Deus é Fiel

Deus é Fiel

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Subsídio da lição – O comportamento dos Santos em Cristo.


Subsídio da lição – O comportamento dos Santos em Cristo.
A palavra-chave para a 3ª lição deste 3º trimestre é “COMPORTAMENTO”. A palavra-chave, COMPORTAMENTO, corresponde ao conjunto de atitudes e reações do indivíduo em face do meio social. No contexto social a sociedade requer dos indivíduos comportamentos conforme as normas civis, políticas e sociais. Daí faz com que suja o termo cidadania, isto é, no contexto social. Porém, no que corresponde ao comportamento do cristão a sociedade requer o melhor dos mesmos, e de fato devemos ser o exemplo, pois somos sal e luz para este mundo que está em travas e sem sabor.
A verdade prática afirma que o Evangelho produz em cada individuo um comportamento digno e santo diante de Deus e do mundo. Fazendo com que duas palavras sejam discutidas: conformidade e santidade. Conformidade que se resume em três palavras: justiça, retidão e conhecimento de Deus. Já a santidade se desenvolve com uma vida de oração, ida constante a casa de Deus e a leitura da Bíblia Sagrada.
Nota: Para dinamizar e aquecer os comentários por parte dos alunos leia (Jo 17.17) “Santifica os na verdade, pois a tua Palavra é a verdade”.
I – O COMPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DO CÉU.
1- O crente deve “porta-se dignamente”.
2- Para que os outros vejam.
3- A autonomia da vida espiritual.
Comentário: O termo dignamente significa diretamente a qualidade de quem é digno, sério, honesto e dentre outros significados corresponde ao indivíduo que é íntegro.
O preparo do cristão deverá ser espiritual e intelectual. Quando há preparo de fato haverá comportamento de um autêntico cidadão do céu. Portanto, conforme Paulo na 2ª Carta a Timóteo 2.15, a conduta do cristão (obreiro) deverá ser tríplice: disciplinar, pedagógica e espiritual. Quando há preparo por parte da igreja, haverá triunfo sobre os falsos ensinamentos.
Ser autônomo requer atitudes firmes. A igreja do Senhor Jesus não pode recuar diante dos ataques e problemas apresentados no meio social, pois as origens de tais ataques estão ligadas ao mundo espiritual, e de fato nossas armas são espirituais.
Entre aspas: As armas são: o nome de Jesus, a oração e a Palavra. Enquanto, as fortalezas são ideológicas, físicas e espirituais. Sendo que todas elas são de influencia espiritual, porém a fortaleza espiritual torna-se compreendida com a manifestação direta de seres espirituais (Andreson Côrte, subsídio da aula anterior).
II – O COMPORTAMENTO ANTE A OPOSIÇÃO.
1- O ataque dos falsos obreiros.
2- O objetivo dos falsos obreiros.
3- Padecendo por Cristo.
Comentário: A oposição que enfrentava a igreja em Filipos era externa por parte de cristão judaizante que não tinha sido libertos da antiga maneira de viver.

Falsos Obreiros
Fundamentos
Objetivos
Grave Erro
Negação da divindade de Cristo.
Afastar os filipenses da fé e torcer o ensino bíblico.
Rejeitava a ideia por completo do sofrimento.

III – PROMOVENDO A UNIDADE DA IGREJA.
1- O desejo de Paulo pela unidade.
2- O foco no outro como em si mesmo.
3- Não ao individualismo.
Comentário: No terceiro tópico o comentarista foca na promoção da unidade no seio da igreja e conforme o contexto quatro são os pontos citados e importantes para a promoção da unidade.
Primeiro: A consolação deverá ser mútua. De crente a crente.
Segunda: O amor deverá ser mútuo.
Terceiro: A ótica não deverá ser no individualismo, mas sim na comunidade cristã. Isto é, o foco deverá ser no outro. Aqui se encaixa a parábola do Bom Samaritano onde é apresentado três filosofias de vida.
Filosofia de vida do egoísta (sacerdote e levita) o que é meu é meu.
Filosofia de vida do bandido (os malfeitores) o que é seu é meu.
Filosofia de vida corresponde ao amor cristão (bom samaritano) o que é meu poderá ser seu.
Quarto: Focar se no modelo de vida que é Cristo.

 

domingo, 7 de julho de 2013

Subsídio da lição – Esperança em Meio à Adversidade.


Subsídio da lição – Esperança em Meio à Adversidade.

