Deus é Fiel

Deus é Fiel

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Subsídio da lição – Jesus, o modelo ideal de humildade.


Subsídio da lição – Jesus, o modelo ideal de humildade.

A palavra-chave para a 4ª lição deste 3º trimestre é “HUMILDADE”. A palavra-chave, humildade, é uma virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza. Em alguns relatos a humildade é associada à pobreza. Porém, quando se trata de uma virtude a humildade é definida por duas atitudes nobres, submissão e serviço.
A verdade prática dá ênfase à humildade de Jesus ao associar a submissão e a servidão com a humildade no longo do seu ministério tornando assim um modelo ideal de humildade.
Na introdução encontra se a declaração bíblica a respeito da divindade de Jesus e também da sua natureza humana.
Dica: faça distinção entre a natureza divina e humana de Jesus.

I – O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO.
1- Ele deu o maior exemplo de humildade.
2- Ele era igual a Deus.
3- Mas “não teve por usurpação ser igual a Deus” (v.6).
Comentário: O primeiro tópico baseia nos versículos 5 e 6  que apresenta duas palavras que merecem atenção e análise em especial. As duas palavras são sentimento e forma.
Em grego “phroneo” corresponde a sentimento no que representa pensamento. O pensamento de Cristo não outorgava valores ao sentimento individualista, mas há demonstração de amor ao próximo. Já a segunda palavra é a palavra forma que corresponde a semelhança de Deus, ou seja, sendo Ele Deus.
Portanto, Cristo, ao fazer-se homem, esvaziou-se não de sua divindade, mas de sua glória. A presente frase é explicativa e identifica que Jesus continuou sendo Deus, porém, sem a glória divina, pois o mesmo tornou se limitado no que corresponde ao tempo e o espaço.
II – O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8).
1- “Aniquilo-se a si mesmo”.
2- Ele “humilhou-se a si mesmo”.
3- Ele foi “obediente até a morte e morte de cruz”.
Comentário: três palavras são destaque no tempo em que Jesus viveu neste mundo como verdadeiro homem, são elas: esvaziar, humilhação e obediência. Jesus esvaziou se de sua glória e de seus atributos como Deus, porém continuou sendo Deus, porque Ele não esvaziou se da sua essência divina.
A humilhação de Jesus teve como objetivo primordial o tríplice ministério do Messias: profético, sacerdotal e o de rei.
Como profeta foi Ele o porta voz entre Deus e os homens, pois o profeta fazia a ponte entre Deus e os homens.
Como sacerdote foi Ele o representante entre os homens e Deus, pois o sacerdote fazia a ligação entre os homens a Deus.
E como rei Jesus desenvolveu o ministério de cura.
Por fim, Jesus foi obediente até a morte e morte de cruz.

III – A EXALTAÇÃO DE CRISTO.
1- “Deus o exaltou soberanamente”.
2- Dobre-se todo joelho.
3- “Toda língua confesse”.
Comentário: o presente comentário apresenta a exaltação de Cristo em três momentos importantes. Primeiro momento, um nome que é sobre todo o nome, o que a maioria dos especialistas defende que seja o nome “Senhor”. Já no segundo momento “que ao nome de Jesus se dobre todo joelho” e o que marca esta verdade é que serão os joelhos de todos até mesmo os que estão debaixo da terra. E por terceiro, toda língua confessará que Jesus é o Senhor.

A humilhação de Jesus (v.7,8)
A exaltação de Jesus (v.9 a 11)
Esvaziou se da sua glória
O Pai o exaltou soberanamente
Tomou a forma de servo
Recebeu um nome acima de todos os nomes
Humilhou a si mesmo
Todo joelho se dobrará perante Ele
Foi obediente até a morte e morte de cruz
Toda língua confessará que Ele é o Senhor.

