhecidas estão agindo sobre a lua, e não temos a menor ideia do que sejam” (apud BANCROFT, p.330).
Sobre as estrelas assim descreve Bancroft:
Em 1918, uma nova estrela de primeira grandeza foi descoberta por diversos olhos ao mesmo tempo, e imediatamente foi verificada pelo observatório de Greenwich.
Outras descobertas importantes no céu têm seguido em ordem e com suficiente frequência para trazer o mundo ciente dos sinais nas estrelas, que aumentarão, apontando a vinda de Cristo e o fim da dispensação (p.330).
GUERRAS, CONFLITOS E TERREMOTOS
Os sinais na terra estão divididos em: naturais, políticos, tecnológicos e espirituais.
Os sinais naturais se cumprem na natureza física e na humana. Na física haverá terremotos (Mt 24.7) e na humana haverá pestilência (Mt 24.7).
Os sinais na política serão notáveis nos acordos entre as nações (Dn 2.7) e nas guerras existenciais entre os povos (Mt 24.7).
Já os tecnológicos (Dn 12.4; Na 2.4) se define com o aumento dos transportes, tanto nacionais como internacionais, nada é senão verdadeiramente fenomenal, quer visto em relação aos indivíduos que participam dos mesmos, quer aos meios e métodos empregados (BANCROFT, p.331).
Por fim, os espirituais se tornarão notórios com o aumento da iniquidade (Mt 24.12), logo haverá uma apostasias (1 Tm 4.1).
Referência
BANCROFT, Emery H. Teologia Elementar, doutrina e conservadora. São Paulo: Editora Batista Regular, 2006.
LIMA, Elinaldo Renovato de. O Final de todas as coisas, esperança e glória para os salvos. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.