A palavra-chave para a 2ª lição deste 3º trimestre é “ADVERSIDADE”. A palavra-chave, ADVERSIDADE, corresponde à infelicidade, infortúnio, ou qualidade do que é adverso.
A verdade prática chama atenção ao afirmar que nenhuma adversidade tem poder para reter a graça e o poder do Evangelho. Paulo escreveu na epístola aos Romanos que o Evangelho é poder de Deus (Rm 1.16), e da mesma forma Deus fala ao apóstolo que a graça dEle seria o necessário e o seu poder o aperfeiçoaria nas fraquezas (2 Co 12.9).
Na introdução percebe que o amor de Paulo para com as almas era grande e não havia nenhuma adversidade que o parasse, pois as dificuldades encontradas pelo apóstolo faziam com que as suas forças fossem renovadas. Isto é, Paulo encontrava motivos em meio aos problemas para continuar pregando o Evangelho.
Nota: Para dinamizar e aquecer os comentários por parte dos alunos leia (1 Pe 4.14) “Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus”.
I – ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO.
1- Paulo na prisão.
2- Uma porta se abre através da adversidade.
Comentário: A prisão poderia se tornar em empecilho à proclamação do Evangelho, porém o que ocorreu foi o contrário. O apóstolo Paulo ganhou a confiança da guarda pretoria, que de fato era constituída por uma classe especial de militares, ou seja, os melhores e tinham como função principal cuidar da segurança de César.
Existem muitas pessoas frustradas por que não conseguem visualizar os benefícios em meio às adversidades. Porém, o apóstolo Paulo que tinha um amor tão grande pelas almas fez da adversidade uma porta aberta para a proclamação do Evangelho. Conta-se que cada soldado que ficava ao lado de Paulo em seu turno sai dali convencido sobre o valor da obra realizada por Jesus na cruz.
II – O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE.
1- O poder do Evangelho.
2- A preocupação dos filipenses com Paulo.
3- Paulo rejeita a autopiedade.
Comentário: Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas (2 Co 10.4). Duas palavras deste versículo mostram a plena realidade de uma batalha: arma e fortaleza. Armas são usadas para destruir fortalezas, enquanto fortalezas são construídas para deter o poder das armas. O Evangelho possui poder transformador.
Para utilização das armas espirituais não há problema por estar preso (caso de Paulo) havia a prisão física, mas Paulo estava livre espiritualmente para vencer as fortalezas de satanás. As armas são: o nome de Jesus, a oração e a Palavra. Enquanto, as fortalezas são ideológicas, físicas e espirituais. Sendo que todas elas são de influencia espiritual, porém a fortaleza espiritual torna-se compreendida com a manifestação direta de seres espirituais.
Paulo sabia da sua missão. Saber a missão corresponde em entender o porquê foi chamado? O para que foi chamado? E qual o é o preço do chamado? Paulo de fato sabia que o seu ministério teria inúmeros empecilhos, porém nenhum deles deteve o apóstolo.
Entre aspas: O Espírito Santo usou a prisão de Paulo para tornar o evangelho ainda mais dinâmico e poderoso no seu avanço no mundo (Elienai Cabral, Filipenses, a humildade de Cristo como exemplo para a Igreja).

III – MOTIVAÇÕES PARA A PREGAÇÃO DO EVANGELHO.
1- A motivação positiva.
2- A motivação negativa.
Comentário:

Motivação positiva
Motivação negativa
Se na prisão de Paulo a guarda pretoria e outros tantos da sede do império Romano estava se convertendo a Cristo, então cabia aos cristãos espalhados em toda a terra à motivação para se entregarem na doce e grande missão de pregar o Evangelho.
Porém, já para outros tantos a prisão de Paulo tornava-se motivo para próprias vantagens. Mas, o que se percebe é que o Evangelho estava sendo pregado mesmo que tinham segundas intenções.