Tome Nota: A exaltação é precedida pela humildade. E assim foi com Cristo Jesus que humilhou a si mesmo para ser exaltado soberanamente pelo Pai.

domingo, 21 de julho de 2013

O Mestre está aqui e chama-te


O Mestre está aqui e chama-te

E, dito isso, partiu e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: O Mestre está aqui e chama-te (João 11.28).
Introdução                                
Jesus era amigo de Lázaro e o amava muito (Jo 11.3). Mas, a aproximação entre eles não impediu que Lázaro passasse por momentos difíceis, onde que a enfermidade piorava cada veze mais. Ao saber que seu amigo estava doente Jesus disse que a enfermidade não era para a morte, mas para glória de Deus (Jo 11.4), porém foi necessário que Lázaro morresse para que a glória se manifestasse.
No presente tema três coisas são importantes a serem observadas. A primeira delas é o termo “Mestre” que indica conhecimento de Marta sobre a pessoa de Jesus. Já a segunda é a expressão “está aqui”, que corresponde a presença de Jesus. E a terceira é “chama-te” expressão que indica a relação entre o individuo e o chamado de Deus para o mesmo.
I – CONHECENDO A JESUS.
1- Para a Igreja. No contexto eclesiástico a melhor definição a respeito de Jesus é a de que Ele é o Salvador. Pois, no que concerne a exposição bíblica a igreja é adotada por Deus pelo intermédio de Jesus Cristo. Todos pecaram (Rm 5.12) e distanciaram da glória de Deus, logo por ser transformado pelo poder do evangelho cada cristão torna-se coerdeiro de Jesus (Rm 8.17). Jesus é Senhor. Jesus é Deus. Porém, para a igreja a definição que mais se apropria ao antigo com o atual estado de vida dos indivíduos é a convicção que Jesus é Salvador, isto é, Ele nos livrou da condenação.
2- Para nomes ilustres do cristianismo. Na bíblia encontramos as seguintes declarações a respeito de Jesus; sobrenaturais (Mt 3.16,17), angelicais (Lc 2.10-14), humanas (Jo 1.29,41,45 e 49) e naturais (Mt 27.45,51).
Nas declarações humanas a respeito de Jesus descobre que para João Batista, Jesus era o cordeiro de Deus que tira o pecado da humanidade (Jo 1.29). Já para André André, Jesus era o Messias (Jo 1.41). Para Felipe, Jesus era o prometido (Jo 1.445). Para Natanael, Jesus era o Filho de Deus e o Rei de Israel (Jo 1.49). Porém, a definição que mais ecoa com demonstrações magníficas sobre a pessoa de Jesus é a de Tomé: Senhor meu e Deus meu (Jo 20.28).
3- Para Marta. Marta sentia se saciada pelos ensinamentos de Jesus, pois Jesus ensinava com autoridade (Mt 7.29). Por isso, a declaração de Marta a respeito de Jesus foi à de que Ele era Mestre. Expressão que identifica Jesus com a de conhecedor de todas as coisas. Tudo sabe corresponde ao atributo da Onisciência.
II – A PRESENÇA DE JESUS.
1- A presença de Deus. No Antigo Testamento Deus fez com que a glória fosse sentida e desfrutada pelos israelitas, porém, Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer (Jo 1.14), tal verdade Bíblica descreve que Jesus tornou-se possível a notoriedade da presença de Deus.
2- A presença de Jesus proporcionam milagres. A presença de Jesus proporciona milagres e quatro são os milagres descritos na Bíblia: o da provisão, o da restituição, o da restauração e o do julgamento.
O importante é lembrar que a providência é a ação de Deus em governar o planeta terra suprindo a necessidade de todos, principalmente dos que são fiéis a Ele.
O milagre não se explica é aceito pela fé. Pois, o milagre tem como fonte a direção divina, porém, Deus usa instrumentos para que o milagre ocorra. O termo restaurar corresponde a mudar, outorgando formas novas ou diferentes das anteriores. É de fato por em novo estado, assim ocorreu com Naamã que foi curado da lepra e também no momento que as águas amargas tornaram saudáveis.
III – SENDO CHAMADOS POR JESUS.
1- Tipos de chamados. No contexto bíblico três são os chamados de Deus para com o ser humano. O primeiro chamado que Deus trata com o ser humano é o chamado para a salvação. Já o segundo corresponde ao chamado para o serviço. E por fim, o terceiro tipo de chamado é o da glorificação.
Após o pecado de Adão todos os homens tornaram pecadores, por isso, o primeiro chamado feito ao ser humano da parte de Deus é o chamado para que o mesmo volte a ter comunhão com o criador. Porém, não há um limite aqui, pois quando o indivíduo é chamado para ser salvo é lhe inserido por natureza o dever de propagar o evangelho, logo se concretiza o chamado para o serviço. Todavia, um dia o céu se abrirá e todos os que entregaram as suas vidas ao Senhor Jesus terão os seus corpos revestidos de glória e serão semelhantes ao corpo de Cristo (Hb 12.23, Rm 8.17,18).
2- Homens com nobres missões. Noé teve como missão executar a tarefa de construir uma arca e apregoar a mensagem de arrependimento.
Jonas teve como missão executar a tarefa de pregar a mensagem de arrependimento em Nínive.
Moisés teve como missão guiar, proteger, amar, em suma, liderar um povo numeroso no deserto.
Davi teve como missão firmar o reino israelita.
Elias teve como missão dentre tantas, ungir a Eliseu como sucessor.
Os doze tiveram como missão pregar o evangelho, primeiro às ovelhas perdidas da casa de Israel, a curar os enfermos, a limpar os leprosos, a ressuscitar os mortos e a expulsar os demônios (Mt 10. 6-8).
O milagre é nosso, mas a glória é de Deus. Nestes últimos dias Deus quer prover o que necessitamos para a glória do seu nome. Que Deus seja louvado.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Paulo de separado a chamado para que o Evangelho fosse anunciado aos gentios