IV – O DILEMA DE PAULO.
1- Viver para Cristo.
2- Paulo supera o dilema.
Comentário: Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. O termo apeto utilizado pelo apóstolo Paulo corresponde a constrangimento, e isto ocorre por haver duas ideia: o desejo de partir e o desejo de viver. O que motivava o apóstolo Paulo a viver era a existencia do amor dele para com a igreja de Cristo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

O Autêntico Evangelho conduz o homem à Presença de Deus

O Autêntico Evangelho conduz o homem à Presença de Deus

Texto: 10- Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
11- Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
12- Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
13- Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.
14- E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais. (Gálatas 1.10-14).
INTRODUÇÃO
As treze epístolas escritas pelo apóstolo Paulo foram escritas sobre o aspecto do quando, ou seja, existia um motivo básico para que as epístolas fossem escritas.
Quando o fim é a principal preocupação. Aqui corresponde diretamente com 1 e 2 Tessalonicenses.
Quando a igreja é a principal preocupação. Aqui corresponde a 1 e 2 Coríntios.
Quando o evangelho é a principal preocupação. Aqui corresponde às seguintes cartas: Gálatas e Romanos.
Quando a prisão é uma realidade. As cartas são Filipenses, Colossenses, Filemon e Efésios.
Quando a morte se aproxima. Corresponde com as cartas 1 e 2 Timóteo e Tito.
Na Carta em apreço nota se que a doutrina da salvação e a autoridade do apostolado de Paulo são enfatizadas com veemência pelo apóstolo e isto se dá pela proliferação de ensinamentos errôneos difundidos por homens que estavam voltados a agradar a outros homens, sendo que estes últimos eram indivíduos voltados para as paixões carnais e desprovidos da glória de Deus.
I – AGRANDANDO A DEUS.
1- Impossibilidade da busca da aprovação humana. Há inúmeros indivíduos que define a importância de Deus em suas vidas em segundo ou outros lugares inferiores a de primeiro. Isto ocorre pela busca incessante do agradar a homens e não a Deus. Porém, quando o cristão busca agradar a Deus, o mesmo muitas das vezes terá que desagradar aos homens. Mas, quando as Escrituras Sagrada define a importância de agradar a Deus não enfatiza a ação em que o cristão terá que desagradar ou a de desfazer de uma pessoa. O que a Bíblia define é ter como alvo e motivo maior da vida o agradar a Deus. Isto é, andar em conformidade com Deus. Logo, a impossibilidade de agradar a homens está no que corresponde à presença de Deus na vida do cristão, ou seja, a importância de Deus e o desenvolver atividades que venham a agradar a Deus torna se impossível buscar a satisfação para indivíduos.
2- Tipos de pessoas que merecem ser respeitadas. Quando o apóstolo Paulo escreve sobre o não agradar a homens ele quer indicar a superioridade de Cristo e do Evangelho de Cristo na sua vida. Tal afirmativa do apóstolo não elimina o respeito que a igreja de Cristo deverá ter para com os líderes levantados por Deus para serem os representantes humanos de Cristo na Terra.
O escritor da Epístola aos Hebreus ordena aos crentes a “lembrai-vos dos vossos pastores, que falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver” (Hb 13.7), o “lembrai-vos” corresponde a não se esquecer dos benefícios pedagógicos que foram ensinados pelos pastores, e por fim, a fé dos mesmos deverá ser imitada e com a mesma intensidade deverá existir um atentar para a conduta de vida dos líderes cristãos.
Portanto, pessoas que merecem respeito por parte da igreja deverão ser pessoas exemplares pela conduta de vida. Sendo que as condutas que define um indivíduo conforme os padrões da Escritura Sagrada são: pedagógica, disciplinar e espiritual (2 Tm 2.15).
3- Tipos de pessoas que não merece aprovação. Logo, conforme a descrição anterior às pessoas que não merecem aprovação serão aquelas que as condutas são desproporcionais ao ensino bíblico. Quando a pedagogia desenvolvida pelo o indivíduo for contraria ao ensino bíblico. Quando o modelo de vida for sem disciplina cristã. E quando a vida espiritual da pessoa for morna ou fria a aprovação da mesma deverá ser desfeita.
II – O EVANGELHO NÃO É SEGUNDO O HOMEM.
1- Não possui sabor humano. Toda ação promovida por uma pessoa deixará suas marcas. A obra de uma cozinheira é conhecia pelo aroma e pelo sabor. O aroma do tempero passa a ser a propagação do que é feito pela mestra da cozinha e torna se uma provocação benéfica para que a sua obra seja consumida por aqueles que a percebem pelo o olfato. Porém, o sabor será mais ou menos marcante do que o aroma. Sendo, assim, o sabor do Evangelho não é humano, porque se fosse não teria poder transformador. Entretanto, o Evangelho não é segundo o homem porque possui sabor divino.
2- Não provém de iniciativa humana. O Evangelho não tem iniciativa humana, isto é, a origem do Evangelho pertence ao beneplácito de Deus. Por isso, que o Evangelho é transformador. Logo, tanto a iniciativa e a obra do Evangelho são pertencentes a Deus, pois tem nEle sua origem.
III – FORMAÇÃO DO APÓSTOLO PAULO.
1- Aprendiz de Gamaliel. Gamaliel era neto de Hiliel, um exímio educador judeu. Nos passos do seu avô Gamaliel recebeu o título de rabino superior (presidente), porém, três motivos fazem com que Gamaliel seja observado com clareza: primeiro motivo, Gamaliel era venerado por todo o povo (At 5.34); segundo motivo, Gamaliel foi o mestre de Paulo (At 22.3), e por terceiro, no Sinédrio Gamaliel outorgou conselho no que correspondia a ser ou não o agir dos apóstolos uma obra divina.
Logo, o apóstolo Paulo foi instruído para com as práticas e saberes do judaísmo pela maior autoridade sobre o assunto na época.
2- Instruído por Ananias. Se Gamaliel foi o responsável pela formação intelectual de Paulo, coube a Ananias instruí-lo na fé cristã. Portanto, conforme os textos de Atos (9.10,18,19) a instrução seria na ação de Ananias conduzir o apóstolo Paulo à comunidade cristã.
3- E vocacionado diretamente por Deus. Portanto, conforme a descrição de Paulo “desde o ventre da minha mãe me separou e me chamou” (Gl 1.15), aqui se percebe que a vocação de Paulo como o mesmo defende foi diretamente feita por Deus.
Portanto, o autêntico Evangelho conduz o homem à presença de Deus. Outorgando sabedoria nas decisões e guinando o indivíduo a agradar a Deus conforme as condutas cristãs.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Subsídio da lição – Paulo e a Igreja em Filipos.