Paulo de separado a chamado para que o Evangelho fosse anunciado aos gentios 
Texto: 15- Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça,
16- Revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue,
2.1- Depois, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo Tito.
2- E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão.
3- Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se;
4- E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão;
5- Aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós. (Gálatas 1.15,16;2.1-5).

INTRODUÇÃO
O capítulo dois da carta do apóstolo Paulo aos Gálatas é utilizado pelo apóstolo para defender a autoridade do seu ministério. Isto é, o ministério apostólico. Pois, ministério é um dom em ação. Paulo recebeu de Deus o chamado para ser o apóstolo dos incircuncisos (Gl 2.7).
I – CONSAGRAÇÃO DO APÓSTOLO.
1- Definição de santificação. O termo santificar tem como significado separar ou consagrar para o uso de alguém e com propósito certo. De fato Paulo foi separado para o uso de Deus e com o propósito de glorificar o nome do Senhor em meio à história do cristianismo. O apóstolo dos gentios é considerado o maior nome teológico da história. Conforme o próprio apóstolo as marcas de Cristo em sua vida (Gl 6.17) fez do mesmo um diferencial no contexto histórico da humanidade. E isto por ter sido o apóstolo separado por Deus.
2- Processo da santificação. Deus separa o homem conforme o chamado do mesmo, ou seja, conforme a vocação do indivíduo. Porém, cabe ao ser humano salvo se santificar a cada dia. Sendo que a santificação como processo diário ocorre por meio de esforços e dedicação.
Três atitudes são fundamentais para a santificação. São elas: a atitude de ir á igreja, a atitude de ler a bíblia e a atitude de orar constantemente. Santifica os na verdade, pois a tua palavra é a verdade (Jo 17.17).
3- Desde o ventre da minha mãe. Na presente frase o apóstolo Paulo faz um paralelo entre o seu ministério apostólico e o ministério profético de Jeremias (Jr 1.5). Assim como Jeremias foi santificado às nações antes de nascer, o apóstolo Paulo também o foi.  
Há uma demonstração biológica incrível presente no texto, ou seja, o feto é independente do corpo da mãe. Deus mostra que o individuo é valorizado mesmo ainda presente no corpo da mãe, onde que o mesmo terá que passar por desenvolvimento e receber suprimento, porém o feto é diante de Deus um ser único e por isso é por Deus escolhido.
Paulo reconhece que o seu ministério veio diretamente da parte de Deus, assim como o evangelho que o mesmo pregava.
II – OS DESIGNIOS DE DEUS.
1- Os decretos de Deus são. Quando se fala sobre decreto de Deus não pode se associar com destino, pois destino corresponde a algo limitado enquanto que os decretos de Deus estão associados à santidade do Senhor. Por isso, os decretos são expressões da vontade de Deus.  Uma segunda verdade sobre os decretos de Deus é que os mesmos são eternos. E por terceiro os decretos de Deus são para a glória de Deus. Logo, “sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Rm 8.28).
2- Os tipos de decretos. Quatro são os tipos de decretos de Deus. Estes decretos incluem tudo que ocorre no contexto histórico da humanidade; da salvação ao juízo final. Os decretos são: criação, providência, redenção e consumação. Sobre o decreto da criação sabe se que Deus criou tudo para a sua glória e este decreto se completa com a providência, que é o segundo decreto de Deus para a humanidade, que se caracteriza por dois aspectos: governo e sustento. O terceiro que é a redenção é o tipo de decreto que demonstra a superioridade da luz sobre as trevas. E por fim, a consumação que será a demonstração da glória de Deus para todos, até mesmo para os ímpios.
III – A VONTADE DE DEUS PARA O HOMEM.
Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque ele será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se afadiga nem deixa de dar fruto” (Jr 17.7,8).  No presente texto se percebe que a vontade de Deus para o homem é que o mesmo se frutifique até mesmo em época de crise. Logo, o homem não foi criado para vegetar e também não é um acidente ou um por acaso.
O propósito de Deus para o homem é que o mesmo venha a arrepender se (2 Pe 3.9) e passar a ser guiado pelo Espírito Santo (Rm 8.14).
Deus está no controle de todas as coisas, por isso, nada acontece por acidente ou pelo destino. Tudo acontece conforme os decretos de Deus, que são as expressões da vontade divina e de fato são eternos e para a glória de Deus. Logo, não é o indivíduo o foco.
Paulo foi separado com uma nobre missão a de propagar o evangelho entre os gentios. Deus continua a separar pessoas para que o evangelho nos dias hodiernos seja pregado em tempo e fora de tempo (2 Tm 4.2).

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Subsídio da lição – O comportamento dos Santos em Cristo.


Subsídio da lição – O comportamento dos Santos em Cristo.
A palavra-chave para a 3ª lição deste 3º trimestre é “COMPORTAMENTO”. A palavra-chave, COMPORTAMENTO, corresponde ao conjunto de atitudes e reações do indivíduo em face do meio social. No contexto social a sociedade requer dos indivíduos comportamentos conforme as normas civis, políticas e sociais. Daí faz com que suja o termo cidadania, isto é, no contexto social. Porém, no que corresponde ao comportamento do cristão a sociedade requer o melhor dos mesmos, e de fato devemos ser o exemplo, pois somos sal e luz para este mundo que está em travas e sem sabor.
A verdade prática afirma que o Evangelho produz em cada individuo um comportamento digno e santo diante de Deus e do mundo. Fazendo com que duas palavras sejam discutidas: conformidade e santidade. Conformidade que se resume em três palavras: justiça, retidão e conhecimento de Deus. Já a santidade se desenvolve com uma vida de oração, ida constante a casa de Deus e a leitura da Bíblia Sagrada.
Nota: Para dinamizar e aquecer os comentários por parte dos alunos leia (Jo 17.17) “Santifica os na verdade, pois a tua Palavra é a verdade”.
I – O COMPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DO CÉU.
1- O crente deve “porta-se dignamente”.
2- Para que os outros vejam.
3- A autonomia da vida espiritual.
Comentário: O termo dignamente significa diretamente a qualidade de quem é digno, sério, honesto e dentre outros significados corresponde ao indivíduo que é íntegro.
O preparo do cristão deverá ser espiritual e intelectual. Quando há preparo de fato haverá comportamento de um autêntico cidadão do céu. Portanto, conforme Paulo na 2ª Carta a Timóteo 2.15, a conduta do cristão (obreiro) deverá ser tríplice: disciplinar, pedagógica e espiritual. Quando há preparo por parte da igreja, haverá triunfo sobre os falsos ensinamentos.
Ser autônomo requer atitudes firmes. A igreja do Senhor Jesus não pode recuar diante dos ataques e problemas apresentados no meio social, pois as origens de tais ataques estão ligadas ao mundo espiritual, e de fato nossas armas são espirituais.
Entre aspas: As armas são: o nome de Jesus, a oração e a Palavra. Enquanto, as fortalezas são ideológicas, físicas e espirituais. Sendo que todas elas são de influencia espiritual, porém a fortaleza espiritual torna-se compreendida com a manifestação direta de seres espirituais (Andreson Côrte, subsídio da aula anterior).
II – O COMPORTAMENTO ANTE A OPOSIÇÃO.
1- O ataque dos falsos obreiros.
2- O objetivo dos falsos obreiros.
3- Padecendo por Cristo.
Comentário: A oposição que enfrentava a igreja em Filipos era externa por parte de cristão judaizante que não tinha sido libertos da antiga maneira de viver.

Falsos Obreiros
Fundamentos
Objetivos
Grave Erro
Negação da divindade de Cristo.
Afastar os filipenses da fé e torcer o ensino bíblico.
Rejeitava a ideia por completo do sofrimento.