Subsídio da lição – Paulo e a Igreja em Filipos.

A palavra-chave para a 1ª lição deste 3º trimestre é “EPÍSTOLA”. A palavra-chave, EPÍSTOLA, significa carta, que são de fato as lições dos apóstolos às comunidades cristãs primitivas.
As treze epístolas escritas pelo apóstolo Paulo foram escritas sobre o aspecto do quando, ou seja, existia um motivo básico para que as epístolas fossem escritas, notemos:
Quando o fim é a principal preocupação. Aqui corresponde diretamente com 1 e 2 Tessalonicenses.
Quando a igreja é a principal preocupação. Aqui corresponde a 1 e 2 Coríntios.
Quando o evangelho é a principal preocupação. Aqui corresponde às seguintes cartas: Gálatas, Romanos.
Quando a prisão é uma realidade. As cartas são Filipenses, Colossenses, Filemon e Efésios.
Quando a morte se aproxima. Corresponde com as cartas 1 e 2 Timóteo e Tito.
A carta em apreço revela à igreja hodierna a importância do amor entre os cristãos e também dos membros para com os obreiros, e de fato enfatiza as medidas comportamentais que a igreja deverá ter para enfrentar as hostilidades do inimigo.
Lembrando que os três inimigos da igreja são: o diabo, a carne e o mundo.
I – INTRODUÇÃO À EPISTOLA.
1- A cidade de Filipos.
2- O evangelho chega a Filipos.
3- Data e local da autoria.
Comentário: A cidade de Filipos era uma cidade importante pelo seu passado e pelo majestoso presente que vivenciava nos dias do apóstolo Paulo. A importância correspondente ao passado está na sua fundação, isto é, foi fundada por Felipe II rei da Macedônia no ano de 356 a.C. E no que corresponde ao presente a cidade de Filipos era majestosa pois localizava próxima a minas de ouro.
A Igreja em Filipos ganho dimensão no lar da irmã Lídia. Paulo de fato encontrou muito obstáculo para pregar o evangelho em Filipos, porém, após conduzir uma pessoa a Cristo as portas da evangelização se abriram. No contexto da evangelização a obra se inicia com a conversão de alguém, que é edificada em Cristo, e após torna se um multiplicador, ou seja, frutifica e assim a obra se estende.
Para que haja crescimento quatro palavras são importantes: conversão, edificação, frutificação e extensão. Logo, a evangelização iniciou – se com a com a conversão de Lídia que foi edificada e deu frutos e a obra se estendeu na cidade de Filipos.
II – AUTORIA E DESTINATÁRIO.
1- Paulo e Timóteo.
2- Os destinatários da carta “todos os santos”.
3- Alguns destinatários distintos: “bispos e diáconos”.
Comentário: O apóstolo Paulo em suas 13 cartas se apresenta de três maneiras: servo, apóstolo e prisioneiro. As cartas antigas começam com o nome e credenciais do remetente e também uma saudação ao destinatário. Com estas três credenciais torna-se notório que o apóstolo Paulo exercia com primazia o ministério no qual tinha sido chamado. Como servo (Rm 1.1,Fp 1.1, Tt 1.1), o apóstolo Paulo foi submisso a Deus e não teve medo de assumir riscos em prol do Evangelho. Por tal atitude Paulo foi um servo sofredor (2 Co 11.23-28). Além de servo, Paulo em algumas das suas cartas se apresenta como apóstolo (Rm 1.1,  1Co 1.1, Cl 1.1), como apóstolo Paulo queria demonstrar para as igrejas a validade de seu chamado. E por fim, como prisioneiro Paulo se apresenta a Filemon tanto para demonstrar a sua situação no momento como prisioneiro e para introduzir o assunto que tinha a expor com Filemon (Fm 1.1).
A palavra diácono no grego tem como significado servo. A missão do diácono conforme o texto de Atos 6.1-6, é servir às mesas e também cuidar das viúvas. Há exemplo de excelentes diáconos na Bíblia e dentre eles, citamos: Estevão e Filipe.
O termo diácono aparece 30 vezes no Novo Testamento, sendo que em 20 casos a palavra é traduzida por ministro, que de fato tem como significado e representação o servo (1 Tm 3.10,13).
A palavra presbítero tem como significado ancião. Aos presbíteros está a missão de cuidar da congregação, assim como é função do pastor. No Novo Testamento os termos: pastor, bispo e presbíteros passam a ter a mesma função, a de dirigir a congregação local e de certa maneira cuidar das necessidades espirituais.
Portanto, as ações administrativa e evangelística do presbítero deverão ser desenvolvidas mediante a palavra de Deus. Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra (2 Tm 3.16,17).
III – AÇÃO DE GRAÇAS E PETIÇÃO PELA IGREJA DE FILIPOS.
1- As razões pela ação de graças.
2- Uma oração de gratidão.
3- Uma oração de petição.
Comentário: Paulo é grato a Deus pela igreja de Filipos pelos seguintes motivos: a igreja era presente na aflição do apóstolo e a igreja era sensível à vontade de Deus. Notemos que são dois nobres motivos que despertam desejos dos mais agradáveis para com os que assim nos tratam.
Por tais motivos o apóstolo ora pela igreja de Filipos, e pede em favor dos mesmos:
Ø    O aumento do amor,
Ø    Da ciência e do conhecimento,
Ø    Que a igreja desfrutasse das coisas excelentes e não viesse a ser escândalo.
Ø    E que fossem cheios dos frutos da justiça.
Nestas treze lições aprenderemos sobre a Igreja de Filipos e também sobre o apóstolo Paulo.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