III – PROMOVENDO A UNIDADE DA IGREJA.
1- O desejo de Paulo pela unidade.
2- O foco no outro como em si mesmo.
3- Não ao individualismo.
Comentário: No terceiro tópico o comentarista foca na promoção da unidade no seio da igreja e conforme o contexto quatro são os pontos citados e importantes para a promoção da unidade.
Primeiro: A consolação deverá ser mútua. De crente a crente.
Segunda: O amor deverá ser mútuo.
Terceiro: A ótica não deverá ser no individualismo, mas sim na comunidade cristã. Isto é, o foco deverá ser no outro. Aqui se encaixa a parábola do Bom Samaritano onde é apresentado três filosofias de vida.
Filosofia de vida do egoísta (sacerdote e levita) o que é meu é meu.
Filosofia de vida do bandido (os malfeitores) o que é seu é meu.
Filosofia de vida corresponde ao amor cristão (bom samaritano) o que é meu poderá ser seu.
Quarto: Focar se no modelo de vida que é Cristo.

 

domingo, 7 de julho de 2013

Subsídio da lição – Esperança em Meio à Adversidade.


Subsídio da lição – Esperança em Meio à Adversidade.

A palavra-chave para a 2ª lição deste 3º trimestre é “ADVERSIDADE”. A palavra-chave, ADVERSIDADE, corresponde à infelicidade, infortúnio, ou qualidade do que é adverso.
A verdade prática chama atenção ao afirmar que nenhuma adversidade tem poder para reter a graça e o poder do Evangelho. Paulo escreveu na epístola aos Romanos que o Evangelho é poder de Deus (Rm 1.16), e da mesma forma Deus fala ao apóstolo que a graça dEle seria o necessário e o seu poder o aperfeiçoaria nas fraquezas (2 Co 12.9).
Na introdução percebe que o amor de Paulo para com as almas era grande e não havia nenhuma adversidade que o parasse, pois as dificuldades encontradas pelo apóstolo faziam com que as suas forças fossem renovadas. Isto é, Paulo encontrava motivos em meio aos problemas para continuar pregando o Evangelho.
Nota: Para dinamizar e aquecer os comentários por parte dos alunos leia (1 Pe 4.14) “Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus”.
I – ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO.
1- Paulo na prisão.
2- Uma porta se abre através da adversidade.
Comentário: A prisão poderia se tornar em empecilho à proclamação do Evangelho, porém o que ocorreu foi o contrário. O apóstolo Paulo ganhou a confiança da guarda pretoria, que de fato era constituída por uma classe especial de militares, ou seja, os melhores e tinham como função principal cuidar da segurança de César.
Existem muitas pessoas frustradas por que não conseguem visualizar os benefícios em meio às adversidades. Porém, o apóstolo Paulo que tinha um amor tão grande pelas almas fez da adversidade uma porta aberta para a proclamação do Evangelho. Conta-se que cada soldado que ficava ao lado de Paulo em seu turno sai dali convencido sobre o valor da obra realizada por Jesus na cruz.
II – O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE.
1- O poder do Evangelho.
2- A preocupação dos filipenses com Paulo.
3- Paulo rejeita a autopiedade.
Comentário: Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas (2 Co 10.4). Duas palavras deste versículo mostram a plena realidade de uma batalha: arma e fortaleza. Armas são usadas para destruir fortalezas, enquanto fortalezas são construídas para deter o poder das armas. O Evangelho possui poder transformador.
Para utilização das armas espirituais não há problema por estar preso (caso de Paulo) havia a prisão física, mas Paulo estava livre espiritualmente para vencer as fortalezas de satanás. As armas são: o nome de Jesus, a oração e a Palavra. Enquanto, as fortalezas são ideológicas, físicas e espirituais. Sendo que todas elas são de influencia espiritual, porém a fortaleza espiritual torna-se compreendida com a manifestação direta de seres espirituais.
Paulo sabia da sua missão. Saber a missão corresponde em entender o porquê foi chamado? O para que foi chamado? E qual o é o preço do chamado? Paulo de fato sabia que o seu ministério teria inúmeros empecilhos, porém nenhum deles deteve o apóstolo.
Entre aspas: O Espírito Santo usou a prisão de Paulo para tornar o evangelho ainda mais dinâmico e poderoso no seu avanço no mundo (Elienai Cabral, Filipenses, a humildade de Cristo como exemplo para a Igreja).

III – MOTIVAÇÕES PARA A PREGAÇÃO DO EVANGELHO.
1- A motivação positiva.
2- A motivação negativa.
Comentário:

Motivação positiva
Motivação negativa
Se na prisão de Paulo a guarda pretoria e outros tantos da sede do império Romano estava se convertendo a Cristo, então cabia aos cristãos espalhados em toda a terra à motivação para se entregarem na doce e grande missão de pregar o Evangelho.
Porém, já para outros tantos a prisão de Paulo tornava-se motivo para próprias vantagens. Mas, o que se percebe é que o Evangelho estava sendo pregado mesmo que tinham segundas intenções.

IV – O DILEMA DE PAULO.
1- Viver para Cristo.
2- Paulo supera o dilema.
Comentário: Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. O termo apeto utilizado pelo apóstolo Paulo corresponde a constrangimento, e isto ocorre por haver duas ideia: o desejo de partir e o desejo de viver. O que motivava o apóstolo Paulo a viver era a existencia do amor dele para com a igreja de Cristo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

O Autêntico Evangelho conduz o homem à Presença de Deus

O Autêntico Evangelho conduz o homem à Presença de Deus

Texto: 10- Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
11- Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
12- Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
13- Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.
14- E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais. (Gálatas 1.10-14).
INTRODUÇÃO
As treze epístolas escritas pelo apóstolo Paulo foram escritas sobre o aspecto do quando, ou seja, existia um motivo básico para que as epístolas fossem escritas.
Quando o fim é a principal preocupação. Aqui corresponde diretamente com 1 e 2 Tessalonicenses.
Quando a igreja é a principal preocupação. Aqui corresponde a 1 e 2 Coríntios.
Quando o evangelho é a principal preocupação. Aqui corresponde às seguintes cartas: Gálatas e Romanos.
Quando a prisão é uma realidade. As cartas são Filipenses, Colossenses, Filemon e Efésios.
Quando a morte se aproxima. Corresponde com as cartas 1 e 2 Timóteo e Tito.
Na Carta em apreço nota se que a doutrina da salvação e a autoridade do apostolado de Paulo são enfatizadas com veemência pelo apóstolo e isto se dá pela proliferação de ensinamentos errôneos difundidos por homens que estavam voltados a agradar a outros homens, sendo que estes últimos eram indivíduos voltados para as paixões carnais e desprovidos da glória de Deus.
I – AGRANDANDO A DEUS.
1- Impossibilidade da busca da aprovação humana. Há inúmeros indivíduos que define a importância de Deus em suas vidas em segundo ou outros lugares inferiores a de primeiro. Isto ocorre pela busca incessante do agradar a homens e não a Deus. Porém, quando o cristão busca agradar a Deus, o mesmo muitas das vezes terá que desagradar aos homens. Mas, quando as Escrituras Sagrada define a importância de agradar a Deus não enfatiza a ação em que o cristão terá que desagradar ou a de desfazer de uma pessoa. O que a Bíblia define é ter como alvo e motivo maior da vida o agradar a Deus. Isto é, andar em conformidade com Deus. Logo, a impossibilidade de agradar a homens está no que corresponde à presença de Deus na vida do cristão, ou seja, a importância de Deus e o desenvolver atividades que venham a agradar a Deus torna se impossível buscar a satisfação para indivíduos.
2- Tipos de pessoas que merecem ser respeitadas. Quando o apóstolo Paulo escreve sobre o não agradar a homens ele quer indicar a superioridade de Cristo e do Evangelho de Cristo na sua vida. Tal afirmativa do apóstolo não elimina o respeito que a igreja de Cristo deverá ter para com os líderes levantados por Deus para serem os representantes humanos de Cristo na Terra.