A Soberania do Evangelho de Cristo

A Soberania do Evangelho de Cristo

Texto: 6- Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho,
7- que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo.
8- Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!
9- Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado! (Gálatas 1.6-9)
I – PANORAMA DO TEXTO.
1- Decepção do Apóstolo. Apostasia é o abandono premeditado da fé, porém nas igrejas da Galácia o que estava acontecendo era à propagação de heresias no seio eclesiástico, pois, outro evangelho era ensinado, ou seja, outro ensinamento, porque o evangelho é único. Porém, o que mais afetava o apóstolo Paulo era a rapidez em que os membros da igreja eram conduzidos a doutrinas contrárias aos ensinamentos proferidos pelo apóstolo.
A decepção do apóstolo era tão grande que se compara com a decepção de um pai com o seu filho. No contexto histórico três heranças foram herdadas pela desobediência de Adão. A primeira herança é a culpa que se propaga com o pecado, sendo que o pecado poderá ser dividido em original e atual. Já o segundo elemento é a corrupção, fato que se torna notável na mais tenra idade do ser humano, tal herança outorga liberdade de se proferir que não somente são corruptos os políticos, mas sim toda raça humana. E por terceiro, a morte, elemento que define a mais condenável das heranças do pecado de Adão.
Porém, a igreja na Galácia foi corrompida por ensinamentos não proferidos de Deus. “Há alguns que querem transtornar o evangelho de Cristo”, alguns, isto é, há um pequeno número de indivíduos que são instrumentos de Satanás para levarem outros ao afastamento do evangelho. Logo o apóstolo Paulo fica decepcionado, pois outros ensinaram doutrinas falsas e ganharam crédito por parte da igreja.
2- Atitude dos Gálatas. Os irmãos da Galácia foram infantis, por dois motivos: tiveram uma atitude rápida “tão depressa” e tiveram uma atitude menosprezível a Cristo “passásseis daquele que vos chamou à graça”.
Toda decisão antes de ser tomada deverá passar pela oração e pela comprovação bíblica. Se não for por Deus aprovado o fim não será conforme o prometido. Pois, há ensinamentos que oferecem tudo de melhor para o ser humano, porém conforme escreveu o monarca Salomão “são caminhos de morte” (Pv 16.25).
E por segundo Cristo estava sendo menosprezado. Não poderá de maneira alguma o individuo menosprezar a Cristo. E assim ensina o apóstolo Pedro “para quem iremos nós” (Jo 6.68). Pois, apenas Cristo tem palavras de vida eterna.
3- Falsos Mestres. Como no mundo há um grande número de enganadores a igreja de Cristo deverá ser edificada no ensino puro e autêntico. Pois, o que torna o individuo livre do pecado é o conhecimento da verdade (Jo 8.32).
Porém, a missão de Satanás é roubar, matar e destruir (Jo 10.10). Quando uma igreja é firme no ensino e convicta da fé em Cristo o inimigo dentará de todas as formas para destruir a harmonia presente na mesma. E as artimanhas de Satanás se voltam para destruir o ensino fazendo que haja desvio da Palavra de Deus. Mas, graças a Deus que há no seio da igreja pessoas que foram chamadas para ensinarem a Palavra conforme ela é (Ef 4.11).
II – EVANGELHO DE CRISTO.
1- Origem do Evangelho.
Em quanto ao tempo o evangelho tem sua origem no jardim do éden, quando Deus prometeu salvação por meio do descendente da mulher (Gn 3.15). Logo, o evangelho é a propagação das boas novas por parte do Criador. Se a propagação é da parte do Criador indica que o evangelho é superior a qualquer doutrina e passa a ser indispensável para a efetuação da salvação do ser humano.
E quando o assunto do evangelho corresponde à pessoa que o deu origem, nota – se que o evangelho é divino, pois tem sua origem em Deus.
2- Apenas há um Evangelho. Evangelho genuíno é único e não há outro. Porém, o apóstolo Paulo por três vezes utiliza a seguinte frase “outro evangelho” frase que não confirma a existência de outro evangelho, porém, indica que não há outro evangelho genuíno e divino, pois só há apenas um que tem sua origem em Cristo Jesus.
Por isso, o apóstolo Paulo convoca aos membros da igreja da Galácia a não aceitarem outro evangelho, mesmo que um anjo do céu o anuncie, pois em Deus não há confusão o que foi ensinado merece todo respeito e dedicação.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Subsídio da lição – Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor.

Subsídio da lição – Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor.
A palavra-chave para a 13ª lição deste 2º trimestre é “CASA”. A palavra-chave, CASA, na presente lição tem como significado lar ou família. E para relembrar, no subsídio da primeira lição foi postado sobre os tipos de famílias, segue se abaixo.
Porém, além de conceitos diferentes outorgados pelas ciências, a família não é composta de um único tipo, mas de no mínimo dos seguintes tipos.
·                    Família Nuclear – também conhecida como família elementar é a configuração constituída pelo pai, mãe e filhos.
·                    Família Extensiva – trata-se da família abrangente a nuclear que amplia a sua constituição com a presença de sogro, sogra, avôs, tios, primos...
·                    Família Abrangente – trata - se da família que inclui membros por afinidade, ou seja, por laços afetivos.