O escritor da Epístola aos Hebreus ordena aos crentes a “lembrai-vos dos vossos pastores, que falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver” (Hb 13.7), o “lembrai-vos” corresponde a não se esquecer dos benefícios pedagógicos que foram ensinados pelos pastores, e por fim, a fé dos mesmos deverá ser imitada e com a mesma intensidade deverá existir um atentar para a conduta de vida dos líderes cristãos.
Portanto, pessoas que merecem respeito por parte da igreja deverão ser pessoas exemplares pela conduta de vida. Sendo que as condutas que define um indivíduo conforme os padrões da Escritura Sagrada são: pedagógica, disciplinar e espiritual (2 Tm 2.15).
3- Tipos de pessoas que não merece aprovação. Logo, conforme a descrição anterior às pessoas que não merecem aprovação serão aquelas que as condutas são desproporcionais ao ensino bíblico. Quando a pedagogia desenvolvida pelo o indivíduo for contraria ao ensino bíblico. Quando o modelo de vida for sem disciplina cristã. E quando a vida espiritual da pessoa for morna ou fria a aprovação da mesma deverá ser desfeita.
II – O EVANGELHO NÃO É SEGUNDO O HOMEM.
1- Não possui sabor humano. Toda ação promovida por uma pessoa deixará suas marcas. A obra de uma cozinheira é conhecia pelo aroma e pelo sabor. O aroma do tempero passa a ser a propagação do que é feito pela mestra da cozinha e torna se uma provocação benéfica para que a sua obra seja consumida por aqueles que a percebem pelo o olfato. Porém, o sabor será mais ou menos marcante do que o aroma. Sendo, assim, o sabor do Evangelho não é humano, porque se fosse não teria poder transformador. Entretanto, o Evangelho não é segundo o homem porque possui sabor divino.
2- Não provém de iniciativa humana. O Evangelho não tem iniciativa humana, isto é, a origem do Evangelho pertence ao beneplácito de Deus. Por isso, que o Evangelho é transformador. Logo, tanto a iniciativa e a obra do Evangelho são pertencentes a Deus, pois tem nEle sua origem.
III – FORMAÇÃO DO APÓSTOLO PAULO.
1- Aprendiz de Gamaliel. Gamaliel era neto de Hiliel, um exímio educador judeu. Nos passos do seu avô Gamaliel recebeu o título de rabino superior (presidente), porém, três motivos fazem com que Gamaliel seja observado com clareza: primeiro motivo, Gamaliel era venerado por todo o povo (At 5.34); segundo motivo, Gamaliel foi o mestre de Paulo (At 22.3), e por terceiro, no Sinédrio Gamaliel outorgou conselho no que correspondia a ser ou não o agir dos apóstolos uma obra divina.
Logo, o apóstolo Paulo foi instruído para com as práticas e saberes do judaísmo pela maior autoridade sobre o assunto na época.
2- Instruído por Ananias. Se Gamaliel foi o responsável pela formação intelectual de Paulo, coube a Ananias instruí-lo na fé cristã. Portanto, conforme os textos de Atos (9.10,18,19) a instrução seria na ação de Ananias conduzir o apóstolo Paulo à comunidade cristã.
3- E vocacionado diretamente por Deus. Portanto, conforme a descrição de Paulo “desde o ventre da minha mãe me separou e me chamou” (Gl 1.15), aqui se percebe que a vocação de Paulo como o mesmo defende foi diretamente feita por Deus.
Portanto, o autêntico Evangelho conduz o homem à presença de Deus. Outorgando sabedoria nas decisões e guinando o indivíduo a agradar a Deus conforme as condutas cristãs.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Subsídio da lição – Paulo e a Igreja em Filipos.


Subsídio da lição – Paulo e a Igreja em Filipos.