·                    Família Monoparental – trata-se, da família que os irmãos possuem uma mesma mãe e não um mesmo pai. Ou seja, mesma mãe e pai diferente ou mesmo pai e mãe diferente.
·                    Família Recomposta – trata-se do desfeito do núcleo marital, ou seja, separação do casal ou a morte de um dos membros deste núcleo e o outro se casa com outra pessoa.
·                    Família Adotiva – trata-se, da adoção. Quando uma criança é adota a mesma passa a ter um lar, uma família.
I – O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ.
1- Noé andou com Deus.
2- Vivendo numa sociedade corrompida.
3- A salvação de Noé e sua família.
Comentário: Noé se destacou na sua geração por ser varão justo, reto e por andar com Deus. De fato Noé foi um homem que tinha conformidade com Deus, à conformidade com Deus é ser justo, ser reto e conhecer a Deus.
Com o pecado de Adão a humanidade passou a sofre de três grandes males, que são: morte, culpa e corrupção. Nos dias de Noé a maldade, a violência e a corrupção tinham aumentado na terra e por isso, Deus projetou o dilúvio, porém, lá estava um homem justo, reto e que andava com Deus que teve como grande resultado a salvação da sua família. Por mais que as características dos pais sejam rejeitadas pelos que são de fora do lar os da casa (filhos e noras), darão crédito a postura exemplar dos patriarcas.
II – JOSUÉ – UMA DECISÃO EXEMPLAR.
1- A firme tomada de posição.
2- O perigo da omissão dos pais.
Comentário: Conforme o aumento da iniquidade é requerido dos pais que estes sejam firmes em suas posições éticas. Ou seja, na transmissão de valores e doutrinas aos filhos. Josué foi firme à decisão de preservar a sua família da idolatria. Note que o mal social que afetava a fé dos judeus nos dias de Josué era a idolatria. Logo, o líder de Israel buscou ensinar seus filhos contra tal investida de satanás. O que estamos fazendo para preservar nossa família da investida de satanás? E como estamos fazendo? Pois, o que e como são importantes para a focalização da família com o Reino de Deus.

Porém, muitos estão omitido aos seus filhos o autêntico ensino da Palavra de Deus, e isto é pecado. O pecado de omissão é deixar de fazer o que é certo.
III – O EXEMPLO DOS RECABITAS.
1- Uma família exemplar.
2- Um exemplo de fidelidade.
Comentário: Resultados são provenientes de escolhas. Os recabitas tiveram como ancestral Jonadabe (2 Rs 10.15-27) e este tomou uma decisão e ordenou aos seus filhos para não tomarem vinho. Resultado maior Deus tomou os recabitas como exemplo para ensinar a Israel a manterem postura contra o mundanismo.
Com a invasão feita pelos babilônicos os recabitas foram preservados, pois andaram com Deus e foram obedientes ao que receberam como ensinamento de seu patriarca. A obediência conduz a pessoa a ter grandes conquistas, por isso é fundamental o ensino autêntico da Palavra de Deus, pois não há melhor meio para conduzir os filhos a serem abençoados e preservados deste mundo mal.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Igreja na Galácia