A palavra-chave para a 1ª lição deste 3º trimestre é “EPÍSTOLA”. A palavra-chave, EPÍSTOLA, significa carta, que são de fato as lições dos apóstolos às comunidades cristãs primitivas.
As treze epístolas escritas pelo apóstolo Paulo foram escritas sobre o aspecto do quando, ou seja, existia um motivo básico para que as epístolas fossem escritas, notemos:
Quando o fim é a principal preocupação. Aqui corresponde diretamente com 1 e 2 Tessalonicenses.
Quando a igreja é a principal preocupação. Aqui corresponde a 1 e 2 Coríntios.
Quando o evangelho é a principal preocupação. Aqui corresponde às seguintes cartas: Gálatas, Romanos.
Quando a prisão é uma realidade. As cartas são Filipenses, Colossenses, Filemon e Efésios.
Quando a morte se aproxima. Corresponde com as cartas 1 e 2 Timóteo e Tito.
A carta em apreço revela à igreja hodierna a importância do amor entre os cristãos e também dos membros para com os obreiros, e de fato enfatiza as medidas comportamentais que a igreja deverá ter para enfrentar as hostilidades do inimigo.
Lembrando que os três inimigos da igreja são: o diabo, a carne e o mundo.
I – INTRODUÇÃO À EPISTOLA.
1- A cidade de Filipos.
2- O evangelho chega a Filipos.
3- Data e local da autoria.
Comentário: A cidade de Filipos era uma cidade importante pelo seu passado e pelo majestoso presente que vivenciava nos dias do apóstolo Paulo. A importância correspondente ao passado está na sua fundação, isto é, foi fundada por Felipe II rei da Macedônia no ano de 356 a.C. E no que corresponde ao presente a cidade de Filipos era majestosa pois localizava próxima a minas de ouro.
A Igreja em Filipos ganho dimensão no lar da irmã Lídia. Paulo de fato encontrou muito obstáculo para pregar o evangelho em Filipos, porém, após conduzir uma pessoa a Cristo as portas da evangelização se abriram. No contexto da evangelização a obra se inicia com a conversão de alguém, que é edificada em Cristo, e após torna se um multiplicador, ou seja, frutifica e assim a obra se estende.
Para que haja crescimento quatro palavras são importantes: conversão, edificação, frutificação e extensão. Logo, a evangelização iniciou – se com a com a conversão de Lídia que foi edificada e deu frutos e a obra se estendeu na cidade de Filipos.
II – AUTORIA E DESTINATÁRIO.
1- Paulo e Timóteo.
2- Os destinatários da carta “todos os santos”.
3- Alguns destinatários distintos: “bispos e diáconos”.
Comentário: O apóstolo Paulo em suas 13 cartas se apresenta de três maneiras: servo, apóstolo e prisioneiro. As cartas antigas começam com o nome e credenciais do remetente e também uma saudação ao destinatário. Com estas três credenciais torna-se notório que o apóstolo Paulo exercia com primazia o ministério no qual tinha sido chamado. Como servo (Rm 1.1,Fp 1.1, Tt 1.1), o apóstolo Paulo foi submisso a Deus e não teve medo de assumir riscos em prol do Evangelho. Por tal atitude Paulo foi um servo sofredor (2 Co 11.23-28). Além de servo, Paulo em algumas das suas cartas se apresenta como apóstolo (Rm 1.1,  1Co 1.1, Cl 1.1), como apóstolo Paulo queria demonstrar para as igrejas a validade de seu chamado. E por fim, como prisioneiro Paulo se apresenta a Filemon tanto para demonstrar a sua situação no momento como prisioneiro e para introduzir o assunto que tinha a expor com Filemon (Fm 1.1).
A palavra diácono no grego tem como significado servo. A missão do diácono conforme o texto de Atos 6.1-6, é servir às mesas e também cuidar das viúvas. Há exemplo de excelentes diáconos na Bíblia e dentre eles, citamos: Estevão e Filipe.
O termo diácono aparece 30 vezes no Novo Testamento, sendo que em 20 casos a palavra é traduzida por ministro, que de fato tem como significado e representação o servo (1 Tm 3.10,13).
A palavra presbítero tem como significado ancião. Aos presbíteros está a missão de cuidar da congregação, assim como é função do pastor. No Novo Testamento os termos: pastor, bispo e presbíteros passam a ter a mesma função, a de dirigir a congregação local e de certa maneira cuidar das necessidades espirituais.
Portanto, as ações administrativa e evangelística do presbítero deverão ser desenvolvidas mediante a palavra de Deus. Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra (2 Tm 3.16,17).
III – AÇÃO DE GRAÇAS E PETIÇÃO PELA IGREJA DE FILIPOS.
1- As razões pela ação de graças.
2- Uma oração de gratidão.
3- Uma oração de petição.
Comentário: Paulo é grato a Deus pela igreja de Filipos pelos seguintes motivos: a igreja era presente na aflição do apóstolo e a igreja era sensível à vontade de Deus. Notemos que são dois nobres motivos que despertam desejos dos mais agradáveis para com os que assim nos tratam.
Por tais motivos o apóstolo ora pela igreja de Filipos, e pede em favor dos mesmos:
Ø    O aumento do amor,
Ø    Da ciência e do conhecimento,
Ø    Que a igreja desfrutasse das coisas excelentes e não viesse a ser escândalo.
Ø    E que fossem cheios dos frutos da justiça.
Nestas treze lições aprenderemos sobre a Igreja de Filipos e também sobre o apóstolo Paulo.