Igreja na Galácia

Texto: 1- Paulo, apóstolo enviado, não da parte de homens nem por meio de pessoa alguma, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dos mortos,
2- e todos os irmãos que estão comigo, às igrejas da Galácia:
3- A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo,
4- que se entregou a si mesmo por nossos pecados a fim de nos resgatar desta presente era perversa, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,
5- a quem seja a glória para todo o sempre. Amém. (Gálatas 1.1-5).
Paulo ao escrever aos irmãos das igrejas existentes na Galácia defende a doutrina bíblica da salvação e a autoridade da sua vocação ministerial. A presente carta tem valor incomparável para as igrejas locais do presente século, pois outorga clareza nos assuntos doutrinários e convalida o poder e os benefícios da obra vicária de Jesus.
I – O AUTOR DA OBRA.
1- Paulo e seu ministério. De Saulo a Paulo, enquanto o nome Saulo indica o sentimento de desejo, o nome Paulo passa a indicar o sentido de pequeno, pois em meio ao conhecimento de Paulo o evangelho seria propagado mediante a graça transformadora de Cristo (Fp 3.8, 2 Co 12.9). Como bom judeu o apóstolo no período anterior a sua conversão queria ser útil a Deus, por isso, Paulo tornou-se um perseguidor da fé cristã, pois via na mesma uma ameaça aos princípios do judaísmo.
Antes a sua conversão, Paulo já se destacava por sua entrega e veemência a uma missão (At 9.2). Logo após a conversão o apóstolo Paulo não perdeu o desejo de ser útil a Deus, sendo assim dedicou com toda veemência à propagação do evangelho chegando a realizar três viagens missionárias (At 13.2,3).
2- Credencial citada na apresentação. As cartas no período antigo começavam com o nome e credencial do autor e era seguida com uma saudação ao destinatário.  No prefácio da carta escrita aos gálatas o apóstolo Paulo se apresenta com apenas uma credencial a de apóstolo. O real motivo de se apresentar como apóstolo à igreja da Galácia está diretamente ligado à ação de Satanás em tentar diminuir a autoridade apostólica de Paulo perante a congregação.
Os ataques de Satanás são contra a integridade do evangelho e contra a autoridade dos que são chamados por Deus. Os que são chamados recebem de Deus um ministério. Sendo que ministério é um dom em ação. Na igreja em apreço Satanás indiretamente buscou diminuir a autoridade do apóstolo Paulo, por isso, em dois capítulos o autor da epístola defende seu apostolado para depois defender a doutrina cristã que “somos justificados gratuitamente por Deus”, e não mediante as obras da lei (Ef 2.8).
Paulo foi chamado por parte de Deus e de Cristo (v.1), tal afirmação defendida por Paulo indica que o mesmo não foi conduzido ao ministério por vontade humana e nem por vaidade. O termo apóstolo defendido por Paulo corresponde a mais elevada ordem na igreja e não com denotação a pregadores, por isso dois capítulos da epístola são utilizados para enfatizar aos crentes da igreja local que ele foi conduzido ao ministério por vontade divina e não humana.
II – A QUEM É ENVIADA A OBRA.
A carta aos gálatas foi escrita sobre o seguinte pilar: quando o evangelho é a principal preocupação. Alguns membros da igreja segundo o apóstolo estava voltando aos rudimentos do mundo (Gl 4.9), sobre a forma do legalismo judaico que se tornava uma prisão para os indivíduos.
1- Aspectos geográficos da Galácia. A Galácia pertencia à antiga região da Ásia Menor que foi reduzida a província de Roma. Com isto se percebe que conforme no mundo da época havia um predomínio da cultura grega sobre a região da Galácia, assim como havia submissão da região a política do império romano.
2- As igrejas na Galácia. As igrejas foram fundadas por Paulo, porém não sabe ao certo em que momento específico isso aconteceu.
Seis capítulos são necessários para a compreensão das igrejas. Em primeiro momento nota-se que os crentes estavam outorgando crédito a ensinamentos contrários ao evangelho de Cristo (Gl 1.8), que automaticamente diminuía a autoridade apostólica de Paulo. Em segundo, as igrejas locais associavam os preceitos do legalismo religioso do judaísmo aos princípios do cristianismo (Gl 3.23-25), por isso Paulo enfatiza que “sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3.26). E por terceiro, Paulo descreve as obras da carne (Gl 5.19-21).
Um dos alertas de Paulo na epístola é claro ao descrever a importância da vigilância, pois um pouco de fermento leveda toda a massa (Gl 5.9).
III – CRISTO OBRA E GLÓRIA.
1- Benefícios da morte de Cristo para os cristãos. Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nEle crer não pereça mas tenha a vida eterna (Jo 3.16). Logo, o maior benefício da morte de Cristo na cruz foi o de se outorgar para salvação de todos aqueles que crerem. Porém, o texto em que Paulo conduz o prefácio e a saudação apresenta três benefícios provindos pela morte de Cristo.

a) Cristo se entrega por nossos pecados. O primeiro benefício é a entrega de Cristo por nossos pecados. O pecado torna o individuo incapaz a salvação (Rm 6.20). Após o pecado de Adão a humanidade passou a sofrer pela consequência da desobediência em que a culpa, a morte e a corrupção passaram a serem elementos presentes no cotidiano. A corrupção se transcreve na incapacidade humana de resolver os problemas e na depravação dos atos produzidos pelo ser humano. Logo, somente com a expiação perfeita o pecado poderia ser removido.
b) Para nos livrar. O pecado aprisiona e escraviza o indivíduo, por isso Martinho Lutero ao ler o capítulo seis da Epístola do Apostolo Paulo aos Romanos conclui que o homem ou é escravo de Deus ou do Diabo (Rm 6.12-23). Porém, o conhecimento da verdade é que liberta o pecador (Jo 8.32).
c) Do presente século. Os termos “presente século mau” correspondem ao mundo pecaminoso. De fato a descrição associa com a vida presente, isto é, com os indivíduos separados da vontade de Deus. Os que estão presos ao “presente século mau” possuem pecado (corresponde ao prazer em pecar constantemente) e desenvolve a perversidade.
2- Cristo merecedor de toda glória. A finalidade de todos os benefícios provindos de Jesus é que a honra e a glória sejam dadas a Ele. A oração sacerdotal de Jesus é iniciada com o pedido de glorificação “glorifica a teu Filho” (Jo 17.1). A glorificação de Jesus estava associada com a morte do mesmo na cruz. Com a morte vicária de Jesus e com a salvação daqueles que crerem toda glória para todo o sempre seja dada a Ele. Amém (Gl 1.5).